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Nos contactos que vou tendo com os meus conterrâneos a castanha, sobretudo nesta época, vem sempre à baila. Em Foios não há ninguém que não tenha castanheiros e se houvesse alguém que não tivesse apanharia, certamente, os de alguém, de meias ou de terças.

(clique nas imagens para ampliar.)

José Manuel Campos - Presidente Junta Freguesia Fóios - Capeia ArraianaTanto o secretário como o tesoureiro da Junta de Freguesia de Foios são excelentes produtores de castanha e como lido com eles praticamente todos os dias, vou escutando as conversas que travam, com as muitas pessoas que passam pela Junta, pelo que estou bastante bem informado sobre esta actividade.
As pessoas dos Foios estão deveras satisfeitas com a produção e com a venda, no presente ano de 2011.
As primeiras castanhas que caíram, ainda com um tempo de Verão, assustaram as pessoas. A ausência da chuva e o calor faziam com que as castanhas ficassem algo secas ou «bladas» como por cá se diz.
Os compradores do costume também não apareciam e as pessoas já deitavam contas à vida.
Algum comprador que ia aparecendo era ele que fazia o preço e ia dizendo às pessoas que as castanhas não tinham procura.
As pessoas dos grandes centros em vez de procurarem as quentes e boas castanhas procuravam os gelados.
Finalmente o S. Pedro fez a vontade às pessoas e a chuva e o vento vieram em abundância, quando a maioria dos castanheiros se encontravam ainda bastante carregados.
A castanha engrossou um pouco mais e ficou muito mais luzidia como por aqui se diz. Foi um milagre.
Os compradores começaram a vir em força e já não havia castanhas que chegassem. Antes do dia de Todos os Santos as camionetas não paravam de chegar. Alguns compradores vinham duas vezes no dia e outros até por cá dormiam.
Então aí é que os produtores tiveram sorte. Os compradores eram muitos e quase entraram em despique.
Acabaram por pagar a castanha a um preço que as pessoas já consideram, mais ou menos justo.
A maioria vendeu a um euro e meio muito embora algumas tivessem ficado por um e vinte ou um e trinta.
Penso que das mais de 150 toneladas que se produzem nos Foios poucas castanhas devem ter ficado debaixo dos castanheiros.
Fico muito feliz quando converso com as pessoas e as vejo entusiasmadas a ponto de dizerem: Quando verifico que tenho um castanheiro a secar planto, de imediato, três.
Cá pelos Foios todos nos incentivamos uns aos outros porque toda a gente tem plena consciência da enorme importância do castanheiro.
Seria bom que se fizessem estudos e levantamentos, em todo o concelho do Sabugal, e que se incentivassem as pessoas a plantar grandes soutos.
Apelo igualmente às entidades oficiais, nomeadamente e sobretudo à Câmara Municipal, para que se debrucem sobre esta problemática.
O escoamento este ano correu bastante bem mas não estamos livres de anos maus.
O trabalho que se vai desenvolvendo na Colónia Agrícola Martin Rei é já muito importante mas julgo que se poderá ir muito mais além, para bem de todos.
Se os castanheiros secaram em algumas zonas do nosso Município, outrora consideradas mananciais, teremos que ser corajosos e arrancar com novas experiências.
Se os nossos ex-governantes não tivessem dado subsídios para se arrancarem, pomares, vinhas e outras espécies talvez não tivéssemos chegado ao estado de desgraça em que nos encontramos.
Mas tudo o que acabo de referir não nos deverá levar à revolta e ao desânimo, pura e simplesmente. Bem pelo contrário.
O nosso Concelho tem muitas potencialidades, nos mais variados aspectos, pelo que teremos que ser corajosos e organizados.

Arregaçar as mangas e mãos à obra!

«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

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O Comando da Guarda da Guarda Nacional Republicana (GNR) informou que foram detidos dois jovens pelo crime de tráfico de estupefacientes, residentes em Vila Nova de Foz Côa e em Espanha.

Preso algemadoSegundo o comunicado semanal da GNR da Guarda, em 8 de Novembro, militares do Núcleo de Investigação Criminal de Pinhel, detiveram em Vila Nova de Foz Côa um indivíduo de 21 anos de idade, residente nessa localidade, pelo crime de tráfico de estupefacientes. A detenção ocorreu na sequência de uma fiscalização e revista ao suspeito, tendo-se verificado que o mesmo tinha na sua posse 9,4 gramas de haxixe, quantidade suficiente para 47 doses individuais. Presente ao Tribunal Judicial de Vila Nova de Foz Côa, foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Na tarde de 11 de Novembro, o Núcleo de Investigação criminal de Vilar Formoso, deteve um indivíduo espanhol, de 26 anos de idade, residente em Valladolid (Espanha), também pelo crime de tráfico de estupefacientes. O suspeito foi detido no decurso de uma operação, levada a efeito na fronteira de Vilar Formoso, tendo-se verificado, na fiscalização efectuada ao interior do veículo em que se fazia transportar, a existência de 14 gr de cannabis sativa e 4 gr de haxixe. O mesmo foi notificado para comparecer no Tribunal Judicial de Almeida par aplicação de eventual medida de coação.
No passado dia 10 de Novembro, militares da Secção de Investigação Criminal do Comando Territorial, no âmbito de um inquérito a correr termos no Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Especificas, por crime de violência doméstica, efectuaram busca domiciliária em duas residências em Escalhão, concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, tendo apreendido duas armas de fogo (duas pistolas de calibre 6,35 mm em situação ilegal), 44 munições do mesmo calibre e 125 gr de cannabis sativa. Em consequência da busca, foi detido um indivíduo de 52 anos, residente naquela localidade, por posse ilegal de arma. Ao suspeito foi-lhe aplicada a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Na noite de 13 de Novembro, o Comando Territorial levou a efeito uma operação de prevenção da criminalidade, com particular incidência na fiscalização rodoviária e de estabelecimentos de diversão nocturna, bem como na abordagem de suspeitos da prática de crimes. Na fiscalização aos estabelecimentos, foram inspeccionados seis bares, tendo sido detidos dois indivíduos, de 39 e 40 anos de idade, por posse ilegal de arma (um punhal e uma soqueira) e detida uma cidadã, de 35 anos de idade, por permanência ilegal no país. Foram ainda identificados dois indivíduos, de 20 e 21 anos, que tinham na sua posse 1,9 gr de cannabis sativa, os quais foram notificados para comparecerem na Comissão da Dissuasão da Toxicodependência da Guarda.
plb

Realizou-se na Cidade de Toledo (Espanha) entre os dias 3 e 6 de Novembro o Curso Internacional de Karate JKA e Aoki Bio-Energia. A Academia Egitaniense de Karate Shotokan (AEKS) representou o distrito da Guarda.

Estiveram presentes várias centenas de pessoas, oriundas de países como Espanha, Portugal, França, Alemanha, Inglaterra, Venezuela, etc.
Os treinos foram divididos em Karate e Bio-Energia, tendo sido as aulas de Karate ministradas pelo Sensei Y. Osaka (8º Dan e Vice-Instrutor Chefe Mundial JKA), O. Aoki (7º Dan e Instrutor Chefe JKA Espanha) e K. Kurihara (3º Dan e atual campeão mundial de Kata e Kumite JKA 2011). Os treinos de Aoki Bio-Energia foram ministrados pelo seu criador Osamu Aoki, das quais uma das aulas foi aberta a toda a população e onde os lucros foram destinados à Fome na Somália. Um Curso muito intenso com um total de 15 horas práticas, onde se repassaram muitos pontos importantes de Kihon, Kata e Kumite.
O Distrito da Guarda esteve representado pela AEKS, com Rui Jerónimo, José Jerónimo, Dídia Gonçalves e Rita Morgado.
Rui Jerónimo

A Associação Nacional dos Municípios Portugueses (ANMP) tem reunido com todos os presidentes de câmara do país, dentro de um processo de contestação à Lei do Orçamento do Estado (OE) para 2012, considerando que a mesma coloca os municípios numa situação inaceitável de asfixia financeira. Face á contestação dos municípios o governo recuou na proposta de alterar os limites ao endividamento da administração local.

Mau grado as fortes críticas da ANMP, a Lei do Orçamento foi já aprovada na generalidade pela Assembleia da República no passado dia 11 de Novembro, com os votos favoráveis do PSD e CDS, a abstenção do PS e os votos contrários do PCP, BE e PEV. Seguindo-se agora a sua discussão e votação na especialidade, os Municípios esperam que algumas das medidas previstas venham ainda a ser alteradas.
Numa resolução do seu Conselho Geral, foi dada a conhecer a posição critica da ANMP face ao OE 2012, no qual se prevê uma diminuição em 120 milhões de euros nas transferências do Estado, face ao ano de 2011, com manifestos prejuízos para as populações.
O documento considera que o esforço pedido aos municípios portugueses é desigual e desproporcional face à Administração Central, uma vez que apenas 0,87% do valor do défice previsto para este ano advém da administração local. Isso demonstra que é mentirosa a ideia reiteradamente veiculada de que os municípios são geridos deficientemente e que são quem mais contribuiu para a situação actual das finanças públicas. A título de exemplo, a ANMP aponta o facto de que «só o passivo das Estradas de Portugal corresponde ao dobro dos passivos totais dos municípios».
Outro facto que preocupava a associação era a redução dos limites de endividamento, o que, a ser aplicado como mera operação administrativa e contabilística, levaria a que muitos municípios caíssem na situação de endividamento excessivo, ainda que este ano tenham diminuído o valor da dívida. Porém o governo recuou já neste propósito, sendo sensível à perspectiva da ANMP de que essa situação de ilegalidade administrativa «inventada» pelo OE, contribuiria para a criação de um alarme político e social artificial em torno dos municípios.
Outra consideração que o documento contém é a de que a asfixia financeira terá por consequência a perda de avultadas verbas do QREN, o que fará com que milhões de euros sejam devolvidos a Bruxelas, na medida em que os municípios são responsáveis por 45% do investimento público. Essa situação, a verificar-se, provocará igualmente a asfixia dos agentes económicos locais, com consequências ao nível de uma menor criação de riqueza, aumento do desemprego e diminuição das receitas provenientes dos impostos sobre os rendimentos e o consumo.
Outra situação resultante da asfixia financeira das Câmaras Municipais é a inevitável incapacidade de prestarem apoios social às populações em tempo de crise, pois há muito que os municípios vêm substituindo a Administração Central nessa tarefa.
Face à discussão do OE na especialidade, a ANMP espera ver amenizados alguns dos efeitos previstos para os municípios.
Tendo reunido entretanto com os grupos parlamentares, o primeiro-ministro e o presidente da República, a fim de melhor os elucidar da situação, a ANMP anunciou que todos manifestaram compreensão e preocupação, tendo o primeiro-ministro aceitado alterar algumas disposições, em sede de especialidade. Passos Coelho terá assumido o compromisso de não alterar os limites ao endividamento dos municípios.
plb

A Câmara Municipal do Sabugal vai proceder à requalificação biofísica e paisagística das margens do rio Côa, no percurso defronte da cidade, entre a Ponte do Açude o a Praia Fluvial, numa obra cujo orçamento ultrapassa os 500 mil euros, que foi candidatada a financiamento a verbas da União Europeia através da Comunidade Intermunicipal das Beiras (Comurbeiras).

Depois de avanços e recuos e após ultrapassados os problemas processuais, a obra de valorização do rio Côa junto à cidade do Sabugal vai finalmente avançar. Com a designação de «Obra de Requalificação das Margens do Rio Côa entre a Ponte do Açude e a Praia Fluvial», a adjudicação do empreendimento levou à assinatura de um protocolo entre a Câmara Municipal do Sabugal e o consórcio que a executará, denominado «Jaime Mendo e Sociedade de Construções Maia e Maia», com sede em Pinhel.
A adjudicação resultou de um concurso público aberto por deliberação camarária tomada em Março de 2011. O consórcio vencedor do concurso terá de efectuar a obra em 185 dias, respeitando o caderno de encargos, sob pena de sanções pecuniárias estabelecidas no protocolo.
O projecto prevê a criação de um parque urbano ribeirinho ao Côa, que dará continuidade à praia fluvial, assim ampliando o potencial lúdico do rio e possibilitando uma maior interligação funcional com a malha urbana da cidade.
Está prevista a criação de uma passagem pedonal ao longo do rio, que inclui passadiços de atravessamento do mesmo, o aproveitamento dos socalcos adjacentes para a criação de áreas recreativas de desporto livre, espaços de aproximação e estadia, bem como um cais, uma cafetaria e instalações sanitárias de uso público. Todos estes novos espaços serão convenientemente iluminados, garantindo a segurança dos seus utilizadores para além de conferir uma natureza cénica à área de intervenção.
A obra em foi candidatada ao Programa Operacional Regional do Centro, encontrando-se em fase de análise por parte da Autoridade de Gestão do Programa Mais Centro.
plb

Foi muito positiva a participação dos juvenis da Secção de Judo do Sporting Clube do Sabugal (SCS), no Open de Lisboa, onde obtiveram duas medalhas de bronze.

Três judocas raianos tiveram a oportunidade de participar, no sábado, 12 de Novembro, no Open de Lisboa para o escalão de Juvenis (13/14 anos). A prova esteve a cargo da Associação de Judo de Lisboa que realizou o evento no pavilhão do INATEL, no parque 1º de Maio, na Capital.
A competição decorreu em cinco áreas de combate, perfazendo 500 m2 de «tatamis» para poderem participar os mais de cento e cinquenta judocas inscritos, dentro do horário previsto, estando para isso vinte árbitros, a maioria de Lisboa e onde colaborou o árbitro regional do distrito da Guarda, David Carreira.
Os atletas Sabugalenses acompanhados pela treinadora Carla Vaz, participarão em três categorias de peso distintas. Pedro Carreira em -50 kg, não conseguiu chegar às meias-finais, ficando-se por um honroso quinto lugar.
Na categoria de -46 kg, participou Hristo Kurtov, o menos experiente dos três competidores, mas que consegui sair do grupo de apuramento e aceder às meias-finais, onde viria a perder com o judoca da Académica de Coimbra, que viria a vencer a categoria.
Em -38 kg foi Emanuel Martins que subiu ao pódio com a medalha de bronze, tendo o pequeno judoca feito a prova com uma pequena lesão contraída no treino do dia anterior e que o limitou bastante.
O nível da prova foi bastante elevado, tendo em conta que a maioria dos jovens judocas de 13 anos se estão a preparar para um lugar no campeonato Nacional de 2012, aproveitando este tipo de evento para pôr em prática o trabalho feito no treino. Muito haverá a corrigir, pois mesmo os vencedores não estão isentos de cometerem erros, que deverão ser corrigidos com treino e dedicação, estando no entanto todos os participantes de parabéns pelo bom desempenho e prestações conseguidas
djmc

Há dias entram-me pela casa dentro uns miúdos a pedir o «Pão Por Deus». Isso fez-me lembrar que no Casteleiro, quando eu tinha a idade deles, se pedia o «Santoro» (o dia 1 de Novembro é o Dia dos Santos, de Todos os Santos, «Sanctorum», em latim – vem daí). Esse e outros momentos levaram-me a pensar nos jogos de infância. Quando era pequeno, a que jogávamos nós?

Ponho-me a olhar para trás. As imagens são muito claras, mas não muito diversificadas. Os jogos da nossa meninice eram um bocado monótonos. Mas tem piada que na altura achava-lhes piada. Deixo aqui alguns exemplos de jogos: uns masculinos, outros femininos.

Futebol
A loucura. Podia andar seis ou sete horas seguidas a jogar com a malta. Qual comer, qual quê? Sempre a abrir.

Ao pião
Jogar ao pião. Toda a gente sabe: enrolar bem a baraça, soltar o pião com muita garra e acertar no do adversário ou simplesmente deixá-lo rodopiar o «mais tempo» possível.

À chôna
Jogar à chôna (leia tchôna). Duas pedras com intervalo no meio, um pau pequeno em cima das duas, uma «belharda» (pau grande), levantar a chona e… zás: trancada na chona no ar para o mais longe possível. A distância mede-se em bilhardas.

Andar «de» arco
Assim mesmo: andar «de» arco. Esse era um desporto bem popular: uma roda feita de arame ou ferro miúdo, bem redondinha é o arco e uma gancha para impulsionar o arco – e já está… Correr com aquele «zingarelho», o mais rápido possível: era esse o objectivo.

Às escondidas
«Jogar às escondidas». Não tinha nada que saber: um de nós, à vez e conforme o resultado do jogo anterior, punha-se de «pivot», cabeça baixa sobre uma esquina de casa ou um banco do Terreiro de São Francisco. Dava o grito de guerra e os outros, ala que se faz tarde: toca a esconder por ali. Uns segundos para a operação de esconder. O «pivot» desatava logo à procura e ganhava quando os encontrasse a todos… Às vezes andava horas seguidas nisto, ali, num olival ao pé de casa!

À brôcha
(Leia: «À brôtcha»: jogar à brôtcha.)
Um coloca-se de cara escondida e de mão no rabo (palma para cima, de modo a poder ser massacrada). Os outros, um deles e só um de cada vez, vão-lhe mandando uma palmada a sério. Aleijava mesmo. Tratava-se de descobrir quem é que tinha batido, por entre os risinhos mal contidos, tanto mais fungados quanto mais dura tinha sido a palmada. Mas em geral era jogado em silêncio: para camuflar o autor da palmada…

Dos jogos femininos, lembro estes três exemplos:

A cantarinha
As miúdas punham-se todas em fila, de costas umas para as outras e iam andando e atirando para a parceira de trás um vaso (uma cantarinha: um pequeno cântaro de barro – já nem sei se com ou sem água. Mas sei que, sendo de barro, era naturalmente um objecto muito frágil que não aguentava a queda – se a houvesse –, e havia tantas…).

O anel
Põem-se todas numa roda, sentadas, mas viradas para dentro. Estendem as mãos em concha. Uma vai andando por dentro, com o anel nas mãos justapostas e passa com as suas mãos por dentro das mãos de cada uma. Num par de mãos deixou o anel. Pára. Pergunta a uma ao acaso: «Onde está o anel». Acerta, vai ela para o centro. Não acerta: a outra continua.

O lenço
Muito semelhante ao jogo do anel, também sentadas. Mas a que tem o lenço nas mãos e o vai deixar circula por fora da roda e deixa-o atrás de uma. O resto é igual.

O descanso
Um desenho de quadrados no chão, todos interligados. As jogadoras tinham de saltar de forma seguida ou interpolada – com regras que nunca foram claras para mim…

Na altura, isto divertia-nos. Pelo menos não nos lembramos de andarmos chateados. Até por falta de termo de comparação.
É hoje que, ao olhar para trás, isto me parece uma grande pasmaceira… Mas isso é agora, com as consolas, e toda esta parafernália empobrecedora de espíritos…
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

JOAQUIM SAPINHO

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