You are currently browsing the daily archive for Domingo, 22 Janeiro, 2012.

O mundo em que vivemos está ameaçado. Pelas guerras, pela globalização selvagem, pelo aquecimento planetário e pela degradação ambiental, pelo esgotamento dos recursos. Mas existem também muitas razões para termos esperança no futuro. Carl Sagan, um dos mais notáveis divulgadores da Ciência, dizia que «os tempos mais gloriosos da Humanidade ainda estão para vir». Oxalá tenha razão.

Cartoon sobre a clonagem de ovelhas

Adérito Tavares - Na Raia da Memória«No Admirável Mundo Novo da minha fantasia, o eugenismo e o seu contrário eram sistematicamente praticados. Numa série de frascos, óvulos biologicamente superiores, fertilizados por esperma biologicamente superior, recebiam o melhor tratamento pré-natal possível e eram finalmente decantados como Betas, Alfas e até Alfas+. Noutra série de frascos, muito mais numerosa, óvulos biologicamente inferiores, fertilizados por esperma biologicamente inferior, eram sujeitos ao Processo Bokanowsky (noventa e seis gémeos retirados de um só ovo) e tratados, prenatalmente, com álcool e outros venenos proteínicos. As criaturas finalmente decantadas eram quase sub-humanas; mas eram capazes de realizar trabalhos que não requeressem perícia e, quando convenientemente condicionados, relaxados por livres e frequentes relações com o sexo oposto, constantemente distraídos pelo divertimento gratuito, e incitados a cumprirem os padrões do seu bom comportamento por doses diárias de soma, podiam considerar-se como incapazes de causarem qualquer preocupação aos seus superiores.»
Aldous Huxley escreveu estas palavras em 1958, num livro intitulado Regresso ao Admirável Mundo Novo. Huxley tinha publicado, em 1931, um dos mais famosos livros de ficção científica de todos os tempos, justamente intitulado Admirável Mundo Novo (Brave New World) e, agora, neste estudo, escrito 27 anos mais tarde, procurava mostrar que algumas coisas que, no seu romance, eram ficção, se aproximavam da realidade. Aldous Huxley, infelizmente, morreu em 1963. Se fosse vivo, provavelmente escreveria um novo ensaio para se congratular com o rigor das suas «profecias». É que, cada vez mais, a ficção se vai tornando realidade. E muito mais depressa do que o próprio Huxley previa: a fábula huxleyniana situava-se aí pelo século VI d. F. (depois de Ford), ou seja, lá para dois mil quinhentos e tal. Ora a verdade é que, antes ainda do final do século I d. F., já se tornaram possíveis práticas como a fertilização in vitro, a manipulação genética e, recentemente, a clonagem de mamíferos. Não estamos muito longe da produção artificial de seres humanos em série, tal como acima a descreve o grande escritor inglês.
No Admirável Mundo Novo, o problema da superpopulação desaparece. Os seres humanos deixam de nascer de «mães». Todos são «produzidos» em grandes laboratórios do Estado, em placentas artificiais. Produziam-se tantos quantos eram necessários, homens ou mulheres. Alguns eram «fabricados» excepcionalmente inteligentes (poucos, os Alfas), outros bastante inteligentes (os Betas); os Gamas e os Deltas constituíam a camada medianamente inteligente, capaz de executar mas não de decidir; e, finalmente, todos os restantes (os futuros trabalhadores indiferenciados e submissos), eram programados para atingirem um quociente intelectual abaixo da média. Para isso, durante a «produção», na placenta artificial, aos futuros líderes e quadros superiores ministravam-se alimentos e medicamentos meticulosamente seleccionados e, ao comum dos mortais, substâncias que lhes atrofiassem o cérebro e os impedissem de alcançar um desenvolvimento normal. Depois do nascimento (ou melhor, da «decantação»), seguia-se um cuidadoso processo educativo, baseado no condicionamento psicológico e na hipnopedia. Deste modo, não só existiam exactamente os indivíduos necessários como apenas os suficientes. Chegados a adultos, iam ocupar o lugar que lhes cabia no aparelho produtivo e na sociedade, mantidos em sossego graças às distracções, às relações sexuais inteiramente livres e sem quaisquer riscos e à abundância de soma (uma droga distribuída gratuitamente pelo Estado Mundial, sem consequências para o organismo mas de efeitos eufóricos e relaxantes extraordinários, uma espécie de super-prozac). Todos aceitavam pacificamente o destino que lhes cabia. A Humanidade alcançava a grande utopia: fim da superpopulação, da pobreza, da instabilidade social, dos protestos, das greves, das guerras.
Noutra excepcional obra de ficção, 1984, escrita em 1948, outro escritor inglês igualmente céptico quanto ao futuro da Humanidade, George Orwell, descreve-nos uma sociedade ultra-totalitária, uma espécie de nazi-estalinismo, com um super-ditador que por todos velava e a todos vigiava: o Big Brother. Aqui, o controlo dos indivíduos é alcançado pelo terror. Na sociedade imaginada por Huxley, as pessoas deixam-se dominar pacifica e alegremente. E ainda agradecem. De qualquer desses dois terríficos «mundos novos» está ausente a liberdade individual de agir e de pensar. Trata-se de parábolas, é verdade, mas inspiradas na experiência pessoal dos seus autores e numa visão crítica da história recente. São visões pessimistas e obviamente desiludidas, mas que não deixam de conter premonições alarmantes. E as notícias sobre a clonagem de animais aí estão para o confirmar.
Há alguns anos, a revista Nature trazia um artigo relatando uma experiência bem sucedida de «produção artificial» de uma ovelha, a que chamaram Dolly, exclusivamente a partir de células extraídas da glândula mamária de outra ovelha, sem intervenção de espermatozóides. Deste modo, Dolly é geneticamente igualzinha à sua mãe, ou seja, é um duplicado dela. A este processo chama-se clonagem: teoricamente, a partir de quaisquer células de qualquer ser vivo (ou morto, se elas forem conservadas), podem fazer-se vários duplicados desse ser. Absolutamente idênticos, em termos genéticos, uma vez que não resultam de qualquer cruzamento. Assim, poderíamos ter 11 gémeos perfeitos do Cristiano Ronaldo, ou 20 Shakiras, ou mil Kim Jong – qualquer coisa.
Só teoricamente. Pelo menos para já. É que os novos seres não surgem adultos, são crianças idênticas, em termos físicos, ao indivíduo de que derivam, mas nunca o serão em termos psíquicos. Para obtermos um Kim Jong-il exactamente igual àquele que governou a Coreia do Norte até há pouco, seria necessário que o seu pequeno duplicado recebesse a mesmíssima educação, passasse por experiências iguais, tivesse as mesmas alegrias e as mesmas tristezas, etc.
Procurando exorcizar os temores que se começaram a instalar após a divulgação da notícia da clonagem da Dolly, escrevia José Vítor Malheiros, num excelente artigo do «Público»: «O património genético constitui apenas um dos factores da individualidade. A clonagem não é uma transplantação do cérebro. Um clone será necessariamente uma outra pessoa, porque a sua idade será diferente, a sua gestação, nascimento, educação, serão diferentes. A sua consciência será diferente porque a sua circunstância, a sua história, será diferente. Para mais, tudo o que hoje se sabe sobre o cérebro leva a pensar que é a experiência que molda a pessoa e cria os padrões a que chamamos pensamento, memória e escolha – e não os genes.»
Por outras palavras: a partir de algumas células de Hitler nunca conseguiríamos fazer uma réplica de Hitler. Concordo plenamente com o jornalista. A questão da hipotética clonagem de seres humanos deverá ser olhada com cuidado, analisada de forma calma e sensata do ponto de vista bioético e jurídico, mas sem sensacionalismos exacerbados nem temores excessivos. A experiência da ovelha Dolly constitui, de facto, um marco de inegável valor científico. No futuro, há-de ser lembrado como um dos grandes momentos da investigação científica do nosso tempo. Mas, tal como aconteceu com muitas outras assinaláveis conquistas da Ciência, da clonagem poderão resultar grandes benefícios ou grandes malefícios para a Humanidade. Depende do próprio Homem.
Quando, há alguns anos, nasceu o primeiro «bebé-proveta» na Inglaterra, levantou-se no mundo um coro de protestos semelhante ao que se levantou a propósito da Dolly. E os habituais profetas da desgraça previram consequências que não se concretizaram. Deixemos assentar a poeira. Como diz o povo, «Deus escreve direito por linhas tortas». Apetece-me contar aos leitores, a este propósito, a história do sacristão de Winchester, contada pelo escritor Somerset Maugham: um dia, o sacristão da catedral de Winchester foi despedido por ser analfabeto. Triste e amargurado, caminhava por uma longa avenida, à procura de um maço de cigarros. Não tendo encontrado nenhuma tabacaria, lembrou-se de abrir ele próprio uma. O negócio correu-lhe bem e em breve tinha várias tabacarias e até fábricas de tabaco. Tornou-se milionário, um verdadeiro «Rei do Tabaco». Numa ocasião em que estava a tratar do fornecimento de matéria-prima com um produtor americano, este passou-lhe o contrato para assinar, tendo o nosso homem respondido: «Não sei assinar. Sou analfabeto.» O americano exclamou, assombrado: «Se o senhor chegou a milionário sem saber ler nem escrever, onde estaria hoje se soubesse!» E o «Rei do Tabaco» respondeu, fleumaticamente: «Eu sei o que teria acontecido: seria sacristão na catedral de Winchester.»
Nem sempre os factos aparentemente negativos desencadeiam desgraças. Se é verdade que a dinamite inventada por Alfred Nobel pode decepar o braço do pedreiro, também é verdade que sem ela não se teriam construído os túneis dos caminhos-de-ferro de todo o mundo. E, com os lucros obtidos, Nobel ainda hoje continua a estimular o progresso científico, os estudos económicos, a literatura e a paz.
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

ad.tavares@netcabo.pt

Anúncios

A Taberna Típica Quarta-Feira, restaurante do sabugalense José Dias, recebeu a Confraria do Bucho Raiano para mais um almoço na capital alentejana.

Trinta convivas, entre confrades, amigos e familiares, foram até Évora no dia 21 de Janeiro, sábado, onde encheram a sala do restaurante do amigo José Dias, que prima pelo bem receber e melhor servir.
A mesa apresentava-se farta, com cogumelos recheados, bucho fatiado, presunto, torresmos, queijo assado com orégãos e azeitonas. Degustadas as saborosíssimas entradas, veio à mesa uma esplêndida sopa de grão, a que se seguiram costelas de porco grelhadas e cachaço de vitela, acompanhados por um espectacular esparregado de couve-flor e batatas assadas no forno.
O vinho foi o do conhecidíssimo enólogo Paulo Laureano, da Vidigueira, um velho amigo da casa, que por dificuldades de agenda não pode estar presente. Porém o José Dias informou que fora o enólogo a oferecer o vinho que os convivas do bucho ali degustavam. E que vinho: um reserva Paulo Laureano especial.
Para finalizar a refeição vieram as sobremesas, dentre doces tradicionais alentejanos, cerejas, morangos e frutos secos.
A hora do café foi o momento das palavras que a ocasião impunha. O Chanceler da Confraria agradeceu ao José Dias a amabilidade de receber os sabugalenses com entusiasmo e extrema atenção, proporcionando a degustação de excelentes petiscos confeccionados na sua aprimorada cozinha.
Pela mão do Grão Mestre, Joaquim Leal, a Confraria concedeu ao restaurante Taberna Típica Quarta-Feira o Diploma de Honra, atendendo ao contributo para a divulgação da gastronomia raiana e pela digna representação do Sabugal no Alentejo.
Entre os presentes esteve o juiz conselheiro jubilado Manuel Cipriano Nabais, um quadrazenho que acompanha com regularidade as iniciativas da Confraria e que ali proferiu algumas palavras para afirmar a seu apego ao torrão natal, ainda que a vida o tenha feito andar por longe.
A finalizar o José Vaz, de Vale de Espinho, brindou os presentes com dois fados cantados à capela, para gáudio dos confrades e amigos do bucho.

Reportagem fotográfica do confrade Daniel Salgueira no Facebook. Aqui.
plb

A Taberna Típica Quarta-Feira, restaurante do sabugalense José Dias, recebeu a Confraria do Bucho Raiano para mais um almoço na capital alentejana.

GALERIA DE IMAGENS  – CONFRARIA BUCHO RAIANO  –  21-1-2012
Fotos Confraria Bucho Raiano  –   Clique nas imagens para ampliar

jcl

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 836 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Janeiro 2012
S T Q Q S S D
« Dez   Fev »
 1
2345678
9101112131415
16171819202122
23242526272829
3031  

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.144.309 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES

Anúncios