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Quatro serviços do Hospital da Guarda atingiram graus de excelência de nível II e III, em 2010, no âmbito do Sistema Nacional de Avaliação dos Serviços de Saúde.

A agência Lusa, citando Adelaide Campos, directora clínica do Hospital Sousa Martins (HSM), unidade hospitalar que está integrada na Unidade Local de Saúde (ULS) informou que «os serviços de ortopedia, pediatria e obstetrícia estão todos no nível de excelência II, exceptuando o de ginecologia que está no nível III».
Adelaide Campos referiu ainda que os serviços do HSM avaliados no ano passado estão todos «com bom potencial de crescimento e de desenvolvimento».
Adiantou que a direcção da ULS da Guarda iniciou em 2011 a avaliação do serviço de cirurgia em ambulatório e a tendência é para, em 2012, ser proposta a avaliação da segurança no doente.
A responsável lembrou que a apreciação dos serviços do hospital foi iniciada em 2009, tendo a unidade de saúde integrado o projecto-piloto da ERS, que começou com cerca de 20 hospitais.
Segundo o sistema de avaliação aplicado pela Entidade Reguladora da Saúde (ERS), a classificação dos serviços é feita em três níveis: nível III (nível máximo de excelência clínica, prestador posicionado na categoria de classificação superior), nível II (nível médio de excelência, categoria de classificação intermédia) e nível I (categoria de classificação inferior).
plb

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A arqueóloga Maria João Santos visitou Vilar Maior com o intuito de verificar no local uma referência constante num artigo da revista Sabucale e deparou-se com o que parece ser uma nova descoberta. Numa laje junto à entrada do castelo pode ser visto, gravado na pedra, um jogo que se denomina «Alquerque de Nove» que remonta à época medieval desta vila do concelho do Sabugal.

Junta-se o texto que a arqueóloga Maria João Santos teve a gentileza de elaborar sobre o assunto para o Capeia Arraiana, com o intuito de assim contribuir para dar a conhecer mais este achado arqueológico que, obviamente, vem acrescentar valor histórico à localidade. Pretende-se também alertar para a necessidade de proteger, não só esta gravura, mas todos os achados arqueológicos recentemente postos a descoberto pelos trabalhos realizados, de forma a permitir a sua preservação como objecto de estudo e testemunho de interesse histórico para Vilar Maior e para o Concelho do Sabugal.
Kim Tomé

O Alquerque de Nove de Vilar Maior: apontamento de uma vivência medieval
As recentes escavações realizadas junto ao Castelo de Vilar Maior, cujos resultados aguardamos que sejam publicados em breve pelo importante conjunto de novos dados que certamente proporcionarão, colocaram a descoberto, junto à entrada da porta principal da fortificação, um motivo quadrangular gravado no próprio afloramento granítico, que cremos interessante dar a conhecer, ao constituir mais um pequeno vislumbre da vivência passada deste sítio que importa preservar.
A breve visita que empreendemos, guiada pela Professora Delfina de Vilar Maior, foi motivada pelo interesse que suscitaram as gravuras rupestres recentemente publicadas por Osório e Pernadas (2011: 35-34) no último número da revista Sabucale. Ao determo-nos na observação das sondagens abertas pelos recentes trabalhos arqueológicos no local, foi possível identificar este outro motivo (fig. 1 e 2), gravado no afloramento granítico junto à Porta do castelo e relacionado com a vivência medieval desta fortificação.
Trata-se de um jogo, designado como «alquerque de nove». Derivado do árabe, «pedra pequena», o alquerque, diz respeito a uma família de jogos, diferentes entre si, mas que têm em comum a utilização, como fichas, de pequenas pedras ou inclusivamente fragmentos de cerâmica afeiçoados, que os jogadores movem ao longo das linhas marcadas.
O alquerque de nove, em concreto, remonta a sua origem à Antiguidade, sendo um dos passatempos favoritos dos soldados romanos, o ludus latrunculi, o que irá favorecer muitíssimo a sua difusão por todo o território europeu. Este tipo de jogos parece adquirir, porém, ainda mais popularidade durante a Idade Média (fig. 3), sendo gravados em praticamente todos os lugares onde o ócio o permitia.
Trata-se de um jogo de estratégia, ainda hoje com muitos adeptos e que encontramos mesmo em várias versões digitais on-line, sendo, por exemplo, conhecido em Espanha, Itália e Alemanha, como «jogo do moinho», em França por «marelles de neuf» e em Inglaterra, como «nine men’s morris». Cada jogador dispõe de nove peças e em cada jogada, coloca uma delas em qualquer ponto de intersecção vazio, com o objectivo de conseguir colocar três das suas peças em linha, ao mesmo tempo que deve evitar que o adversário consiga fazer o mesmo. Quando um jogador coloca três peças em linha, faz um «moinho» e adquire o direito de retirar uma peça ao adversário, impedindo-o assim de fazer a sua própria linha. Quando um jogador reduz o adversário a duas peças e consegue bloqueá-lo, ganha o jogo.
São numerosos os exemplos, semelhantes aos de Vilar Maior, gravados tanto em castelos e fortalezas medievais – como o Castelo de Mogueira, em Resende, onde se reconhecem inclusivamente dois conjuntos de covinhas, respectivamente de sete e de nove, seguramente destinadas à colocação das fichas de jogo (fig. 4) (Correia Santos, in prensa) o Monte Lobería, em Vilanova de Arousa, Pontevedra ou o Castelo da Raiña Loba, em Santiago de Covas, Ourense (fig. 5) –, como em edifícios religiosos, geralmente situados nas bancadas adossadas aos muros laterais, mais afastados do altar (Costas Goberna & Hidalgo Cuñarro, 1997: 32-37), aparentemente como forma de entretenimento enquanto se esperava o início da missa (fig. 6). Um dos exemplos mais paradigmáticos em território português será o claustro da igreja de Santa Maria de Oliveira de Guimarães, actualmente convertida no Museu Nacional Alberto Sampaio, com um total de 15 tabuleiros gravados.
Pelo que foi permitido observar poderemos acreditar que as escavações realizadas em Vilar Maior poderão trazer ao nosso conhecimento outros vestígios de importância relevante, sendo de todo o interesse cientifico, cultural e concelhio, dar a conhecer à comunidade, preservar e acautelar as descobertas que venham a ocorrer.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
Correia Santos, in prensa:
Correia Santos, M. J. (in prensa) “ La arqueología, lo real y el imaginário: el caso del santuario rupestre de Mogueira”, Madrider Mitteilungen, 52
Costas Goberna, Hidalgo Cuñarro, 1997:
Costas Goberna, F. J., Hidalgo Cuñarro, J. M. (1997) Los juegos de tablero en Galicia. Aproximación a los juegos sobre tableros en piedra desde la antigüedad clásica hasta el medievo, Artes Gráficas Vicus, S.L. Vigo
Fernández Ibáñez, Seara Carballo, 1997:
Fernández Ibáñez, C., Seara Carballo, A. (1997) “Un “tablero de juego de época medieval grabado en “O Castelo da Raiña Loba” (Ourense)”, Castrelos, Museo Municipal “Quiñones de León” de Vigo, tomo 9-10 (1996-97), pp. 149-160
García Morengos, 1977:
García Morengos, P. (1977) Libro de ajedrex, dados y tablas de Alfonso X el Sabio, Publicaciones de Patrimonio Nacional, Madrid
Osório, Pernadas, 2011: http://coimbra.academia.edu/MarcosOsorio/Papers/1100543/Gravura_rupestre_em_rochedo_defronte_do_castelo_de_Vilar_Maior._Sabucale._3._Sabugal._2011_p._25-34
Maria João Correia Santos (Instituto Arqueológico Alemão)

É um impulso incontido! A ruralidade chama-me, acaricia-me a alma, devolve-me os sítios e as pessoas. Impõe-me o regresso…

Fernando Capelo - «Terras do Jarmelo»Em retornos sucessivos encontrei, muitas vezes, o meu velho amigo Matias da Silva. Desapareceu quando contava noventa e tal e, com ele, partiram pedaços importantes da minha vivência rural.
Era um velho guardador de memórias e um fascinante contador de histórias com quem eu tinha o hábito e o gosto de conversar. Ele não se fechava o dia todo a sacudir o pó dos seus velhos contos. Antes pelo contrário. O Silva gostava de sair e de expor «in lóco» as suas teorias.
Guiava-me, assim, com frequência e, ambos, fazíamos percursos de memória rendilhada. Seguíamos ruas e quelhas indagando carismas e segredos. Vencíamos veredas, contornávamos granitos e interpretávamos sombras. Ele foi o que, modernamente, poderíamos chamar «o meu GPS». Com a sua voz calma e rouca guiava-me os passos sem dar demasiada importância à cor dos dias. Os dois rompíamos nevoeiros ou claridades para desvendar os mais ínfimos lugares. Falava da história dos sítios e do significado das pedras. Explicava o anglo dos caminhos e adivinhava o sol e a chuva!
Com ele continuo, ainda hoje, a sair em pensamento! Relembro-lhe as sugestões, conselhos e pareceres.
Voltei, ontem, a perder-me, acompanhado pela sua recordação. Repeti uma das visitas como se ele me guiasse, parando em cada esquina. Abriu-se-me, de novo, a boca de espanto, mediante recordações antigas que, paradoxalmente, me parecerão eternamente novas.
Regressei ao Largo do Cruzeiro onde se situava a sua tasca agora encerrada, não só por défice de clientes mas também por falta de tasqueiro. Revisitei o recanto do Largo onde os caldeireiros gastavam dias e semanas martelando latas e chumbando os fundos aos caldeiros. Subi depois. Voltei a subir a única rua da aldeia e, como se sonhasse, voltei a pedir opinião ao Silva. Puxou-me, ele, de novo, pela rua esconsa até à subida para a velha capela, testemunha perene desde os primórdios da nacionalidade.
Desci, por fim, a caminho da minha velha casa reconstruída sobre mais de centena e meia de anos, no início da única rua que, engordando bastante, permite, ao meio, o tal Largo do Cruzeiro. Relembrei vinhos e bebedores, tremoços e comedores, aguardentes, obreiros de alambiques, sítios e épocas de destilação.
Fazia-se a aguardente no «Cabanal das Aguardentes». Incendiavam-se as noites com enormes fogueiras e as gargantas com bagaços quentes. Queimavam-se engaços. Aproveitavam-se as brasas (colossais) para assar chouriças, carnes e farinheiros.
Relembrei sabores e odores e recordei as histórias picantes do velho tasqueiro, porque ele sabia muitas e das boas!
Tal como noutros tempos ouvi o som corrido da água do audível ribeiro. E veio-me á ideia que o Silva foi, ele próprio, uma fonte viva. A sua recordação ficará (no meu sempre) à bica dos lugares que, por cá, têm história.
Aqui o trago hoje, ao meu velho amigo Matias da Silva, como embaixador de histórias e sabedorias. E, na figura dele, pretendo homenagear, também, todos os homens e mulheres da minha ruralidade.
«Terras do Jarmelo», crónica de Fernando Capelo

Como todo o objecto ritual, a pia baptismal encerra um simolismo geral, concretizado e completado pelo sentido particular atribuído à sua forma.

Pia Baptismal de Vilar Maior - Sabugal

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaA pedra em que é feita simboliza a perenidade, a àgua a regeneração. A pia sendo constituída por uma bacia de água redonda, oval ou octogonal, ou por uma concha, representa o oceano primordial, as àguas da Génese, em que o espírito de Deus pairava para obter a criação. È em função a essas águas, que a pia baptismal possui o poder de operar a regeneração, uma recriação.
Oval, como o ovo cósmico, resumo da criação total que se repete analogicamente no nascimento e renascimento de cada indivíduo, imagem da renovação perpétua da vida; Octogonal, porque oito é um número sagrado do cristianismo (oito beatitudes que definem o reino dos céus, o número do oitavo céu – o empíreo -, a oitava cor – branco, a veste dos neófitos -, oito é numero de pontas da Stela Maris, sinal do espírito sobre as águas), concha, porque lembra a matriz universal, que é o continente das àguas originais e dos germes dos seres; evoca o o abismo obscuro da energia criadora, emblema do segundo nascimento; oval, como uma pérola tida como produzida pelo relâmpago penetrando a ostra, fruto da união da água e Fogo, evocando a concha o baptismo na água e a pérola o baptismo no fogo, o nascimento de cristo na alma pelo baptismo do fogo.
O símbolo Solar de Cristo e o simbolismo aquático da pia de baptismo estão relacionados:
– São Macário fala da Luz inefável que é o senhor como «pérola celeste» e do baptismo como «o mergulho que extrai a pedra do mar. Mergulhai (pelo baptismo) extraí da água a pureza que se encontra nela como a péroloa da qual saíu a coroa da Divindade». Dionísio, o Areopagita com o baptismo a «matriz da geração» e a fonte da vida que nos alimenta espiritualmente. Esta fons vitae, e a que britava no meio do Éden, do templo de Jerusalém, nas visões de Ezequiel (13.1) e de Zacarias (13.1) e que foi vista surgir do corpo divino, no gólgota (sô João, 19, 34), essa fonte de àgua e sangue – de fogo- que dá vida eterna e fonte espiritual para o mundo: «Quem tem sede, que venha a mim e beba, e do seu seio brotarão rios de àgua viva» (S. João, 7, 37-38);
– O Baptismo é um rito de regeneração, de recriação espiritual, faz o neófito participar na morte e ressureição de Cristo e na Igreja Universal: «Sepultados com Cristo no baptismo, no baptismo ressuscitastes com Ele pela fé na potência de Deus que o ressuscitou dos mortos» (col.2.12).
O gesto central neste ritual é a emersão na água, que simboliza, como já referimos numa primeira parte deste estudo, a entrada no túmulo, a morte de homem velho; e imersão da àgua que simboliza a ressureição o nascimento do homem novo. O homem pecador é simbólicamente destruído restituído ao estado informe do caos e renasce um homem novo por acção da luz primoridial, correspondendo ao fiat lux da criação original, numa alusão ao Espírito de Deus cobrindo as àguas primordiais e ao dilúvio, imagem de regeneração.
Esta ligação da simbologia solar à aquática estava mais patente na cerimónia perliminar do ritual antigo do baptismo, que já despareceu no ociedente, quando o recipiendário abjurava satanás de mãos estendidas para ociedente, império das trevas, onde se punha o Sol, e consagrava-se de mãos esendidas para oriente, ponto onde renasce Cristo, o Sol.
O banho baptismal é simultaneamente um banho aquático e solar, em que o neófito é baptizado na água e no fogo, sai da água «filho da luz» (Epif.5,8), como quando o sol renasce sobre as águas do mar e que São Gregório Nazanieno referia ao dizer que as águas iluminadas pelo Sol renascente regeneram os novos baptizados que «foram encontrados pelo raio do Sol da única Divindade».
Esta simbologia solar e aquática do baptismo como nascimento espiritual, traduzia-se também nos ritos orientais da epifania cristã, perdidos na a liturgia ocidental, que também era uma festividade do fogo e das águas, em que se realizava uma procissão com archotes, a benção das águas e das fontes, banho comum dos crentes nos rios e fontes santificados, infusão na água de um carvão incandescente, incensamento da água, crisma sagrado, colocação na água de uma cabaça com cinco velas acesas, e regresso à igreja onde se benzia a água baptismal.
A própria benção das águas no rito maronita interpreta o baptismo de Jesus no Jordão também como simbologia solar e aquática: «Naquela noite, o rio Jordão tornou-se ardente de calor, quando desceu a chama (Jesus) para se lavar nas suas ondas. Naquela noite, o rio pôs-se a fervilhar e as suas àguas entrechocaram-se, para serem abençoadas pelos passos do Altíssimo, que vinha ao Baptismo…»
Esta associação da água e do fogo, assemelha-se à doutrina romana do Sol Invictus, e convém lembrar, já vem do oriente não-cristão, em que o solestício de inverno, em que se inicia o renascimento da natureza, era festejado com celebrações epeciais. No Egipto celebravam-se as festividade de Osiris, em que se chorava a morte de Osiris-Sol morrendo no solstício e depois renascia como Harpócrates, Sol-Nascente. Por essa ocasião havia uma procissão com archotes e a água do Nilo transformava-se em vinho e que também é a origem da «festividade da imersão» dos coptas actuais.
Esta religião solar dos antigos, ensinava que o fogo, princípio derivado do Sol, para produzir renovação, a vegetação e a vida universal, se unia à Terra, mas também em primeiro lugar à Água. Nessa fase, o deus solar deve entrar em luta contra o poder das trevas, o qual assume a forma de um dragão que se oculta nas águas; O banho do deus solar destrói o dragão, princípio da morte, e unindo-se às àguas, fecunda-as e permite assim a renovação. Esquema este que já se encontrava na Babilónia, onde Marduque, montado no carro solar, derrota Tiamate, e na India, onde Indra derruba a serpente Vruta que conserva as águas prisioneiras, e na Grécia, onde Apolo vence a grande serpente Pitan e que por intermédio hebraico da luta do Senhor Deus contra o monstro Rahab, chega ao cristianismo: «Naquele momento, com a sua pesada e forte espada, o senhor vingar-se-á da idra, sepente fugidía da idra, serpente Sinuosa, e matará o dragão que está no mar.» (Isaías 27, 1).
A benção das águas no rito arménio também faz alusão a esta luta: «Chegado à margem do Jordão, Teu filho viu o Dragão oculto na água, abrindo as goelas impaciente, para tragar o género humano. Mas o teu filho único, pelo seu grande poder, pisou as àguas sob os seus pés e castigou duramente a fera vigorosa em conformidade com a predição do profeta: Esmagaste sob as águas a cabeça do dragão.»
Existe portanto um paralelismo entre a renovação cósmica da natureza pelo Sol visível, que fecunda as águas e a renovação do homem pela encarnação do verbo, Sol intelegível, que nos deu o baptismo, sinal de regeneração.
(Continua.)
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

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