Olá Côa! Olho para ti e sempre sinto Felicidade.

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Através do dinheiro, poder, casas, carros, Ronaldos e outros que tais, políticos e outras personagens, sexo, música, cinema, teatro, viagens, artes, comida e bebida, etc., etc., às vezes é possível experimentar felicidade.
Aqui, e junto de ti não vejo nem sinto nada disso, mas é possível experimentar um verdadeiro sentimento de unidade com um Todo que produz um sentimento de profunda e tranquila beatitude e abnegação. Pois é Côa, quando coisas agradáveis são apresentadas à mente existe felicidade. Mas quando se mergulha no Eu superior, na beatitude Interior, essa felicidade supera a outra, então sente-se que somos idênticos à Felicidade e que isso é o próprio Eu superior. Então sente-se essa união com o Todo, com tudo e contigo, Côa!
«Paixão pelo Côa – fotografia», crónica de Carlos Marques

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