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Em Penalobo o Centro Recreativo e Cultural com a ajuda da Junta de Freguesia modernizaram o polidesportivo da aldeia. Reportagem e edição da jornalista Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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jcl

O Presidente da República, Cavaco Silva, pediu esclarecimentos ao Governo sobre o diploma que visa a introdução de portagens nas SCUT, facto que atrasou o início da cobrança.

O ministro da Economia, Álvaro Santos Pereira, anunciou que a cobrança das portagens seria concretizada até ao final de Outubro, o que contudo não se concretizou dada o facto do presidente da República não ter promulgado o diploma legal a tempo de entrar em vigor dentro dos prazos previstos pelo governo.
«O projecto de diploma em causa deu entrada na Presidência da República no dia 20 de Outubro. A Casa Civil procedeu, de imediato, à sua análise jurídica e económica. No dia 2 de Novembro, foram solicitados ao Governo esclarecimentos sobre o diploma, aguardando-se a resposta. Nos termos constitucionais, o Presidente da República dispõe de 40 dias para a decisão de promulgação», lê-se num comunicado divulgado pela Presidência da República na sua página oficial na Internet.
O comunicado não especifica contudo quais as dúvidas que o presidente tem face ao diploma do Governo que pretende introduzir de portagens nas SCUT (auto-estradas sem custos para o utilizador) do Algarve, da Beira Interior, do Interior Norte e da Beira Litoral/Beira Alta.
Na vigência do anterior Governo o início da cobrança das portagens na A22, A23, A24 e A25 chegou a estar previsto para 15 de Abril, mas a medida ficou suspensa, com base num parecer jurídico que considerou ser inconstitucional um Executivo de gestão aprovar um decreto-lei para introduzir novas portagens e definir o respectivo regime de isenções e descontos.
De acordo com a Constituição o chefe de Estado terá até ao final de Novembro para decidir sobre a promulgação ou não do diploma que pretende introduzir portagens nas SCUT.
A empresa Estradas de Portugal informou entretanto que perde cerca de nove milhões de euros por cada mês de atraso na introdução das portagens.
plb

Foi inaugurado no início do presente ano lectivo 2011/12 o Centro Escolar de Penamacor para alunos do pré-escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico. Reportagem e edição da jornalista Andreia Marques com imagem de Ricardo Henriques da Redacção da LocalVisãoTv (Castelo Branco).

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jcl

Todos os anos botava pé na romaria da Senhora da Póvoa, a de longe, em Vale de Lobo, onde para além da festa religiosa se armava uma feira de truz. Pois foi lá que uma vez tive mau encontro com o Três Pêlos, esse trangolas de focinho de rato, que mugia a todo o tempo: «cheguem-se à roda, a ver quem atina na vermelhinha!».

Postava-se por detrás de uma bancada, com o tronco de esguelha, pois era manco. Sobre o pano de linho que cobria o mesente estavam deborcados três canecos de latão. Trocava-os de posição com uma incrível rapidez, levantando de vez em quando um deles, a deixar topar um botão vermelho.
A populaça que serigaitava pela feira ia quedando em torno do Três Pêlos, matando a curiosidade.
– Atão, quem aposta? É só atinar! – desafiava o manco.
Alguns afoitaram-se e entraram na jogatana, perdendo e ganhando, enquanto engrossava o cordão de gente que envolvia a banca.
Pela minha parte, enxergava as mãozinhas do Três Pêlos a fazer bailar os copos em riba da banca, a ver se lhe apanhava o manejo. Não era parvo, o homem. Começava por apostar fraco, para cativar, e dava duas reviravoltas aos canecos pedindo depois ao apostador que indicasse qual deles escondia a marca. Adivinhava e, enredado, continuava o jogo, até que o Três Pêlos lhes dava quatro volteios, trocando os olhos ao freguês. Agora atinar era uma sorte.
Fui-lhe tomando o maneirar e matutando se valeria a pena entrar no engrimanço. Mas o patarreco, ao topar a minha prolongada presença, dirigiu-se-me em voz altaneira:
– E vomecê, tio?… Não entra na brinca?
Apanhado de surpresa e sentindo-me olhado pela turba, tive que me afoitar.
– Atão pois!… Só esperava vez.
– Quanto aposta?
– Cinco tostões, pra começar…
Saquei do sartum uma moeda que atirei para cima da banca.
O malabarista soergueu um dos copos, para me mostrar a posição do botão. Depois pousou as mãos sobre dois e fez-lhes uma rotação para a canha, seguida de novo movimento para a dextra. Pareceu-me fácil.
– Veja lá o do meio.
O homem ergueu-o e lá estava a vermelhinha, a sorrir.
Enfiou o gadanho numa gamela com o fundo coberto de moedas, donde sacou uma que mandou para riba da mesa.
– Aposta agora os dez? – desafiou-me.
– Botamos adiante.
Nova rabiosca e mais um palpite.
– Erga o da sua canha.
Novo ganho e outra aposta a dobrar. Voltei a atinar, para desespero do Três Pêlos, que não me conseguia ludibriar. Já ia a jogo contrariado, de face rubra, a bufar que nem um gato assanhado. E eu a apostar mais forte, senhor de mim, confiante que lhe descobrira a destreia no voltear das latas. E a choldra fazia roda embasbacada.
– Catrino! Não há modo de o enganar! – disse alguém em voz alta.
– Não me diga que desiste? – desafiava eu agora.
– Nunca! Não arreceio ir a jogo, isto é a minha vida!
– Então aposto tudo o que guardo no bolso contra o que o amigo tem na gamela.
O homem aceitou, e no poviléu levantaram-se sussurros de surpresa pela minha temeridade.
Feita a aposta o Três Pêlos curvou-se sobre o mesente, pousou as mãos no topo dos dois copos das bandas, e deu-lhe simplesmente dois volteios rápidos.
Arrelampei-me com tamanha facilidade. Mesmo assim demorei-me um gorcho no adivinhar, para criar ânsia. Apontei-lhe serenamente o copo da minha esquerda. Ele colocou-lhe a mão em riba e hesitou também um instante.
– Vá lá, home! Erga o caneco!
Levantou-o. Por debaixo estava apenas o pano de linho que cobria a mesa. Fiquei pregado ao chão, com um enorme peso no bucho. Nalguma me enganara, o bufarinheiro.
– Passe cá a bolsa do dinheiro – disse-me com ar triunfante e de escancarado riso no focinho.
Estavanado, mandei uma lambada nos outros dois copos. Os canecos rolaram e caíram no chão poeirento – o pano estava limpo, a vermelhinha desaparecera.
– Ah, futriqueiro! Pra onde sumiste o botão?
Chalaças não eram comigo, que me tinha por honrado. Fui-me a ele e assentei-lhe duas lostras na tromba que o achicaram em terra.
Dois moços de lavoura botaram-me as mãos e tolheram-me os movimentos, encostando-me a um carro de vacas. Protestei, maldizendo o malabarista, que agora se erguia ajudado por outros homens.
Em breve chegou o regedor da locanda, a tomar parte do caso. Aprumou-se à minha frente, deu ordem aos moços para me soltarem, e perguntou-me calmamente:
– Diga lá que enxêco lhe fez o manco.
– A gente que diga!… O marrano estava de mão na portinhola a fazer uma ribeira, de frente para mulheres e catraios.
O regedor, mandou um reparar de desprezo ao laburdo do Três Pêlos que, agarrado à banca, protestou.
– É mentira! É tudo aldra!… A gente que diga.
Mas a assistência ficou queda e caluda, ao que o regedor decidiu:
– Pode ir à vida, homem!… Quanto a ti, Três Pêlos, andor daqui para fora antes que te arreste e te entregue à Guarda.
Estava safo, e tinha que me esgueirar dali a toda a brida. Apalpei o bolso, à cata da saqueta do dinheiro e, em rápido voltear por entre as tendas, pus-me ao fresco, tomando a firme decisão de não voltar a jogar à vermelhinha.
Paulo Leitão Batista, «Aventuras de um velho contrabandista»

leitaobatista@gmail.com

O terceiro número da revista Sabucale, editada pelo Museu do Sabugal, revela que nos últimos anos foram encontradas gravuras rupestres de carácter geométrico e esquemático no concelho do Sabugal, na bacia superior do rio Côa, portanto muito a montante do Parque Arqueológico do Vale do Côa.

O arqueólogo da Câmara Municipal do Sabugal, Marcos Osório, disse à Lusa que entre 2004 e 2010, foram localizados quatro painéis de gravuras em três locais distintos do concelho onde nasce o Côa, que são agora divulgados na revista «Sabucale», editada pelo Museu do Sabugal.
«As gravuras do Côa vão desde o período do Paleolítico até a épocas históricas mais recentes, e estas estão apenas circunscritas a uma cronologia restrita, em torno da Idade do Bronze Médio ou do Bronze Final, no II milénio antes de Cristo», revelou o arqueólogo à Lusa.
«As representações não são figurativas, com animais, como as mais famosas e antigas do Parque Arqueológico do Vale do Côa, mas são de carácter geométrico e esquemático: espirais, meandros, círculos, reticulados», explicou ainda.
O responsável considera que os achados são importantes para o concelho e para a região, pois não se conheciam representações de arte rupestre dentro dos limites do município, que fica a 65 quilómetros do sítio da Faia (Cidadelhe, Pinhel), «onde se encontra o núcleo meridional das gravuras do Vale do Côa».
Dois dos achados foram localizados em Vilar Maior, um na Bendada e outro em Pousafoles do Bispo.
O novo número (o terceiro) da revista Sabucale, é em grande parte dedicada à arte rupestre descoberta no concelho, contendo ainda artigos referentes ao bicentenário da Batalha do Sabugal, e o centenário da implantação da República. Na vertente etnográfica é publicado o texto da «oração de sapiência» proferida no II Capítulo da Confraria do Bucho Raiano, da autoria de João Luís Inês Vaz, além de um outro artigo acerca das alminhas.
plb

Constituída, a loja maçónica elegeu um grão-mestre, tendo a escolha recaído num tal ANTHONY SAYER, que os historiógrafos classificam de pequeno burguês de mediocre inteligência e baixo índice cultural.

Manuel Leal Freire - Capeia ArraianaSobressaíu, por isso, um simples irmão, pastor protestante francês, exilado em Londres, que deu à instituição o carácter de sociedade de PENSAMENTO LIVRE.
Este, de nome DESAGUILIERS, estabeleceu um código — AS REGRAS E PRECEITOS — que, exactamente pela nova estrutura da sociedade, basicamente de especulação sócio-filosófica, rompia com os antigos manuais da MAÇONARIA ESPECULATIVA, de base católica, consequentemente, à velha fórmula, «irmãos e respeitados e amados amigos, eu vos conjuro para honrar deus, a santíssima trindade e todos os santos, anjos, arcanjos, principados e potestades, na sua Santa Igreja sem jamais nos deixarmos aliar a qualquer heresia, cisma ou erro», contrapunha-se agora o princípio de não vincular os filiados a seguir qualquer religião, revelada ou não, pois visava-se criar uma verdadeira fraternidade de caracter universal.
Eivada das teorias do ainda recém aparecido PROTESTANTISMO, esta proclamada liberdade de pensamento dissimulava um ataque à IGREJA DE ROMA, CATÓLICA E APOSTOLICA,
No Reino Unido, o ambiente era-lhe cada vez mais propício até pela adesão da Casa Reinante ao LUTERANISMO.
A política dos HANOVERS coincidia, ponto por ponto, com o espírito que animava a GRANDE LOJA, na sua luta contra os BOURBONS, aliados do CATOLICISMO.
É assim fácil compreender que o trono e a maçonaria se prestam reciprocamente serviços.
Que a alta fidalguia se torna maçónica e que os GRÃO-MESTRES passam a ser Membros da FAMÍLIA REAL ou mesmo os próprios soberanos.
Relacionada com o poder, vem a ser também a Maçonaria Estadunidense, fundada pelos futuros presidentes Washington e Franklin, e cujas lojas se manifestaram sempre contra a Igreja Católica, tentando mesmo impedir o estabelecimento de relações diplomáticas com o Vaticano.
Enfim, na Comunidade Britânica, é perene a aliança TRONO-LOJAS, cantando-se nesta o DEUS SALVE O REI ou A RAINHA, consoante quem se senta no régio sólio.
«Politique d’ Abbord – Reflexões de um Politólogo», opinião de Manuel Leal Freire

JOAQUIM SAPINHO

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