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No dia 21 de Janeiro (sábado) Sérgio Godinho vai apresentar no Teatro Municipal da Guarda (TMG) «Mútuo Consentimento» o novo álbum de originais com 11 temas, cujo espectáculo está marcado para as 21h30 no Grande Auditório.

Numa altura em que decorrem 40 anos da edição de «Os Sobreviventes», o primeiro disco de longa duração de Sérgio Godinho, o escritor de canções apresenta um novo trabalho musical.
Sérgio Godinho é um dos mais conceituados e acarinhados músicos nacionais. Os admiradores da sua música atravessam várias gerações de diferentes vivências e aspirações.
O músico conta com mais de 20 discos gravados, entre os quais se destacam, para além de «Os Sobreviventes» (1972), «De pequenino se torce o destino» (1976), «Canto da boca» (1981), «Os amigos de Gaspar» (1988), «Domingo no Mundo» (1997), «Afinidades» (2001), «Irmão do meio» (2003) ou «Ligação Directa» (2006).
Para este concerto, para além de temas de «Mútuo Consentimento» como «O Acesso Bloqueado», «Bomba-Relógio», «Eu Vou a Jogo» ou em «Em Dias Consecutivos», Sérgio Godinho promete também as canções que já se incluem nos clássicos portugueses incontornáveis como «O primeiro dia», «Com um brilhozinho nos olhos», «Liberdade» ou «É terça-feira».
Em palco, Sérgio Godinho será acompanhado pela sua banda «Os Assessores», cúmplices na arte de inquietar o público. «Os Assessores» são: Nuno Rafael nas guitarras, eléctrica e acústica, cavaquinho; Miguel Fevereiro nas guitarras, eléctrica e acústica; João Cardoso no teclado; Nuno Espírito Santo no baixo; Sérgio Nascimento na bateria e percussão; Sara Côrte-Real nos coros e glockenspiel e João Cabrita nos saxofones alto e barítono e teclado. A direcção musical é de Nuno Rafael.

«Sangue do meu sangue» de João Canijo
Na próxima quinta-feira, dia 19 de Janeiro, o TMG apresenta no Pequeno Auditório, às 21h30, um dos mais premiados filmes portugueses de 2011: «Sangue do meu sangue», de João Canijo.
O filme recebeu, entre muitos outros, o prémio da crítica internacional no Festival de San Sebastian.
Trata-se de um filme sobre o amor incondicional, o amor de uma mãe pela sua filha, o amor de uma tia pelo seu sobrinho. E de como elas estão dispostas a sacrificar tudo para os salvar. «Márcia é mãe solteira de dois filhos, trabalha como cozinheira e partilha a sua casa num bairro municipal com a irmã, Ivete, cabeleireira de centro comercial. Um dia, Cláudia, a filha, que estuda enfermagem e trabalha como caixa num supermercado, conta à mãe que se apaixonou por um homem mais velho e casado. Quando Márcia o conhece, percebe que uma ameaça gravíssima pesa sobre a sua família. Joca, o filho, é um pequeno traficante no bairro até que decide dar um golpe ao seu dealer, mas é apanhado e a sua tia Ivete terá que se sacrificar por ele para o salvar».

Tertúlia/debate no Café Concerto
O TMG e a Rádio Altitude prosseguem em 2012 com o «Ciclo Rádio Café», uma iniciativa que convida os guardenses a falar sobre a sua cidade, a partilhar as suas histórias e a revelar ideias. O próximo debate está marcado para Terça-feira, dia 24 de Janeiro, no Café Concerto às 21h30.
Uma vez mais, o ponto de partida para a conversa será a pergunta «Que cidade queremos?». A organização entende que a Guarda só se renderá perante a interioridade, a incerteza e a melancolia se os seus cidadãos desistirem de intervir em defesa de causas colectivas. A Rádio e o Teatro associam-se naquilo que já é habitual fazerem: pensar a Guarda, promover a Guarda. O objectivo é organizar conversas informais mas empenhadas, à vista de todos e a contar com todos.
A entrada é livre, e a participação no debate também.

Ângelo de Sousa: Ainda as esculturas
Inaugurada hoje, 14 de Janeiro, está patente na Galeria de Arte do TMG a exposição «Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: ainda as esculturas».
Ângelo de Sousa nasceu em 1938 em Moçambique e faleceu no Porto, a 29 de Março de 2011, onde viveu e trabalhou desde 1955. Em 1963 terminou o curso de Pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde exerceu funções de docente entre 1963 e 2000. Em 1995 tornou-se o primeiro Professor Catedrático de Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
As suas experiências escultóricas datam dos anos 50, mas é em 1966, primeiro com as folhas de acrílico e finalmente com as chapas de aço, que as esculturas tomam as formas que hoje prontamente identificamos com o seu nome. Em 1967 Ângelo de Sousa foi bolseiro do British Council na St. Martin’s School of Fine Art. Durante a sua estadia em Londres, matura o seu interesse pela escultura e começa a trabalhar com fotografia e filme. Forma o grupo Os Quatro Vintes, em 1968, com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, desfeito em 1972, altura em que lhe é atribuído o prémio Soquil. Desde essa altura, Ângelo de Sousa afirma-se como um dos artistas mais inovadores na cena nacional, expondo desenhos, esculturas, pintura, fotografia e filme. Em 1993, a sua obra foi objecto de uma exposição antológica na Fundação de Serralves onde, em 2001, expôs os seus trabalhos de fotografia e filme. Em 2000 foi-lhe atribuído o prémio EDP. A Fundação Gulbenkian e a Cordoaria Nacional acolheram uma grande mostra da sua escultura em 2006. Estas últimas exposições representaram uma oportunidade para o autor rever as esculturas que vinha a projectar desde os anos 60.
A exposição ficará patente até 11 de Março e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 21h00 às 23h, aos sábados das 15h às 19h e das 21h00 às 23h e aos domingos das 15h às 19h. A entrada é livre.
plb (com TMG)

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Não havia pai para o Casimiro, um fusco do catano, que fazia parte da guarnição do posto de Aldeia da Ponte, e que era, bem o posso afirmar, o terror dos contrabandistas do meu tempo.

O Casimiro era afinado como uma doninha. Encafuava-se nos cambais junto à raia, onde o cargueiro menos cuidava, e esperava pacientemente que um desgraçado lhe passasse rente. No momento oportuno saltava-lhe na galupa, agarrando-o firmemente e clamando com a sua voz de trovão:
– Larga a carga, jagodes.
De pouco valia tentar cavanir, que o fusco era arteiro e estava em vantagem, pronto para dar uma carreira, se caso fosse, tirando partido das suas longas gâmbias.
Em algo era porém menos ruim, aquela alma de cântaro: nunca aprisionava o homem que filava. Contentava-se com a tomada da carga, embora fosse useiro em recorrer ao costado do contrabandista para lhe levar a mercancia até perto do posto, dizendo-lhe depois que se pusesse ao fresco. O coitado aproveita e dava às de Vila Diogo, enquanto o Casimiro, para não deixar suspeitas, lhe berrava que o apanharia nem que fosse no outro mundo. De carga pejada, fosse fazenda, calçado, azeite, conhaque, pão ou simples galhetas, o sandeu apresentava-se perante o comandante, o cabo Peres, pronto para levantar o auto.
A mania de dar fuga aos contrabandistas depois de os fazer alombar com o carrego até às primeiras casas de Aldeia da Ponte, valeu-lhe de uma vez um contratempo. O Zé Covas, de Alfaiates, que era rapaz taludo, mas algo cagaçolas, foi uma noite vítima do Casimiro e alancou com a pesada carga de enxadas que trazia de Espanha até junto do posto. Mas quando o guarda lhe fez sinal para se escapulir, o Covas temeu que fosse ardil, vindo-lhe à mona a ideia de que receberia um tiro pelas costas, e fez-se desentendido.
– Vá azagal, larga o carrego e põe-te a léguas! – rosnou-lhe o Casimiro em voz baixa.
Moita. O candongueiro, imperturbável, não se mexia.
O Casimiro foi então mais directo:
– Ó palonço, arreia o fardo e desanda, que não te quero levar preso.
Ao Covas bem lhe apetecia livrar-se do apreensor, mas não lhe saía do tutano que aquilo era ariosca e que receberia fogachada, dizendo depois o guarda que abatera um preso em fuga.
Estavanado e já cansado de perder tempo, o Casimiro correu-o a pontapé, obrigando-o a seguir caminho.
Pois meus caros, lhes garanto que nunca me deixei filar por esse basbaque, e nem sequer me aconteceu aventar ao chão carga que ele apanhasse. Muitos lhe ouviram alanzoar que lhe faltava uma façanha na folha de serviço: deitar a manápula ao Tosca da Bismula. Só que eu, e não é para me gabar, era o mais astuto dos contrabandistas do meu tempo e, por mais esperas e aguardos que me fizesse, não houve forma de me colocar a mão em riba.
Sentindo-se incapaz de me filar junto à raia, estudou-me os percursos e uma noite esperou-me ao redor do caminho que seguia da Rebolosa para a Bismula, a pouca lonjura das últimas casas do povoado, portanto já bem longe da linha da raia e onde eu nunca esperaria sobressalto.
Caminhava à vontade, ciente de que a fazenda estava fora de perigo, quando, de repente, me saltou um vulto adiante, que me urrou:
– Larga a teleiga, Tosca. Estás filado.
Mesmo aturdido, consegui dar dois passos atrás, voltar-lhe as costas e correr de afogadilho de volta ao povoado, com o Casimiro a perseguir-me, quase lhe sentindo o bafo. Como ele tinha a perna longa não duvidei que me apanharia em breve, pelo que quando me aproximei da primeira casa atirei-me de um pulo ao cimo da parede do curral, que galguei para o outro lado. Já dentro do curral alapei-me debaixo de umas fachas de feno que estavam sobre o chedeiro do carro das vacas.
Do meu refúgio, quedo e de arfar sustido, pude ver o fusco, que saltou igualmente o muro e parou a mirar ao redor, a ver se descobria o meu paradeiro. A um ponto fixou os olhos no chão e disse em voz nítida:
– O lapuz já aqui largou carga.
E abaixou-se para apelazar o que lhe parecia ser uma boina basca.
Só que a mão deu com coisa mole, húmida e inconsistente, que lhe fez chegar às narinas um cheiro intenso.
– Conho, é uma bosta de vaca! – disse o Casimiro ao mesmo tempo que sacudia a mão borrada.
Estavanado, cirandou pelo curral, a ver se me topava. Vasculhou a moreia da lenha, assomou-se ao poleiro das pitas, debaixo do carro, dentro da dorna, até que o tremeluzir de uma luz, que se acendeu na casa o fez desistir e voltar a saltar o muro.
Paulo Leitão Batista, «Aventuras de um velho contrabandista»

leitaobatista@gmail.com

A humanidade pode entender-se como um simples indivíduo que vive sempre e continuamente aprende.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaComo, aliás, escreveu um grande mestre, ela compõe-se mais de mortos que de vivos e cada um de nós não passa de infinitésimo aro numa cadeia ao menos perene. Vivemos todos sobre uma vasta sepultura. Temos, pois, de escutar a voz dos mortos, que é conselho e lei para os vivos.
Les vivants sont gouvernés por les morts, proclama Augusto Compte.
Palavra admirável, que traduzida em mais rasteira e menos urdida linguagem quer dizer que uma indestrutível solidariedade une as gerações e que, na hora breve que passa, não somos mais do que usufrutúarios das energias que nos criaram.
É na sombra estendida pelas sepulturas ao derredor de nós que encontramos afinal a fraga donde mana a oculta fonte da nossa sensibilidade e da nossa inteligência. Nem sequer nos pertencem os pensamentos que julgamos próprios. Falam por nós os mortos. Ninguém sente ou pensa desgarradamente; pensamos todos com os mortos que nos deram vida, todos sentimos com a terra a que se arrancou a árvore para as tábuas do berço onde fomos embalados; e ao simples clarão deste fácil enunciado, enche-se de riquíssimo valor o versículo que a igreja canta no Ofício de Defunto: «E eu disse ao sepulcro: tu és afinal o meu pai».
Esta longa transcrição de Almeida Braga, in «Paixão e Graça da Terra», serve-nos de pró1ogo para nos tornar menos estranha a persistência de elementos da cultura helénica no nosso folclore:
Por saber a minha sorte
Fui a Delfos e a Corinto
Anunciaram-me a morte
Em jarras de vinho tinto.

Todos temos nesta vida
Como Aquiles calcanhar
O mal não está na ferida
Mas em não a couraçar…

Ouvir estas duas trovas da boca de urn camponês ou de um pastor dos Hermínios só causará espanto a quem efectivamente se não tenha dado conta desta persistência de herança.
A Guerra de Tróia, primeira cena dum conflito que ameaça eternizar-se entre a Ásia e este seu apêndice que é a Europa, persiste, igualmente, no imaginário popular:
Quando se viu ao espelho
A bela Helena chorou
Por causa dum rosto velho
É que Tróia se arrasou.

Mas nao foi só a esposa de Menelau, causa belli, que sofreu os efeitos destruidores do tempo.
Pior sucedeu a Penélope:
Por fiado tanto linho,
Tantas rocas estripado,
Tinha o cabelo branquinho
O nariz aos pés colado.

Ulisses não sofreu menos aquelas depredações:
Quando, passados vinte anos,
A sua casa volveu,
Muitos foram os enganos,
Só o cão o conheceu.

Este símbolo merece tambem a atenção da poesia popular:
Os dois animais de Ulisses
Foram um cavalo e um cão;
O segundo lealdade
O primeiro só traição.

Aliás, a vida do grande argonauta continuou a ser objecto de numerosas e poéticas referências no imaginário colectivo. Desde o mito das sereias, às intervenções de Sila e Caribdis…Como, de resto, toda a poesia homérica, ainda tem prcsente, usando até uma terminologia que se julgaria privativa de eruditos:
Por cantar, não ser cantor,
E muito menos sou aedo,
Também não sou pregador,
Embora recite o credo…

Enfim a Europa vem de longe e mantém-se fiel aos três valores enunciados no terceto de Dante: Jesus, Palas Atena e Marte.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

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