You are currently browsing the daily archive for Quinta-feira, 20 Janeiro, 2011.

A equipa de futsal da Rapoula da Côa apoiada pela Sabugal+ continua a promover o território raiano no Campeonato Distrital da 1.ª Divisão da Associação de Futebol da Guarda. A experiência adquirida nesta primeira época permitirá, estamos certos, melhorar os resultados no futuro.

Futsal - Rapoula do Côa - Sabugal+

Derrota inesperada na 10.ª jornada
Não correu da melhor forma a recepção à equipa do Pinhel. Depois de ter terminado o ano a perder a equipa da Rapoula do Côa entrou em 2011 da mesma forma. Perante um adversário acessível, a equipa deixou-se surpreender estando mesmo a perder por 0-3!
Demorava a reacção da equipa aos golos sofridos, então que numa bela jogada colectiva Zé Cunha reduz o marcador para 1-3. A partir deste momento a equipa local superior-se no encontro e tomou o controlo da partida, conseguindo mesmo igualar, 2-3 por Tiago Emídio e na ultima jogada da primeira parte através de um livre directo de Zé Cunha (3-3), colocando assim justiça no marcador.
A entrada para a segunda parte, a equipa da casa entrava mais aguerrida e mais concentrada, no entanto a equipa de Pinhel ia controlando as investidas da equipa local e reagia através de contra-ataques.
Apesar de estar melhor no jogo, foi a equipa visitante que se adiantou no marcador, resultado que se manteve até ao final da partida.
No final do jogo era notório a frustração dos atletas da casa perante uma derrota inesperada.

Regresso às vitórias com exibição convincente
Após uma fase menos boa da equipa da Rapoula do Côa (4 derrotas consecutivas), o jogo da 11.ª jornada em Casal de Cinza perante a equipa local era determinante para o estado anímico da equipa!
A reacção da equipa aos maus resultados não podia ser melhor, vitória por 3-1 num recinto complicado!
Entrou melhor a equipa da Rapoula do Côa, com um exibição colectiva bastante segura que se traduziu em golos logo nos primeiros minutos, primeiro por Marco Capela (0-1) e depois por João Luis (0-2).
Ia reagindo o Casal de Cinza, mas a equipa da Rapoula do Côa foi adiando o golo da equipa local. Golo este que chegou perto do intervalo.
No regresso para a segunda parte, voltou a entrar melhor a equipa da Rapoula do Côa, adiantando-se no marcador por Micael Firmino.
Tentou o Casal de Cinza reagir à desvantagem, mas sempre sem sucesso, pois a equipa da Rapoula defendia muito bem!
Terminou o jogo com a vitória justa da Rapoula por 3-1, num agradável jogo de futsal e sempre jogado de forma correcta pelos atletas.

Próxima Jornada (12.ª): Vila Viçosa – Rapoula do Côa
Marco Capela

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A introdução de portagens na A23, que está aqui ao nosso lado e que foi feita com dinheiros da então CEE para nos servir, está para breve. Faltam pouco mais de dois meses. Mas pouco ou nada se diz sobre esta violência descarada, sobre este escândalo, e muito menos se vê fazer qualquer coisa para contrariar este estado surreal.

Portagens nas ScutsUma ou outra autarquia vai aprovando esta ou aquela moção, mas tomadas de posição públicas conjuntas, a merecerem honras de telejornais, que pudessem esclarecer os senhores que nos governam, isso ainda não aconteceu com a veemência e a frontalidade que o caso, pela sua gravidade, merece.
Somos assim. Nada feito. Nem de pancada, nem de assaltos, estamos fartos.
Mas lá para Abril, ou Maio, quando o trânsito normal da A23, que era IP6, entrar dentro de Torres Novas, do Entroncamento, de Tancos, de Constância, de Abrantes e por aí a fora, é que vai ser o bom e o bonito. Nessa altura, os senhores que agora deveriam estar a esclarecer os seus companheiros, ou adversários de viagem, que tomaram esta vergonhosa decisão, certamente vão então fazer o papel de infelizes porque lhes estão a estragar as rotundas, as avenidas, as ruas, os passeios e até talvez, se venham a lembrar, que este bonito serviço estará a pôr em causa a segurança dos habitantes das suas terras de quem são os seus legítimos representantes.
Mas nessa altura já será tarde. Nessa altura, quando começarem os protestos a sério, quando os engarrafamentos entupirem a vida normal destas santas terrinhas, aqui d’el-rei, gritarão e ninguém os ouvirá. A não ser que um senhor, salvo erro Paulo Campos, os venha convencer que esta medida aberrante, até é boa e «que a introdução de portagens nas SCUTS obrigou a uma melhoria em termos ambientais e de segurança nas vias consideradas alternativas», como esse senhor disse, com a lata toda, e o JN publicou em 15.12.10. Ele é bem capaz de voltar a fazer esse papel, se continuar no posto onde tem estado.
Mas se o senhor cá vier e repetir este filme, há vários pormenores a considerar que merecem ser esclarecidos para o senhor perceba e aprenda alguma coisa:
– A A23, entre o nó da A1 até Abrantes, não é SCUT, e o senhor precisa de ser informado. Precisa de aprender com quem sabe.
– Neste espaço alargado de mais de 40 Kms, não há alternativas, e o senhor precisa de ser informado. Precisa de aprender com quem sabe.
– E essa coisa dessa grandessíssima confusão vir a melhorar em termos ambientais e de segurança as consideradas «alternativas», por amor de Deus, vou ali, já venho. Informem e esclareçam o senhor para ver se ele não diz mais disparates. Ele precisa mesmo de aprender com quem sabe, para poder botar alguma figura.
Para terminar só mais um desabafo: – Qualquer pessoa, com a cabeça ainda em cima dos ombros, esperaria que os senhores, e as senhoras, autarcas dos concelhos de Alcanena, Torres Novas, Entroncamento, Vila Nova da Barquinha, Constância e Abrantes, concelhos mais prejudicados com esta medida surrealista, se soubessem unir e falar a uma só voz, para defenderem uma causa que é comum, que prejudica todos os munícipes e toda a economia desta região chamada Médio Tejo.
Mas perdoar-me-ão. Se estão a fazer alguma coisa em conjunto, isso estará ainda no segredo dos Deuses. E, convenhamos, casos destes que vão muito para além das fronteiras e interesses mesquinhos e bairrismos doentios, mereciam mesmo que a tomada de posição fosse forte, coesa e comum. A não ser que, por serem de partidos diferentes, PS, PSD e CDU, depois de 25 anos de democracia, ainda não se saibam entender e falar normalmente, sem atropelos, como pessoas crescidas. Mas entendam-se.
Os senhores para se encontrarem até nem precisam de ir a casa de uns ou de outros. Podem jogar no campo neutro que é de todos. A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo, em Tomar. É um edifício tão bonito, onde foi gasto tanto dinheiro, e é de todos. Utilizem-no sempre que necessário, como é o caso, para fazerem coisas úteis às vossas populações. Mas terão que utilizar uma maior veemência do que a utilizada em 30 de Junho quando aprovaram uma moção de repúdio pela instalação das portagens, moção essa que deu em nada e que deve estar no fundo de qualquer gaveta.
E se desta vez evitarem este disparate, com a tal veemência e com a força da razão que a todos assiste, antes da instalação dos pórticos, que custarão para cima de uma pipa de massa, ainda podem vir fazer uma festa, porque pouparam muito dinheiro ao erário público.
Vá mexam-se, enquanto é tempo. Até porque ninguém já se lembra da tal moção aprovada em 30 de Junho.
A não ser que tenhamos que concluir mais uma vez, que cada povo só tem o que merece. E se calhar nós não merecemos mais.
Cá estaremos para ver o desenrolar dos próximos capítulos de mais esta trapalhada.
Carlos Pinheiro

A Radical Lince foi constituída em Vila do Touro, no concelho do Sabugal, com o objectivo de promover a animação aleada à cultura, lazer e ocupação dos tempos livres.

Radical LinceA empresa Radical Lince foi constituída há cerca de 10 meses mas apenas há pouco mais de 15 dias foi concedido o alvará de empresa de animação turística (nº 428/2010) pelo que neste momento as actividades baseiam-se no paintball, passeios TT (jipe e moto), passeios BTT e sua marcação, orientação, passeios pedestres e sua implementação, tiro com arco, organização de eventos, visitas/excursões e aluguer de insufláveis. Está prevista a aquisição de algumas canoas e material para a prática de escalada, rapel e slide.
– Como surgiu a ideia?
– O concelho do Sabugal, e toda a região envolvente tem-se tornado um forte destino turístico pelo património histórico aqui existente, mas infelizmente os visitantes em 10 ou 15 minutos visitam o que há para ver e perguntam: não há mais nada?! Falta a animação aleada à cultura, lazer e ocupação do tempo. Um grupo de amigos que venha visitar num fim-de-semana o concelho do Sabugal, percorre o castelo do Sabugal, passea por Sortelha, Vila do Touro e Vilar Maior. Uma manhã ou tarde é o suficiente para este percurso. Mas o fim-de-semana pode ser muito mais que isso. Assim, os três (Sérgio Esteves, Marco Simão e Rui Marques) pensámos em proporcionar actividades de animação a quem nos visita, bem como à comunidade local, desde actividades mais radicais a pequenos ou longos percursos temáticos, sejam eles pedestres ou motorizados. Por um lado os visitantes transformam-se em turistas e por outro podemos contribuir para o desenvolvimento local, pois estes turistas podem cá deixar riqueza e promover o desenvolvimento e aparecimento de pequenas actividades locais, como por exemplo aprender a fazer queijo da forma tradicional ou visitas guiadas na àrea envolvente da Barragem do Sabugal e Serra da Marcata.
– Porquê em Vila do Touro?
– A sede da empresa é em Vila do Touro porque um dos promotores é natural de Vila do Touro e disponibilizou algumas infraestruturas para o desenvolvimento da actividade. Também esperávamos obter alguns apoios para a criação da empresa e tinhamos conhecimento que seria mais fácil se a empresa estivesse sediada numa zona fortemente rural e histórica. Acontece que a empresa foi criada e até ao momento ainda não recorremos a qualquer apoio, pois a burocracia é tanta que nos desmotiva bastante. Hoje há mais mecanismos de apoio para se estar desempregado ou sossegado do que para premiar iniciativas locais de empreendedorismo. Não dizemos que não haja apoios, mas as ferramentas existentes são demasiado burocráticas e acabam por ser mais um obstáculo que um apoio.
– Consideram que foi uma boa aposta?
– Estivémos 10 meses à espera por um alvará que segundo a lesgislação demora 30 dias no máximo. Desde o inicio que apresentámos todos os requisitos à sua emissão, mas a burocracia é muita e apenas nos restou aguardar. Investimos logo no inicio cerca de 20 mil euros e passado quase um ano é que vamos propriamente iniciar a actividade. No entanto, estamos convictos que foi uma boa aposta e acreditamos num futuro promissor da Radical Lince. Temos já alguns pedidos para a realização de algumas actividades de Paintball e esperamos obter grande receptividade por parte de quem virá conhecer o nosso concelho.
– Quais são os maiores desafios?
– Concerteza que temos bastantes desafios pelo futuro, mas preferimos antes destacar as oportunidades que existem pela nossa frente. Temos uma barragem por explorar, estamos próximos de um grande fluxo turístico como a Serra da Estrela, existem boas acessibilidades (A23 e A25) e esperamos dinamizar um turismo de natureza aliado ao turismo histórico já existente. Claro que o maior desafio é a desertificação e o envelhecimento da população, pois sem pessoas não existe consumo, mas se não há cá pessoas, têm de vir de fora, nem que seja temporariamente como visitantes.
– Porquê o nome de Radical Lince?
– Um dos maiores símbolos da nossa região é sem dúvida o Lince da Malcata. Então aliámos as actividades radicais ao mistério do Lince e nasceu o nome de Radical Lince! Por outro lado, têm surgido várias iniciativas nos últimos tempos para dinamizar e divulgar o turismo no Sabugal, mas poucas ou nenhumas mencionam o «Lince». Nós enveredámos por este conceito, aliado à Natureza.
– Como podem ser contactados?
– Estamos actualmente a desenvolver a imagem da empresa, que passa certamente pela criação de um website. Até lá os nossos contactos são: radicalince@gmail.com e os telemóveis 965289706, 964202105 e 963173981.
jcl (com Radical Lince)

Tod Browning sempre teve um certo gosto pelo bizarro e um dos seus filmes mais conhecidos é sem dúvida «Freaks», obra que relata a vingança de um grupo de criaturas de circo contra um casal de colegas perfeitos.

Pedro Miguel Fernandes - Série B - Capeia ArraianaRealizado em 1936, «A Boneca do Diabo» foi o penúltimo filme de Browning. Tal como muitos dos seus filmes anteriores remete para o mundo do fantástico e do horror. E uma vez mais para a vingança. No centro de «A Boneca do Diabo» está a história de um banqueiro inocente, condenado por fraude, numa burla engendrada pelos seus três antigos sócios. Vários anos depois de passar na prisão Paul Lavond (Lionel Barrymore) consegue escapar com a ajuda de um companheiro de cela, o cientista, de certa forma louco, Marcel (Henry B. Walthall). O destino da fuga é precisamente a casa deste cientista e aí Lavond trava conhecimento com umas experiências que a esposa de Marcel tinha continuado a fazer a mando do marido: uma fórmula para reduzir o tamanho dos seres vivos para um sexto do seu tamanho original. O propósito de Marcel era bom, reduzir o tamanho das pessoas iria reduzir as necessidades de cada um, e por isso não haveria o problema da falta de recursos.
A Boneca do DiaboMas esta técnica tinha um senão. Também o cérebro dos visados era reduzido, logo a pessoa ou animal que era reduzida não tinha autonomia. Esta autonomia só regressava através de ondas cerebrais de outra pessoa, que podia assim controlar os actos de quem era reduzido. Entretanto Marcel acaba por morrer e Lavond engendra um plano para utilizar as pequenas criaturas para avançar com a sua vingança. Ao mesmo tempo, e já na cidade, opta por se disfarçar de idosa para tentar reconquistar a sua filha, que pensava que o pai era um grande canalha.
«A Boneca do Diabo» é um clássico de terror dos anos 1930. Lionel Barrymore tem uma grande interpretação neste duplo papel, bastante convincente quando se transforma em Madame Mandelip, e os feitos especiais, mesmo que hoje em dia estejam completamente desactualizados, estão muito bem feitos. A forma como Browning conseguiu colocar os actores em miniatura nos cenários da gente grande produz o efeito desejado, com as proporções bem feitas. Uma prova de que o cinema quando é bem feito consegue sempre ser mágico. O filme só peca pela parte final, já depois de consumada a vingança, quando se torna um bocado lamechas. Parece mesmo que o final foi apressado. Mas isso não deixa de tirar o mérito à obra do realizador de «Freaks».
«Série B», opinião de Pedro Miguel Fernandes

pedrompfernandes@sapo.pt

Ainda a propósito dos acontecimentos recentes a nível nacional e local, aqui revisito algumas das fábulas que li em pequeno, mas de tanta actualidade…

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»O REI DOS BUGIOS E DOIS HOMENS
Caminhavam dois companheiros, tendo perdido o caminho, depois de terem andado muito, chegaram à terra dos Bugios. Foram logo levados ante o rei, que vendo-os lhes disse: – Na vossa terra, e nessa por onde vindes, que se disse de mim, e do meu reino? Respondeu um dos companheiros: – Dizem que sois rei grande, de gente sábia, e lustrosa. O outro, que era amigo de falar verdade, respondeu: – Toda vossa gente são bugios irracionais, forçado é que o rei também seja bugio. Como isto ouviu o rei, mandou que matassem a este, e ao primeiro fizessem mimos, e o tratassem muito bem.
O CÃO E A IMAGEM
Buscando de comer, o Cão acertou de achar uma imagem de homem, muito primorosa, e bem feita de papelão com cores vivas. Chegou o Cão a cheirar por ver se era homem que dormia. Depois deu-lhe com o focinho e viu que se rebolava, e como não quisesse estar queda, nem tomar assento, disse o Cão: – Por certo que a cabeça é linda, senão que não tem miolo.
O LEÃO, A VACA, A CABRA E A OVELHA
Fizeram parceria um Leão, uma Vaca, uma Cabra e uma Ovelha, para que caçassem de mão comum e partissem o ganho. Correndo sobre este concerto, acharam um Veado, depois de terem andado e trabalhado muito, o mataram. Chegaram todos cansados e cobiçosos da presa, e fizeram-no em quatro partes iguais. O Leão tomou uma, e disse: – Esta é minha conforme ao concerto; estoutra me pertence por ser mais valente de todos; também tomarei a terceira, porque sou rei de todos os animais, e quem na quarta bulir, tenha-se por meu desafiado. Assim as levou todas, e os parceiros se acharam enganados, e com agravo, mas sofreram por serem desiguais na força ao Leão.
AS DUAS CADELAS
Tomando a uma cadela as dores de parir, e não tendo lugar donde parisse, rogou a outra que lhe desse a sua cama e pousada, que era em um palheiro, e tanto que parisse se iria com seus filhos. Fê-lo a outra com dó dela, e depois de haver parido, lhe disse que se fosse embora; porém a boa hóspeda mostrou-lhe os dentes, e não a quis deixar entrar, dizendo que estava de posse, e que não a lançariam dali, senão fosse por guerra e as dentadas.
A RÃ E O TOURO
Andava um grande touro passeando ao longo da água, e vendo-o a rã tão grande, tocada de inveja, começou de comer, e inchar-se com vento, e perguntava às outras se era já tão grande. Responderam elas que não. Torna a rã segunda vez, e põe mais força por inchar; e desenganada do muito que lhe faltava para igualar o touro, terceira vez inchou tão rijamente, que veio a arrebentar com cobiça de ser grande.
AS ÁRVORES E A MACHADA
Um machado de aço bem forjado, faltando-lhe o cabo, sem ele não podia cortar. Disseram as árvores ao zambujeiro, que lhe desse o cabo. E quando o machado estava com cabo, um homem com ele começou a fazer madeira, e destruir o arvoredo. Disse então o sobreiro ao freixo: – Nós temos a culpa, que demos cabo ao machado para nosso mal; porque a não lho darmos, seguras pudéramos estar dele.
O ASNO E O LEÃO
Encontrando-se em um caminho o asno com o leão, lhe disse: – Subamos a um outeiro, que quero que vejas os muitos animais, que hão medo de mim. Riu-se o leão e foi com ele. Zurrou o asno, e fez fugir grande número de lebres, coelhos, zorras e outros semelhantes. Disse-lhe então: – Que te parece? Vês este medo com que fogem de mim? Fogem de ti (respondeu o leão) os fracos, que são os que cobram medo de ouvir bradar; mas eu sem brados desfaço às mãos os mais valentes; pelo que de nenhum, nem de ti tenho temor.
A PANELA DE BARRO E A DE COBRE
Uma corrente de água levava duas panelas, uma era de cobre, outra de barro, e cada uma ia por sua banda. Disse a de cobre à outra: Cada uma de nós só não tem força para fazer resistência à água, mas chega-te a mim, e ambas poderemos resistir-lhe. Não quero, (disse a de barro) nem me vem bem, porque se na água tu me deres uma topada, ou ta der a ti, de qualquer maneira tu ficarás sã, e eu far-me-ei em pedaços.
O LOBO ESFAIMADO
Passando um lobo esfaimado por uma casa, ouviu chorar dentro um menino, e lhe dizia a mãe: – Se choras, hei-de-te dar ao lobo. Este, parecendo-lhe ser aquilo assim, esperou um pouco; porém vendo que, sossegando-se o menino, a mãe, fazendo-lhe carícias, lhe dizia: Se vier o lobo havemos matá-lo, uivando partiu dali, dizendo: Esta diz uma cousa, e faz outra!
O CAÇADOR E A REDE
Estendia um caçador suas redes. Um melro, que o viu, perguntou-lhe o que fazia. Respondeu-lhe o caçador, que edificava uma cidade; e acabando de espalhar as redes, escondeu-se. O melro, dando-lhe crédito, chegou-se para ver o novo edifício, e caiu na rede. Saiu o caçador para apanhá-lo, e o melro lhe disse mui indignado: Homem falso, e enganador, se assim edificas tal cidade, poucos habitadores lhe acharás.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

(Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal)
rmlmatos@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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