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Fóios, «é uma aldeia do distrito da Guarda com uma população de 425 habitantes. Situa-se a 950 metros de altitude, no sopé do cume da Serra das Mesas, que é a terceira elevação a sul do rio Douro (depois da Estrela e Montemuro), estando o seu ponto mais alto a 1263 metros de altitude, que estabelece as fronteiras com Castilha e Estremadura espanholas e que é o maior divisor de águas do país, nela nascendo o Côa, o Águeda e o Erges.»

Foi para esta aldeia que o primeiro curso de Sargentos Milicianos de Abastecimento «rumou» juntamente com suas esposas no passado dia 28 de Maio.
Desde 1970, ano em que o curso teve inicio e terminou, que alguns «Zés» não tinham qualquer contacto uns com os outros.
O Presidente da Junta de Freguesia de Foios, foi do mesmo curso.
Permanece como autarca desde 1975, apenas com um intervalo de cerca de 4 anos, onde é muito estimado e querido pela população.
José Manuel Nunes Campos, não é para nós o sr. Professor ou o sr. Zé Manel. É sim, o Campos.
Foi por ele que fomos convidados a visitar a sua aldeia, famosa pelo contrabando que noutros tempos por ali circulava.
Muita felicidade para quem não se via à mais de 40 anos e início da visita à aldeia. Pelo caminho, a quem o cumprimentava, dizia sempre:
– São meus amigos da Força Aérea. À mais de 40 anos que não os via!
Antes do almoço, algumas «entradas» no jardim com piscina do restaurante da Ramitos, uma senhora encantadora.
Depois, o almoço. Enchidos típicos, presunto raiano, queijo, e por fim o célebre cabrito assado no forno.
Durante o almoço, muitas lembranças para todos e uma medalha muito «Especial» para o Campos.
Era a medalha comemorativa dos 58 anos da Força Aérea e ainda um Certificado de Presença muito bem feito pelo nosso Comandante Jorge Mendes que marca o primeiro encontro deste Curso.
O Duarte também nos surpreendeu com uma garrafa de jeropiga da sua lavra e o Mário Santos que nos ofereceu o seu recente livro «Alcanhões na Guerra de África».
De tarde, a saída para o El Bardal já em Espanha, onde nos aguardavam cavaleiros Espanhóis e Portugueses para nos mostrarem as suas habilidades.
Uma visita também ao museu que dá realce à Micologia e a tudo o que há ou vai aparecendo pelas redondezas.
Acompanhou-nos também o Alcaide de Navas Frias que muito bem nos ia dando explicações sobre o local onde nos encontrávamos.
Para o fim da tarde, não fosse uma enorme trovoada e muita chuva, e teríamos ido à pesca da truta no rio Côa que depois seriam comidas ao jantar. Assadas no forno ou fritas, apesar de tudo, não faltaram.
Era já tarde.
O Jorge Mendes, o Mário Santos e o Sotero foram dormir a um hotel do Sabugal com as esposas enquanto que os outros companheiros ficaram pelas redondezas.
Manhã cedo de Domingo e eis-nos de novo em Fóios.
Música na aldeia. O Campos, aos Domingos, através do computador coloca música para o povo até ao escurecer.
Convidados para um almoço de javali, na sua quinta, pelo Vicente, um Tenente Coronel de Abastecimento, para lá nos dirigimos.
À nossa espera o Vicente, a sua esposa e ainda uma acordeonista que foi convidada pelo Campos para abrilhantar o almoço e fazer umas rondas pela aldeia.
Cantou-se, dançou-se e contaram-se algumas histórias.
O Governador Civil da Guarda estava atrasado para o almoço.
O dia estava prestes a «cair». O mais difícil eram as despedidas, mas tinha que ser. Eu vi os olhos do Campos tristes mas prometi que nos juntaremos de novo.
Quero agradecer à D. Natália, a esposa do Campos, o acompanhamento que nos deu. É de encantar, esta senhora que ainda disse que se tinha esquecido do lanche.
Meu Comandante
Despeço-me como sempre do «Comando», da «Linha da Frente» e de todos os «Zés» com um até breve.
Victor Sotero

Este texto foi-nos remetido, para efeitos de publicação, por José Manuel Campos.
plb

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Não foi por acaso o relevo que demos à Ordem do Pereiro, no contexto da ocupação Leonesa de Riba-Côa. Esta ordem, posteriormente designada de Alcântara, tinha possessões no Médio Côa e na Estremadura castelhana, na Serra da Gata (Elges, Valverde e Navas Frias) e na Serra de S. Pedro de Albuquerque, a Norte de Badajoz, o que implicaria, como veremos adiante, uma acção preventiva de D. Dinis, para garantir a retaguarda da hoste portuguesa, aquando da campanha de 1296, também chamada, da Guarda, sobre Valladolid.

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaAs fontes portuguesas, nomeadamente a Crónica de Portugal de 1419, a Monarquia Lusitana, e a Crónica de D. Dinis, a Crónica Geral de Hespanha, dão como motivos para a campanha de 1296, os seguintes:
a) O não cumprimento da clausula de casamento da nossa infanta D. Constança com Fernando IV, acordada em 1291 e reafirmada em 1295.
b) A não demarcação da fronteira, conforme o previsto na trégua de Setembro 1295, em Ciudad Rodrigo.
E estas são, resumidamente também, as razões que a nossa historiografia dão para a campanha de 1296.
Contudo, alguns autores, como o espanhol Manuel Gonzagalez Jimnez, dão como motivo a aliança de D. Dinis com Jaime II de Aragão (casado com D. Isabel, irmã deste) para a quebra de hegemonia do império de Castela, que reunira, sob o domínio de Afonso X os reinos da Galiza, Leão e Castela, ou, como pretende também o espanhol Gonzales Minguez, o recurso de D. Juan face às dificuldades aragonesas no cerco de Mayorga Del Campo, o que está mais de acordo com a crónica de Fernando IV, de Fernán Sanchez.
O contexto em que se deu a campanha foi o do «pleito sucessório» espanhol. Morrendo Fernando de Lacerda, filho primogénito de Afonso X, originou-se a guerra civil de 1282-1284 em torno desta descendência pela coroa de Leão e Castela, entre Sancho, filho também de Afonso X, e Afonso, filho de Fernando de Lacerda, acabando por suceder aquele, com o nome de Sancho IV, a Afonso X.
Entretanto, falecendo Sancho IV, doze anos após, deixando como herdeiro uma criança de dez anos, fruto do seu casamento, canonicamente anulado por motivos de parentesco não dispensado entre nubentes, com Maria de Molina, que implicava a bastardia do herdeiro, D. Fernando IV, suscitando novamente a legitimidade de Afonso de Lacerda, que Aragão apoiava militarmente.
Em campo surgiu também o Infante D. Juan de Lacerda, igualmente filho de Afonso X, que exilado em Granada, procurou o apoio de D. Dinis, pelo tratado da Guarda, de Julho de 1295, de que saiu a nossa declaração de guerra a Castela, mas da qual não resultaria qualquer acção armada, apesar da mobilização da hoste, porque seria assinada a trégua de 6 de Setembro de 1295, de que resultou a reafirmação do referido acordo de casamento (previsto no acordo de 1291), a demarcação da fronteira para fim desse ano, e a entrega a Portugal das vilas de Noudar, Serpa, Moura e Mourão, Aroche e Aracena.
Em Janeiro de 1296, Jaime II formaliza o seu apoio a Afonso de Lacerda e patrocina um acordo deste com seu irmão, D. Juan de Lacerda, dividindo o reino de Castela, cabendo àquele Castela, Toledo, Córdova, Múrcia e Jaén, e a este Leão, Galiza e Sevilha, o que torna inevitável a hostilidade de Fernando IV.
Por sua vez, D. Dinis reúne nesse Verão, a sua hoste na Guarda. O conluio com Jaime II é evidente, pois a própria declaração de guerra deste a Fernando IV, efectuada em Março, fez-se em nome de Aragão, dos rei de França, Portugal, Sicília, Granada e dos Infantes de Lacerda.
A campanha começou, da parte de Aragão, na Primavera de 1296, dirigida pelo Infante D. Pedro, avançando de Ariza até Leão, onde se juntou a D. Juan de Lacerda, e depois até Sagun, indo cercar, de Maio a 28 de Agosto, Mayorga Del Campo, praça estratégica na defesa e Valladolid, cidade onde se encontravam Fernando IV e Maria de Molina.
Entretanto, Jaime II invade o reino de Múrcia, que conquista, enquanto Muhamad II de Granada toma Quesada e Alcoudete e D. Dinis inicia a sua aproximação à Guarda, desde Santarém, passando por Coimbra, onde se detém de Junho a Agosto.
Sabemos que entre 13 e 15 de Setembro D. Dinis se encontrava na Covilhã, data a partir da qual não há qualquer produção de cartas régias, por um período de cerca de mês e meio, que é o tempo que, com toda a probabilidade, durou a campanha.
O início da mesma, já depois do levantamento do cerco de Mayorga, devido à peste, prende-se possivelmente com o facto de as forças aliadas ainda posuirem alguma vantagem territorial e numérica, e para se não desperdiçarem os recursos que já desde 1295 vinham sendo reunidos para esta guerra, com a eminente entrada o Inverno, que inviabilizaria qualquer acção.
Previamente, D. Dinis reparara todas as fortalezas da fronteira, do Minho ao Alentejo; reorganizara a estrutura do comando militar; salvaguardara a rectaguarda do exército, assegurando a neutralidade da Ordem de Alcântara (antiga Ordem do Pereiro), que tinha domínios em Riba-Côa, com a doação da Igreja de Santa Maria de Seia e pela compra e ocupação de Coria, praça-forte nas imediações de Alcântara; tornara vassalo D. Sancho de Ladesma, senhor das vilas do Alto-Côa; reforçara a linha da raia com Ordens militares fiéis, como os Templários em Vila de Touro, e a Ordem de Avis, a Sul.
Partindo da Guarda, depois de meados de Setembro, em direcção a Ciudad Rodrigo, Salamanca, onde se juntou aos aliados, progrediu para Tordesilhas, detendo-se em Simancas, numa tentativa de pressionar Valhadolid, em jornada de cerca de 300 Km, em que gastou perto de 15 dias, atento o ritmo de progressão de um exército medieval daquelas características, enquanto as milícias de Elvas conquistavam Campo Maior e Alvalade, e a Ordem de Avis travava, em Arronches, a contraofensiva de Alfonso Perez Guzmán, Mestre de Santiago, e a frota Portuguesa vencia a de Sevilha, ao largo de Sines.
Ou por as forças invasoras não serem suficientes para acometer e sitiar Valladolid, ou porque alguns nobres comprados por Fernando IV, que entretanto conseguira cunhar moeda e recrutar novos contingentes e subornar a nobreza, abandonarem com as suas mesnadas os infantes de Lacerda, D. Dinis retirou para Medina Del Campo, na terceira semana de Outubro; mas porque D. Afonso e D. Juan de Lacerda, já sem apoios, retiraram para Aragão e Leão, respectivamente, D. Dinis acabou também por retirar para Portugal, pilhando e arrasando tudo o que encontrava no caminho.
Outro motivo para a retirada, e que aparece em pouco estudiosos da matéria, é que teria havido um acordo de Fernando IV e Maria de Molina com D. Dinis, para que este partisse (Crónica Geral de Hespanha d 1344, Conde D. Pedro, cap. DCCXIX p. 245 e Crónica de D. Dinis, Rui de Pina, cap. IX, p.247).
É certo que tanto o Conde D. Pedro e Rui de Pina ao referirem apenas que «pediram a D. Dinis que partisse», omitem qualquer contrapartida.
Mas Fernan Sanchez é mais explícito ao referir que D. Dinis recebeu um mensageiro que lhe «pediu que fosse, que se lhe entregaria Castelo Rodrigo, Alfaiates e Sabugal».
E o que sabemos das fontes é que no início de Novembro de 1296 a hoste de D. Dinis entrou em Castelo Rodrigo, no dia seguinte seguiu para Alfaiates, e depois para o Sabugal, ocupando as principais praças de Riba-Côa, sem qualquer resistência ou as violências que cometera na retirada, segundo a Crónica de D. Fernando IV, Cap.II, P.36-37.
E a maior prova de que a entrada foi pacífica e sem qualquer resistência, é que D. Dinis nem precisou de se demorar por Riba-Côa, pois a oito de Novembro Já se encontrava em Trancoso, onde emitiu as primeiras cartas régias após mês e meio de silêncio, e confirmou os privilégios das vilas de Riba-Côa.

Bibliografia:Francisco Brandão, Monarquia Lusitana, Quarta parte, INCM, 1974, fols 247 e ss.
Humberto Baquero Moreno, As relações de Fronteira no século de Alcanizes, in Jornadas Luso-Espanholas de Hist. Medieval, Actas, Vol. I, Porto, FLUP, 2000, p.644 e seg
César Gonzales Minguez, Fernando IV, Plascência La Olmeda, 1995, p. 38
José Augusto Pizarro, D. Dinis, Lisboa, C List. 2005, pp. 108 e seg.
Fernando Sanchez, Crónacerda de D. Fernando IV, Tomo I, Madrid, Real Academia de História, Cap. II pp. 33 e seg.
Manuel Gonzalez Jimenez, Las relaciones entre Portugal e Castilha durante el siglo XIII, IV jornadas luso-Espanholas de Hist. Medieval, Vol. I, Porto, FLUP, 2000, p.16
Crónica geral de Espanha, Lindley Cintra, 1990, cap.DCCXIX, pp. 244 e seg.
Crónica geral de Espanha, 1344, cap. DCCXIX p. 245
Visconde de Santarém, Corpo Diplomático Português, tomo1, Paris, Ailland, 1846, p. 46 e seg
Jerónimo Zurita, Anales de La Corona de Aragón, Zaragoza, 1610, Tomo I, Livrp V, fol. 367
Crónica Del Rey D. Dinis, Porto, Lello & Irmãos, 19777, cap. VIII, p. 246 e seg
Vergínia Rau, Itenerários Régios Medievais I, Itinerários Del Rey D. Dinis, 1279-1326, Lisboa, Instituto de Alta Cultura, 1962, pp. 46 e seg.
Saúl António Gomes, Doc. Medievais de santa Cruz de Coimbra, IANTT, in estudos Medievais, n.º 9, 1988, doc. 22 p. 95-96, doc. 24 p. 96-97.
Mario Barroca, D. Dinis e a Arquitectura Militar Portuguesa, in IV jornadas luso-Espanholas de Hist. Medieval, Vol. I, Porto, FLUP, 2000, pp.801-822
Gama Barros, História da administração Pública em Port. dos séc. XII a VV, vol. V, Lisboa, Sá da Costa, 1948, p. 232.

«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

A designer de moda Isilda Pelicano, com raízes em Alfaiates, no concelho do Sabugal, foi distinguida com o Prémio IADE Carreira 2011 atribuído pelo IADE (Instituto de Artes Visuais, Design e Marketing).

Isilda Pelicano

O reconhecimento profissional de Isilda Pelicano deve-se à «excelência da sua personalidade criativa e inovadora, tendo contribuído para o avanço da área do conhecimento, do ponto de vista científico, académico e do seu impacto na sociedade portuguesa na área do Design de Moda e em áreas afins ao Design, ao Marketing, à Publicidade e à Fotografia e Cultura Visual».
O percurso profissional de Isilda Pelicano é o espelho do sucesso e da perseverança. Aos 39 anos, depois de se ter formado em Filologia Germânica, ao saber da abertura do Curso de Moda do IADE, decidiu mudar radicalmente a sua vida profissional e inscrever-se na área que a apaixonava.
No decorrer do curso, vence o concurso “Smirnoff Fashion Awards” e desde 1991 tem atelier e loja em Lisboa. Apresenta semestralmente novas colecções, estando também presente em importantes eventos profissionais da Moda nacional, tal como a «Filmoda» e o «Portugal Fashion», entre outros. Laetitia Casta foi uma das celebridades que desfilou as suas criações no «Portugal Fashion», tendo vestido uma das suas criações na edição seguinte do Festival de Cannes.
O trabalho de Isilda Pelicano é reconhecido pelo design cuidado, pelos materiais de extrema qualidade, sobretudo o seu talento para trabalhar peles, pela atenção aos detalhes e pela exploração de novas técnicas.
Também reconhecida pelo Design de Fardamentos, Isilda Pelicano tem no seu portfólio projectos de design, confecção e distribuição de fardamento para grandes organismos e empresas como a Sagres, a Loja do Cidadão, a Portugal Telecom na Expo’98, o Euro 2004 e o Euro 2008 (realizado na Áustria e Suíça).
Isilda Pelicano considera que «…o IADE representou um óptimo local de aprendizagem e sempre admirei a organização do curso, a qualidade dos professores e o excelente ambiente de formação e criatividade». Hoje congratula-se por «ter concretizado um sonho».
Este prémio foi criado pelo IADE em 2009, sendo atribuído nesse ano a Carlos Coelho, Presidente da Ivity Brand Corp, na área de marketing e, em 2010 foi galardoada Nini Andrade e Silva na área do Design de Interiores.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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