You are currently browsing the daily archive for Terça-feira, 27 Março, 2012.

Erros insanáveis no projecto, descobertos poucos dias após o início dos trabalhos, levaram à suspensão da obra camarária designada «execução de percurso de interpretação ao longo da margem esquerda da albufeira do Sabugal», situação que levou os vereadores da oposição a responsabilizar pelo facto o presidente da Câmara Municipal do Sabugal.

A obra fora consignada em Maio de 2011 à empresa Albino Teixeira Lda, e os trabalhos iniciaram-se a 21 de Janeiro de 2012, logo que foi aprovado o respectivo plano de segurança pela Câmara Municipal do Sabugal.
A suspensão aconteceu por decisão camarária tomada da reunião do executivo do passado dia 14 de Fevereiro, numa altura em que os trabalhos já estavam em pleno andamento, nomeadamente ao nível da remoção de terras.
Só após o avanço desses trabalhos se verificou que os mesmos não poderiam continuar porque parte do percurso a executar estava afinal projectado para terrenos submersos ou em terrenos particulares. A necessidade de proceder a alterações significativas no projecto levarou os serviços de fiscalização da Câmara a proporem a imediata suspensão dos trabalhos.
As falhas detectadas tornaram evidente a necessidade de mais estudos, de modo a corrigir as falhas detectadas no projecto que o empreiteiro iria executar.
O vereador independente Joaquim Ricardo, mostrou-se indignado com a «falha monstruosa e quiçá ridícula», que manifestaram os técnicos que elaboraram o projecto, da qual considera primeiro responsável o presidente da Câmara. O vereador defendeu a abertura imediata de um inquérito.
Já os vereadores eleitos pelo PS consideram que este caso vem confirmar «o desnorte e a incapacidade do presidente e vereadores do PSD em gerir o Município».

Declaração de voto do vereador Joaquim Ricardo:
«Durante mais de um ano procedeu-se à elaboração do projecto que depois de feita a respectiva apresentação (com toda a pompa e circunstância) abriu-se o respectivo procedimento concursal (em 2010) que terminou com a apresentação do Plano de Segurança em 18 de Janeiro de 2012, pelo adjudicante. Durante todo este espaço de tempo foram vários os técnicos responsáveis (externos e da câmara) que acompanharam o respectivo processo. Passados mais de três anos que durou todo este procedimento e depois de garantido o respectivo financiamento e iniciados os trabalhos, eis que recebemos a notícia de que os trabalhos teriam que ser suspensos porque o percurso projectado está submerso pelas águas da albufeira. Confesso que fiquei incrédulo com a notícia! Isto é, nenhum dos técnicos envolvidos no projecto e no seu acompanhamento detectou esta falha monstruosa e quiçá, até ridícula, digna de divulgação pública para que o exemplo não se repita noutras paragens.
E agora, brevemente, iniciar-se-á uma outra telenovela: Ao adjudicante será lícito solicitar indemnização financeira e mais tarde teremos aqui uma proposta de aprovação de mais uns tantos milhares de euros para trabalhos a mais. Este é só mais um exemplo, entre muitos, que infelizmente acontecem regularmente na nossa autarquia.
Senhor Presidente, o mal está feito e infelizmente não temos outro remédio senão ultrapassar mais este obstáculo. Mas a “culpa não há-de morrer solteira”. Por isso, proponho que seja aberto imediatamente um inquérito para que se apurem responsabilidades. Mas seja qual for o resultado desse inquérito, o responsável máximo está já identificado: É o senhor!»

Declaração de voto dos vereadores do Partido Socialista:
«A proposta de suspensão de uma empreitada consignada em Maio e apenas iniciada em Janeiro, demonstra mais uma vez o que os vereadores do Partido Socialista vêm dizendo sobre o desnorte e a incapacidade do Sr. Presidente e os senhores vereadores do PSD em gerir o Município do Sabugal.
As razões invocadas para se suspender os trabalhos são tantas, que não percebemos como desde o momento em que se iniciou a elaboração do Projecto, passando pelo concurso e consignação, e, ainda, nos nove meses que decorreram até ao início das obras, não houve ninguém que tenha percebido coisas tão evidentes como são, por exemplo, mandar reparar caminhos que estão abaixo do nível do NPA da Albufeira, ou, pior ainda, são propriedade particular!
As razões da suspensão, e as alterações a que a empreitada vai ser sujeita, coloca-nos ainda a dúvida sobre se o que realmente vai ser executado tem alguma coisa a ver com o que foi concursado inicialmente.
Seria assim bom que o Sr. Presidente mandasse os Serviços Jurídicos analisar esta situação, para não se cair, mais uma vez, na situação de serem colocados à aprovação deste Executivo Municipal propostas feridas de ilegalidade!
Por tudo isto, e não deixando mais uma vez de lamentar a forma menos rigorosa com o que a maioria relativa do PSD traz os assuntos para discussão e votação, abstemo-nos, e estaremos atentos às alterações que venham a ser decididas, para, mais uma vez, não sermos coniventes com qualquer tipo de ilegalidade.»
plb

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A agência Lusa noticiou que na Aldeia de João Pires, concelho de Penamacor, aos sábados, um grupo de mulheres esquece as limitações da idade e puxa pelo físico para aprender técnicas de defesa pessoal.

Nunca foram assaltadas, nem vivem com medo, mas «é uma forma de ganharem autoconfiança e estarem activas», como diz à agência Lusa o instrutor Alberto Mariano, voluntário que guarda os sábados para dinamizar actividades na região onde nasceu.
Além disso, praticam truques que podem usar «em último recurso», numa situação de risco.
Pode faltar agilidade «para fazer a espargata», mas «há técnicas específicas» que a população sénior pode usar: «por exemplo, quem já não levanta bem o pé, pode magoar a canela de um agressor».
Numa só tarde, Filomena Pires, de 74 anos, aprendeu a usar o movimento de braços com que despe uma camisola para afastar os braços de um estrangulador.
Lado a lado com outras dez vizinhas, descobriu que basta girar o pulso para fugir de quem a agarre e ficou a saber como dobrar o braço sobre o peito para travar algumas agressões.
plb (com Lusa)

As candidaturas para licenciaturas na Universidade Aberta (UAb) para o Ano Lectivo de 2012/2013, via Acesso Específico e Acesso para Maiores de 23 anos decorrerão de 1 a 15 de Abril de 2012.

A candidatura é realizada online, com o envio da documentação solicitada no portal da UAb aquando da publicação da notícia, sendo que os exames de acesso são efectuados presencialmente no mês seguinte.
As licenciaturas da UAb decorrem integralmente em regime de e-learning, sendo as avaliações (exames semestrais) o único momento presencial.
A informação sobre os cursos está disponível aqui.
A informação sobre Acesso Específico pode ser consultada aqui.
A informação sobre Acesso para Maiores de 23 (ACFES) pode ser consultada aqui.
As candidaturas para Reingressos, Mudanças de Cursos ou Transferências terão lugar mais tarde.
plb (com UAb – CLA do Sabugal)

O meu artigo número duzentos, quero dedicá-lo aqueles que mais sofrem com esta crise, os trabalhadores das classes mais desfavorecidas, das mais humildes, os trabalhadores das classes médias, os pequenos empresários e os pequenos comerciantes. É nestas classes que se apoia o poder económico, explorando-as e obrigando o Estado a explorá-las, conseguindo assim lucros fabulosos. Como não podia deixar de ser, este artigo dedico-o também aos desempregados.

António EmidioA crise não pode ser considerada Global, na medida em que há países como Portugal e Grécia, entre outros, que devido à sua dívida externa e défice, vão empobrecendo, sendo incapazes de pagar as suas dívidas, optando como solução, leis laborais que não são mais nem menos do que uma brutal exploração. Noutros países onde a crise é quase inexistente, aí os lucros das grandes empresas são conseguidos com idênticas leis laborais, leis de exploração a que já chamam «contra-reforma laboral». Uma realidade se constata, a crise é a do Mundo do Trabalho.
O nosso Pais querido leitor(a), com medidas ilegais que nos estão a ser impostas, está a empobrecer, o crescimento do Produto Interno Bruto em 2011 foi quase nulo. O estado e os grandes patrões impuseram drásticas reformas neoliberais, para quê? Para lançarem milhares e milhares de portugueses no desemprego, este já atingiu uma percentagem vergonhosa para qualquer governante, ainda não contentes, tanto um, como o outro, Estado e grande patronato (o seu representantes como Ferraz da Costa), resolveram também fazer violentos cortes salariais, que tudo indica ainda irão a mais irão presume-se que serão feitos cortes nos salários, entre vinte e trinta por cento! Com esta «orientação» vinda da Alemanha, iremos superar a crise e depois entrar num acelerado e «paradisíaco» processo de recuperação económica, não se sabe é quando…
Este processo neoliberal começa em 1973 com a ditadura militar no Chile, golpe de Estado de Pinochet, aí foram aplicadas ferozes medidas neoliberais a favor do «livre mercado», outros países da América Latina se lhe seguiram, também com ditaduras militares. Tudo foi imposto pelos Estados Unidos. Ainda agora, passados trinta anos há países que nunca se recompuseram, nem enriqueceram, pelo contrário ainda empobreceram mais. O mesmo irá acontecer a alguns países da Europa, muito me temo que entre eles esteja Portugal…Alguém dirá: para isso não acontecer temos que trabalhar mais e melhor, com menos salários e menos pão, mas quanto menos for o salário e menos o pão, menos enriquecemos, assim só enriquecem dois ou três, veja-se o caso do empresário de sucesso português que já está na revista Forbes. Isto é só um exemplo, se por acaso não recebermos salário nem pão, para onde vai a riqueza que produzimos?
Como bem dizia, penso que um escritor «governar a Europa significa reduzir salários, cortar nas prestações sociais, criar desemprego e eliminar obras públicas». Eliminar obras públicas para deixar tudo nas mãos de privados! Pelo menos lembrem-se do New Deal ( Nova Ordem ) o plano de recuperação económica dos Estados Unidos levado a cabo pelo Presidente Roosvelt, depois do descalabro económico de 1929: intervenção e vigilância do Estado, execução de grandes obras públicas e políticas de apoios sociais. Assim criou milhões de postos de trabalho e deu de comer a todos, mas para isso contribuíram, o Estado, as empresas e os trabalhadores. Foi o Keynesianismo, que para os actuais governantes europeus e grandes empresários, é considerado comunismo, sinais dos tempos…
O trabalhador nesta Europa é uma simples mercadoria que se usa até se tornar inservível, depois vai para o lixo.

Há empregos na Neoliberal União Europeia de 500 euros mensais, com uma carga horária de 18 horas, mas se por acaso a empresa necessitar desse trabalhador para fazer mais horas!!! Paga-as a 5,60 euros à hora. Quantas horas tem para descansar? Para estar com a família?
Este tipo de exploração é mais notório nas grandes superfícies e nos centros comerciais – Os templos do consumo.

Aqueles que detestam os trabalhadores, que há muitos, aqueles que vêem nos trabalhadores uma simples mercadoria, as mentalidades esclavagistas, pensem no seguinte: sem trabalhadores não se criaria riqueza, não se pagariam impostos, não se pagaria segurança social. O Estado não se poderia manter, o empresário também não. Sem os homens e as mulheres que trabalham, as máquinas deterioravam-se, assim como as matérias primas, as ruas ficariam cheias de lixo, originando doenças. Sem homens e mulheres que trabalhassem, os carros, os autocarros, comboios, barcos e aviões não andariam, não haveria distribuição de água e luz, quem ensinava nas escolas, colégios e universidades? Quem nos trataria nos hospitais? Em suma, não haveria vida!
Sem o capital humano, não existia o capital financeiro.

Aos desempregados quero dizer: o emprego está ligado ao sustento e à dignidade do homem. Em Portugal, o sustento e a dignidade do homem têm pouco valor para os actuais governantes.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

Procurarei com este texto, no Dia Mundial do Teatro, que acontece hoje, 27 de Março, prestar uma homenagem a todos aqueles que com o seu trabalho dinâmico, sabedoria, empenho e talento na arte de representar, que proporcionam tantos momentos culturais e emocionais a um público que os admira e respeita.

Viver é representar. Todos os homens escolhem as melhores máscaras e saltam para ao palco do teatro com engenhosas representações.
Shakespeare dizia que o mundo era um palco e Fernando Pessoa definia-se como uma cena viva representando diversos actores em diversas peças. Assim se explica a fome de teatro de todos os homens. A Vida é um Teatro. Experimentem, por exemplo, tirar todas as máscaras nos sectores políticos, religiosos, sociais e culturais, e, que outra consequência senão encontrar a morte? Com efeito, é o Teatro que torna as pessoas mais livres e permite a vida, ora autorizando verdades que, sem máscara, poucos ousariam dizer, ora dissimulando os nossos reais defeitos e possibilitando a sã convivência.
O teatro vem dos clássicos gregos, atravessa séculos de culturas e civilizações, passa pelo misticismo, pela farsa social, pelos testemunhos heróicos, religiosos e tantos outros. A sua importância é milenar. Nas tragédias gregas, por exemplo, as autoridades pagavam ao próprio público para as ir ver.
Quando Molière bateu três vezes com a sua bengala nas «tábuas da aristocracia francesa» do Século XVII, não imaginaria, por certo, que esses sons ecoariam numa aldeia portuguesa recôndita, situada no Planalto do Ribacôa, na alma do POVO anónimo Bismulense, a que com orgulho pertenço, e que escolheu para acontecer Teatro representado em diversos locais públicos: o Largo de Santa Bárbara, da Relva, da Praça, e quando o tempo ameaçava chuva no Salão, ao cimo da Rua do Forno.
Através de um conhecimento baseado na transmissão oral, nos princípios do Século XX já a Bismula fantasiava um jogo cénico com componentes militares e religiosas, envolvente ao Mártir São Sebastião, que já abordei num texto sobre a Irmandade com o mesmo nome, centenária e com irmãos espalhados por todas as freguesias do Concelho do Sabugal.
Com a nomeação do Padre Ezequiel Augusto Marcos para Pároco da Bismula e ali residente, as peças de Teatro levadas à cena atingiram o seu apogeu, contando com o apoio de dois colaboradores e encenadores: José Joaquim Fernandes e o seu parente José Maria Fernandes Monteiro, seguidos por um elenco de actores populares, que hoje envergonhariam muitas vedetas de pacotilha, que aparecem todos os dias nos ecrãs da televisão. Actores de grande talento como Joaquim Firmino, António e Joaquim Videira, Iberte Alves Ramos, José Augusto Vaz, Paulo Cardoso, José Maria Fernandes, Manuel José Fernandes, as Irmãs Faustina, Trindade e Inês Alves Mendes, Maria Bernardete Fernandes Lavajo, António Joaquim Lopes, Antero Leal, Francisco dos Santos Vaz, e tantos outros.
Esta plêiade de homens e mulheres levaram à cena, na Bismula e nalgumas freguesias limítrofes, peças de Teatro com a temática religiosa, histórica e alguma mitologia popular; no final havia sempre uma rábula cómica, que fazia rir o grande público. Para dar um ar festivo ao Teatro, muitas vezes este era abrilhantado por uma Banda de Música, que vinha da Freguesia da Malhada Sorda ou da Parada.
Lembro-me da apresentação das peças de S. Sebastião, «A Bandeira Roubada», «Santo Tarcísio», «Os Dois Jovens Cativos», «A Paixão de Jesus Cristo», «Restauração de Portugal», «O Amor Descoberto», «O Fim do Mundo»; nas peças mais cómicas apareceram «O Barbeiro de Sevilha», «Salsa e Parrilha» e outras que não tenho na memória.
Estas peças eram apresentadas com tanto realismo que numa peça, levada à cena no Largo da Relva, com o palco assente nas pedras do mercado (já desapareceu este património), um dos actores ficou com uma costela partida. Também não posso deixar de dar o meu testemunho pessoal. Na peça «A Bandeira Roubada», o meu pai é condenado à morte e com os meus seis anos comecei a chorar compulsivamente no meio dos espectadores, e só parei quando me agarrei ao pescoço do meu saudoso Pai – José Maria Fernandes Monteiro – e confirmei que estava vivo e não tinha sido morto.
Vivi esta e outras emoções que me acompanham até à morte. Devo-as ao Povo Actor, aos Homens e Mulheres Bismulenses.
HONRA, GLÓRIA E LOUVOR AOS ACTORES ANÓNIMOS BISMULENSES, CUJOS NOMES AINDA ESTÃO VIVOS NA MEMÓRIA DE TODOS AQUELES, QUE ASSISTIRAM A MARAVILHOSAS PEÇAS DE TEATRO.
A TODOS OS HOMENS DO TEATRO.
António Alves FernandesAldeia de Joanes

JOAQUIM SAPINHO

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