Hoje também te vou falar de uma coisa, que lá fora muito falam, agora! É «crise»! Não me lembro bem quem descreveu o Amor como o poder universal de atração mútua da gravitação, atuando por toda a parte entre os átomos, representando o véu material do Universo, bem como entre diferentes manifestações da consciência.

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Carlos Marques - Paixão pelo Côa (fotografia)Talvez seja verdade quando expressas no mundo da relatividade. Talvez, falando praticamente, o Amor seja o único poder aonde se possa passar da relatividade para a Realidade.
Por outras palavras, quando a Humanidade luta no caminho da Realização, sabe quanto é necessário o poder do Amor para vencer todos os obstáculos.
É bom lembrar as palavras de São Paulo: «Ainda que eu tivesse o dom da profecia e ainda que compreendesse todos os mistérios e tivesse todo o conhecimento, ainda que eu tivesse uma fé capaz de remover montanhas, mas se não tivesse Amor, nada seria.»
Ora Côa, acredito que esta dita «crise» ocidental, é em primeiríssimo lugar, uma crise de valores (de amor).
Explico-te: se as pessoas responsáveis por outras pessoas, talvez uma coisa denominada de políticos, fossem pessoas de bem e com amor, não haveria egoísmos, roubos de todas as formas, ocupações de países, imposições de ideias e incompetências, constituições de «mercados» e «troikas», vaidades, ostentações, explorações humanas, fome, miséria, etc., etc.
Aqui à tua beira, não sinto a dita «crise», sigo o teu curso e ciclo natural. Sinto uma simbiose contigo e o Universo! Ainda bem, Côa, que tu existes, assim como outros lugares existem para além «deste ocidente»!
«Paixão pelo Côa – fotografia», crónica de Carlos Marques

carlos3arabia@yahoo.com

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