You are currently browsing the daily archive for Sexta-feira, 30 Março, 2012.

Ir ao mercado foi um acontecimento que me fascinou desde criança. Na minha terra natal, Bismula, concelho do Sabugal, no fim de cada mês realizava-se este evento comercial, onde o meu irmão Manuel José Fernandes vendia todos os melões do meloal, propriedade do meu pai, enquanto o meu irmão Francisco Alves Monteiro vendia pão espanhol, que era muito apreciado naquela zona arraina.

Nas aldeias vizinhas de Alfaiates, Miuzela e Vila do Touro, calcorreei caminhos com o meu progenitor José Maria Fernandes Monteiro, levando animais e produtos agrícolas para vender. Os mercados mensais eram os eventos mais importantes da transacção de mercadorias e produtos. O meu primeiro fato que levei em 1958, para a Escola Apostólica de Cristo Rei em Gouveia, dirigida por padres alemães, foi comprado no mercado de Alfaiates. Em Vila do Touro comi a melhor carne assada pelo meu conterrâneo António Joaquim Videira, que estava um pouco acanhado, mas as ordens da autoridade da freguesia, são neste caso, para se cumprirem. Na Miúzela saboreei umas belas sardinhas, acompanhadas com água, porque era-me proibido beber o vinho famoso daquela região. Era bom ir ao mercado porque sempre folgavam as nossas costas do trabalho rural, sempre se convivia, comia-se com mais gosto, compravam-se mercadorias e animais de quatro patas.
O Mercado mensal do Fundão é um acontecimento regional de grande importância comercial, social, económica, de encontros e desencontros e de convívio das gentes do concelho, extensivo aos Concelhos da Covilhã, Belmonte e Castelo Branco. Ali se cruzam muitas e diversas mercadorias, mas acima de tudo as pessoas.
Entro pelo lado nascente e olha-se para o placard da necrologia para saber se uma pessoa familiar ou amiga faleceu. Desta vez lá estava o amigo Filipe de Sousa Monteiro, mestre na arte da serralharia, na Firma Miguel Reis do Fundão e na Cerâmica de S. Pedro em Alcaria, que desceu à terra pelas 16h30 em Aldeia de Joanes.
Junta-se o amigo alentejano que há tempos não via e lá se veio lamentar de umas dores que não o largam. Seguimos para o espaço do mercado. Conta-me uma história da sua juventude, ao passarmos por uma jovem muito bonita e a beleza feminina é para ser admirada. Trabalhava na Carris e tinha uma meia casinha alugada na Mouraria. Um dia deu abrigo a uma moura, que tinha perdido o marido recluso numa Cadeia da Capital por desfalques a uma empresa de venda de automóveis. Como trabalhava por turnos autorizou-a a dormir na sua cama. Queria respeitá-la, mas um dia de muito frio a sua amiga convidou-o para entrar no vale dos lençóis. O aquecimento recíproco foi deveras proveitoso. Passados meses parecia que a relação podia dar frutos menos desejáveis e de pronto-socorro alguém interveio. Um amigo deu-lhe uma caixa de preservativos e nunca mais teve problemas, inclusive com a dona da casa que tinha o marido lá para as Minas de São Domingos no Alentejo, ficando tudo em família. Ainda hoje ouvi na comunicação social que os Portugueses dão meças ao mundo. Ainda bem!
Enquanto avançávamos e nos cruzávamos com novos e velhos, com reformados ou gente desenfiada que devia estar no seu posto de trabalho, talvez dispensada pelos seus chefes, o meu amigo alentejano conta-me outra história. Há dias entrou numa dessas Igrejas, onde um Pastor gritava que estava a chegar a hora do milagre e que todos deviam colocar a mão no local onde tinham as suas maleitas, requerendo a intervenção divina. A mulher colocou a mão no coração e ele no meio das pernas. Esta maleita chamou-lhe a atenção, porque o referido Pastor faz alguns milagres, mas não ressuscita instrumentos mortos há muitos anos.
Vamos caminhando por meio das tendas de trapos, roupas, sapatos…Algumas estão cheias de mulherio que se acotovelam para comprar roupas de uso pessoal, enquanto ali perto uns carteiristas espreitam uma distracção para dar um golpe fatal, e eu encontrei lá dois que foram clientes no Estabelecimento Prisional de Castelo Branco. De um lado grita-se «aqui é tudo barato, é quase dado, ó freguês, ó freguês, venha ver a qualidade da nossa mercadoria e veja os nossos preços, venha ver as nossas roupas para a criançada, venham, venham, não tenham vergonha de comprar barato». Vejo um vendedor de altifalante em punho como estivesse num comício político, a procurar vender pijamas e roupa interior, e graças aos apelos de compra tinha a sua banca repleta de clientes. Era um formigueiro humano. O som é importante, não é por acaso que junto às Igrejas existem campanários com sinos, para chamar os cristãos às liturgias.
Numa tenda de etnia cigana discutiam-se assuntos de religião, o jejum, a Quaresma, caso muito estranho, e fiquei a saber pela voz do dono daquela banca, que é nesta altura que os cristãos bebem água benta. Com este tempo, não benta já temos. E, a este propósito, no lado poente, encontro um ex-trabalhador do Jornal do Fundão que me diz: «estamos entregues aos Pedros. O que está lá em cima não manda chuva, está cansado de ver tanto malandro. O de baixo é pior que uma calamidade de uma austeridade e crise seca». Também me contou que há dias foi à Missa e que o senhor Prior pediu que quem quisesse ir para o Céu, colocasse a mão no ar. Todos levantaram a mão, menos um idoso. O dito Prior perguntou-lhe o motivo e ele respondeu-lhe que também queria ir, mas ainda não tinha pressa. Quando encontro um simpático e grande conversador, combino logo mais encontros. Assim trocámos os nossos endereços e deu-me o seu email: Alfredoloureiro@come.bebeoquepodeenaodeve. Achei muito interessante e com piada.
Faço a viagem de retorno e cruzo-me com o advogado caminheiro com o seu boné da Adega Cooperativa do Fundão. Desde que fizemos uma digressão a Lisboa para participar numa manifestação de vinicultores, que durante algumas horas percorremos a Baixa de Lisboa, partindo do Marquês de Pombal até ao Terreiro do Paço, com milhares de participantes, que queriam que fossem alterados os graus da taxa da alcoolemia no código da estrada. Por essa acção de luta em favor do consumo do vinho nacional, conseguiu-se subir essa taxa para 5%., ficámos amigos. Almoçamos nessa ocasião no Restaurante A Laurentina de António Pereira natural de S. Jorge da Beira, onde são só consumidos produtos agrícolas da Região do Fundão. Escolhemos uma da especialidade da casa, o bom bacalhau assado com batatas a murro, bem temperado com azeite e vinho da Cova da Beira. Também tem feijão com carne e couves à moda de S. Jorge da Beira. A sua saudação é sempre a mesma: paz e amor. Estas duas palavras encerram tudo de bom para pessoas. Num local assavam-se frangos. Seguimos em frente e passou uma viúva repleta de preto. O meu amigo recita-me: «Luto preto é vaidade / De quem se veste a rigor / O meu luto é a saudade / E a saudade não tem cor».
Os locais de venda das árvores e plantas agrícolas estão à pinha. Ainda bem, porque é necessário plantar e semear. Também no sector dos galináceos e dos ovos há clientela. Bons sinais de vida, para que estas terras não desapareçam.
No sector da venda das ferramentas anda há braços para trabalhar a terra. Tratada dá-nos tudo, é generosa.
Duas horas passeei por este mundo que é importante e dá vida ao Fundão.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

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A pedido do presidente da direcção da Associação Cultural e Recreativa da Torre, José Joaquim Marques, publicamos a convocatória da Assembleia-Geral da Associação, que se realiza no dia 7 de Abril naquela localidade do concelho do Sabugal.

Associação Cultural e Recreativa da Torre«Convocatória
Ao abrigo do disposto no artº 8º dos Estatutos da Associação Cultural e Recreativa da Torre, convocam-se os sócios para a reunião ordinária da Assembleia Geral, a realizar no dia 7 de ABRIL de 2012, ás 21h00m, nas instalações sociais, com a seguinte ordem de trabalhos:
Ponto 1 – Apreciação e votação das contas de exercício relativo ao ano anterior.
Ponto 2 – Outros assuntos com relevância para a Associação.
Ponto 3 – Redução de numeração do numero de Sócios
Ponto 4 – Informações.
Ponto 5 – Eleições
Se à hora designada não se encontrarem presentes o número mínimo de sócios para dar início à Assembleia, a mesma terá início passados 30 minutos, em segunda convocação, com o número de sócios que estiverem presentes.
O Presidente da Mesa da Assembleia-Geral
Drº Joaquim Esteves Saloio»

Numa semana em que se discute na Assembleia da República as alterações ao código do trabalho, proposto pelo Governo, a pergunta que me ocorre é… e se não houvesse trabalhadores?

O que teria sido, ou que seria, a Humanidade hoje, se não existissem trabalhadores? Provavelmente, não sairíamos do estado de recolectores.
Sempre que se fala em relações laborais existe uma espécie de preconceito em relação a uma das partes da relação laboral. Os trabalhadores são sempre vistos como uma espécie perigosa, arruaceira e, ironia, como não querendo trabalhar. Pode ser que esta imagem tenha surgido, e ainda perdure, na segunda metade do séc. XIX, quando os movimentos de trabalhadores, mais tarde sindicatos, começaram a reivindicar alguns direitos. É verdade. Houve lutas, e lutas na verdadeira acepção da palavra. As greves e manifestações desse tempo foram verdadeiros campos de batalha entre os trabalhadores e a polícia, enviada pelos governos, muitas vezes a pedido dos patrões. É por isso que, ainda persiste essa palavra de ordem de «a luta…». Se é esta a imagem que ainda perdura, volvidos cerca de século e meio depois, significa que a sociedade avançou muito pouco.
A relação laboral não é, e nunca pode ser, uma relação a um. São precisos dois. O patrão (ou empregador) e o trabalhador. É no equilíbrio da balança dos interesses de ambos, que pode haver harmonia na relação laboral.
Ora, assistimos, com esta proposta, a uma alteração intencional desta relação quando, se reporta mais poder para um dos lados. Sendo este um problema, não consigo entender o argumento de que, este agilizar de despedir, se transforme na mais valia de criar emprego! Preferia que, sem andar com palavras sonantes, falácias, rodriguinhos eviras, dissessem claramente que esta alteração ao código do trabalho, facilita o despedimento e, mais uma vez, vai aumentar o número dos desempregados. Ou alguém acredita que se vai despedir para se contratar?!
Os trabalhadores vão ficar mais fragilizados. Encaminhando-se a sociedade para um beco sem saída. O trabalho não pode ser encarado somente como lei, antes como um direito, como dizia Victor Hugo. Nós estamos a transformá-lo num favor. Numa caridade. É este o paradigma traçamos. Uma sociedade onde as pessoas serão um número e, submissas, pelo favor do seu trabalho, lhe darão o pão.
Dir-me-ão, o título da crónica também pode ser posto ao contrário, e se não houvesse patrões? Sem dúvida que sim. Respondo, pegando precisamente no conceito de relação. Continuo acreditar que não são os salários o óbice da nossa economia. Muitas vezes é a mediocridade dos nossos empresários que obstam a um maior progresso na nossa economia. A maioria dos nossos empresários, não se vêm como tal, mas sim como patrões e donos das empresas. Alinhando no quero posso e mando e, em que tudo o que entra é para o seu bolso.
É preciso alterar o paradigma, percebendo o ponto de partida (mesmo agora, nesta crise, seria uma boa oportunidade) para se saber onde se quer chegar. O que temo, é que esta alteração, seja o princípio de um recuo civilizacional.

P.S.1 Já repararam nos vários ataques a José Sócrates, agora que deixou de estar no poder? Não parece estranho que, só agora, venham todos estes ataques? Demonstra o quanto quem está lá em cima tem poder e em como todos os que gravitam à volta dele, depressa esquecem.
P.S.2 Uma palavra, para referir aqui, o meu lamento pela morte de António Tabuchi. Uma perda enorme para a literatura, em particular, e para a cultura portuguesa, em geral.

«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

A Câmara Municipal do Sabugal aprovou por unanimidade, na reunião de 14 de Março, uma moção apresentada pela vereadora socialista Sandra Fortuna, pela qual se manifesta o «total repúdio face ao encerramento do troço da Linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda».

A moção apresentada pela vereadora do Casteleiro aos seus pares surgiu na sequência de um ofício que a CP endereçou ao Município do Sabugal dando conta da supressão do serviço rodoviário entre a Covilhã e a Guarda, que se mantinha devido às obras de modernização do troço ferroviário que une essas duas cidades beiroas.
O Governo retirou a reactivação do troço do Plano Estratégico de Transportes, ainda que se tenham gasto nos últimos anos mais de 10 milhões de euros em obras de modernização daquela via ferroviária, especialmente no túnel do Barracão, em pontes e plataformas.
O fim da ligação ferroviária acaba também com a estação do Barracão, oficialmente designada por «Estação do Sabugal».
A moção aprovada pelo executivo sabugalense critica a decisão do governo, considerando que ela é «mais um passo para o isolamento e a desertificação do nosso Concelho», pois priva as pessoas que viajam do e para o sul do país da utilização do comboio, restando-lhe apenas o meio de transporte rodoviário.
O encarecimento das deslocações rodoviárias, em razão dos aumentos sucessivos dos preços dos combustíveis e da introdução de portagens nas auto-estradas, faz com que as pessoas procurem naturalmente outras alternativas de transporte, sendo que o encerramento do troço da linha da Beira Baixa põe cobro a uma alternativa válida e economicamente vantajosa.
Transcrevemos a moção aprovada pela Câmara Municipal do Sabugal:
«O abandono do processo de modernização do troço da Linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda é mais um passo para o isolamento e a desertificação do nosso Concelho, obrigando quem aqui mora e os sabugalenses que, vivendo a sul do País, ou em regiões servidas por aquela linha férrea, a utilizar apenas o meio de transporte rodoviário.
A lógica é sempre a mesma, a de confundir qualidade de serviço público com poupanças financeiras, como se o direito de cada português ao acesso em situação de igualdade daqueles serviços se medisse em mais ou menos euro!
Somos poucos, mas somos iguais em direitos ao de qualquer outro português.
Não aceitamos que, pouco a pouco, nos vão empurrando para a decisão de encerrar o Concelho, mudando-nos todos para o litoral!
Não aceitamos que nos coloquem perante situações de factos consumados, numa atitude que mais não é que a da condenação sumária à asfixia social e económica.
Obrigar quem queira deslocar-se às nossas terras por comboio a percorrer meio país, é de quem prefere encerrar de forma cega o serviço ferroviário, independentemente de questões de equidade social e territorial, ou de princípios de maior valia ambiental.
Num momento em que as deslocações rodoviárias custam cada vez mais, fruto dos preços exorbitantes dos combustíveis e da introdução de portagens nos principais acessos, o Governo da República encerra uma alternativa válida e economicamente mais vantajosa.
Assim, o Executivo do Município do Sabugal, reunido em 14 de Março de 2012:
Manifesta o seu total repúdio face ao encerramento do troço da Linha da Beira Baixa entre a Covilhã e a Guarda

plb

JOAQUIM SAPINHO

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