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Aleluia! Aleluia! A nossa Selecção Nacional dos Padres de Futsal é Campeã Europeia. Trouxe para Portugal a Taça dos Campeões Europeus.

A Prova Desportiva realizou-se na Hungria. Participaram doze países europeus. Os finalistas foram Portugal e a Croácia, que vencemos por 5-4, tendo recorrido à marcação de grandes penalidades, visto que o jogo terminou empatado. Consta que não baptizaram os árbitros com aqueles nomes que nós chamamos às vezes (eu em particular), principalmente quando a nossa equipa está a perder.
Os senhores abades portugueses tiveram a ajuda dos deuses, porque foram bafejados por uma pontinha de sorte, mas a sorte protege os audazes. São recebidos em ambiente de apoteose no Aeroporto Sá Carneiro, no Porto. Esta foi a grande notícia que me chegou num jornal diário, em letra minúscula e lá para o seu meio. Na outra comunicação social não vi uma imagem ou alguma notícia escrita.
É interessante saber que estes jovens sacerdotes não têm qualquer apoio. Sem patrocínios, apenas podem contar com a ajuda de Deus e do seu esforço físico e técnico, pois jogam por prazer. Pagam as deslocações do seu bolso, que rondam os quinhentos euros. Têm a oferta dos equipamentos e a cedência gratuita dos pavilhões onde treinam aos domingos de tarde e pouco ou nada mais. Dão um bom exemplo a muitos grupos desportivos, clubes e associações que andam sempre na pedincha de apoios do erário público.
Esta Selecção Nacional dos Clérigos é formada por jogadores do Norte de Portugal. Pertencem às Dioceses do Porto, Viana do Castelo, Braga, Vila Real e Lamego. O representante da Diocese de Lamego deve ter-se treinado antes da posse do actual titular. Pelo que ouvi e li, a oratória daquele Prelado, é pior que os discursos do defunto Almirante Américo Tomás, pior que as intervenções televisivas do Jorge Jesus (embora com resultados práticos) ou do Esteves, que desmoralizariam qualquer cristão, quanto mais um futebolista padre.
Verificámos que os representantes da nossa Selecção são todos do Norte do País. Seria bom espalhar a prole por todo o território nacional cristão, passando pelos Açores e Madeira.
Na Diocese da Guarda temos um Bispo que é um bom atleta, já fez mais do que uma vez a Caminhada a Santiago de Compostela na Galiza. Se mandasse na Federação Portuguesa de Atletismo, já lhe teria atribuído uma medalha, porque a merece inteiramente. Não sei, no entanto se há garra para os futebóis. Quanto à Diocese de Lisboa, deveria sair mais uma norma antitabagismo: vi pessoas tão cansadas, que já não têm forças para saudar um qualquer samaritano que por aquelas bandas apareça, caído na Feira da Ladra.
Quanto à Diocese de Setúbal, saiu de lá o melhor treinador que já conheci, homem corajoso, dinâmico, de vivências sociais e desportivas, capaz de levar muitas equipas a ganhar muitos campeonatos.
Quanto às outras não conheço, tive um breve contacto com o Bispo de Aveiro, de estatura meã, mas com genica para recrutar um ou outro elemento, porque os homens não se medem aos palmos.
É bonito, patriótico e religioso saber que elementos responsáveis na Igreja são Campeões da Europa. Deram uma pedrada no charco da crise e da austeridade e logo com cinco golos marcados nas balizas adversárias.
Despir as batinas, vestir uns calções e calçar umas chuteiras também é evangelizar. Nesta missão e acção, conheci o Padre Ezequiel Augusto Marcos – Vilar Formoso, Padre Manuel Joaquim Martins – Aldeia de Joanes, o saudoso Padre Francisco dos Santos Vaz – Bismula, Padre António Cecílio – Manteigas, Padre João de Deus – Vila Nova de Tazém, e Padre Carlos Manuel Jacob Foitinho – Missionário de S. João Baptista – Gouveia.
Não sei se Sua Santidade, o Papa Bento XVI, lhes irá atribuir uma medalha da Santa Sé ou equacionar a canonização futura da equipa. O saudoso João Paulo II, Papa que amava e praticava o desporto, lembrar-se-ia destes bravos padres portugueses, que ganharam a Taça dos Campeões Europeus em Futsal, ainda por cima em país do Leste Europeu. Não tenho dúvidas.
Para estes senhores priores que, além da sua missão nas comunidades cristãs, ainda têm tempo para o Desporto, DEO GRATIAS, continuação de mais êxitos desportivos, e um TE DEUM de acção de graças.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

O Campeonato Nacional de cadetes (15/16 anos) de 2012, teve lugar este Sábado 11 de Fevereiro no Pavilhão Municipal de Odivelas, que já nos habituou á receção de grandes eventos desportivos, nacionais e internacionais, devido ás suas excelentes condições.

O Sporting Clube do Sabugal (SCS) apresentou-se na prova com o seu recente campeão Regional da Zona Norte em -66 kg, Emanuel Brito, único atleta que o SCS tem neste escalão etário. Emanuel Brito participou na categoria de peso com mais judocas, estando a tentar um lugar no pódio neste peso, 25 atletas. Tendo em conta que no ano transacto, ainda a defender outras cores, esta prova não lhe tinha corrido de feição, o judoca do SCS redobrou a sua atenção, tentando colocar em prática o trabalho desenvolvido desde a sua chegada ao clube Raiano.
O judoca do Sporting do Sabugal viria apenas a perder nos quartos de final, tendo ganho os seus dois primeiros confrontos, e consegui alcançar o pódio com mais três vitórias, sendo a de acesso ao bronze pela pontuação máxima, contra um jovem luso – germânico de grande qualidade.
Está vitória leva á conquista da terceira medalha em campeonatos nacionais por parte do SCS, demonstrando o trabalho de formação que está a ser desenvolvido, felicitando o medalhado pelo empenho, entrega e capacidade de dar mais um pouco, quando tudo pode parecer estar perdido.
djmc

Manuel Rito Alves, ex-presidente da Câmara Municipal do Sabugal e actual deputado municipal, aceitou o convite da Associação de Freguesias da Raia Sabugalense para ser o seu delegado executivo. Transcrevemos um comunicado que nos chegou dessa Associação de Freguesias, que reúne Aldeia da Ponte, Aldeia do Bispo, Aldeia Velha, Alfaiates, Foios, Forcalhos, Malcata, Nave, Quadrazais e Vale de Espinho.

«A Direcção de AFRS (Associação de Freguesias da Raia Sabugalense) no uso das suas competências estatutárias convidou Manuel Rito Alves para seu Delegado Executivo.

Após algumas conversas sobre objectivos prioritários a prosseguir e meios mínimos necessários ao exercício do cargo alargadas aos Presidentes de todas as Freguesias envolvidas, houve acordo entre as partes.

Assim, desde o dia 1 de Fevereiro de 2012 o Sr. Manuel Rito Alves é o Delegado Executivo desta Associação, exercendo o cargo sem remuneração, com telemóvel da Associação, sendo ressarcido das despesas com deslocações e eventuais refeições e estadias que efectue no exercício do cargo, ou por causa dele, o que a Associação nesta fase de arranque muito agradece.

A Associação dispõe também, desde essa data, graças à colaboração da Sabugal+ E.M. e com o beneplácito da Câmara Municipal, de um balcão de atendimento no Centro de Negócios Transfronteiriços, no Soito, o que também agradece.»
plb

«Memórias Paroquiais do Castelleyro», que já antes trouxe ao «Capeia Arraiana», são um texto riquíssimo em informação. António José Marques, actual presidente da Junta, fez bem que as plasmou no sítio da Junta de Freguesia da minha terra. Tenho passado bons momentos a penetrar mais fundo no que ali leio.

A vida é muito mais rica do que parece e quando nos parece que já nada havia para descobrir sobre o Casteleiro – não por não haver passados, mas por não haver quem fosse esgatanhar e descobrir documentos, vestígios, provas, indícios… –, quando julgávamos que nunca iríamos saber nada de concreto, eis que, mercê do esforço da actual Junta de Freguesia, nos «cai no prato» da nossa curiosidade este documento fabuloso, fascinante.
Trata-se, como já antes escrevi, de uma espécie de Relatório. São as respostas de um pároco às perguntas do Terreiro do Paço. Minto, por acaso nesse ano de 1758, o Palácio do Rei e os serviços do Marquês já não estavam no Terreiro do Paço mas sim, ao que julgo saber, em Belém, em consequência do terramoto de 1755. Consequências da terramoto no País, que são também um dos móbeis do Marquês: avaliar a situação global. Já agora, digo-lhe que o Padre Leal a isso responde de modo taxativo que o Casteleiro «não padeceu ruína alguma no terramoto de 1755».
O Cura Manuel Pires Leal responde ao inquérito no dia 25 de Abril de 1758. Premonição? – dá vontade de brincar…
O resultado são as «Memórias Paroquiais do Castelleyro», como haverá as do Sabugal ou de Aldeia Velha, já que o inquérito foi dirigido a todas as «paróquias». Registo que nesse tempo não havia freguesias, por um lado e, por outro, a divisão de base da organização territorial religiosa sempre foram as paróquias, como se sabe.
Quem puder ou gostar e tiver uns minutos, por favor não deixe de ler aqui o que o Padre Leal responde ao Marquês.
Colocada assim a introdução, resta-me recomendar que cada freguesia procure as suas Memórias dessa época, desejavelmente, com apoio da CM Sabugal / Pelouro da Cultura. Daí poderá resultar uma surpresa para muitas localidades…

Quatro grandes impressões
Quando li aquele documento no «Viver Casteleiro», fiquei vidrado. Por um lado, pela organização das respostas e pelo que me parece ser o rigor de alguém que, por um lado, conhece bem a realidade local e, por outro, parece levar a sério a importância das suas respostas quer para os objectivos do Reino quer para benefício eventual da localidade. Ao ler, tive mesmo a sensação de que ele, o Padre Leal, tinha a noção de que mais tarde estas respostas poderiam ser interessantes para quem como nós queira conhecer e perceber de onde vem, como se vivia antes no mesmo lugar e que riquezas já havia nessa terra.
Fiquei, a esse propósito, com quatro impressões centrais:
1ª – O Marquês: um homem sabido e bem rodeado, para ter engendrado esta estratégia de obrigar os párocos a debitarem o que sabiam para elaborar esta espécie de censos/1758.
2ª – O Pároco: homem certamente menos rude do que habitualmente nos vende a literatura do século XIX quando coloca nos enredos os padres dos séculos anteriores.
3ª – A economia: muito mais diversificada do que se pensaria – seguramente muito mais do que eu pensava.
4ª – O território: a sua organização diferenciada no que toca, por um lado, à gestão religiosa e, por outro, à gestão do Estado: justiça, poder local, administração.
Se quiser conhecer as perguntas do Marquês (as da sua terra devem ser as mesmas), pode ir aqui.

Algumas chamadas de atenção
Longe de mim querer trazer aqui grandes tiradas ou repetições do que o Padre Leal escreveu. Mas não deixo de salientar algumas notas que deduzo do que leio.
E começo pela que me parece mais importante: o Padre diz que esta terra «pertençe a El Rei». Como já antes escrevi, suponho que quer dizer que aqui não havia nenhum senhor «feudal» a dominar e que o Casteleiro dependia directamente da Coroa – o que era muito bom em termos de autonomia dos 525 residentes que ele refere. Por isso, escolhi para título: Casteleiro: terra livre? É que a regra em Portugal parece-me que não era essa.
Outra forte marca: o Casteleiro sempre viveu dividido entre a Beira Alta e a Beira Baixa – e está confluência das duas. O Padre Leal não deixa isso às escuras e é bem claro: «Está na província da Beira, Bispado da Guarda» (Beira Alta) e pertence à «Comarca de Castelo Branco» (Beira Baixa).
Um apontamentozinho: o Padre diz que do Casteleiro a Lisboa são 215 quilómetros nesse tempo – «43 léguas». Ou estava mal informado ou então a A23 anda às curvas por essa Beira e Estremadura. Pois se antes da A23, por Ponte de Sor, a distância era de 370 km e hoje será de 290, mais ou menos… que raio de cortes de caminho fariam naquele tempo para serem só 43 léguas?
Outro facto marcante: a água abundava no Casteleiro. O texto refere a ribeira e vários ribeiros, riachos, arroios e similares, lameiros, baixas de cultivo intenso etc., tudo agregado a várias indústrias artesanais ligadas à produção agrícola e até um tinte (tinturaria de roupa), equipamento este que se encontra no fim da fileira da fiação e da tecelagem – ver imagem que se publica. Uma surpresa para mim, que sempre falei do lugar chamado Tinte e nunca relacionei as coisas assim.
Ou seja: comparativamente, se calhar o Casteleiro dos meados do século XVIII era mais rico do que é hoje, pelo menos em termos de produção própria – isso, apesar dos modernos progressos da mecanização e fertilização.
Por fim: nunca desligo estas informações daquela outra que divulguei há tempos: a febre da corrida ao ouro no Casteleiro em 1723. Mistérios de antigamente…

Nota
Fica-me sempre aquele gosto amargo de continuar muito obscuro o passado mais longínquo do Casteleiro, por falta de investigação e de documentação que conheça.
Por exemplo: os castros e vestígios castrejos de há dois mil anos e mais o que significam de facto? Qual foi o papel do Casteleiro na rede de estradas romanas? Os senhores feudais que poder tiveram aqui? Quais deles?
Até nisto o Padre Leal me trama a curiosidade: à pergunta do Marquês sobre se a terra tem memórias passadas dignas de nota, o malandro responde apenas «Nada» – a esta pergunta como a mais 21 das 62…
Mas eu sinto outras necessidades de saber mais.
Os baldios, os morgadios, como se estruturaram por aqui? O que resta deles? O Morgadio de Santo Amaro resulta de quê? Os quase latifúndios do Dr. Guerra resultaram de quê?
E outras perguntas que por vezes me incomoda que não tenham (ainda) resposta…

«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

JOAQUIM SAPINHO

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