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António Joaquim Nabais Moreno, presidente da Junta de Freguesia da Moita, concelho do Sabugal, foi hoje encontrado morto em casa, na aldeia.

O presidente da Junta de Freguesia da Moita-Jardim, segundo apurou o Capeia Arraiana, já andava adoentado desde há algum tempo, pelo que terá, tudo o indica, sido vítima de um agravamento súbito da doença.
Depois dos vizinhos e dos amigos darem pela sua falta, o mesmo foi encontrado morto em casa, onde estava sozinho, ao início da tarde de hoje. Face às circuntâncias, foi chamada a Guarda Nacional Republicana e a autoridade de saúde.
O autarca, de 58 anos de idade, comerciante de profissão, era presidente da Junta de Freguesia da Moita-Jardim desde 2009, tendo sido eleito pelo Partido Socialista.
O funeral realiza-se amanhã, dia 5 de Fevereiro, pelas 16 horas, na Moita.
plb

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Uma vez, já lá vai um carro de anos, chegou-nos à Raia um fusco novato, chamado Jacinto, vindo das bandas do sul que, por artes que nunca deslindei, mandaram para estas terras do inferno para ajudar a vigiar a fronteira e a botar o gadanho aos contrabandistas.

O rapazola, que arrimaram no posto das Batocas, tinha a cartilha na ponta da língua, e quando saltava adiante de um cargueiro, bradava-lhe assim:
– Faça alto e entregue a mercadoria em nome da Fazenda Nacional!
Mandava esta ordem escorripichada do catecismo fiscal, todo empertigado, como se fosse magala da tropa a falar para o seu capitão. Só que ao alpercatar-se com aquela perlenga deixava tempo ao contrabandista para se moscar, salvando a pele e o carrego.
Aprenderia com a vida, este pinchaleco da cidade que alguém arrimou aos secultosos e feros contrabandistas da nossa raia.
Com o tempo o melro tornou-se espertalhaço e apanhou o jeito de botar a luva ao contrabando. Sendo porém figura reles, magricela e enfezado, parecendo padecer das lombrigas, o Jacinto tinha preferência por pilhar as cargas às mulheres e aos catraios, que demandavam Alamedilha, levando uma cesta de ovos e volvendo com uma pinga de azeite, um pão espanhol ou um cartucho de figos secos.
Deixou-se de retóricas e, apanhando contrabandista a jeito, saltava do esconderijo e aliviava-o da carga. Tornou-se o herói da caserna, pois tomando sobretudo bens perecíveis, que não podiam aguardar pela hasta pública, eram distribuídos pelo efectivo do posto ou deglutidos no próprio quartel em bródios e folias.
Pois um dia, por ocasião da festa da Senhora da Póvoa de perto, na Sacaparte, onde sempre vou com devoção, reparei que o guarda Jacinto rondava no arraial, trajado à paisana. Quedou-se na tenda da Ti Zabel Parchaneta, taberneira da Miuzela, afamada por vender o melhor vinho da redondeza. O rapaz, certamente faminto, mandou vir um cacharro de vinho, um pão de quartos e um bom naco de presunto, que a taberneira lhe serviu com esmero. Muquia sossegadamente, quando o Manel Farrusca, um dianho dos Forcalhos, que na mor parte do tempo andava avinagrado, resolveu meter-lhe paleio, dando voz ao ódio contido que muitos lhe nutriam.
– Ora aqui temos o rapagão do posto das Batocas. O arolas que bota a luva ao carrego dos cachopos… O maior apreensor de ovos, galhetas e rebuçados.
A maralha que enchia a tenda soltou uma larga risota com a arenga do Farrusca, e eu, que era batido na vida, temi que dali adviesse um problema grave com a autoridade. E não errei.
O guarda Jacinto, ciente de que à paisana mantinha a sua condição de autoridade, limpou a boca com a cota da mão, entesou-se, e disse para o Farrusca:
– Está de detido em nome da autoridade.
O arrifeiro forcalhense olhou-o com espanto, enquanto o guarda clamava pelo regedor da freguesia, que tinha por dever colaborar na condução do preso ao posto mais próximo.
Mas o Farrusca foi acometido por um mal-repente, que o vinho que emborcara lhe proporcionou, e, avançando um passo, enfiou um abrunho nas ventas do fiscal, o que o fez cair desamparado sobre o balcão improvisado da taberna. A Zabel Parchaneta, desesperada, e temente de problemas graves na sua venda, pegou num arrocho e martelou a testa do Farrusca, em castigo pela confusão que lhe arranjara. Vai daí, armou-se um escarcéu dos diabos, com cada qual a bater de seu lado, numa trama infernal. Foi traulitada de três em pipa!
Mantive-me em observação, sem me deixar enredar na confusão, e reparando que o guarda fora esquecido na contenda e permanecia arrodilhado no pó, dorido e sofrido com o murro que levara. Fui-me por ele.
– Erga-se e venha comigo que o levo pra fora da zaragata.
Só que o raças do fusco, ao invés de aproveitar para se livrar do alboredo, ainda me retrucou:
– O dever manda-me prender e conduzir à justiça um homem que ofendeu a autoridade.
Erguendo-se a muito custo, com o meu amparo, fez tensão de se meter na confusão para cumprir o tal dever.
Dando-me pena daquele diabo, que por lá arranjaria forma de sair dali cadáver, peguei-lhe pelo cós das calças, e botei-o ao ombro. Ele esperneou e protestou, ameaçando-me de prisão. Mas, indiferente a tudo, levei-o até junto do macho e botei-o para riba da albarda, onde ficou de atravesso.
– Vamos embora, que com isto faço um serviço à nação – disse-lhe à laia de o acalmar.
Lançou-me impropérios e continuou a espernear que nem uma lebre apanhada no laço. Não tive outro remédio que botar-lhe as leias, apertando-o à albarda como se fosse um feixe de nabos.
Para o manter caludo tapei-lhe a boca com um farrapo, e assim o levei ao posto de Aldeia da Ponte, onde o cabo Peres o recebeu a medo, depois de eu lhe contar o ocorrido.
Não tardou muito que o lengrinhas do guarda Jacinto fosse transferido para outras paragens, deixando estas terras de gente fera, para as quais ele não tinha têmpera.
Paulo Leitão Batista, «Aventuras de um velho contrabandista»

leitaobatista@gmail.com

O Instituto de Meteorologia destacou o concelho do Sabugal ao colocá-lo entre os concelhos que registaram temperaturas mais baixas na última madrugada.

No concelho do Sabugal os termómetros registaram uma temperatura negativa de -7º centígrados, exactamente a mesma que se registou em Chaves e em Montalegre.
Porém a temperatura mais baixa de Portugal registou-se no concelho de Carrazeda de Ansiães, onde os termómetros desceram aos -9,5ºC.
Entre os valores mínimos registados na última madrugada, o Instituto de Meteorologia destacou ainda Bragança (-9,0ºC), Penhas Douradas (-8,3ºC), Miranda do Douro (-7,8ºC), Mirandela (-7,3ºC), Arouca (-6,0ºC), Lamas de Mouro (-4,0) e Viseu (-3,8ºC).
O Instituto de Meteorologia refere igualmente que em Lisboa/Gago Coutinho se registaram 3,0ºC, no Porto -1,3ºC e em Faro 2,9ºC.
Segundo a informação do Instituto as baixas temperaturas registadas de madrugada em Portugal continental ficam a dever-se à «acção de um anticiclone localizado na Europa central que transporta na sua circulação uma massa de ar muito frio e seco».
plb

Desfeito o Império e não consolidadas ainda as monarquias bárbaras, vivendo-se a decomposição do mundo romano e aproveitando-se as suas ruínas para edificar uma nova ordem, assistia-se ao espectáculo característico de todos os períodos de transição.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaA Igreja que muitas vezes providencia mesmo para as coisas do mundo, desempenharia aqui papel decisivo.
Qual era a situação na Europa, pergunta-se in «A Igreja dos Tempos Bárbaros», no momento em que se ia finalizar o século V?
E responde-se na mesma obra (paginas 127 e seguintes).
Materialmente, é apenas um mosaico de estados bárbaros. Na Itália, reina Teodorico, chefe dos ostrogodos que, após quatro anos de lutas destronou Odoacro e ficou a ser senhor único, não só em toda a Península Itálica, mas também na Sicília, na Récia, na Noriça, na Dalmácia e numa grande parte da Panomia… Na África, na Sardenha e na Córsega compensam a sua inferioridade numérica com uma política de terror, os vândalos.
Na Gália e na Espanha, os visigodos de Eurico são senhores de todo o espaço que vai desde o Liger ao sul da Andaluzia. Depois de terem feito recuar os suevos para o ângulo noroeste da Espanha, a actual Galiza,•e os cantabros para as suas montanhas, pensam em restabelecer em seu proveito, a unidade da Gália. Mas os burgundios ocupam o sudoeste do País… e ao norte restabelece-se a unidade, em benefício dos francos, desejosos agora da sua independência, graças a um rei ousado, que governa desde 481 e ao qual a história dará o nome de Clodoveu…
O retalho afirmava-se ainda impressionante nas ilhas britânicas, naquilo que hoje chamamos os países nórdicos e sobretudo, para além do Reno.
Mas, se a autoridade política se mostrava assim dispersa, errante e instável, os povos beneficiaram, não obstante, duma certa tranquilidade e protecção, dispensadas pela Igreja e fundamentalmente pelos bispos.
Para além do prestígio propriamente espiritual, radicado na sua origem divina e na superioridade da sua missão, só ela possuía quadros susceptíveis de propiciarem aos novos soberanos apoio logístico e técnico para as grandes tarefas da administração pública.
Aliás o homem que dizia missa e sabia ler latim passou a ser o protótipo do alfabetizado. O nosso clérigo, o clerc em francês, o clerk em ingles, o klerk em flamengo e antigo alemão, o diaca em eslavo (e nós ainda hoje usamos o termo diácono) significavam na origem o que escreve ou que sabe escrever….
Para além do enorme ascendente advindo desta enorme superioridade cultural, a autoridade eclesiástica chegava a toda a parte, através da organização das dioceses e paróquias.
Curioso notar que este último termo originariamente queria dizer lugar de refúgio em país estrangeiro, o que pretende expressar quando se passa a usa-lo na nova acepção que ao fim e ao cabo este não é o nosso mundo.
De qualquer modo, diocese e paróquia passaram a denominar a circunscrição territorial governada a primeira por um bispo e as segundas por vigários ou representantes seus (que outro não é o sentido de vicariato).
O papel dos bispos revela-se primacial:
«Representante de Deus na sua circunscrição numa época em que a única autoridade moral é a religião, delegado do rei cuja chancelaria assinou o diploma que o acredita, chefe muitas vezes designado da comunidade popular (que nenhum bispo seja dado a uma comunidade sem a concordância dela, haviam decidido as decretais de Celestino I e o metropolita antes de nomear um novo bispo ou este antes de designar um novo vigário tinha de consultar os fiéis) o bispo dos tempos bárbaros reúne em si as três possíveis origens de autoridade: Deus, o monarca e o povo.
E o bispo não se cinge depois a uma função meramente religiosa.
Acima das demais autoridades civis ou militares da sua circunscrição compete-lhe vigiá-las, repreendê-las, modificar-lhe as decisões, servindo de autoridade de recurso.
Mais, até materiais como o abastecimento geral, a limpeza das ruas ou as grandes campanhas que nós hoje chamaríamos de higienização ficam a seu cargo.
Depois, há toda a obra social propriamente dita.
Ninguém, a não ser a cúria diocesana se encarrega dos hospitais, das prisões, das escolas…
É ela quem, por igual, trata da assistência a viúvas e órfãos, e não somente aos órfãos pobres, mas também aos ricos para os libertar da voracidade das tutorias civis.
Depois, é a única autoridade capaz de enfrentar os poderosos locais, sempre propensos a excessos e até de enfrentar a autoridade real.
A preponderância do bispo revela-se, em corolário, o grande facto social dos tempos bárbaros, pois foi o episcopado que naquela época prestou à sociedade os mais relevantes serviços.
A contribuição das dioceses e seus titulares na construção da Europa assume um relevo verdadeiramente exceptional.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

JOAQUIM SAPINHO

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