You are currently browsing the daily archive for Sexta-feira, 25 Novembro, 2011.

A Presidência da República anunciou hoje, 25 de Novembro, a promulgação do diploma legal que prevê a cobrança de portagens nos lanços e sublanços das auto-estradas SCUT do Algarve, da Beira Interior, do Interior Norte e da Beira Litoral/Beira Alta.

O regime de cobrança de taxas de portagem nas SCUT «foi promulgado em 16 de Novembro, aguardando ainda publicação no Diário da República», lê-se numa nota divulgada no portal on-line da Presidência da República.
Prevê-se para os próximos dias a publicação do Decreto-Lei no Diário da República, de modo a entrar em vigor, dando início à cobrança das portagens.
A delonga na cobrança, que o governo em funções anunciou para breve, deveu-se a dúvidas de Cavaco Silva e respectivos pedidos de esclarecimento ao governo sobre o diploma em questão.
A promulgação presidencial motivou uma imediata reacção por parte da Comissão de Utentes Contra as Portagens na A25, A24 e A23, que convocou para o dia 2 de Dezembro (sexta-feira) uma marcha lenta na A25, com partida de Viseu, às 17 horas.
Francisco Almeida, da Comissão, diz que o Presidente da República «fez mal e a sua decisão é frontalmente incoerente com os seus recentes discursos sobre a necessidade de políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento do interior. É caso para dizer – “bem prega Frei Tomás” ou ainda “ olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço”».
Entretanto, a nível operacional, está tudo a postos para a cobrança através dos pórticos instalados nas auto-estradas.
As portagens nas ex-SCUT passarão a ser cobradas através de pagamento automático, o qual funciona nos mesmos termos que têm funcionando os identificadores Via Verde (que também servem para as novas auto-estradas a portajar). As passagens serão debitadas directamente na conta bancária do utilizador, sem necessidade de se deslocar para realizar pagamentos de facturas ou carregamentos.
Uma via alternativa ao pagamento automático é o pré-pagamento com identificação do proprietário do veículo, que consiste na criação de um pré-pago onde serão realizados pré-carregamentos de saldo, que serão utilizados aquando da passagem nos pórticos.
Uma terceira alternativa é o chamado pré-pagamento anónimo, que consiste na criação de um pré-pago associado a um dispositivo electrónico temporário. Neste sistema, serão realizados pré-carregamentos de saldo que posteriormente serão utilizados aquando da passagem nos pórticos das vias com cobrança electrónica. O pré-carregamento tem um prazo de validade de 90 dias.
Os veículos sem dispositivo electrónico também podem circular, devendo, nesse caso, a cobrança da taxa de portagem ser necessariamente realizada com recurso à imagem da matrícula do veículo, devendo ser regularizada no regime de pós-pagamento, junto dos balcões dos CTT e da rede Payshop até 5 dias úteis após a passagem. Esta alternativa não está disponível para os veículos com matrícula estrangeira.
plb

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Há momentos na vida que esta devia fazer uma paragem, por diversos circunstancialismos. Assistir ao funeral do Padre Mário, no Fundão devia ser um desses momentos, mas é assim este ciclo. Senti-me comovido, emocionado e no final das cerimónias fúnebres um grande vazio.

Cedo entrei na Igreja Matiz do Fundão, depois de apresentar condolências, foi sentar-me no último banco daquele templo. Iniciou-se a recitação do terço, tendo como dinamizador o Bispo Emérito da Guarda – D. António dos Santos, que acompanhei, todos os presentes acompanharam, enchendo-me a alma ao ver esta atitude de um ex-representante da Diocese. Respirava-se um grande silêncio. Entretanto um grupo de Irmãos da Santa Casa da Misericórdia, faz uma vigilância junto dos restos mortais do Padre Mário. A hora da Eucaristia rapidamente chegou. Pela coxia central da Igreja avançava o cortejo de mais de cinquenta sacerdotes, dois diáconos sendo encerrado pelos Bispos D. Manuel Felício e D. António dos Santos. Observei no rosto do Bispo da Guarda dor e tristeza. Enquanto se deslocavam para o altar, o Grupo Coral, sob a batuta do Maestro Geada entoava o cântico da aleluia, seguida do salmo: «os que temem o Senhor é grande a sua misericórdia e vinde benditos do meu Pai, receber a herança do meu Pai».
Os Bombeiros Voluntários do Fundão faziam a guarda de honra a um dos seus homens que há vinte e cinco anos os acompanhou como capelão, como assistente religioso.
A primeira leitura é feita pelo Presidente da Câmara Municipal do Fundão, aliás todo o executivo ali estava presente. O Diácono Francisco Lambelho fez a leitura do Evangelho de S. João.
D. Manuel Felício tomou a palavra e dirigiu-se aos inúmeros assistentes. A sua intervenção sintetiza-se numa frase: «O Cónego Mário foi um grande modelo de virtudes humanas e sacerdotais». Realçou as diversas instituições em que o Cónego Mário se dedicou de alma e coração. Deixou-nos um testamento espiritual e humano. Contando com Jesus Cristo Ressuscitado, viveu dando-se ao serviço dos outros. Viveu com paixão a sua vocação sacerdotal. Viveu sessenta e um anos de sacerdócio em diversos serviços. A maior parte do tempo passou-o no Fundão, a sua terra adoptiva e que pediu para aqui ser sepultado. Viveu com grande amor ao Seminário onde desempenhou diversas actividades. Louvemos o Senhor por este sacerdote que teve a capacidade de dar, de ajudar, da sua prudência, do bom conselheiro, com ajuda preciosa para a Diocese da Guarda.
Todos precisamos da misericórdia de Deus e vamos pedi-la. Na fé ganha-se não se perde. Esta é a verdade de que o Cónego Mário vai continuar no meio de nós.
A Oração dos Fiéis foi concretizada pelo Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Fundão, de quem o Padre Mário era o Presidente da Assembleia Geral.
A oração dos Fiéis Defuntos foi feita pelo actual Reitor do Seminário do Fundão, que pronunciou o nome completo do Padre Mário de Almeida Gonçalves, pedindo a misericórdia divina à sua alma.
No final das Cerimónias Religiosas, o Presidente da Associação dos Antigos Alunos dos Seminários do Fundão e Guarda, que traçou o percurso do Padre Mário, que também pronunciou o seu nome completo, principalmente na Associação e na missão dos Bombeiros, salientando algumas frases chaves que durante alguns anos lhes dirigiu. Terminou recitando um poema recolhido do seu bloco de notas: «Tenho uma viagem marcada / Quando a faço, não sei / Do que tenho, não levo nada / Só levo o que dei».
Transcrevo as palavras que meu irmão me mandou como comentário ao artigo que lhe enviei sobre o Padre Mário: «Há mortos que vivem todos os dias vivos e há vivos que estão mortos todos os dias». O Padre Mário de Almeida Gonçalves está sempre vivo.
António Alves Fernandes – Aldeia de Joanes

Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaEis que chegou a tua vez Marialva, de versejar a meu jeito e dizer como o teu passado honra tuas gentes e as tuas memórias. É o «repouso do guerreiro» que nos suspende o respirar, pela altivez serena e triunfante com que dominas, abraças e vigias teus filhos e senhores. Quem pode ficar indiferente à tua majestade e magnitude no teu simples olhar de cima, carinhoso, os teus vassalos?

Marialva

MARIALVA

Se com romanos eras Civitas Aravorum
Com Adriano e Trajano te ampliaste
Dominavas então a estrada romana
Mas invasões Visigótica e muçulmana
À época, tão danificado ficaste.

Mas o Primeiro Afonso foral passou
E tuas muralhas a essa época remontam
Para que seu reino ali se povoasse
Dando regalias a quem se fixasse
E os documentos assim é que nos contam.

E eis que D. Sancho ainda mais fez
P’ra vila envolver muros ampliou
D. Afonso II, veio Foral confirmar
Fez as obras do castelo continuar
E de Alcanizes também beneficiou.

D. Dinis, como já nós conhecemos bem
Na sua estratégica visão de saber
Criando feiras o comércio aumentou
E dessa forma ainda mais povoou
Numa vila q’ assim, cresceu a bom crescer.

Mais diz a história ou lenda que Fernando Magno
Te conquistou p’ra Cristandade com nome de Malva
Mas também se diz ainda que Afonso II
Não se sabe se de imaginação ou história a fundo
A doou a uma apaixonada de nome Alva.

Com conde de Marialva, Fernandes Coutinho
No século XV assim foste Condado
D. Manuel o Foral Novo te passou
Até Sebastião com obras te melhorou
E o ano 1559, na muralha marcado.

Tuas Torres, as portas e as muralhas
Em meados de dezoito perfeitas estavam
Mas a crise dos Távoras ali se instalou
O Alcaide Távora no atentado se implicou
E no resto do século as coisas mudavam.

A pouco e pouco, muito foi o que sofreste
O abandono de intramuros e a vila esvaziada
Só no séc. XX teu valor foi recordado
Como Monumento Nacional foste classificado
E teu flanco Sul ainda hoje habitado.

Maria Alba que Ela bem merece
Essa bela homenagem do Magno Fernando
Se era comum a Senhora louvar
E Marialva com seu povo a rezar
É bom ficarmos assim, também rezando.

Mas aqui a lenda de novo quer brincar
Como é gosto do nosso povo fazer
A Dama Pé de Cabra nos vem recordar
Que pelo cristão se tinha de apaixonar
Seu degredo para sempre ali sofrer.

E se até as pedras falam como sabemos
E também estas, ai, rezam seu passado
O poeta orando as memórias lembradas
De tantas as gentes ali recordadas
Feliz Saramago nas rochas registado.

O meu abraço para Marialva.

«O Cheiro das Palavras», poesia de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

Escrevo, hoje, do planalto arraiano, com vista, a perder de vista, para terras de Castela. O vento frio acaricia-nos o rosto, reconfortando-nos a alma. E liberto, sobre as suas asas, o pensamento.

Calcorreio as ruas da minha aldeia… desertas. E não evito uma sensação de angústia, muito mais do que saudade. Não há gente!
A raia desertifica-se. Consequência dos tempos, para uns, inevitabilidade, para outros.
A verdade, é que Portugal sempre esteve desequilibrado no que respeita à distribuição da sua população. Em primeiro lugar, por razões históricas. A fundação deu-se a norte num tempo de reconquista. Esta razão levou a que a população se fixasse mais em zonas e regiões, longe da «fronteira» com os mouros. O povoamento do reino foi, por isso, uma preocupação dos nossos primeiros reis. A partir do séc. XV, com as descobertas, o mar torna-se pólo de atracção. As populações procuram fugir do campo (interior) e do ferrolho do feudalismo, procurando a sorte além – mar! Desde então, que o litoral se tornou mais habitado do que o interior. A segunda metade do séc. XX foi, verdadeiramente, a sangria das gentes da raia! Entre os que migraram para os centros urbanos de Portugal, a maioria emigrava para terras de França, Alemanha… e por aí fora! A raia, num ápice, passava a ter uma diáspora semelhante aos que a habitavam. Nos últimos anos assistimos à partida de mais alguns. Não se nota tanto?! Pois não. Somos já tão poucos…
Contudo, a vontade, e esta espécie de cordão umbilical que nos une a estas terras, sempre foram demasiado fortes. Assim, fins – de – semana, férias e… sempre que se pode, abalava-se para cá!
Temo, que essas abaladas passarão a ser cada vez menos frequentes. A situação económica, o desemprego, as portagens… serão entraves à vontade. E quantas vezes não serão mesmo um soco no estômago! O facto, é que, a raia vai perder imenso com a mais controlada vinda dos seus às suas terras! Quer a nível económico, mas também, a nível social e, sobretudo, a nível humano!
Como não aceito fatalismos, e acredito que cada um de nós traça o seu próprio destino, estou convicto que esta situação é consequência de políticas erradas. Erradas desde o Poder Central. Que sempre só conseguiu ver o país até à saída dos ministérios. Portugal, nunca teve um plano de ordenamento do território sério. Tudo era e é feito através de compadrios e interesses particulares e, a maior parte deles obscuros. Erradas as do Poder Local que, nunca conseguiu pensar o concelho e sofre de miopia política. Desconheço a existência de um plano de ordenamento estruturado e estruturante do concelho. Desconheço políticas que consigam ver mais longe que o imediato. E o imediato, são as intrigas e as tricas que se vão passando dentro da câmara e seus apêndices!
Culpados?! Somos todos. Porque votamos, porque não exigimos, porque assobiamos para o lado, porque somos amigos, porque… enfim!
Com os tempos conturbados que atravessamos, mais do que nunca, é necessário planear bem o caminho que queremos seguir. O contrário é o definhar anunciado da raia.
Meto mais um ratcho ao lume e beberico mais uma jeropiga da nossa! E, por instantes, reconforto-me com o calor e o adocicado néctar. Esqueço a crise e o mundo e sinto-me um privilegiado por ser de e estar aqui.
Mas as nuvens tempestuosas ameaçam. O Orçamento de Estado que, antes de ser apresentado já estava aprovado, traça um rumo de miséria para o povo português. Se a ideia era, a de nos aproximarmos do nível de vida dos outros povos da Europa, a prática mostra que nos estamos afastar. Estamos cada vez mais longe! Este orçamento apresenta somente aumentos na receita (impostos) e nada, ou quase nada, na despesa. Verdadeiramente vai aos bolsos dos que menos têm, fazendo de conta que os que mais têm não existem. A sumptuosidade dos gastos supérfluos do estado e dos seus comensais são intocáveis!
Está aí a greve geral. Direito consagrado na Constituição Portuguesa (Artigo 57, 1). Assusta-me o ruído (e, de certa forma, até coação) que têm feito as associações patronais (governo incluído) contra greve. Os argumentos usados são confrangedores. Para alguns, que jeito dava, isto não ser uma democracia!
… Sirvo mais uma jeropiga e meto mais uns ratchos ao lume… Saio à rua, e penso que devíamos cobrar por este ar!
«A Quinta Quina», crónica de Fernando Lopes

fernandolopus@gmail.com

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