You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 14 Dezembro, 2011.

O executivo municipal do Sabugal decidiu ratificar o despacho do presidente António Robalo que abriu concurso para recrutamento de sete cargos de chefia e de direcção na estrutura orgânica do Município, bem como os resultados desse mesmo concurso.

A decisão foi tomada na reunião de 23 de Novembro, e surge na sequência de uma reunião anterior em que o executivo suspendera o procedimento concursal pelo facto da competência para a sua abertura não ser do presidente mas antes da Câmara, que não terá sequer sido informada.
O presidente voltou a trazer o assunto à reunião, insistindo na rectificação do despacho e na aprovação dos resultados do concurso para recrutamento dos lugares, para se evitar que os serviços ficassem sem chefias, atendendo a que os prazos legalmente definidos para a abertura do concurso estavam já ultrapassados.
A aprovação da proposta foi viabilizada pelo vereador Joaquim Ricardo, que se absteve na votação. O vereador eleito pelo MPT disse querer evitar os efeitos colaterais nefastos que recairiam sobre os funcionários que entretanto haviam sido nomeados para os lugares em regime de substituição. Na sua declaração de voto alegou que os funcionários não tinham culpa do comportamento irresponsável do presidente que abrira o concurso por sua auto-recreação, sem dar conhecimento ao executivo, e consciente de que não tinha competências legais para a prática de tal acto.
Os três vereadores socialistas mantiveram o sentido de voto da reunião anterior, opondo-se à ratificação do despacho e à homologação dos resultados do concurso, defendendo que votavam em coerência com a posição antes assumida. A vereadora Sandra Fortuna, que apresentou uma declaração de voto em nome dos vereadores do PS defendeu que, face à ilegitimidade do acto praticado pelo presidente o concurso e os seus resultados poderiam estar feridos de nulidade, pelo que todo o procedimento poderá vir a ser invalidado e gerar ainda maior demora. Defendeu que, tal como se decidira na reunião anterior, se deveria esperar por um parecer jurídico fundamentado que esclarecesse qual a melhor decisão a tomar face ao problema criado pelo presidente.
Na votação verificou-se um empate, com três votos a favor (dos eleitos do PSD), três votos contra (dos vereadores do PS) e a abstenção do vereador Joaquim Ricardo, valendo o voto de qualidade do presidente para que a proposta de ratificação e de homologação fosse aprovada.
plb

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No Sábado, dia 17 de Dezembro, o Teatro Municipal da Guarda (TMG) apresenta no Grande Auditório o último grande concerto do ano, com o músico sírio Omar Souleyman, que traz à Guarda a sua festiva música de dança. O espectáculo está marcado para as 21h30.

Omar Souleyman iniciou a carreira na música electrónica em 1994 na sua terra natal, Ras Al Ain, com um pequeno grupo de músicos que recriavam em sínteses mais electrónicas a música tradicional da Síria, Iraque, Turquia e do povo curdo (na fronteira). Gravou mais de 500 cassetes, mas o seu nome só ficou realmente conhecido quando assinou pela editora norte-americana «Sublime Frequencies». Entretanto lançou três discos – «Highway to Hassake», «Dabke 2020» e «Jazeera Nights» – e correu mundo. Recentemente, o músico sírio foi convidado a participar no novo disco da artista islandesa Björk, intitulado «Biophilia». A artista conta que descobriu Omar Souleyman através de vídeos no Youtube.
A música de Omar Souleyman é destilada por cânticos árabes e teclados, numa variação pop mais perto do folk dançante. Garantidamente, um concerto de Omar Souleyman é uma grande festa. O músico esteve recentemente em Portugal, na última edição do no festival de Paredes de Coura.
Neste concerto/baile no TMG (exclusivo em território nacional), Omar Souleyman será acompanhado nas teclas por Rizan Said.
Entretanto, o TMG/Culturguarda apresentam na quinta-feira, dia 15 de Dezembro, o «Ar Puro da Guarda», um produto único no mundo. A sessão tem lugar às 21h30 no Café Concerto e a entrada é livre. Vladimir Ianovitsh Kasparoff é o convidado especial para este lançamento do Ar Puro da Guarda. O professor e cientista russo é um profundo conhecedor das propriedades medicinais e terapêuticas do Ar da Guarda e no Café Concerto apresentará alguns dos estudos publicados a esse propósito. Está cientificamente provado que o ar da cidade mais alta de Portugal é de elevada pureza e tem propriedades consideradas altamente benéficas para a saúde. Embalado em frascos de vidro, este extraordinário produto será agora comercialmente disponibilizado ao público em doses individuais, para respirar em qualquer parte e a qualquer hora. Cada frasco de Ar Puro da Guarda, cuja colheita de 2011 foi premiada com o galardão internacional «Best Air in the World» e é agora lançado numa edição exclusiva e limitada, custará 5 euros.
Ainda no Café Concerto, no dia 16 de Dezembro, haverá Funk, Reggae, Blues e Rock com Freetime Café. Freetime Café resulta da fusão de vários estilos musicais que vão desde a Bossa Nova até ao Rock, passando pelo Funk, Jazz, Blues, Reggae, Latin Rock. Com um repertório de temas originais, o grupo é constituído por quatro amigos oriundos da cidade da Covilhã: Ben Luc (voz e guitarra), João Carvalho (voz e guitarra), Luís Mugueiro (baixo) e Marinho (Bateria). O espectáculo está marcado para as 22h00, no Café Concerto. A entrada é livre.
Até 31 de Dezembro, a Galeria de Arte do TMG tem patente a exposição «À luz do sol», de Ana Pimentel.
A artista plástica vive e trabalha no Porto. É Licenciada em Artes Plásticas / Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e foi Bolseira da Fundação Noesis de Barcelona em Teruel / Espanha. O Espaço, o Tempo e a Identidade são 3 factores importantes para a compreensão da sua obra. As suas pinturas cooperam com colagens de cores alegres e com efeitos de calor e luz. São obras que reaproveitam matérias num estilo de «artesanalidade» urbana e em cruzamento de culturas e de memórias (viagens, lugares e até cheiros). A referência à cultura tradicional portuguesa está patente na sua obra.
A exposição tem entrada livre e pode ser visitada e pode ser visitada de terça à sexta das 16h às 19h e das 20h30 às 23h, aos sábados das 14h às 19h e das 20h30 às 23h e aos domingos das 14h às 19h.
plb (com TMG)

Como todo o objecto ritual, a pia baptismal encerra um simolismo geral, concretizado e completado pelo sentido particular atribuído à sua forma.

Pia Baptismal de Vilar Maior - Sabugal

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaA teologia da salvação insere-se pois num simbolismo que recorda a regeneração periódica do tempo e do mundo pela repetição dos arquétipos: «Cada novo ano retoma o tempo no seu início, repete a cosmogonia.» (M. Elíade) assim como o baptismo repete o baptismo de Cristo no Jordão e o ensinamento do primeiro capítulo do Génese de que Spiritus dei ferebetur super aquas.
Como as águas têm o poder de regenerar a vida porque nelas se banhou o deus solar, também as águas do baptismo têm o poder de regenerar os homens, porque foram tornadas fecundas pela união misteriosa entre Cristo e a sua Igreja, aquele como esposo, esta como noiva: «Hoje a Igreja uniu-se ao seu Esposo celeste, porque no Jordão, Cristo a purificou das suas faltas.» (antifona de Benedictus).
O elemento aquático está ligado ao feminino, tal como vimos, o solar ao masculino. A água é a Mãe-Terra geradora (mulher divina) ou a Serpente das águas.
A relação que se estabelece entre estes dois elementos – Masculino/Sol e Mãe/Água –, de fundo cosmológico, tem correspondência nos símbolos, onde vamos buscar os princípios necessários para os compreender, porque fazem parte do pathos, que o cristianismo recolheu da herança tradicional e do judaísmo primitivo.
Primeiro, porque o cristianismo não é o judaísmo tradicional, mas sim o profetismo e correntes semelhantes, em que predominam noções de pecado e de expiação, que se exprime na espiritualidade saturada de pathos, em que o Deus Senhor dos exércitos do judaísmo, se transforma no Messias do cristianismo como filho do homem que vai servir de vítima expiatória, persseguido, esperança e salvação dos pecadores. Foi esta concepção de Cristo como rompendo com a lei e ortodoxia judaica, que levou o cristianismo a retomar no estado puro muitos dos temas típicos da alma semita, que depois com o paulismo forma universalizados, independentemente das suas origens.
Porque o cristianismo primitivo era puramente espiritual e místico, não possuía simbolos cosmológicos. Na sua expansão encontrou as tradições das religiões antigas que utilizavam essa linguagem cósmica e, em grande parte, solar, e aceitou-as de forma a mais facilmente se universalizar.
Assim, doutrinalmente o cristianismo apresentou-se como uma forma de Dionismo, porque se formou essencialmente com vista a adaptar-se a um tipo humano de alma agitada, dilacerado, cedentrado na parte irracional do ser, pondo o ênfase na fé da salvação, retomando o tema plásgico-dionisiano dos deuses sacrificados que morrem e renascem à sombra das Grandes Mães.
Não é por acaso que a salvação no cristianismo se inicia por meio de uma mulher anunciada desde as origens e natural seja que o simbolo que a própria Igreja adoptou, fosse o da Mãe (Madre Igreja).
O orfismo favoreceu também a a aceitação do cristianismo no mundo antigo, como profanação da doutrina iniciática dos Mistérios e de outros cultos da decadência mediterrânica, em que existiam mitos de «salvação».
E destes mistérios, espécie de revelação primitiva, de simbolismo tradicional, o princípio sobrenatural foi concebido como «macho» e «fêmea», natureza e devir. No helenismo é masculino o «um» , o «que é em si mesmo», completo e suficiente; é feminina a díada, princípio diferente, o «outro» e portanto o desejo de movimento. No Induísmo, é masculino o espírito impassível – purusha- e feminina a prakti, matriz activa de toda a forma condicionada. Na tradição extremo-oriental este dualismo exprime-se por conceitos equivalentes, em que Yang – o princípio masculino – se encontra associado á virtude do céu e o Yin, princípio feminino, à terra.
É possível a partir daqui estabelecer, por analogia, uma relação inesgotável de oposições: Sol / Dia / Luz / Céu / Fecundação / Engendrar / Masculino / Imóvel / Espírito. Àgua / Noite / Trevas / Terra / Gestação / Conceber / Feminino / Móvel / Matéria.
Estes princípios, sendo opostos, superam-se, quando o princípio feminino, cuja natureza consiste em estar em relação com o outro, se orienta para a firmeza masculina. Esta sintese atinge-se quando o elemento feminino se «converte» ao masculino, que o leva a existir para o princípio oposto. Então, em termos metafísicos, a mulher torna-se «esposa», potência «geradora», que recebe do macho imóvel o primeiro princípio do movimento e forma, conforme também se encontra, de certa forma, no aristotelismo e no neoplatonismo.
E como o cristianismo teve, em particular, de assumir desde inicio a herança das confrarias artesanais, sobertudo dos contrutores, que utilizavam também nos seus trabalhos um simbolismo cosmológico, ligado às antigas religiões, não surpreende encontrarmos temas desse simbolismo também misturados na arte sagrada.
É por isso que esta simbologia ficou gravada também nos restantes simbolos da pia baptismal de Vilar Maior. O elemento Solar já o expliquei em anterior post, nos círculos concêntricos da base. O elemento Feminino e a água nas figuras femininas estilizadas junto ao rebordo, e na corda /serpente que divide dos círculos.
Estes elementos femininos representam a Mãe Virginal de todas as coisas que carrega o ceptro da fecundidade universal e relaciona-se à Vénus–Urânica e à Ishtar babilónica, considerada como a geradora das formas ideais ou os arquétipos a partir dos quais tudo se cria. O seu domínio é o oceano luminoso no qual se reflece o pensamento do criador, cujas ondas correspondem às Àguas do Génese, separadas pelo firmamento das àguas inferiores.
A própria cruz que também se encontra na pia baptismal é um simbolo desta união geradora. O traço horizontal – (sinal de subtração aritemética) é passivo, como a mulher que dorme e descansa no solo, o sentido da amplitude da extensão do mistério ao nível do nosso mundo. O traço vertical I é activo, como o homem de pé, desperto, consciente, o sentido da exaltação, da ascenção aos estadios superiores do Ser, ao céu. A actividade que atravessa a passividade, sugere uma ideia de fecundação, e filosoficamente a cruz diz respeito à união sexual de Deus unindo-se à natureza para engendrar o que é.
Como disse Monsenhor Landriot: «O simbolismo é uma ciência admirável que lança uma luz maravilhosa sobre os conhecimentos de Deus e do mundo criado, sobre as relações do criador com a sua obra, … a chave da alta teologia, da mística, da filosofia, da poesia e da estética e ciência das harmonias entre as diferentes partes do universo e que constituem um todo maravilhoso de que cada fragmento pressupõe o outro e reciprocamente, um centro de claridade, um foco de doutrina luminosa.»
De facto, os simbolos teológicos, apenas são compreensíveis, na maioria dos casos em referência a símbolos cosmológicos que lhes estão subjacentes e servem de suporte. E a arte, pela figuração, como a da pia baptismal de Vilar Maior, ajuda a explicar estes simbolos cosmológicos.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Um Raio de Sol em Nossas Vidas
O dia acordou enevoado e chuvoso. Mas, a pouco e pouco, foi-se alegrando, como que a confraternizar com a nossa alegria. Digo alegria porque era de alegria o ambiente que se vivia no nosso pavilhão cultural neste dia em que celebrámos a Festa de Natal.

No Lar S. Pedro fora grande a azáfama nos dias precedentes para preparar condignamente esta festa. Decorou-se o pavilhão, prepararam-se as mais diversas iguarias, ensaiou-se o coro que iria cantar durante a Missa, em suma, ninguém se furtou a esforços para que a Festa fosse um sucesso. E foi, em certa medida. A adesão foi significativa. Familiares, colaboradores, amigos, membros da autarquia, membros da direcção, todos ou quase todos compareceram para ajudar a alegrar os nossos velhinhos.
Pelas duas horas da tarde iniciou-se esta celebração com a Santa Missa. Seguiu-se a declamação de poemas alusivos ao lugar e à época. Depois, foi o ponto alto das festividades: a pedido da nossa animadora sociocultural, o coro infantil e o grupo de cordas de Vilar Formoso, a cargo dos maestros José Casanova e José António brindaram a assistência com um programa que fez vibrar de emoção todos os presentes. As vozes cristalinas das crianças lembravam o coro de anjos que glorificaram nos Céus o nascimento de Jesus.
Os nossos clientes estavam radiantes. E nós todos, emocionados.
Bem-hajam, pois, amigos de Vilar Formoso, pela alegria de que inundaram os nossos corações.
A seguir, com o coração alegre, o lanche ajantarado alegrou os paladares mais requintados. Comeu-se, bebeu-se cantou-se e bebeu-se dentro da mais completa harmonia.
Obrigado a todos, colaboradores, e amigos, por este dia.
A Direcção

JOAQUIM SAPINHO

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