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Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaO branco tule da neblina envolvia a Rebolosa enquanto o sino tocava alegremente em homenagem à Santa Catarina. Também os foguetes nos lembravam que era dia de festa. Fomos amavelmente recebidos pelo Sr. Presidente da Junta sorrindo, como sempre, e sondámos o seu pulsar. Não há dúvida que o coração da terra palpitava no seu olhar, ao falar-nos do orgulho que sente por estar à frente dos destinos desta Aldeia lutadora.

REBOLOSA

A meio da manhã
O Sol adoça a aldeia em festa
Aquecendo os feirantes
Tal como os acompanhantes
Turistas…e possíveis conquistas.

Então não era nas feiras
Nas festas e romarias
Que se descobriam amores
Não era dali que os Senhores
Davam sua permissão?

A Permissão na Rebolosa
Segundo reza a história
É a tal carta passada
Pelo Alcalde certificada
Para o porquinho matar.

Porquinho criado ali
Com farinhas, cereais
Que carne! Que maravilha
A assar na brasa, quentinha
Francamente a nos chamar!

Pãozinho daquele bom
Gentes sãs que acarinham
Carnes de todos os pores
Comidas de tantos sabores
O convívio a aumentar.

E dou comigo a pensar
Nesta terra, a Rebolosa.
Parece distante do Centro
E tanto que tem lá dentro
Como Rei se fez explicar.

Pois é ele, desta vez
O Presidente actual
Que nos recebeu de mão cheia
Pois há ali pé-de-meia
Numa terra abençoada.

Habitantes, mais de duzentos
Mas de tudo ali encontro
Uma Aldeia a lutar
A produzir, a criar
P´ra sua terra crescer.

Sobreviver ao silêncio
Aos lutos da interioridade
Para que a vida não se esfume
E ali a fogueira, o lume
Mostrarem que vale a pena.

E o Presidente continua
Que saneamento já tem
Ruas limpas, calcetadas
E vemos Peñas animadas
Com músicas em chamamento.

Chamamento para os jovens
Outro sonho a descobrir
Na Luta está a Autarquia
Que tudo deseja, tudo cria
Para que os jovens não emigrem.

E a Capeia Arraiana
O ex-líbris da zona
É pensada também para aqui
Tal como eu percebi
Pois que espaço já não falta.

Então a festa será valente
Mais ainda do que é
Lugar de melhor encontro
Tal como vi e vos conto
Para animar Rebolosa.

Rebolosa terra viva
Em luta pelo futuro
Não quer morrer de solidão
Pensa estruturas para o Verão
Para todos se banharem.

Sim, praia fluvial é sonho
Espaços verdes, água fresca
Que se quer realidade
Trazer trabalho de verdade
Para todos abranger.

Tocadores de realejo
Acordeonistas de garra
Anseiam pelo Encontro
E por isso aqui aponto
Pelo que vale lutar.

E a Câmara também ali esteve
O Presidente Robalo
Em seu apoio de Autarca
E isto também nos marca
Que a Autarquia acompanha.

Acompanha e apoia
Como fica bom de ver
E motiva Vereadores
Dr. Marques, outros Senhores
Que marcaram sua presença.

É isso que alicia
Vir à Raia, gente querida
E a Localvisão está sempre
Com Paula Pinto à frente
Da Câmara a comentar.

E fomos de volta à Peña»
Onde o Paulo nos recebeu
E a jeropiga provámos
E também quase dançámos
Na animação do encontro.

Então o cafezinho quente
Reúne gentes amigas
E a lareira acolhedora
Recebe os de cá ou de fora
A aquecer o coração.

«Eu morro à sede
Não há por aí uma pinga?»
Registei na brincadeira
Gosto de escrever à maneira
Para a todos agradar.

E que mais posso dizer?
Que na Rebolosa há vida
Por isso gostámos de estar
Conviver e petiscar
Como em nossa casa estando.

Parabéns Rebolosa

«O Cheiro das Palavras», poesia de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

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Grandes notícias na aldeia: a junta tem instalações novas, os chafarizes e outro património foram valorizados, as instituições locais fazem as suas assembleias gerais de fim de ano, uma eleitoral e a outra para aprovação do plano e orçamento para o próximo ano.

É fim do ano e, naturalmente, as assembleias gerais são momentos importantes desta época por todo o País e no Casteleiro também.
No caso do Lar São Salvador, a assembleia é eleitoral. Realiza-se no dia 11, domingo, das 10 às 18 horas.
No Centro de Animação Cultural, onde houve eleições há ano e meio, a assembleia vai realizar-se a 10, às 20 horas, tendo como ponto central da ordem de trabalhos a apresentação, discussão e votação do Orçamento e Plano de Actividades para o ano de 2012.
Registo com especial carinho o facto de a Junta ter decidido valorizar o nosso património, iluminando as fontes e uma das capelas que estava mais às escuras: «Com o objectivo de valorização do património edificado da aldeia, a Junta de Freguesia procedeu à instalação de um sistema de iluminação em todas as fontes e ainda na Capela do Reduto».
Quanto à vitória recente da Junta de Freguesia, resumo-a numa frase:
– Parabéns, Tó Zé (António José Marques) e restante equipa: cumpriram o sonho de muitos de nós desde tempos imemoriais.
Ou seja: a JF adquiriu as suas próprias instalações, deixando de ser hóspede seja do Centro, seja da antiga escola masculina seja de terceiros.
No Largo de São Francisco, bem no centro da terra, na antiga casa dos Mourinha, vai ser a nova sede da Junta, depois de obras necessárias de reabilitação.
Mas vai ser uma sede digna e bem central.
Toda a gente fica satisfeita com esta aquisição, certamente.
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

«A consciência da nossa identidade como povo obriga ao conhecimento da nossa – Cultura Rústica – não apenas das suas manifestações vivas, mas também das suas formas periclitantes ou que vivem tão-somente na memória dos mais velhos»; Michel Giacometti.

Nasceu em Janeiro de 1929 em Ajaccio – Córsega. Criado por um tio a desempenhar funções coloniais, partilha o seu universo infantil com crianças de origem espanhola e árabe.
Nos anos de 1947-1952 realiza em Paris estudos de música e arte dramática. Fundou e dirigiu revistas culturais e de poesia. Cria uma Companhia de Teatro e participa em vários estágios de arte dramática.
Viajou pelo Norte da Europa e participou em cursos de etnografia. Em todas as Ilhas da Zona Mediterrânica investiga as tradições populares.
Em boa data de 1959 veio para Portugal onde iniciou um trabalho impar e militante de investigação cultural e popular dos portugueses. Faz uma recolha musical e etnográfica e não dispõem de apoios. Mune-se de microfone e gravador com uma velha carrinha percorre este País agrícola e com muitos tradicionalismos na recolha de valores musicais populares.
Inicia a primeira campanha em 1970 no Baixo Alentejo e Algarve, percorrendo diversas aldeias.
No mesmo ano faz uma digressão pelo Alto Alentejo e visita Malpica do Tejo na Beira Baixa.
Em 1971 inicia a terceira digressão à Idanha-a-Nova – Beira Baixa. Os contactos com Fernando Paulouro, jornalista, actual Director do Jornal do Fundão e seus apoios, passam a dedicar aqui uma maior atenção. Capta a imagem e a voz de Catarina a «Chita» de Alcongosta. Regista os sons e o despique dos Bombos de Lavacolhos com os do Souto da Casa.
Em Aldeia de Joanes faz um documentário das ceifas e das sachas do milho, além de Cânticos da Quaresma nas traseiras da Casa do Cruz. Participam nestas gravações as gentes de Aldeia de Joanes cujos nomes vou registar para ficarem para memória futura. Cantaram e participaram nos trabalhos rurais: Esperança Veríssimo, Filomena Ramos, João Mendes, António Manuel Ramos, Maria da Conceição Lambelho, Francisco Marques da Cruz, Jerónimo Bernardo Lambelho, Maria do Carmo Lambelho, Ana Gonçalves de Oliveira, Etelvina Monteiro, Esperança Lambelho, José Oliveira Marques, Albino Simão Ramos, Ana Almeida e Glória Roxo Campos.
A quarta digressão é passada em Trás-os- Montes, Minho e Douro Litoral. Fez uma profunda investigação em mais de sessenta campanhas, percorreu mais de seiscentas e cinquenta povoações e recolheu mais de duas mil espécimes musicais.
A sua passagem por Aldeia de Joanes ainda está bem viva e ainda há tempos foi recordado com a exibição do documentário gravado e filmado com as suas gentes.
A Assembleia de Freguesia de Aldeia de Joanes, por unanimidade, atribui-lhe o nome de uma rua em homenagem e prova de reconhecimento por ter dado a conhecer ao mundo as canções musicais através do programa da RTP, «O POVO QUE CANTA».
Giacometti foi um génio da etnografia e da musicologia do Povo de Portugal. «O POVO QUE CANTA», nunca o esquecerá e está vivo na sua memória.
Ainda não está tudo descoberto da sua obra. Foi um romântico, um pesquisador que palmilhou os caminhos do nosso universo sonoro, à procura de tesouros, com um calendário agrícola e cristão.
No dia 24 de Novembro de 1990 faleceu em Faro. Por sua vontade está a descansar em Paz na Freguesia de Peroguarda no Alentejo.
Bem hajas caro Michel Giacometti.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

«O homem vendido por outro pode não ser escravo; o que se vendeu a si mesmo, esse é o escravo absoluto.» Ruskin, John.

Comemora-se hoje o dia internacional para abolição da escravatura. A história da escravatura perde-se na bruma dos tempos. Mas, podemos situá-la desde o surgimento do homem! Em todas as partes do mundo, desde sempre, os vencidos eram feitos escravos pelos vencedores. Referências a este fenómeno temo-las em muitos e variados testemunhos escritos desde a antiguidade.
Portugal foi um dos primeiros povos europeus a traficar escravos de África para a América do Sul (Brasil), seguindo-se os espanhóis, franceses, ingleses… Os descobrimentos, a necessidade de mão de obra, o lucro… levou a que, milhões de africanos negros, fossem traficados para as Américas. Transportados pelos célebres Barcos Tumbeiros (de tumba), já que grande parte deles acabava por morrer nos dois meses que durava a travessia do Atlântico, por falta de higiene, fraca nutrição e variadas doenças…
Em Portugal, o Marquês de Pombal, através do Alvará de 12 de Fevereiro de 1761, abolia a escravatura no reino continental. Era a primeira lei contra a escravatura. E dava seguimento às ideias difundidas pelo iluminismo do séc. XVIII. Contudo, as leis do abolicionismo aparecerão no séc. XIX. Em 1807, a 25 de Março, o Slave Trade Act, declarava ilegal todo o tráfico de escravos. Mas é com o Marquês de Sá da Bandeira que, por decreto, «abolia totalmente, em toda a monarquia portuguesa o tráfico de escravos». Abolir o tráfico não significava acabar com a escravatura. Contudo, eram os ventos nascidos com a revolução francesa que sopravam. E os princípios de Igualdade e Liberdade não se adequavam com a condição da escravatura.
Em 25 de Julho de 1849, no tratado luso-britânico declarava ser pirataria o tráfico de escravos.
Em Portugal, a 25 de Fevereiro de 1869 declarava-se abolição total.
Costumamos olhar para este assunto com uma espécie de afastamento no tempo. Recordamos uma série de filmes e telenovelas brasileiras, e ficamos convictos que isso foi no tempo da outra senhora! Trago, hoje, este assunto, porque ele não é de outrora. A escravatura está hoje bem viva e presente nos nossos dias!
A escravatura, já não se cinge aos homens e mulheres de cor negra levados para as Américas. Ela é, hoje, a escravatura de mulheres com destino ao comércio do sexo. De crianças, para trabalhar em minas… De trabalhadores escravizados em explorações agrícolas… Basta abrir o jornal, para nos apercebermos de que a escravatura está viva!
Mas trago este assunto, hoje, também, porque novas formas de escravatura vão aparecendo. Caminhamos para uma sociedade perigosa. Em que o capital volta a ditar regras, disfarçadas de democráticas e que nos vão empurrando para uma sociedade cada vez mais controlada e asfixiada de liberdade. Os povos passam a ser dominados por governos sem rosto, impondo obrigações que se tornarão ditames escravizantes.
A escravatura moderna não precisa de capatazes, nem de capitães do mato. A escravatura moderna embala-nos em ilusões de empregos, de saúde e educação para todos, de justiça e igualdade! Quem nos escraviza não é o branco, nem o negro, nem o amarelo. Quem nos escraviza não tem rosto nem cor. Quem nos escraviza não nos comprou, limitámo-nos a vendermo-nos.
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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