Às 18,30 horas do dia 19 de Maio, quinta-feira, vai ser apresentado em Lisboa o livro «Sabugal e as Invasões Francesas», da autoria de Manuel Francisco Veiga Mourão, Joaquim Tenreira Martins e Paulo Leitão Batista. A sessão vai acontecer na Casa do Concelho do Sabugal.
O filósofo e escritor Pinharanda Gomes, que assina o prefácio do livro, fará a apresentação, seguida de algumas palavras dos autores.
O livro fala das invasões francesas tendo sempre por pano de fundo o Sabugal, por onde os exércitos passaram por diversas vezes e onde se deu a derradeira batalha em solo português.
Manuel Francisco Veiga Mourão, natural de Torres Vedras, coronel na reserva e historiador militar, escreve sobre a Batalha do Sabugal, descrevendo com minúcia o campo de batalha, as forças em presença, os planos dos comandantes, para depois explicar a evolução das tropas no decurso do combate.
Joaquim Tenreira Martins, investigador natural de Vale de Espinho, fala do Sabugal no tempo de Napoleão Bonaparte. Descreve a forma como se organizavam os exércitos e como se abasteciam, a politica de terra queimada praticada por Wellington, as surpresas e as tentações de Massena, descrevendo ainda em pormenor a passagem dos exércitos pelo Sabugal e a batalha que ali teve lugar.
Paulo Leitão Batista, economista natural do Sabugal e co-autor do blogue Capeia Arraiana, faz a memórias das invasões, referindo os momentos em que as tropas passaram pelo Sabugal e traçando o perfil dos generais ingleses e franceses que as comandaram.
A Casa do Concelho do Sabugal está sedeada na Avenida Almirante Reis, nº 256, 2º Esqº, em Lisboa, local onde a sessão de apresentação do livro «Sabugal e as Invasões Francesas» terá lugar.
jcl

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3 comentários
Comments feed for this article
Quarta-feira, 18 Maio, 2011 às 13:37
Clemente
O início de um trilho para que a C.C.S. seje também um espaço de cultura e de reflexão de ideias… não deve ser só comes e bebes, visto que as condições também não são as melhores.
Embora todos nós saibamos, que se não fossem os comes e bebes, a Casa hoje já não existia. Eles são o poço de petróleo da C.C.S….
Quarta-feira, 18 Maio, 2011 às 16:06
José Morgado
Amigo Clemente
Ao contrario do que parece,o poço de petroleo da C.C.S, são as capeias raianas no Campo Pequeno e não a restauração pois no ano de 2010, esta actividade deu prejuizo.
Aliás como alguem tambem disse o que leva pessoas emigrantes e luso descendentes, ás Terras do Riba Côa, são as festividades que incorporam capeias, encerros e garraiadas, servindo as festas religiosas como simples “entradas”
Quinta-feira, 19 Maio, 2011 às 13:40
Clemente
Amigo Morgado: quando me refiro ao “poço de petróleo”, foi com base em testemunhos de clientes que nada têm a ver com o Sabugal, mas que frequentam a Casa na hora do almoço, por estar perto dos locais de trabalho e dizem que tem uma enorme afluência, além de qualidade e requinte nos pratos lá confeccionados.
Assim sendo, não faz muito sentido a Restauração dar prejuizo. Uma coisa é certa: por falta de clientes não é…