Estou contigo Côa, e como deixei tudo para trás, relembro aqui, junto de ti, aquele poema singelo e desconhecido, mas intenso e profundo. Estranha, doce e sentida experiência…

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«Como um desmaio, um instante,
Outro sol inefável me deslumbra,
E todos os orbes conheci, e orbes mais brilhantes desconhecidos,
Um instante da futura terra, terra do céu.

Não posso estar acordado, porque nada me olha como antes
Ou então estou acordado pela primeira vez, e tudo antes foi simples sonho.»

Walt Whitman

Obrigado Côa!
«Paixão pelo Côa – fotografia», crónica de Carlos Marques

carlos3arabia@yahoo.com