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O escritor Manuel António Pina, vencedor do Prémio Camões 2011, disse hoje no Sabugal que sente «uma honra muito particular» por ter recebido a medalha de mérito cultural do Município da terra de onde é natural.

A distinção autárquica foi hoje entregue ao escritor e poeta, no decorrer da sessão solene comemorativa do Dia do Município, no mesmo dia em que foi anunciado o lançamento da nova obra do escritor, «Como se desenha uma casa».
Manuel António Pina, de 67 anos, poeta e autor de livros para crianças, é natural do Sabugal, onde viveu até aos seis anos. Licenciado em Direito pela Universidade de Coimbra, foi jornalista durante muitos anos e actualmente é tradutor, professor e cronista.
Em declarações à agência Lusa, o homenageado mostrou-se honrado com a medalha e destaca-a, entre as várias distinções que já recebeu.
«Entre todas as homenagens que tenho recebido, esta toca-me muito particularmente, porque se trata de uma distinção que me foi feita pela terra onde eu nasci», disse.
O escritor lembrou que deixou o Sabugal muito cedo e, por isso, ter regressado para receber a medalha de mérito cultural municipal, constitui um momento «muito importante e muito significativo».
Manuel António Pina disse que a memória mais antiga que tem da cidade é a de uma fonte, situada em frente da casa onde nasceu, no largo da actual Câmara Municipal, que «tinha a ideia que era um lago muito grande, mas que, afinal, era pequena».
Na lembrança tem um certo dia em que «alguém atirou para lá [para a fonte]» o seu chapéu e recusou «ir buscá-lo».
Actualmente, da casa onde nasceu, continua a receber, de quando em vez, no Porto, onde reside, pão-de-ló com um «um sabor especial», confeccionado pela actual proprietária do imóvel que carinhosamente chama de «avó Lulu», contou.
Durante a sessão de entrega da medalha de mérito cultural ao vencedor do Prémio Camões 2011, o presidente da Câmara Municipal do Sabugal, António Robalo, disse que, com este gesto, realizado pela primeira vez, a autarquia pretendeu reconhecer «a importância» do escritor e da sua obra.
Reconheceu tratar-se de «um acto de justiça e de reconhecimento» em relação à vida e à obra de Manuel António Pina «que tem amor à terra que o viu nascer».
O homenageado assegurou que é «alguém que tem estado fora do Sabugal» mas «tem o Sabugal no coração».
Além de Manuel António Pina, a medalha de mérito cultural do Sabugal foi igualmente entregue à Sociedade Filarmónica Bendadense, pelos seus 141 anos de existência.
A câmara também homenageou as Associações Humanitárias dos Bombeiros Voluntários do Sabugal e do Soito com medalhas de mérito cívico e condecorou trabalhadores com 15, 25 e 35 anos de serviço.
O Dia do Município do Sabugal assinala os 715 anos da atribuição do foral pelo rei D. Dinis.
plb (com Lusa)

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Foi com satisfação e orgulho que soube da participação do Restaurante «Casa da Esquila», sito em Casteleiro – Sabugal, no «VIII Festival do Caldo / Festa da Sopa», promovido pela Confraria de Saberes e Sabores da Beira «Grão Vasco», em Viseu, no dia 15 de Outubro findo.

Sabendo-se que a sopa, com reconhecidas virtudes terapêuticas, é, para além da «tranca da porta», um meio de preparar o estômago para receber os outros alimentos, quando vitaminada e bem confeccionada, mesmo assim, com estes ingredientes, nem sempre é pedida e comida.
Não foi, porém, assim, aqui em Viseu. Havendo só sopas, das cerca duas mil pessoas presentes que as provaram, soube que, dos muitos apreciadores que degustaram a sopa «chuchu», apresentada pela «Casa da Esquila», gostaram e manifestaram ser uma das mais apreciadas.
Mas, alto lá, para os bons garfos, o Restaurante «Casa da Esquila» não tem só boas sopas, tem, em especial, óptimos pratos e deliciosas sobremesas, onde poderão apreciar e confirmar.
Sendo assim, para a «Casa da Esquila», na pessoa do seu dinâmico e competente proprietário, Rui Cerveira, vão os nossos sinceros parabéns e votos do melhor sucesso no múnus da sua vida profissional e pessoal.
Daniel Machado

Tendo identificando as três chagas, não posso deixar de falar das sete antichagas que, quanto a mim, contribuem, ao seu nível, para me fazer acreditar que o Concelho do Sabugal tem futuro.

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»1. A primeira antichaga são os milhares e milhares de sabugalenses que, desde o 25 de Abril de 1974, mantêm vivo o poder local. Terá havido muitos que padeciam e padecem também das chagas da ignorância e da incompetência. Mas não tenho dúvidas em afirmar que o Concelho seria muito pior se não tivesse havido este punhado de sabugalenses que, em vez de «salvarem milagrosamente o Concelho» nos cafés, nos largos, nos blogues ou no Facebook, deram a cara e parte da sua vida em prol do bem comum.
2. A segunda antichaga são as centenas de sabugalenses que criaram, criam e mantêm um movimento social e associativo forte e dinâmico. Falo dos dirigentes das IPSS, das Associações e Clubes desportivos, culturais e recreativos e de todas as Associações que lutam pela melhoria das suas terras. São outros tantos sabugalenses que também diariamente dão a cara e parte da sua vida em prol do bem comum.
3. A terceira antichaga são os empresários que, num ambiente difícil, mantêm e desenvolvem as suas empresas, muitas vezes sem o reconhecimento da própria sociedade local. Talvez lhes fosse mais favorável deslocarem a sua empresa para o litoral ou para a Guarda, Covilhã e Castelo Branco. Mas aqui continuam a lutar, dia a dia, gerando riqueza e dando trabalho a muita gente.
4. A quarta antichaga são os sabugalenses que apostam na agricultura, na agropecuária ou na floresta. Um olhar mais atento para o Concelho permite ver que a realidade rural do Sabugal está lentamente a mudar. Falta quase tudo, incluindo uma postura diferente da Câmara Municipal. Mas as novas plantações florestais, as explorações de gado, etc., permitem-me acreditar que este setor ainda vai voltar a ter o papel fundamental que já desempenhou em séculos passados.
5. A quinta antichaga é constituída pelos nossos emigrantes, seja em terras estrangeiras, seja no próprio País. O seu amor à terra, à qual voltam sempre que podem, torna-os um esteio essencial da construção de um Concelho melhor. Assim haja capacidade de encontrar localmente as formas de os fazer participar no desenvolvimento das suas terras.
6. À sexta antichaga pertencem todos os que desenvolvem a sua atividade no setor da educação e da formação. Falo naturalmente dos profissionais da educação e formação, a todos os níveis, desde as creches ao ensino secundário. Há, ainda, muito a fazer, mas este conjunto de mulheres e homens tudo faz para que as nossas crianças e os nossos jovens partam das suas mãos preparados para a vida e para a continuidade da sua formação.
7. Sétima e última antichaga, o dinamismo que os blogues e as redes sociais vêm tendo, unindo os sabugalenses, informando-os sobre a realidade concelhia e transformando-se em tribunas de discussão livre da qual só poderá resultar uma maior ligação à terra onde nascemos, mas, sobretudo, um maior empenhamento no contributo a dar para a construção de um concelho melhor. Todos percebem, porém, que, para mim, não chega participar em blogues e em redes sociais, se tal não se transformar no compromisso de participar, de facto, nessa construção.

PS1: A todos os que comentaram publicamente ou em privado a anterior crónica, o meu agradecimento.
PS2: Quanto à questão da corrupção ser ou não uma chaga.
Não conheço, nem sei de nenhuma situação de corrupção no Concelho do Sabugal. Se soubesse, a primeira coisa que faria era ir às autoridades denunciar essa situação.
Se há sabugalenses que sabem, deveriam fazer o mesmo. A corrupção é um crime, não uma chaga.

«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

«Um Garoto de Vila do Touro Imigrante na América Conta sua História» é um livro comovente e perturbador, que não deixa o leitor indiferente. A emoção das descrições da vida antiga, a referência à miséria sentida, a recordação nostálgica do ambiente aldeão e da simplicidade das gentes de Vila do Touro, tudo concorre para a comoção advinda dos textos.

O livro, da autoria de António Maria das Neves, é do mesmo realismo cru que caracteriza outros dois memorialistas: José Manuel Lousa Gomes, do Soito, no livro «Memórias da Minha Terra» e António dos Santos Vicente, de Fajão (Pampilhosa da Serra), na obra «Vida e Tradições nas Aldeias Serranas da Beira». É nestas obras de memória viva e sentida que se encontram descritas, em páginas de sangue, as reminiscências dos povos de outrora das aldeias portuguesas.
A vida de António Maria das Neves foi, desde logo, uma epopeia. Nasceu em Vila do Touro, em 1938, sendo o décimo segundo filho de uma mãe heróica que pariu 17 vezes, vindo a constituir a família mais numerosa da aldeia. Em 1957, com 19 anos feitos, rumou para o Brasil com os pais e os irmãos, à procura de uma vida nova, fugindo à miséria aldeana. Com o dinheiro obtido na venda dos parcos terrenos, da modesta casa, dos animais domésticos e dos singelos móveis e utensílios da lavoura, o pai mandou comprar as passagens para a América. No dia aprazado a família seguiu, em carros de aluguer, para a estação do Barracão, onde apanhou o comboio para Lisboa. Aqui apresentou-se à Junta da Emigração, e ficou a aguardar o veredicto oficial, ocupando a casa de uns primos. Passado um mês toda a família embarcou no navio «Conte Grande», que cruzou o Atlântico durante 12 longos dias. Atingida a terra prometida houve que procurar casa, arranjar emprego e tratar da subsistência. Só com muito trabalho e abundantes privações António Maria conseguiu estabilizar a vida, estudando e trabalhando, constituindo família e tornando-se num português respeitado e prestigiado em S. Paulo.
Falando de Vila do Touro, a obra aborda a dureza da vida de antigamente, onde imperava a rispidez nas atitudes e nos sentimentos. Era necessário sobreviver, que é o mesmo que dizer, arranjar pão para as muitas bocas que habitavam a casa. A mãe, andava sempre numa fona, trabalhando sem parar, sem ter vida própria, vivendo apenas para os outros. Os irmãos mais velhos tratavam dos mais novos, trabalhavam em casa e no campo, executando os trabalhos pesados e sujos do trato dos animais e da terra de cultivo. O pai, severo, e de saúde frágil, tomava conta de uma pobre taberna, anexa à casa de habitação. Tempos difíceis e de enormes provações para um povo que sabia que «todos os recursos eram de extrema importância, úteis e necessários».
A vida era duríssima, logo desde os verdes anos pois, como dizia o adágio, «o trabalho do menino é pouco, mas quem o perde é louco». Mas também havia mimos e momentos inolvidáveis na vida de um «garoto» na aldeia. A sopa de grão-de-bico da tia Cândida, a aprendizagem na escola, a corrida do galo, o tocar da matraca na Quaresma, a festa de Nossa Senhora do Mercado.
Mas o principal era dificuldades. A vida na aldeia era uma luta diária pela sobrevivência. Havia os campos para trabalhar, pois era daí que provinha a alimentação. No Verão a falta de água fazia com que se percorressem grandes distâncias para a transportar para casa. No frio invernal era preciso proteger o corpo com roupa quente, que escasseava. As canseiras nos trabalhos do campo deixavam as suas marcas num tempo em que a higiene e o adorno ainda não tinham o seu lugar. «Rostos cansados, pés descalços, cabelos desalinhados, não há beleza, formosura, nem elegância nas mulheres, nas raparigas e nas adolescentes», escreveu António Maria das Neves falando na condição feminina em Vila do Touro.
Na hora da partida, já no navio e olhando o horizonte, uma frase profunda e comovente face ao trágico destino de um povo que partia: «Adeus Portugal. Ficas sem uma numerosa família pobre a menos, que também pagava impostos».
O livro foi escrito e editado no Brasil, em 2007.
Paulo Leitão Batista

O ministro da Saúde admitiu o encerramento e fusão das maternidades do país onde se registam menos de 1.500 partos por ano, situação que abarca a Unidade Local de Saúde da Guarda, que se encontra muito aquém desse número.

Para Paulo Macedo «As maternidades que tiverem menos de 1.500 partos por ano, de acordo com os indicadores da organização Mundial de Saúde, não deveriam estar a funcionar», o que o levou a admitir que essas unidades terão de encerrar e fundir-se com outras que lhe confiram dimensão.
Face à situação, a agência Lusa colheu ontem, dia 9 de Novembro, na Guarda, alguns testemunhos de grávidas, que se mostraram muito preocupadas com a possibilidade da maternidade local, que funciona no Hospital Sousa Martins (HSM), encerrar.
As grávidas que estão a ser acompanhadas no serviço de obstetrícia do HSM disseram que encaram esse cenário com muita apreensão.
Os mais recentes dados da Direcção Geral da Saúde (DGS), referentes a 2009, indicam que a maternidade do HSM registou 690 partos, facto que a coloca na rota do encerramento.
As grávidas abordadas pela Lusa temem que venham a necessitar de se deslocar «para bastante longe» para terem os filhos. O facto do HSM estar a receber obras de ampliação e de modernização, aliado ao facto de dispor de «bons médicos e de bons profissionais de saúde», levantam estranheza na intenção ministerial.
«Espero que o senhor ministro tenha o bom senso de não nos retirar mais este serviço que funciona em pleno», disse à Lusa a grávida Manuela Chagas, de 38 anos, que está a ser seguida no HSM.
«Se já tanta gente foge da Guarda, porque não temos grandes coisas, se fecha a maternidade, acho que também vai ser prejudicial para a Guarda», disse por sua vez Ana Marques, de 34 anos, outra grávida da cidade.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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