James Petras, professor de sociologia já aposentado, mas que leccionou em várias universidades dos Estados Unidos, mostra-nos num artigo seu o comportamento dos lobbys judaicos perante o poder local. A primeira parte são palavras dele, a segunda, são palavras minhas.

António EmidioI Parte
1º Um lobby judaico tenta controlar as candidaturas partidárias.
2º Tenta influenciar o resultado das eleições.
3º Tenta recrutar Presidentes de Câmara.
4º Tenta recrutar celebridades locais.
5º Tenta recrutar editoras e escritores.
6º Tenta recrutar jovens promissores, no campo político e intelectual.
7º Satura as populações com actos públicos e privados, algumas vezes estando presentes cônsules e embaixadores israelitas.

II Parte
Controlo das candidaturas partidárias, influência nos resultados eleitorais e, recrutamento de Presidentes de Câmara, está tudo ligado. Trata-se de um controlo do poder político. Tem por finalidade obrigar a propagandear e a ter trato preferencial tudo o que seja de origem judaica, história, música, cultura, religião e, política. Esta última relaciona-se com a política israelita em relação ao Médio Oriente, nomeadamente à Palestina. Um político assim controlado passa a ser um títere do lobby. Tem que estar sempre disponível para o servir. Um lobby judaico não traz desenvolvimento, não cria emprego, só traz o que a ele disser respeito. Turismo? Algum, mais judaico.
Celebridades locais. São pessoas muito conhecidas e com influência na região. Também pode ser alguém que não seja celebridade, mas quando assim é, tem de haver interesses mútuos.
Editoras e escritores. Há sempre uma tentativa de controlo de editoras e escritores, para propagandearem um dia a cultura judaica e a política israelita para o Médio Oriente. Essa será uma das maiores conquistas do lobby. A nível nacional são recrutados grandes nomes das letras, alguns chegam a converter-se ao judaísmo.
Jovens promissores. São recrutados principalmente no campo político, para apoiarem depois a política israelita nos Parlamentos e Governos. Também recrutam os formados em história e conhecedores de alta tecnologia.
Saturam as populações com actos públicos e privados, estando de vez em quando presentes cônsules e embaixadores israelitas.
Tenho medo que um dia se instale no Sabugal um lobby judaico, se isso acontecer, creio firmemente que nenhum político vá «rastejar» para a porta desse lobby, pedindo apoio para ganhar eleições. Algum tem vocação para títere? Algum está interessado que a Democracia do Concelho seja sequestrada? Algum está interessado em que a vontade de um lobby se oponha à vontade do Povo do Concelho? Penso que nenhum.

Termino, traduzindo de um artigo o que se passou no Congresso dos Estados Unidos: « …o discurso do Primeiro Ministro israelita Netanyahu perante ambas as Câmaras do Congresso dos U.S.A., onde repetiu com ênfase a sua oposição à proposta do Presidente Obama, foi acolhida com fortíssimas ovações e aplausos. Foi um espectáculo vergonhoso ver os representantes da Nação competindo entre si para assegurar o apoio do poderoso lobby americano israelita». Tudo tinha a ver com apolítica para o Médio Oriente, neste caso com a Palestina.
As regras do jogo são estas em qualquer parte do Mundo, tanto seja no Congresso americano como numa qualquer Assembleia Municipal.

«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com