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O título da crónica que se segue (e só o título) foi-me sugerido por um subproduto televisivo transmitido pela RTP1 há alguns anos – uma história lamecha, do género «romance da Coxinha» –, uma das múltiplas novelas com que quotidianamente nos ensaboam o juízo.

Adérito Tavares - Na Raia da MemóriaFernando Pessoa foi um homem constantemente torturado por uma angústia metafísica que lhe atormentou a existência. Num dos seus mais conhecidos poemas, Tabacaria, céptico, amargo e desiludido, confessa: «Vivi, estudei, amei e até cri / E hoje não há mendigo que eu não inveje só por não ser eu.» Pessoa inveja os ignorantes por serem ignorantes da sua ignorância. Inveja a rapariga pobre e suja que come chocolates, porque «não há mais metafísica no mundo senão chocolates». Inveja «o Esteves sem metafísica» que sai da tabacaria metendo o troco na algibeira. E, todavia, tanto Pessoa como Mário de Sá-Carneiro interrogam-se sobre o que seja a autêntica felicidade. O inocente, o louco, o ignorante, serão felizes? Que é ser feliz sem o saber? Uma pedra será feliz? Para se ser verdadeiramente feliz não será indispensável consciencializar a felicidade?
Será verdade que a sabedoria mata a felicidade? Ao comer a maçã, Adão foi condenado à infelicidade? Será a felicidade inatingível? E será mensurável? Os cinco escudos que a minha madrinha Vieira me dava no dia da festa da Senhora dos Milagres, em Aldeia do Bispo, proporcionavam-me uma felicidade incomensuravelmente maior que os milhares de euros que, eventualmente, me pudessem sair amanhã no totoloto. Por outro lado, hoje, ler um bom livro, ver um bom filme, ouvir um concerto, visitar Paris, Florença, Siena, Nova Iorque ou Toledo (as minhas cidades preferidas!), comer uma boa refeição em boa companhia, dão-me uma felicidade que na infância ou na juventude não existia. Em cada idade existe uma felicidade diferente. Ou, glosando Pirandello, é legítimo dizer que para cada um existe a sua felicidade. Um golo, no momento mais decisivo do mais importante desafio de futebol deixa-me perfeitamente indiferente. Em contrapartida, proporciona momentos de indiscutível felicidade a muitos futebolómanos.
Existem, é certo, causas óbvias de felicidade ou de infelicidade – ter ou não ter saúde, ter ou não ter acesso aos confortos da vida moderna, possuir ou não uma família estável e «normal», gostar ou não do trabalho que se faz, viver ou não com um mínimo de «qualidade de vida». Depois, a personalidade de cada um faz a diferença. Há os eternos descontentes e insatisfeitos e aqueles que se satisfazem com muito pouco e que valorizam as pequenas alegrias da vida. Tive um colega, o Henrique, que ficou cego e sem um braço devido à explosão de uma granada. Já depois do acidente, licenciou-se em História e tornou-se um professor apreciado e respeitado pelos seus alunos. Em casa, era ele quem tratava da mãe, idosa e entrevada. Tudo isto, que seria motivo para grande infelicidade, fez dele um homem lutador, que enfrentava quotidianamente a adversidade com uma coragem admirável. À sua maneira, era feliz. Lembra-me, aliás, aquela história de um fulano que sentia uma grande frustração por ser baixinho e a quem passou o desgosto quando um dia conheceu um homem sem pernas.
O ser humano é de uma complexidade espantosa. A própria infelicidade de uns pode ser causa indirecta de felicidade para outros. Teríamos a Nona Sinfonia sem a surdez de Beethoven? Ou os poemas de António Nobre sem a sua tuberculose? Ou os quadros de Van Gogh sem a sua loucura? Ou a filosofia de Nietzsche sem a sua sífilis?
É um lugar comum dizer-se que a riqueza e o poder não trazem a felicidade (embora se acrescente que «ajudam muito»). Na verdade, há pobres felizes e ricos extremamente infelizes. Podemos dar um exemplo histórico.
O rei de Portugal D. Afonso VI foi um homem destinado à desgraça. Ainda criança, teve uma doença que o deixou hemiplégico, deficiente mental e sexualmente incapacitado. Não era o filho primogénito de D. João IV e D. Luísa de Gusmão. Esse era o príncipe D. Teodósio de Bragança, que morreu em 1653, com 19 anos. Quando, por sua vez, o rei D. João IV faleceu, em 1656, subiu ao trono o jovem Afonso VI, com apenas 13 anos de idade. A regência da mãe primeiro e o governo do enérgico ministro conde de Castelo Melhor depois, conseguiram ultrapassar, temporariamente, as insuficiências do jovem monarca e a vida desregrada a que se entregou. Com vista ao apoio da França na luta pela restauração da independência portuguesa, D. Afonso VI veio a casar com D. Maria Francisca Isabel de Sabóia, em 1666. Não tardaria, porém, a desenrolar-se no Paço uma conspiração com vista ao afastamento do jovem monarca do trono e à sua substituição pelo irmão, o futuro D. Pedro II. Organizado o «processo do Rei», ficou «demonstrada» a sua «incapacidade de procriar» e, como tal, de «gerar descendência». D. Pedro torna-se regente, o casamento de D. Afonso VI com D. Maria Francisca é anulado em 1668 e esta casa com o cunhado. Em 1669, o pobre rei, perdido o trono e a esposa para o irmão, é desterrado para Angra, onde permanecerá até 1674. Transferido para o Palácio de Sintra, aí viria a morrer, triste e solitário, em 1683. Usando a linguagem popular das nossas terras: D. Afonso VI foi um «desinfeliz».
Rico ou pobre, nobre ou plebeu, sábio ou ignorante, belo ou feio, qual é o passaporte para a felicidade? Ninguém sabe. Há quem nasça para sofrer. E há até quem busque deliberadamente o sofrimento e o martírio como sublimação da existência e expiação das faltas cometidas. A outros, a vida estende-lhes uma passadeira dourada desde o berço até à cova. Existem pessoas que possuem tudo – riqueza, poder, sabedoria, beleza, e são profundamente amargas e infelizes. Onde está o segredo da felicidade perene e verdadeira? Talvez Ricardo Reis (Pessoa, de novo e sempre) tenha parte da resposta: «Para ser grande, sê inteiro. / Nada teu exagera ou exclui. / Sê todo, em cada coisa. / Põe quanto és no mínimo que fazes. / Assim, em cada lago a lua toda / Brilha, porque alta vive.»
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

ad.tavares@netcabo.pt

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A Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Soito iniciou em 16 de Setembro de 2011 a ampliação das instalações do quartel. O projecto é um grande salto na melhoria das condições da corporação e uma das maiores iniciativas da actual Direcção presidida por Maria Benedita Rito Dias.

(clique nas imagens para ampliar.)

A construção semana após semana lá continua e como se pode verificar pelas fotos, já se começa a vislumbrar no horizonte o grande edifício que vai dignificar a Associação e toda a área envolvente das antigas eiras.

Quem pretender ajudar os bombeiros pode transferir o seu donativo para:
NIB: 003507020001137293062
ou, se for no estrangeiro, através do:
IBAN: PT50003507020001137293062, código CGDIPTPL.
A Direção e os Bombeiros Voluntários do Soito agradecem.
jcl

As cores do Côa no Inverno por Alber Einstein.

«Quando li o Bhagavad-Gita e refleti como Deus criou este universo, tudo o mais se tornou supérfluo!» (Albert Einstein).

(Clique nas imagens para ampliar.)

«Paixão pelo Côa – fotografia», crónica de Carlos Marques
carlos3arabia@yahoo.com

Tarde quente de Janeiro. Através das novas tecnologias recolhi a informação de que no dia sete se comemoravam os 85 anos da Junta Regional do Corpo Nacional dos Escutas da Guarda. Não era muito precisa nem pormenorizada. Ainda aguardei esclarecimentos da imprensa regional e ligada à Diocese, mas nem uma letra publicada. Porque será este silêncio? De quem é a culpa?

Em 1972 nasceu esta Região Escutista, com forte apoio das gentes da Cidade da Lã. Não é por acaso que a Sede Regional se encontra sediada na cidade covilhanense.
A palavra Escutismo é um símbolo que mexe nas minhas humanidades. É uma palavra mágica, construtora, rica de valores, que me ajudou também a crescer e a formar-me.
Assim, parti com destino à Covilhã, onde decorreram as comemorações do aniversário. Percorro a parte velha da cidade. Passo pela Rua do Castelo e deparo com o Pátio dos Escuteiro em frente à Assembleia Municipal, junto a uma casa brasonada e à sua volta ruínas. Casas desabitadas, pequenos comércios e cafés sem clientes. Sinais dos tempos e da austeridade.
Na Igreja de Nossa Senhora da Conceição, no Largo de S. Francisco, tem lugar a Eucaristia. O Assistente Regional faz referência à Festa da Epifania e aos Reis Magos. Estamos em plena Festa dos Reis. Eles encontraram uma estrela e seguiram-na até ao Presépio de Belém. Também os escuteiros têm se seguir as estrelas nos trilhos, nas veredas, nos caminhos da ecologia, da proximidade, do bem… Estranhei a ausência do Bispo da Diocese, mas estava em Espanha.
A Sessão Solene decorreu numa sala do emblemático Teatro Municipal com a presença de centenas de Escuteiros de treze Agrupamentos, num total de vinte e quatro, com um efectivo de mil e quinhentos jovens escuteiros, espalhados pelo território da Diocese da Guarda. Os efectivos nacionais cifram-se em setenta mil. O poder local primou pela ausência. Talvez por pensar que a aposta na juventude já não tem interesse e é melhor emigrarem já, apelo que fazem constantemente uns altos dignitários do governo.
O Chefe Nacional Carlos Alberto Pereira, num breve improviso afirmou que tal como as sociedades, o escutismo está em mudança e evolução. Tem de incluir novas mentalidades, tem de servir todas as classes e gerações. Tem de ser multicolor, tolerante e atento aos direitos cívicos e humanos. Tem de apontar uma cidadania global. Pertencemos a um movimento de causas. A boa acção está neste sentido. A História da Região da Guarda fez-se e faz-se destas pequenas coisas. Aquilo que cada um de nós faz é História. O Escutismo foi e é útil numa verdadeira escola de formação em cada um de nós.
Fez referências a D. Manuel Vieira de Matos, Bispo da Guarda, mais tarde Arcebispo de Braga e que ali fundou o Escutismo, depois de ter admirado os activos Escuteiros em Roma.
Falou do Padre Adérius desta Diocese que foi seu formador e com uns textos importantes nesta área.
Agradeceu a dedicação, a lealdade, a seriedade, a prática escutista do Chefe Bento, a quem, com toda a justiça, a Junta Central deliberou atribuir-lhe o Colar Nuno Alvares, a máxima condecoração escutista.
O Chefe Regional António Bento Duarte afirmou que esta distinção é de todos os Escuteiros da Região da Guarda, é da sua esposa e filha, os grandes pilares da sua caminhada escutista, do Agrupamento nº 31 da Freguesia do Barco e seus dirigentes onde se iniciou como escuteiro e do saudoso Padre Sanches, um verdadeiro assistente regional, um sacerdote escuteiro.
O Responsável pelo Secretariado do Projecto Educativo apresentou alguns dados da Junta Regional da Guarda, com os nomes dos seus Chefes e Assistentes através dos tempos até aos nossos dias. Apelou para que todos os Agrupamentos guardem, preservem e congreguem o seu próprio património escutista.
Seguiu-se um simples beberete, oportunidade para trocar umas breves impressões com o Chefe Nacional e Regional, com a Chefe Adélia Lopes do Agrupamento do Soito (Sabugal), onde já estiverem incorporados jovens escuteiros da minha terra natal – a Bismula – e com outros elementos dirigentes.
Saí. Caía a noite. Parei no Pelourinho, junto à Estatua de Pêro da Covilhã. Fiz-lhe o azimute e a nascente surgia a Lua Cheia empoleirada no telhado da Igreja da Santa Casa da Misericórdia. E pensei que estavam ali duas excelentes pistas para os olhos luminosos, radiosos, às vezes irrequietos para a juventude escutista.
Parabéns Junta Regional! Parabéns Chefe Regional António Bento Duarte!
António Alves FernandesAldeia de Joanes

A iniciativa «Famílias ao Teatro», promovida pelo Teatro Municipal da Guarda (TMG) conta neste mês de Janeiro com um clássico dos contos infantis: «Cinderela». Trata-se de um musical apresentado pela Palco Partilhado com a adaptação e encenação de Miguel Coelho e que tem a particularidade de ser interpretado por actores em patins. O espectáculo está marcado para o dia 14 de Janeiro (sábado) às 21h30 no Grande Auditório.

O espectáculo «Cinderela» está baseado no conto «Cendrillon ou la petite pantoufle de verre» de Charles Perrault e conta a história de uma doce e formosa donzela que vivia com a sua detestável madrasta e duas meias-irmãs. Na ausência do pai, a madrasta atribui-lhe mil e uma tarefa, tratando-a como escrava. Certo dia, o príncipe do reino oferece um baile, ao qual Cinderela vai, trajada de forma irreconhecível, conquistando o coração do herdeiro.
«Cinderela – Musical em Patins» é um espectáculo único e fascinante com patinadores e actores que dão vida a um dos contos infantis mais belos e também um dos predilectos das crianças. Um espectáculo para ver em família.

Ângelo de Sousa [1938- 2011]: Ainda as esculturas
Ainda no sábado, dia 14 de Janeiro, às 18h00, o TMG inaugura na sua Galeria de Arte a exposição «Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: Ainda as esculturas».
Ângelo de Sousa nasceu em 1938 em Moçambique e faleceu no Porto, a 29 de Março de 2011, onde viveu e trabalhou desde 1955. Em 1963 terminou o curso de Pintura na Escola Superior de Belas Artes do Porto, onde exerceu funções de docente entre 1963 e 2000. Em 1995 tornou-se o primeiro Professor Catedrático de Pintura na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto.
As suas experiências escultóricas datam dos anos 50, mas é em 1966, primeiro com as folhas de acrílico e finalmente com as chapas de aço, que as esculturas tomam as formas que hoje prontamente identificamos com o seu nome. Em 1967 Ângelo de Sousa foi bolseiro do British Council na St. Martin’s School of Fine Art. Durante a sua estadia em Londres, matura o seu interesse pela escultura e começa a trabalhar com fotografia e filme. Forma o grupo Os Quatro Vintes, em 1968, com Armando Alves, Jorge Pinheiro e José Rodrigues, desfeito em 1972, altura em que lhe é atribuído o prémio Soquil. Desde essa altura, Ângelo de Sousa afirma-se como um dos artistas mais inovadores na cena nacional, expondo desenhos, esculturas, pintura, fotografia e filme. Em 1993, a sua obra foi objecto de uma exposição antológica na Fundação de Serralves onde, em 2001, expôs os seus trabalhos de fotografia e filme. Em 2000 foi-lhe atribuído o prémio EDP. A Fundação Gulbenkian e a Cordoaria Nacional acolheram uma grande mostra da sua escultura em 2006. Estas últimas exposições representaram uma oportunidade para o autor rever as esculturas que vinha a projectar desde os anos 60.
«Ângelo de Sousa [1938 – 2011]: Ainda as esculturas» ficará patente até 11 de Março e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 20h30 às 23h, aos sábados das 14h às 19h e das 20h30 às 23h e aos domingos das 14h às 19h. A entrada é livre.
Esta exposição tem os apoios: Studio Ângelo de Sousa, Artistas Unidos e Galeria Quadrado Azul.

«Movie Poster» é o novo espectáculo de Kubik
«Movie Poster» é o novo espectáculo do músico guardense Kubik que o TMG apresenta na sexta, dia 13 de Janeiro, no Café Concerto.
Kubik partiu da iconografia de 200 posters clássicos da história do cinema e criou uma banda sonora original, indo ao encontro da expressividade visual e gráfica dos “Movie Posters”. A música acompanha o visionamento de posters de diversos géneros cinematográficos: Guerra, Comédia, Terror, Cinema Negro, Western, Ficção Científica e Cinema Mudo. Incluindo cartazes de Saul Bass, o criador de posters e trailers para os filmes de Alfred Hitchcock.
«Movie Poster» tem música original, electrónica, teclados e guitarra eléctrica e selecção de posters de Kubik. Um Projecto encomendado pelo Festival “Escrita na Paisagem 2011” que agora o músico apresenta no palco do Café Concerto.
O espectáculo está marcado para as 22h00 e tem entrada livre.

«O Mundo no Arame», de Rainer Werner Fassbinder
O Cineclube da Guarda apresenta na próxima quinta-feira, dia 12 de Janeiro, no Pequeno Auditório e com o apoio do TMG o filme «O Mundo no Arame» de Reiner Werner Fassbinder. A sessão é para maiores de 12 anos e está marcada para as 21h30. «O Mundo no Arame» (1973) nunca teve exibição comercial em sala e, depois de passar na televisão, caiu no esquecimento, interrompido apenas por retrospectivas pontuais do cineasta. O seu restauro, a cargo da Fundação Fassbinder e sob a supervisão do director de fotografia original, Michael Ballhaus, sublinha mais uma vez a noção de «liberdade» que percorria o cinema dos anos 1970. «O Mundo no Arame» foi gravado em Paris e adapta um romance de ficção científica do americano Daniel Galouye sobre um cientista que, ao investigar acontecimentos estranhos relacionados com um «mundo virtual» criado num laboratório, dá por si a questionar a própria natureza da realidade.

Desenhos de Miguel Reis
A partir da próxima terça-feira, dia 10 de Janeiro e até ao dia 29, o Café Concerto do TMG recebe os desenhos a preto e branco de Miguel Reis.
«Tuptankhal» é uma exposição que reúne desenhos que foram criados entre 2009 e 2010, período que reflecte mudanças, esperanças e angústias na vida do artista. Na mesma altura, ele descobriu inspiração em vários livros sobre o culto do sol, presente na cultura Maia e dinastias Egípcias.
Miguel Reis começou por desenvolver trabalhos de Banda Desenhada e de ilustração, e recentemente criou uma série de desenhos sobre fotografia. Participou na Exposição Colectiva «filan art’s II» em Póvoa do Varzim e expôs individualmente no “Alinhavar” de Leiria em Fevereiro, Dezembro de 2010 e Junho de 2011 e também em Novembro de 2011 no Teatro José Lúcio da Silva.
A exposição tem entrada livre e pode ser visitada no horário de funcionamento do Café Concerto, ou seja, de Terça a Sábado das 15h às 19h e das 21h às 01h e aos Domingos das 15h às 19h.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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