No início do mês de Maio a Câmara Municipal do Sabugal contratou com o Banco Santander Totta um empréstimo de curto prazo no valor de um milhão de euros para fazer frente a necessidades de tesouraria.
O recurso ao empréstimo, que vigorará até ao final deste ano de 2011, portanto apenas por alguns meses, foi aprovado em reunião do executivo camarário e foi depois sujeito a votação na Assembleia Municipal, na sessão de 30 de Março. O dinheiro, que ascende a um milhão de euros, destina-se a ser usado como fundo de maneio para apoio à tesouraria, numa espécie de conta caucionada, ou a descoberto, que garanta liquidez para fazer frente às necessidades financeiras mais prementes.
A taxa de juro anual efectiva do empréstimo rondará os 4,8 por cento, variando porém em cada três meses ao sabor da evolução da taxa de referência Euribor. O montante de um milhão de euros terá de ser integralmente amortizado no final do ano corrente, de modo a que a dívida não transite para 2012.
Os problemas de tesouraria têm sido recorrentes na Câmara Municipal e isso tem motivado situações de falta de liquidez, pelo que o Município se viu obrigado a recorrer a este tipo e empréstimo, que foi efectuado através do balcão do Soito do Banco Santander Totta, onde a edilidade tem conta aberta.
plb

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2 comentários
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Quarta-feira, 18 Maio, 2011 às 7:19
Clemente
Nada famosa a taxa de juro de um cliente como a C.M.S.. Se num Ano vai ser possível (digo eu) amortizar a totalidade da dívida, será que se justifica este crédito á Banca ?? Gostava de ler alguns comentários sobre o assunto. Fico á espera.
Quarta-feira, 18 Maio, 2011 às 22:40
CM
Pois é, são problemas crónicos. Aliás nada de estranho, pois hoje em dia é o que está em voga “contrair empréstimos”. É evidente que os compromissos assumidos têm que ser resolvidos, claro que as receitas não são abundantes e são com recurso a uma população cada vez menor (aguardemos os resultados dos sensos 2011) e mais envelhecida. Como a indústria também não abunda e só existe o pequeno comércio os proveitos são menores. Também para agravar vêem os grandes encargos municipais (Sabugal+ e agora recentemente as termas do Cró). Vamos ver no que irá resultar, se tivermos em conta que a “torneira” estado está praticamente sem “água”.