You are currently browsing the daily archive for Segunda-feira, 4 Julho, 2011.

Pus-me a pensar há dias nas refeições habituais que se comiam no Casteleiro quando eu era pequeno. E tiro uma conclusão: era muito mais saudável aquele ritmo do que o de hoje. Isso, para já não falar do carácter biológico dos produtos… Mas havia quem passasse mesmo mal.

Antes de mais uma interessante mas estranha nota: no Casteleiro já se conheciam regras da alimentação que entretanto se perderam e que agora os médicos vêm outra vez recordar.
É verdade.
Hoje os médicos dizem-nos que devemos comer produtos biológicos e cinco a seis vezes ao dia. Melhor ainda, cada duas horas e meia. E que devemos comer sopa.
Pois bem: no Casteleiro de há 50 e tal anos, já era quase assim.

Claro que eram tempos de muita miséria. Havia quem não tivesse sequer um chão para cultivar. Quem passasse mal. Quem levasse umas batatas cozidas no bolso para comer por lá durante o dia.
Quem andava «a trabalhar para outra», comia refeições fornecidas pela pessoa para quem trabalhava.
E havia uma regra: eram cinco as refeições certas para quem trabalhava no campo, com determinadas bases alimentares:
– Às seis ou sete da manhã: o almoço. Um caldo e um bocado de pão com conduto.
– Às 10 e meia: o cravelo. Pão com queijo curado e ou com chouriça.
– Ao meio-dia: o jantar. Caldo e carne. Aqui e ali, sardinha, bacalhau – o que houvesse.
– Às 4 da tarde: a merenda. Pão com queijo, chouriça ou presunto.
– Às seis e tal ou sete: a ceia. Caldo, feijão grande ou «feijões pequenos» – eram as bases…

Repare, repito: hoje recomendam: muita sopa, não esqueça a sopa. Nada de novo: naqueles tempos, como refiro aí em cima, no Casteleiro, havia sempre um caldo a cada uma das três principais refeições: de manhã bem cedo, ao meio-dia e à noite.

Havia fome e carência alimentar em bastantes famílias. Isso é certo. Por isso, a fuga massiva para a emigração. Mas havia sempre algo que comer. Para lá das comidas atrás referidas, havia outras opções – não de abundância, que os tempos eram de frugalidade, mas de diversidade.
Algumas famílias matavam porco. E tinham vacas ou cabras com cujo leite faziam queijo. Para essas pessoas, as opções aumentavam.
Antes de mais, o queijo e a carne de porco, incluindo todo o tipo de enchidos (bucheira, chouriça e chouriço, farinheiro) e também a carne, o presunto.
Uma nota desagradável: o sal. Era tudo muito, mas muito salgado.
Depois, os legumes, sem grandes variedades. Por exemplo: não havia cenouras, mas havia basicamente batata e couve
Atenção: os nabos eram para o vivo, não para os humanos.
Ah, e o vinhito. Não havia homem que não acompanhasse a sua refeição de uns copos de vinho.
Cena imperdível: o pão a apeguilhar com queijo: comido de navalha na mão e a cortar aos bocadinhos que se vão acompanhando da bebida… De manhã, à tarde ou à noite.

Mas quando se diz «à noite», atenção, que isso não tem nada a ver com os horários de hoje. Primeiro: a luz solar é que comandava a vida. Electricidade, só depois de 1955 – e não era em todas as casas. E os hábitos seculares não iam por aí: o sol é que indicava os horários. Isso significava duas coisas principais: primeira – o pessoal deitava-se cedo; segunda – o estômago estava habituado àquele ritmo do levantar bem cedo e ter logo ali um caldo quente à roda do lume, no Inverno, e à fresca cá fora se fosse possível no Verão…

Resta mais uma informação: o serão era pequeno. No inverno, às 9 ou 10, no limite, estava tudo na cama. No Verão, aí pelas 10 e meia. Que de manhã era preciso levantar cedo – e a vida de esforço que o trabalho rural impunha obrigava a descansar mesmo.

Nota
Mais uns termos a conhecer (dispenso-os de lhes trazer aqui a grafia da verdadeira pronúncia e da corruptela populares – que isso, sim, seria um «show» aqui no «Capeia»!):
Chão – courela, pedaço de terra para cultivar;
Conduto – acompanhamento do pão (carne, queijo, enchidos);
Caldo – sopa;
Feijões pequenos – feijão frade;
Apeguilhar – acompanhar o pão com um conduto muito apetitoso (sobretudo o queijo curado apeguilha muito bem com o pão;
Merenda – lanche. Atenção aos nomes e horas das refeições: o pequeno-almoço chamava-se almoço, de manhã bem cedo; o jantar era ao meio-dia: o que hoje chamamos almoço; e a ceia era o que hoje chamamos jantar: à noite… E, a meio da manhã, uma refeiçãozita especial:
O cravelo – refeição intermédia das 10 e tal da manhã, tipo colação, mas da manhã.
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

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A foto que acompanha esta crónica refere-se à banda OS MINISTROS, que foi criada no Soito, após o «boom» do Rock português iniciado com o álbum «Ar de Rock» de Rui Veloso.

Os Ministros

João Aristides DuarteUm festival com o nome «Só Rock» teve lugar em Coimbra, organizado pela Rádio Comercial e pela empresa de som Furacão, com o apoio da Câmara Municipal da Lusa Atenas, teve lugar no ano de 1981, com a participação das mais variadas bandas, oriundas de todo o país.
OS MINISTROS formaram-se no Soito, de propósito para concorrer a esse Festival. Foram uma das primeiras bandas a inscreverem-se no Festival, que foi ganho pela banda Alarme, da Nazaré. Participaram no Festival nomes como Manifesto, Opinião Pública, Xutos & Pontapés, Brigada do Reumático, etc., etc.
OS MINISTROS não chegaram a participar no Festival, embora tenham surgido em várias publicações ligadas à música, como o saudoso semanário «Se7e», onde foram referidos como um dos grupos com o nome mais original.
Na foto podemos ver Fernando Monteiro, no baixo, Luís Duarte, na guitarra e Fernando Freire, na bateria. Nenhum destes elementos sabia, sequer, tocar. Mas que interessava, se se tratava de uma banda punk?
A banda sofreu alterações na sua formação e Fernando Pereira entrou como guitarrista, tendo Luís Duarte passado a ocupar-se das funções de vocalista principal.
A banda ensaiava no local onde hoje é a sede da Associação Cultural e Desportiva do Soito.
Do seu reportório faziam parte temas como «Música», «Rei da Noite», «Vamos Todos», «Madrugada» e outros, que chegaram a ser ensaiados durante algum tempo.
À última da hora, a banda decidiu não se apresentar no Festival, uma vez que não se considerava com capacidade para enfrentar o público, já que, em termos musicais, pouco evolui (ou seja, se se exceptuar Fernando Pereira, nenhum dos outros elementos conseguiu aprender a tocar em condições).
Sei, também, que eram colocados grandes cartazes, na Praça da República, em Coimbra, onde eram referidos os nomes das bandas participantes no Festival e originários do concelho (a estudar em Coimbra) ficaram bastante desiludidos quando viram nesses cartazes «Os Ministros (Sabugal)» e a banda não compareceu.
Perdeu-se alguma coisa, em termos de música portuguesa? Julgo que não… Foi, apenas um projecto que ficou pelo caminho, o qual, aliás, não teria futuro nenhum.
«Música, Músicas…», crónica de João Aristides Duarte

(Deputado da Assembleia Municipal do Sabugal)
akapunkrural@gmail.com

A Inspecção-Geral da Administração Local (IGAL) está desde segunda-feira, dia 27 de Junho, na câmara Municipal do Sabugal no âmbito da realização de uma inspecção ordinária aos serviços da autarquia.

As atenções dos inspectores da IGAL estarão centradas nas áreas do urbanismo, execução de obras públicas, fornecimentos e concessões, bem como na gestão de recursos humanos, em especial na acumulação de funções públicas com actividades privadas, assim como no sistema de controlo da assiduidade dos funcionários, do trabalho extraordinário e do uso de veículos. Também analisarão as situações de impedimentos e de conflitos de interesses dos eleitos. Outra prioridade desta inspecção será a verificação da aplicação no município do sistema de avaliação dos funcionários (SIADAP). No que toca a contas, em ano de fortes restrições orçamentais, a atenção dos inspectores estará virada para a verificação da existência de medidas de controlo da despesa e dos limites de endividamento, tal como a concessão de subsídios.
Trata-se de uma inspecção ordinária, no quadro das 71 inspecções a municípios que a IGAL se propõe realizar neste ano de 2011.
A última inspecção ao município sabugalense sucedeu em 2005, quando era presidente António Morgado, altura em que três inspectores «vasculharam» os documentos da autarquia no sentido de verificarem a normalidade nas áreas da gestão de recursos humanos e do planeamento urbanístico. Essa acção inspectiva detectou pequenas irregularidades, de que foi exemplo o indevido acréscimo de vencimentos a alguns funcionários antes das suas promoções serem publicadas no Diário da República, o que levou a que devolvessem os valores que receberam indevidamente. Também na área do planeamento urbanístico se verificaram irregularidades com edificações que desrespeitaram o Plano Director Municipal, mas que foram depois alvo de loteamento e urbanização, assim suprindo as irregularidades detectadas.
A Inspecção-Geral da Administração Local é um serviço central da administração directa do Estado dotado de autonomia administrativa, que tem como principais atribuições efectuar acções inspectivas aos órgãos e serviços das autarquias locais, bem como analisar queixas e denúncias, propondo, quando necessário, a adopção das medidas tutelares adequadas.
plb

O concelho do Sabugal perdeu 2327 residentes em dez anos. Este é o facto mais saliente na análise aos resultados preliminares dos Censos 2011 publicados pelo Instituto Nacional de Estatística. A actual população residente é constituída por 12.544 habitantes contra 14.871 em 2001. A população portuguesa regista 10.555.853 indivíduos e cresceu 1,9 por cento em dez anos.

Censos 2011 - Sabugal - Guarda

Um dos primeiros balanços aos resultados dos Censos 2011 publicados pelo INE-Instituto Nacional de Estatística indica que residem actualmente no concelho do Sabugal 12544 habitantes (53,13% mulheres e 46,87% homens) perdendo 2327 residentes em relação aos Censos 2001.
Os questionários realizados nas localidades sabugalenses apontam para a existência de 15.405 alojamentos, 15.119 edifícios e um total de 5362 famílias, com uma dimensão média familiar de 2.3 elementos colocando o Sabugal como o quarto concelho mais habitado.
O distrito da Guarda registou 160.931 residentes distribuídos pelos 14 concelhos da seguinte forma: Guarda, 42.460; Seia, 24.641; Gouveia, 14.089; Sabugal, 12.544; Trancoso, 9.954; Pinhel, 9.615; Celorico da Beira, 7.695; Vila Nova de Foz Côa, 7.318; Almeida, 7.210; Figueira de Castelo Rodrigo, 6.259; Aguiar da Beira, 5.521; Mêda, 5.163; Fornos de Algodres, 4.991; e Manteigas, 3.471.
A diminuição da população foi mais acentuada na Serra da Estrela (-12.4%), Beira Interior Norte (-9,5%), Pinhal Interior Sul (9,1%), Trás-os-Montes (-8,3%) e Douro (7,2%).
Portugal tem 10.555.853 habitantes ganhando cerca de 200 mil novos habitantes num crescimento cada vez mais desigual entre a concentração no Litoral e o Interior onde a desertificação é cada vez mais acentuada em virtude da migração interna e para fora do país. Os Censos 2011 registam no território nacional 4.079.577 famílias, 5.879.845 alojamentos e 3.550.823 edifícios.
As maiores taxas de crescimento ocorreram no Algarve (14,0%), Madeira (9,4%), Setúbal (8,9%). Na Grande Lisboa (4,7%) os concelhos de Mafra, Alcochete, Montijo, Sesimbra e Cascais e no Grande Porto (2,0%), a Maia, Valongo e Vila do Conde foram os concelhos que mais cresceram.
A sondagem que mantivemos activa no Capeia Arraiana durante dois meses com a questão «Nos Censos 2001 a população residente no concelho do Sabugal registou 14.871 habitantes. E em 2011 como será?» registou 411 votos assim distribuídos: Mais de 14.871, 28 votos; Entre 10.000 e 14.871, 169 votos; e menos de 10.000, 214 votos.

1 – O concelho do Sabugal mantém, inalterável, o caminho da desertificação.
2 – Tudo parece indicar que Portugal regressou à situação de país de emigrantes.
3 – Os contadores de dados actualizados ao momento pela Pordata, Fundação Francisco Manuel do Santos, sobre o retrato de Portugal com o resumo dos indicadores da sociedade portuguesa contemporânea e dos números que contam a nossa história mais recente são… assustadores.
Aqui.
jcl

Durante dois dias, 2 e 3 de Julho, quatro dezenas de confrarias gastronómicas de vários pontos do país, incluindo a Madeira e os Açores, aproveitaram as festas da cidade de Coimbra para promover os produtos e as tradições que defendem no evento «Sabores Tradicionais» organizado pela Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas. A Confraria do Bucho Raiano do Sabugal marcou presença na recepção nos paços do concelho e no cortejo que percorreu as ruas da cidade dos estudantes até às margens do Mondego.

Clique nas imagens para ampliar

A concentração das confrarias teve lugar no sábado de manhã em frente ao edifício da Câmara Municipal de Coimbra com o presidente da autarquia, João Paulo Barbosa de Melo, a dar as boas-vindas aos confrades numa rápida recepção no interior do edifício. O cortejo dos confrades com os respectivos estandartes percorreu, de seguida, as ruas de Coimbra até ao Parque Manuel Braga, na margem direita do rio Mondego.
O espaço dividiu-se em quatro áreas distintas: mercado tradicional e artesanato com exposição e venda de produtos alimentares e artesãos ao vivo, espaço de degustação com tasquinhas de petiscos servidos pelas Confrarias, espaço de composição criativa onde chefes de cozinha – Luís Lavrador, Albano Lourenço e Hélio Loureiro – interpretaram e recriaram pratos tradicionais e o espaço animação com grupos de cantares e teatro de rua entre outras atracções.
«É importante apostar naquilo que é nosso e este espaço é uma mostra da gastronomia portuguesa de referência onde vamos expor e vender produtos como doçaria, enchidos, vinhos, queijos ou frutas», afirmou com convicção no discurso de abertura do certame Madalena Carrito, presidente da Federação Portuguesa das Confrarias.
O evento «Sabores Tradicionais» é dos cinco acontecimentos turísticos integrados na promoção «Quero Ir» na Região Centro. A iniciativa envolveu a Federação Gastronómicas das Confrarias Portuguesas, a Turismo Centro de Portugal e a Câmara Municipal de Coimbra e serviu, também, para promover o concurso «7 Maravilhas da Gastronomia» onde a Região Centro tem seis pratos entre os finalistas com destaque para o queijo Serra da Estrela, a Chanfana, o leitão à moda da Bairrada e o pastel de Tentúgal.
O maranho com surpreendentes sabores a acafrão, a maça portuguesa com diferentes variantes de tartes e bolos, a geropiga e o vinho do douro, a sopa da pedra, a caçoila de cabra velha, o bacalhau ou as sainhas de ovar foram alguns dos petiscos oferecidos pelos produtores e pelos confrades e confreiras presentes nas barraquinhas.

A Confraria do Bucho Raiano apesar do convite e da insistência da organização para uma participação activa na área dos stands de artesanato, de degustação e de restauração não conseguiu reunir as condições ideias para marcar mais uma vez presença tal como tinha feito no Mercado da Ribeira em Setembro de 2010.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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