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Cumprem-se hoje 25 anos desde a data em que Luís Carlos Carriço tomou posse como presidente da Direcção da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Sabugal.

Luis Carlos CarriçoFoi no dia 10 de Outubro de 1986 que Luís Carlos Carriço assumiu as funções de presidente da direcção, na sequência da demissão de António Joaquim Lopes Fernandes. O presidente da Assembleia Geral, decidiu na altura, com base nos Estatutos, aceitar uma redistribuição dos lugares entre os restantes elementos da direcção, passando Luís Carlos Carriço a exercer as funções de presidente no restante período do mandato. Para o lugar de vice-presidente passou Américo Firmino Teixeira Proença, para secretário Manuel Joaquim Rasteiro, como segundo secretário ficou Alcino Oliveira e como tesoureiro Joaquim Bogas.
Concluído o restante período do mandato, Luís Carriço recandidatou-se ao lugar, o que resto faria sucessivamente nos diferentes actos eleitorais da associação.
Um dos pontos altos da presidência de Luís Carriço foi a celebração do centenário dos bombeiros sabugalenses, e também o reapetrechamento de meios, a implementação do serviço de transporte de doentes, a reformulação dos serviços de apoio administrativo e a criação de equipas permanentes nos bombeiros. Luís Carlos Carriço integrou por diversas vezes os órgãos directivos das estruturas de bombeiros a nível distrital e regional, tornando-se uma referência no associativismo humanitário.
Sem papas na língua, soube sempre reivindicar para os bombeiros a que preside a atenção dos órgãos de poder, de que é exemplo a sua actual luta pela construção de um novo quartel de bombeiros no Sabugal, em substituição do actual, que é manifestamente inadequado ás funções operacionais que um corpo de bombeiros tem de manter.
Nenhum outro presidente da direcção se manteve tanto tempo em funções ininterruptamente nos bombeiros do Sabugal, embora conste na acta número 1 de 1970 que António Maria Rodrigues, que nesse dia deixou de exercer funções, cumpriu 36 anos como tesoureiro da Associação.
plb

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As novas portagens que passarão em breve a ser cobradas nas auto-estradas que servem a Beira Interior (A23 e A25) poderão afectar uma média diária superior de 21 mil automobilistas.

Segundo a edição on-line do Diário Económico, a introdução de portagens nas últimas quatro concessões SCUT (sem cobrança aos utilizadores), prometida pelo Governo até ao final do presente mês, vai afectar cerca de 42 mil utilizadores por dia, sem que metade desse número é comporto pelo tráfego diário das auto-estradas A23 e A25.
Citando dados divulgados pelo Instituto Nacional de Infra-estruturas Rodoviárias, no primeiro semestre deste ano, o tráfego médio diário conjunto nestas quatro SCUT foi de 42.248 automóveis diários. Esse valor significativo verificou-se, mau grado as quebras gerais registadas em todas as concessionárias SCUT.
Será sobre este universo que vai incidir a medida anunciada na passada sexta-feira, na Assembleia da República, por Álvaro Santos Pereira, ministro da Economia, durante a apresentação das linhas orientadoras do Plano Estratégico de Transportes, para o período de 2011 a 2015.
No primeiro semestre deste ano, foi a SCUT do Algarve a que registou mais tráfego, com uma média diária de 14.548 veículos. É também sobre esta SCUT, que liga Lagos até à fronteira espanhola, em Vila Real de Santo António, que a contestação tem sido mais forte, não só em Portugal, mas também do lado de Espanha, uma vez que é muito utilizada por turistas espanhóis que visitam regularmente o Algarve.
A SCUT das Beiras Litoral e Alta, que vai de Aveiro a Vilar Formoso, apresentou um tráfego médio diário de 11.903 carros durante o primeiro semestre deste ano. A SCUT da Beira Interior, entre Abrantes e a Guarda, registou uma circulação diária de 9.470 veículos diariamente, e a SCUT do Interior Norte, ente Viseu e Chaves teve um tráfego diário de 6.327 viaturas.
Teme-se porém que a introdução das portagens afaste, pelo menos num período inicial, uma parte substancial do tráfego das auto-estradas, o que gorará em parte as expectativas criadas em torno da receita estimada pelo Governo e pelas estradas de Portugal.
plb

Militares da GNR, da Secção de Investigação Criminal do Comando Territorial da Guarda, efectuaram uma busca domiciliária numa residência em Adão, concelho da Guarda, tendo apreendido duas armas de fogo ilegais, uma caçadeira de calibre 12 mm e uma pistola de calibre 6,35 mm.

Operação STOP da GNRSegundo o comunicado semanal da GNR da Guarda, a apreensão aconteceu no dia 6 de Outubro, no âmbito de um inquérito a correr termos no Núcleo de Investigação e de Apoio a Vítimas Especificas, por crime de violência doméstica. Para além das armas foram ainda apreendidos 15 cartuchos e 9 munições.
Em consequência da descoberta das armas e munições ilegais, foi detido o homem residente na morada, de 57 anos de idade, que foi presente ao Tribunal Judicial da Guarda, que o sujeitou à medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
No dia 3 de Outubro, o Núcleo de Investigação Criminal de Pinhel deteve em flagrante delito, dois indivíduos de 42 e 58 anos de idade, residentes em Ervedosa, concelho de Pinhel, por crime de burla a um casal de idosos, residentes em Coriscada, concelho de Mêda. Os suspeitos tentavam celebrar um negócio de venda de um animal de raça asinina (um burro), aproveitando-se da idoneidade e vulnerabilidade do casal, para receberem em troca uma quantia mais elevada do que o real valor do animal, pressionando constantemente as vítimas.
Os factos foram participados ao Tribunal Judicial da Mêda, sendo imposta aos detidos a medida de coação de Termo de Identidade e Residência.
Marcando o início da época venatória, a GNR levou a efeito, no dia 5 de Outubro, uma acção de fiscalização em todo o distrito da Guarda, tendo em vista verificar a legalidade do exercício da caça por meios e métodos contrários aos legalmente definidos, quer nos locais autorizados para a sua prática, quer nos itinerários de acesso e regresso dos mesmos. Foram fiscalizados 150 caçadores, o que resultou na elaboração de seis autos de contra-ordenação por diversas infracções à legislação da caça. Foi ainda apreendida uma arma de caça, sete cartuchos e respectivos documentos, uma vez que o caçador tinha a validade da carta de caçador expirada.
plb

Cumprem-se três anos sobre o anúncio do empreendimento Ofélia Club, que prevê a construção em Malcata de um complexo de «Residências Turísticas Assistidas» e uma unidade hospitalar, através da empresa Existence SGPS SA, detida pelo tunisino Hamdi Benchaabane e o português António Reis. Sigamos este estupendo negócio que envolve dinheiros públicos.

Para cativar um alegado investimento de 45 milhões de euros o Município sabugalense protocolou ceder 40 hectares, correspondentes ao espaço de recreio e lazer e a parte do espaço de protecção complementar, previstos no Plano de Ordenamento da Albufeira do Sabugal (POAS). Acordou-se ainda isentar a Existance de taxas e licenças de construção, bem como de alvará de loteamento.
A Câmara tratou de adquirir os terrenos necessários, após negociação com os proprietários, e solicitou uma alteração ao POAS para que o projecto tenha espaço de implantação.
Chegados aqui, seguir-se-á a venda dos terrenos à Existance, a preço simbólico. Depois a empresa dividirá o espaço em lotes, onde instalará casas de madeira, prefabricadas, que venderá à sociedade financeira FUNDBOX SGFII SA, detentora e gestora de fundos de investimento imobiliário, prevendo-se também a venda a particulares. Para a exploração do empreendimento, a mesma Existance alugará os espaços aos ditos fundos imobiliários e aos particulares, passando a pagar-lhes uma renda. A Existance ficará a gerir o «aldeamento» instalando aí os clientes, mediante cobrança.
Escalpelizemos os termos do negócio, colocando valores supostos e exemplificativos: a Câmara compra os terrenos a 100 e vende-os por 1 à Existance, que por sua vez vende por 200 à sociedade financeira.
Estamos, é bom de ver, perante um negócio fantástico, que significa para Hamdi Benchaabane e António Reis o encaixe de uma choruda mais-valia imobiliária. O trato também é bom para o fundo imobiliário, que assim soma património que potenciará a venda de subscrições.
Dir-se-á que, mau grado o negócio particular subjacente, o concelho ganha um empreendimento turístico que criará emprego. Mas a questão é que não existe qualquer garantia de que o investimento venha ser realidade. A cláusula protocolada para o caso de incumprimento, da reversão dos imóveis e o recebimento de indemnização em dobro do preço de aquisição dos terrenos por parte do Município, de nada valerá, uma vez que os terrenos serão vendidos ao fundo imobiliário, deixando, portanto, de ser propriedade de quem se comprometeu com a edilidade.
A Existance lançou projectos similares por todo o território nacional, tentando cativar várias câmaras municipais: Portimão (585 camas), Lagos (800), Albufeira (620), Vila Franca de Xira (360), Palmela (3.468), Vila Real (240), Arganil (140), Figueira da Foz (110), Abrantes (1.045), Castelo Branco (2.040), Belmonte (720), Guarda (130), Sabugal (1.088). Sucessivamente, os municípios envolvidos vão dando conta dos reais termos do negócio, e não o aceitam. No Sabugal, porém, o projecto vai de vento em poupa e anuncia-se a sua concretização para breve
Se a construção do empreendimento e a sua exploração comercial interessam de facto à Existance, e se isso é bom para o concelho do Sabugal, então seja outro o compromisso da Câmara Municipal: conceda-se o usufruto dos terrenos por longo tempo, de graça ou por um aluguer simbólico, mas não se caia na «esparrela» de transferir a propriedade dos mesmos para a dita empresa, proporcionando o tal fabuloso negócio imobiliário à conta da ingenuidade (ou não) de quem gere os dinheiros públicos.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Nos anos 50 e 60, quando no Casteleiro ainda se cultivava qualquer «chãozinho» que a família tivesse, a água desempenhou um papel económico central. Era fonte de vida humana: directa (bebia-se) e indirectamente (com ela se alimentavam os animais domésticos e se regavam as produções agrícolas). Por causa da água se vivia e se morria (sem exageros).

Antes de mais, há que dizer que a água no Casteleiro sempre foi um bem muito escasso, excepção feita para a Ribeira e suas margens. Hoje ainda mais – mas há pelo menos dois factores que reduzem o impacto real desse facto sobre a vida das pessoas: primeiro porque há abastecimento público de água canalizada em todas as casas desde há muitos anos (os miúdos de hoje já nem imaginam o que seja ir de cântaro à fonte buscar água); e depois porque o cultivo de terrenos hoje é mínimo.
Dantes não era assim.
As fontes, os poços, as charcas, a ribeira, os regatos, as presas (represas)… fosse o que fosse, se tivesse água, era um filão.
Os modos de extrair a água da Natureza não são muito diversificados: vão apenas do cântaro ou qualquer outra vasilha quando se apanha directamente, até à «burra» (picota) ou à nora, esta puxada por burros ou por vacas.
Acho que a maior parte das pessoas – por não terem burro nem vaca – tirava a água da ribeira ou dos poços com a tal «burra», mas a maior parte da terra seria regada na base da água tirada com nora (porque, claro, cada proprietário de burro ou de vacas teria muito mais terra do que os outros).
Nas meias encostas, a presa era a safa: era só abrir e a água – se a havia – vinha por aí abaixo.
Toda a alimentação humana se baseia na água. Toda a higiene humana se faz à base de água.
Os animais domésticos dependiam da água, fossem os de companhia, fossem os de criação para matar e servirem de alimento.
Daí, a importância da água em todas as horas de todos os dias.
«Regar à adua» era quando os vizinhos de uma presa ou de um poço, em geral por razões de herança, tinham de partilhar entre si a água para regar as suas produções agrícolas.
Resumindo: a água esteve presente de forma bem vincada e sempre falada pelos adultos em toda a minha infância. Ou faltava ou era tão pouca que as culturas chegavam a ser regadas aos bocados, uma parcela em cada manhã ou em cada tarde. Isso constituiu sempre uma grande preocupação das pessoas que se referiam ao assunto com grande angústia, se bem interpreto hoje a coisa.
Ali por alturas de Junho-Julho, quando o calor começava a apertar e as culturas a secar desalmadamente, portanto quando a terra cultivada precisava mais da água – era exactamente quando a água começava a rarear nos poços e nos regos e se tornava preocupação constante e sem solução.
Assim era a vida angustiada de muita gente na minha aldeia nesses tempos duros e complicados – para não dizer desumanos.

Água radioactiva
Marginalmente, vou referir um aspecto que podia ter transformado para melhor toda a vida de muitas pessoas do Casteleiro – mas que deu em nada, ou por burla ou por desleixo.
Tem a ver com a história das Águas Radium.
Foi um caso que aconteceu antes de eu nascer.
Toda a zona do chamado «Marneto» (Marineto), que se localiza nas costas da Serra da Bica e que do nosso lado nós já chamamos impropriamente Serra da Vila, tem água com o mesmo tipo de composição química, mesmo que menos acentuada. Ou seja: trata-se da mesma serra que, do lado da Azenha e da Quarta-Feira, tem urânio em dose apreciável ao ponto de os ingleses ali terem aberto e gerido a célebre Mina da Bica (mais tarde fechada por razões de pouco interesse económico e, depois, por causa do perigo de contaminação). Desse lado, a composição química da água permitiu a abertura da exploração de águas radioactivas pelos espanhóis e depois pelos ingleses com a criação do grande Hotel cuja ruína ainda ali permanece a enfeitar a serrania, para nossa miragem saudosa.
Na mesma serra, do lado do Casteleiro, as águas têm urânio mas não em quantidades que as tornassem economicamente dignas de exploração. Para muita gente, prova disso é o número de pessoas que no Casteleiro tinham problemas de estômago, talvez mesmo o que hoje se chama cancro.
A composição química das águas é ligeiramente parecida à das da Serra da Pena.
Tanto é assim, que os ingleses terão chegado a estabelecer contratos de exploração com alguns proprietários para que os camiões ali viessem encher – os engarrafamentos eram sempre feitos na Serra da Pena. Esta água tinha nessa altura muita saída e a quantidade existente lá não chegava para as vendas em Castelo Branco e em toda a região.
Mas o negócio nunca deu em nada: por um lado, os ingleses eram de más contas e, por outro, o negócio das Águas Rádium foi abaixo muito cedo.
Uma oportunidade histórica perdida para muitas famílias do Casteleiro.

Nota final
Ironicamente, quando o sistema de rega da Cova da Beira chega, com o canal que atravessa hoje uma parte do Casteleiro… já não há ninguém para cultivar e precisar do canal para regar…
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

JOAQUIM SAPINHO

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