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A obra «A Divina Pestilência» do escritor João Rasteiro venceu o Prémio Manuel António Pina. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagens de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Na sequência de preservar um lugar de muito valor que se encontrava em estado de degradação, o antigo lagar de vinho foi restaurado na freguesia da Nave.

Construído no ano 1949 aproximadamente, este lagar é símbolo da existência de uma actividade agrícola que em tempos assumiu particular importância na área das vindimas e fabricação do vinho.
Considerado como um dos poucos existentes lagares deste concelho, destaca-se entre os outros devidos à sua estrutura inicialmente pensada para melhorar e facilitar o processo derivado á produção do vinho.
A sua estrutura é formada por: 11 cubas de granito alinhadas e devidamente numeradas.
As 7 primeiras construídas em 1949, suportam á superfície diversas lagariças onde era pisada a uva e ali permanecia uns dias até a fase de transição para as cubas que seria mais fácil, devido ás suas torneiras situadas no topo de cada cuba onde o vinho mosto passava da lagariça directamente para as cubas, onde se dá o processo até á prova do vinho novo. Outro dos seus utensílios também situado no topo e dentro das lagariças é a prensa.
As outras três cubas construídas nos anos de 1955, situadas noutro ponto do lagar, mantém a mesma forma das primeiras fazendo com que o processo fosse o mesmo. A 11ª cuba construída em 1954 situa-se sozinha pois era utilizada para o armazenamento da aguardente.
Com o passar dos anos da não actividade, este lagar encontra-se em prefeitas condições e intacto, com as cubas limpas e sem qualquer musgo.
Depois de uma limpeza geral e de tentar repor todos os pequenos objectos encontrados nos seus respectivos lugares, também foram encontradas algumas garrafas de vinho provavelmente do último ano de colheita que se encontravam no baixo corredor posterior ás cubas, garrafas estas que o seu vinho depois de ser arejado é uma relíquia.
Estas e muitas outras razões fizeram com que o seu novo proprietário, Francisco Nibau, habitante da freguesia quis restaurar este lagar de vinho. A preservação desta antiguidade pouco existente neste concelho talvez tenha sido o seu maior motivo pela restauração este que é sem dúvida um monumento de prestígio da nossa aldeia.
Edgar Fernandes

A compositora norte-americana Diamanda Galás, o músico português Pedro Abrunhosa e a diva peruana Susana Baca são alguns dos destaques de excelência da programação da agenda cultural de Abril a Julho do TMG-Teatro Municipal da Guarda apresentados pelo seu director Américo Rodrigues. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagens de Pedro Taborda da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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«Sei que assumo uma grande responsabilidade ao opor-me tão formalmente às suas intenções; mas, nem que seja destituído e nem que com isso perca a cabeça, não seguirei o movimento para Coria e Plasencia de que me fala a não ser, repito, que tal me seja ordenado pelo Imperador» – missiva que de Ney para Massena, recusando a ordem de encaminhar o seu corpo para o Sabugal, seguindo o caminho para a Estremadura espanhola.

O marechal Michel Ney era o comandante do sexto corpo de exército, e tinha no movimento retrógrado da terceira invasão de Portugal a espinhosa missão de seguir na retaguarda, contendo os ataques do exército aliado.
Ney, que era filho de um soldado veterano francês, e que subira na hierarquia militar até ao generalato devido aos seus elevados méritos em combate, tinha na altura 42 anos e acumulava com o posto de marechal o título de Duque de Elchingen. Muito popular entre os soldados, que o tinham como o melhor dos marechais de França, era chamado Le Rougeaud (O avermelhado) e Le Brave des Braves (O Bravo dos Bravos), tendo este último apodo sido conferido pelo próprio Napoleão.
Massena e Ney odiavam-se mutuamente. O «Bravo dos Bravos» nunca se conformou por ter sido colocado sob as ordens do «Filho Querido da Vitória» (nome dado por Napoleão a Massena) e a terceira invasão de Portugal foi uma sucessão de dissensões entre os dois marechais. Massena era o comandante-em-chefe, senhor de um prestígio enquanto estratega apenas superado pelo do próprio Napoleão Bonaparte, mas Ney era o mais resoluto e corajoso dos marechais do Império.
Em Paris, imediatamente antes de partir para a Península, Massena tentou demover o Imperador a colocar Ney entre os seus lugar-tenentes no Exército de Portugal, por lhe conhecer o mau carácter. Napoleão retorquiu-lhe: «Ney é um general de vanguarda: se as suas ideias no gabinete são fracas, ele resgata esse defeito no terreno; maneja tão bem a infantaria como a cavalaria; vai ser-lhe muito útil, não será preciso estimular-lhe o ardor».
Mas os problemas com Ney começaram logo quando Massena se juntou ao seu novo exército em Salamanca. Queria apressar o cerco a Ciudad Rodrigo e entrar em combate com os postos avançados ingleses, no que foi a custo contido por Massena. Já em plena marcha em Portugal, nas alturas do Buçaco, foi a impaciência de Ney que ditou a precipitação da batalha, que os franceses perderam. Na retirada Massena queria ter seguido para Coimbra, onde concentraria o exército, mas Ney não cumpriu por inteiro os itinerários, inviabilizando assim essa movimentação.
Porém o clímax da rivalidade entre os marechais estava marcado para Celorico, quando Massena deu ordens para a movimentação para o sul, a fim de entrar em Espanha por Alcântara e atingir o vale do Tejo, entre Coria e Plascencia, a partir de onde relançaria a invasão de Portugal. O fogoso Ney não concordava e afirmou-lhe que desobedeceria, se persistisse nesse clamoroso erro. Os ajudantes de campo de ambos os marechais levavam e traziam cartas com as ordens de Massena e as respostas de Ney. Este exigia saber se as disposições provinham do Imperador, pois caso contrário não as acataria, e aquele reafirmava as ordens, intimando de que era imperioso dar-lhe cumprimento. A um ponto, Ney decidiu esticar a corda e informou Massena que recuaria com o seu corpo para Almeida. Massena desesperou e escreveu-lhe: «Previno-o, senhor marechal, de que se torna responsável pelo mau exemplo que a sua desobediência dá ao exército e, talvez, pelas consequências, ainda mais deploráveis, que dela podem resultar. Queira responder-me se persiste na sua desobediência, desprezando a autoridade que o Imperador me confiou; nesse caso, saberei tomar disposições para mantê-la
As coisas já tinham ido longe de mais e não havia espaço para recuar. Ney informou que não deixaria que o seu corpo marchasse com o resto do exército para sul. Massena informou então formalmente os generais de divisão do sexto corpo que deixavam de obedecer a Ney, passando a receber instruções directas do estado-maior general, e ordenou ao marechal que seguisse imediatamente para Espanha, deixando o exército. O recalcitrante Ney ainda reagiu alegando a ilegitimidade da ordem: «Como foi o Imperador que me confiou o comando do sexto corpo, ninguém além de Sua Majestade tem o direito de mo retirar». Porém Massena manteve as disposições e confiou o comando do corpo ao general Loison, acabando Ney por se dirigir para Espanha.
As tropas do sexto corpo amavam Ney, que era o seu verdadeiro líder. À fome que passavam, pela falta de provisões, juntava-se agora a desmotivação e o sentimento de injustiça para com o seu marechal. O capitão Guingret, que servia nesse corpo, escreveria mais tarde: «O afastamento inesperado do duque de Elchingen tinha desmoralizado completamente o espírito das suas três divisões. Desde que nos constituíram em sexto corpo, nas épocas eternamente gloriosas de Austerlitz e de Friedland, adquirimos pouco a pouco o hábito de nos considerar como uma família de guerreiros, de que o marechal Ney fora sempre o guia
Bécet de Léocour, chefe do estado-maior de Ney, também deixou um testemunho similar: «A sua partida causou uma impressão muito deplorável no moral das tropas, que tinham por ele tanta confiança quanto apego e que estavam muito longe de conceder os mesmos sentimentos ao sucessor que lhes atribuíam».
O atraso do movimento provocado pela obstinação de Ney seria fatal para as tropas francesas que não conseguiram concretizar com sucesso o movimento em direcção ao sul. Ney foi afastado no dia 23 de Março de 1811 e, dentro de dias, a 3 de Abril, no Sabugal Wellington atacaria o corpo de Reynier, ditando assim o retorno dos franceses a Espanha, pondo fim à terceira invasão de Portugal.
Paulo Leitão Batista

Toda a gente do Casteleiro cresceu com aquela imagem atraente e bela de um edifício muito especial, bonito, elegante, no meio da serrania. É um hotel. Melhor: foi um hotel.

Cresci a pensar que aquilo era da minha Freguesia, o Casteleiro. Só muito mais tarde, já adolescente, é que percebi que era da Freguesia de Sortelha.
Isso, em termos administrativos. Mas em termos sociais e de vivência de cada um, era assim: a Serra da Pena é um local de encanto nosso.
Adiante.
Em pequeno, estive sempre muito ligado à gestão daquele equipamento. Conheci os representantes dos ingleses donos da empresa que explorava o hotel, já moribundo, e as Águas Radium. Assisti ao desmantelamento de um e de outra. Desmantelamento, literalmente: banheiras, torneiras, sanitas, canalizações… tudo foi levantado, levado, apropriado por alguém que se julgava prejudicado e quis prejudicar também. Até sei os nomes das pessoas em causa, porque eles faziam parte do meu dia-a-dia naqueles dias de meados da década de 50.
O hotel foi construído muito cedo: pouco depois de 1910. As termas e a utilização medicinal das águas radioactivas e depois das lamas com as mesmas propriedades foram crescendo.
As primeiras concessões das águas datam de 1922.
Aos espanhóis que fundaram este complexo, segue-se uma administração francesa, ligada ao urânio – não esquecer as Minas da Bica, ali perto da Azenha (Quarta-Feira).
A água era engarrafada e vendida como quase milagrosa (ver aí em baixo).
Nos anos 30 do século XX, jornais de Castelo Branco publicitam profusamente as Águas, as Termas e o Hotel.
Mas, provavelmente, nessa altura são já os ingleses que dominam por ali.
E depois, vinte anos depois, tudo acaba sem honra nem glória.
Ficou o «castelo» encantado.
Era assim que lhe chamávamos no Casteleiro quando eu era pequeno: o Castelo da Serra da Pena.
Para que serviam as Águas Radium e as lamas radioactivas?
Procurei informação. Eis uma síntese do que encontrei:
Indicações
Reumatismo, gota, hipertensão arterial, colites, edemas, insuficiência circulatórias (Acciaiuoli.1939)
Doenças do aparelho circulatório, rins e nas perturbações da nutrição, hipertensão arterial e nas feridas (Contreiras, 1951)
Doenças da circulação, gastrointestinais.
Tratamentos / caracterização de utentes
«O tratamento metódico por lamas radioactivas […] a aplicação de lamas radioactivas em artrites e artroses mono ou poli-articulares, é sem dúvida uma óptima aquisição da Águas de Radium com rendimento terapêutico, bem comprovado […] A aplicação de compressas eléctricas radioactivas G. Ray nas artrites, ciáticas, dores ováricas – provocam redução das dores.
O aparelho Studa Chair para lavagem do cólon, com 35 litros de água mineral, produz uma boa desinfecção mecânica.
» (Acciaiuoli1940)
«”Studa chair” compressas e lamas radioactivas.» (Contreiras1951)
In aguas.ics.ul.pt.
«A Minha Aldeia», crónica de José Carlos Mendes

A 44.ª Caminhada pelo Interior Raiano da Câmara Municipal do Sabugal teve lugar na Lageosa da Raia. Reportagem da jornalista Paula Pinto com imagens de Pedro Taborda da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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Vai reunir no dia 1 de Abril, pelas 20h30, a Assembleia-Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Sabugal, cuja convocatória publicamos na íntegra.

Bombeiros Voluntários SabugalRAMIRO MANUEL LOPES DE MATOS, Presidente da Assembleia Geral da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Sabugal, usando dos poderes que me são conferidos pela alínea a) do Art.º 38º dos Estatutos da referida Associação, convoco a Assembleia Geral a ter lugar no dia 1 de Abril de 2011, pelas 20 horas e trinta minutos na Sede da Associação, com a seguinte ordem de trabalhos:
1. Análise, discussão e votação da conta de relatório e contas relativas ao ano de 2010
2. Análise, discussão e votação do Orçamento Ordinário (1ª revisão) para o ano de 2011
De acordo com o Artº 43º dos mesmos Estatutos se à hora marcada não houver número suficiente de sócios, a Assembleia funcionará meia hora depois com um mínimo de dez sócios presentes.
Sabugal, 24 de Março de 2011
O Presidente da Assembleia Geral
Ramiro Manuel Lopes de Matos

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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