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«A Estátua» e «Caminhos de Liberdade», primeiros livros de José António Pinho, vão ser apresentados em Penamacor, no próximo dia 14 de Abril, pelas 16 horas, no auditório da Escola de Música, sito no ex-Quartel.

Defensor da liberdade e dos direitos dos trabalhadores, o autor cedo viria a conhecer a perseguição e várias prisões civis e militares durante o Estado Novo. A 1ª Companhia Disciplinar de Penamacor, onde permaneceu entre Maio de 1962 e Setembro de 1963, fez parte desse roteiro imposto pela sua postura de opositor ao regime, razão por que, volvidos 50 anos, faz questão de aqui apresentar as suas primeiras obras, que relatam, justamente, os acontecimentos determinantes que viveu na sequência da campanha de Humberto Delgado e das eleições presidenciais de 1958.
O acto enquadra-se nas comemorações do 38º aniversário da Revolução de Abril.
Para complementar a apresentação, o grupo Lua Nova e o duo António Duarte e Paulo Madeira recordarão algumas das canções de intervenção que marcaram a luta pela liberdade no tempo da ditadura.
plb (com CM Penamacor)

Aldeia da Ponte, honrando a tradição, realiza no dia 7 de Abril (sábado) a habitual Capeia da Páscoa, que para além da lide de touros com o forcão, inclui o encerro.

A Capeia da Páscoa é já uma tradição arreigada nesta freguesia raiana do concelho do sabugal, uma das que mais contribui para a divulgação da tourada popular com forcão, uma exclusividade da raia sabugalense. A realização na aldeia já vem de longe e, pese embora alguma irregularidade, esta é a sétima edição consecutiva.
Os cinco touros que irão animar a tarde na praça de Aldeia da Ponte, sairão da quinta do Ganadeiro Zé Noi, acompanhados pelos cabrestos, pela 8 horas do sábado, a fim de serem conduzidos à aldeia. Os cavaleiros encarregar-se-ão da boa condução das rezes, para que, pelas 11 horas, o cortejo taurino entre em corrida na praça. Feito o tradicional encerro, um dos touros será de imediato lidado – é o touro da prova, uma velha tradição taurina da raia, que em Aldeia da Ponte se segue com preceito.
Depois do almoço, pelas 16 horas, iniciar-se-á a capeia com a lide dos touros com o manejo do forcão.
A organização da Capeia da Páscoa pertence à Associação da Juventude Pontense.
Esteves Carreirinha, o maior entusiasta das Capeias Arraianas, explica as razões da manutenção desta tradição taurina em Aldeia da Ponte, sua terra natal: «O principal objectivo da Capeia da Páscoa, assim como de muitas outras, é proporcionar o convívio perfeito que estas realizações acarretam, seja na Páscoa, São Pedro, Agosto ou qualquer outra data que seja escolhida. Todos sabemos que onde há cornos, a malta comparece, seja em que Aldeia for. É a sina dos arraianos, que não querem deixar esmorecer a tradição».
No dia 7 de Abril, todos a Aldeia da Ponte!
plb

A Câmara Municipal do Sabugal decidiu elaborar um projecto de regulamento que define as regras a que deve submeter-se o serviço de gestão de resíduos urbanos no Município do Sabugal, bem como a gestão de resíduos de construção e demolição.

O novo regulamento substituirá o Regulamento de Higiene e Limpeza da Via Pública e Espaços Urbanizados, que está em vigor.
O projecto de regulamento define que o Município do Sabugal é a entidade responsável por assegurar a provisão do serviço de gestão de resíduos, gerindo a recolha indiferenciada, cabendo por sua vez à empresa «Resistrela – Valorização de Resíduos Sólidos», a responsabilidade pela recolha selectiva, triagem, valorização e eliminação dos resíduos urbanos produzidos.
Nos termos da lei e do novo regulamento, cabe ao Município assegurar o encaminhamento regular e adequado dos resíduos urbanos, garantindo a qualidade e a continuidade desse serviço, bem como a elaboração de planos e estudos necessários para a boa gestão do sistema.
Aos utilizadores cumprirá fazer bom uso dos equipamentos de recolha, acondicionar correctamente os resíduos, cumprir o horário de deposição estabelecido e respeitar as regras de deposição e separação do lixo.
O serviço de recolha considera-se disponível desde que o equipamento para o efeito se encontre instalado a menos de 100 metros (no Sabugal) ou a menos de 200 metros (nas restantes freguesias) do prédio e que o Município efectue uma recolha frequente.
O regulamento define ainda que o sistema engloba as várias fases do processo, que vão do acondicionamento dos resíduos, passando pela deposição e concluindo-se com a sua recolha e transporte.
No que toca ao acondicionamento, as pessoas que produzem os resíduos são responsáveis pelo seu acondicionamento adequado, garantindo a higiene e a salubridade, colocando-os em sacos de plástico devidamente fechados e evitando o espalhamento e o derrame dos mesmos.
A recolha é da responsabilidade do Município, que deverá efectuar circuitos pré-definidos, com uma frequência que salvaguarde a saúde pública, o ambiente e a qualidade de vida dos cidadãos.
A recolha selectiva será da responsabilidade da empresa Resistrela, que garantirá a existência de um ecocentro na sede do concelho para a deposição de resíduos específicos.
Os óleos alimentares usados serão recolhidos em contentores localizados em pontos específicos. Já a recolha de equipamentos electrónicos será processada por solicitação expressa, de modo a definir-se a hora, data e local para a recolha.
Quanto aos resíduos de obras particulares isentas de licença, a sua recolha terá de ser agendada com os serviços do Município mediante o pagamento de uma tarifa ou, em alternativa, poderá ser o próprio munícipe transportar esses resíduos para um contentor que existirá no Ecocentro.
Os resíduos urbanos de grandes produtores, serão depositados, recolhidos e transportados pelos próprios produtores, sem prejuízo de haver acordo com a entidade gestora para a realização da tarefa.
O regulamento estabelece ainda as normas a observar na celebração de contratos para a recolha dos resíduos e os tarifários correspondentes à prestação de serviços neste âmbito.
Quem desrespeitar as normas definidas no regulamento pratica contra-ordenação, pelo que ficará sujeito a coimas que serão aplicadas pela entidade gestora do sistema – a Câmara Municipal.
plb

O Grogue é a aguardente tradicional de Cabo Verde, e o melhor grogue é o que é produzido a partir da cana sacarina dos regadios de Santo Antão, a ilha onde está sedeada a Confraria do Grogue, a «Congrog», a única que por enquanto existe no país. Estivemos na maior das ilhas cabo-verdianas do barlavento, onde, na cidade da Ponta do Sol, falámos com Alberto Carlos Lima, o fundador e confrade-presidente da Confraria do Grogue.

Há quanto tempo foi fundada a Confraria do Grogue?
– Foi há quatro anos, realizámos este ano de 2012 o nosso quarto capítulo, onde entronizámos alguns novos confrades. Passámos a contar com 104 confrades efectivos após este capítulo.
São a única confraria de Cabo Verde, por enquanto, mas sabemos que mantêm contactos regulares com confrarias portuguesas…
– Sim, nomeadamente com a federação das confrarias portuguesas, com a sua presidente, a Dra Madalena Carrito, que já esteve aqui em Santo Antão, num capítulo. Também já estivemos em Portugal em capítulos de confrarias e é nosso confrade de honra o Dr Jaime Soares, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Poiares e Juiz da Confraria da Chanfana.
Têm outros confrades de honra?
– Sim, homenageámos já várias personalidades dando-lhes o título de confrades de honra, como por exemplo os presidentes de todas as câmaras da ilha de Santo Antão, que são quatro, e o ex-presidente da República de Cabo Verde, Pedro Pires, entre outros.
Ao que se fala, o grogue é um produto típico de Cabo Verde que é produzido em várias das suas ilhas. Qual a razão pela qual a confraria do Grogue foi fundada em Santo Antão?
– Porque o grogue produzido em Santo Antão é o mais genuíno de Cabo Verde. O verdadeiro grogue cabo-verdiano é aqui de Santo Antão.
O que é que o diferencia do grogue das restantes ilhas?
– Muita coisa. A forma de o fazer, a partir da cana do açúcar e segundo o método tradicional, e também o paladar e o aroma. Muito do grogue que se fabrica em Cabo Verde é feito a partir de açúcar e não da cana-de-açúcar como aqui se faz. Esta ilha produz cana-de-açúcar, que é de onde se extrai o grogue, e é preciso ter em conta que a maior parte das restantes ilhas nem sequer produzem cana – como é que podem produzir o grogue tradicional?
O grogue de Santo Antão está certificado?
– A Congrog está agora a tratar desse processo, que passa por diversas burocracias e por várias entidades.
Quais são as principais actividades da Congrog?
– Para além dos capítulos anuais, fazemos reuniões de convívio e jornadas em que se debate a forma como devemos defender o nosso produto. Muitos dos nossos associados são fabricantes de grogue e estão muito interessados em valorizar o produto.
plb

De passagem por Cabo Verde, por razões profissionais, aproveitámos um dia livre dos afazeres do serviço para uma deslocação à ilha de Santo Antão, no extremo oeste do arquipélago, onde observámos as abruptas falésias, visitámos os esplêndidos vales verdes e conhecemos os amigos da Confraria do Grogue.

Da cidade do Mindelo, na ilha de São Vicente, embarca-se no ferry para a ilha de Santo Antão, que fica a apenas uma hora de navegação. O barco sulca diariamente as águas levando povo e turistas. Estes são sobretudo gente nova, franceses e alemães, que procuram os percursos montanhosos da ilha verde para saudáveis caminhadas. O barco transporta também viaturas, muitas delas camiões carregados de tudo o que os ilhéus do barlavento necessitam.
O barco acostou no Porto Novo, uma pequena cidade que vive da economia do porto marítimo, onde as gentes se encostam ao cais oferecendo o serviço de transporte aos turistas que chegam.
Optámos por procurar o mesmo transporte que os autóctones utilizam para se deslocarem à Ribeira Grande, a maior cidade da ilha, que dista quase uma hora de viagem por uma estrada sinuosa junto à costa, cavalgando as falésias íngremes e rochosas.
Já na Ribeira Grande procurámos pela Confraria do Grogue. Fomos informados de que para se contactar a confraria seria necessário ir à Câmara Municipal, na Ponta do Sol, e falar com o Carlos Bituca, o grande dinamizador do movimento confrádico em Cabo Verde. Uma nova tomada de transporte, numa carrinha, e chegámos à Ponta do Sol, onde entrámos no edifício da Câmara.
Lá estava o confrade-presidente da Confraria, Alberto Carlos Lima, também conhecido por Bituca, acompanhado pelo também confrade Jorge Pires.
Quem é confrade vê as portas abertas em toda e qualquer parte do mundo… E afirmamos isto, porque bastaram dois minutos de conversa e uma singela troca de adereços (uns pin’s de pôr na lapela) para, acto contínuo, sermos introduzidos no gabinete do presidente da Câmara, o dr Orlando, que dirigia a reunião ordinária dos vereadores. O dr Orlando, que é também um dos fundadores da Confraria do Grogue e grande entusiasta das suas actividades, afirmou-nos conhecer o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, que há poucos meses esteve na ilha. Informado sobre o que era um bucho, confessou não quer morrer sem provar essa iguaria raiana e sem ir ao Sabugal visitar o autarca congénere.
Depois de uma conversa com os confrades do grogue, estes levaram-nos num jipe, viajando pelos deslumbrantes e férteis vales da ilha. Valeu a pena, porque observámos paisagens espectaculares, que nunca imaginámos existirem em Cabo Verde. Há plantios sucessivos de cana de açúcar (com a qual se faz o grogue) no fundo dos vales e em socalcos que escalam a montanha. Observam-se também palmeiras, mangueiras e, mais acima, pinheiros e outras espécies florestais, constituindo tudo uma paisagem luxuriante que merece a pena visitar.
Parece a ilha da Madeira, com as suas montanhas íngremes, com fartura de árvores e de água correndo pelas encostas, até no nome das terras: Ribeira Grande, Ponta do Sol, Paul.
Numa das encostas, num local chamado Boca da Coruja, entrámos no hotel Pedracin Village, composto por um conjunto de casinhas típicas, construídas em pedra, que se espalham pela encosta. O local está pejado de turistas que ali vêm encontrar-se com a natureza, fugindo ao reboliço das praias e dos resorts que estão instalados em ilhas como a do Sal e da Boavista.
Fomos recebidos pelo proprietário, o confrade e presidente da assembleia-geral da Confraria do Grogue, José Pedro Oliveira, que nos serviu um grogue da terra, e uma saborosíssima refeição típica de carne e peixe.
Valeu a pena conhecer os amigos da confraria do Grogue, que no dia 1 de Abril tiveram o seu capítulo anual, na cidade do Paul, na fabulosa ilha de Santo Antão.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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