You are currently browsing the daily archive for Sexta-feira, 17 Dezembro, 2010.

O espião que trabalhava para o exército britânico atinge a cidade da Guarda, onde tem uma curiosa conversa com Trant, que lhe dá a entender ter em mente um plano de acção para fazer frente ao marechal Marmont (duque de Ragusa), que se instalara no Sabugal.

Manuel, o espião, chegado à Guarda, encontrou-se com o general Trant a quem entregou um relatório. Descreveu o general inglês como um militar galante e inteligente, mas por vezes muito pouco perspicaz. Dias antes ajudara com as suas milicias o governador de Almeida a evitar a tomada da praça pelos franceses e estava convencido de que era capaz de ir mais longe.
Citemos esta passagem do livro com o curioso diálogo estabelecido (em tradução livre):
Trant questionou-me acerca do quartel-general francês instalado no Sabugal. Ele conhecia bem essa vila, talvez até melhor do que eu. Disse-lhe que os franceses estavam na margem do Côa e que Marmont tinha lá o seu quartel-general, mas desconhecia em que casa ou em que parte da vila.
“Mas não pode voltar lá e descobrir?”; perguntou-me.
“Como quiser”, respondi-lhe, “faço o que me ordenar”.
“Mas isso comporta riscos”, disse-me.
“Seguramente”, respondi-lhe, “mas o risco faz parte do meu dia-a-dia, pelo que procuro encontrar caminhos seguros”.
“Desculpe”, disse ele esboçando um sorriso, “mas eu não estava a pensar em si, ou pelo menos unicamente em si”. E notei pela sua expressão que planeava algo.
“Rogo-lhe que não pense em mim”, disse-lhe simplesmente. (…).
“Veja”, disse ele, “o duque de Ragusa é um homem galante”.
“Notoriamente”, disse-lhe, “toda a Europa sabe isso e ele próprio também o sabe”.
“Ouvi dizer que as suas tropas lhe admiram a auto-estima”
“Bem”, disse eu, “ele monta galhardamente e é corajoso. Começa porém agora a cometer os seus erros, e os soldados, tal como as mulheres, sabem bem o que um guerreiro deve parecer”.
“Na verdade,” disse o General Trant, “a sua perda faria toda a diferença.”
Pedira-me para ficar sentado e servia-me um copo de vinho. Mas as suas palavras fizeram-me pular de repente, o que fez tremer a mesa e derramar metade do conteúdo do copo.
“O que o diabo está errado?” perguntou o general, tirando um mapa do caminho do vinho. “Meu Deus, homem! Não pense que lhe pedia para assassinar Marmont!”
“Peço-lhe perdão”, disse eu, recuperando. “Claro que não disse isso, mas parecia…”
“Oh, parecia?” E enxugou o mapa com o lenço das mãos, olhando-me como quem diz: “Acho que parecia.”
Fiquei algo desconcertado. “Este homem não pode querer que o sequestre!” pensei.

Na verdade, Trant tinha em mente um plano para atacar Marmont no Sabugal, por saber que o grosso das suas tropas tinham seguido na direcção de Castelo Branco, mantendo junto de si apenas um pequeno contingente. Contava para isso com o reforço das milícias de Wilson e de Bacelar, aos quais tinha pedido para se lhe juntarem na Guarda.
Trant acabaria por enviar o espião ao Sabugal para que o mesmo lhe trouxesse informações mais precisas. Conhecia um barbeiro que tinha casa no Sabugal e que fugira para casa de um irmão em Belmonte. Manuel teria que ir ao Sabugal fazendo-se passar por esse barbeiro-cirurgião, simulando o seu regresso e o reinício da actividade.
(Continua)
Paulo Leitão Batista

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Recebemos da Comissão politica do Sabugal do partido Socialista um comunicado acerca da suspensão das obras de ligação do Sabugal à auto-estrada A23, há dias noticiado pelo Capeia Arraiana, que reproduzimos na íntegra.

PSEm período pré-natalício o Sr. Presidente da Câmara vestiu a farpela de Pai Natal e deu aos sabugalenses uma prenda de Natal!
Parece assim, ter-se acabado com uma obra cujo projecto global nunca existiu e que era um completo desastre e um erro colossal que custou, e vai continuar a custar, muitos milhões de euros aos cofres municipais.
A posição do Partido Socialista foi e continua a ser muito clara.
– É essencial estarmos ligados à A23, mas a opção assumida pelo PSD em mandatos anteriores (e não esquecemos que o actual Presidente era Vereador nos anteriores executivos), era errada;
– O Município tinha de honrar os compromissos já assumidos, custasse o que custasse, mas era urgente parar com novos investimentos.
E o Partido Socialista apresentou durante a campanha eleitoral e mantém hoje as suas propostas no que diz respeito às questões das Acessibilidades:
– Elaborar e concretizar o Plano de Acessibilidades do Concelho do Sabugal.
– Estabelecer uma parceria com as Estradas de Portugal e a Câmara Municipal da Guarda para o reperfilamento da EN233 entre o Sabugal e a Guarda, com ligação à PLIE, permitindo o acesso à A23 e à A25.
– Estabelecer uma parceria com as Estradas de Portugal e com a Concessionária da A25 para a ligação da ER324 à A25 no Alto de Leomil.
– Estabelecer uma parceria com as Estradas de Portugal e a Câmara Municipal de Almeida para o reperfilamento da EN233-3 e da EN332 entre o Sabugal e a fronteira, aproveitando os troços já construídos ou em construção.
– Estabelecer uma parceria com as Estradas de Portugal e a Câmara de Belmonte para o reperfilamento da EN233 e ER18-3 entre o Sabugal e Caria.
– Iniciar o processo de concretização da Variante Norte à Cidade do Sabugal.
– Reanalisar, em parceria com as Estradas de Portugal a melhor opção para a ligação à A23.
– Estabelecer uma parceria com a Comarca de Ciudad Rodrigo para criar ligações de qualidade inter-aldeias fronteiriças.
– Definir um sistema integrado de acessibilidades internas, criando ligações de qualidade aos principais eixos viários e que facilitem as ligações entre freguesias e entre estas e a Sede do Concelho.
Cabe agora ao PSD e ao seu parceiro de coligação retirar as conclusões da decisão errada tomada anteriormente.
O Partido Socialista apresenta aqui uma base de entendimento para se definir uma verdadeira rede de acessibilidades rodoviárias que sirvam as populações e as empresas.
Pensamos que seria correcto começar pela elaboração do Plano de Acessibilidades do Concelho do Sabugal, contratando uma entidade tecnicamente credível (e não uns pretensos académicos que de tanto se olharem ao espelho já nem conseguem ver que pouco ou nada sabem…), e discutindo politicamente nos locais apropriados (Câmara e Assembleia Municipal), as opções técnicas que venham a ser apresentadas.
Mas não estaremos disponíveis para “molhar o pão no molho de um qualquer coelho” que a maioria MPT/PSD volte a tirar da cartola.
As questões das acessibilidades do Concelho do Sabugal são demasiado importantes para se “descobrirem” à mesa, durante um repasto mais ou menos suculento!
As questões das acessibilidades do Concelho do Sabugal não podem ser definidas num “momento de inspiração” de um qualquer iluminado!
Já chegou de aventuras!
Comissão Política do Partido Socialista do Concelho do Sabugal

O livro «The Laird’s Luck, and Other Fireside Tales» (que livremente traduzo por «A Sorte de Laird e Outros Contos à Lareira»), de Arthur Thomas Quiller-Couch, editado em 1901, reúne um conjunto de narrativas centradas no tempo de Napoleão, quando a Europa era avassalada pelas invasões francesas. O Sabugal também faz parte dos cenários de guerra que constam neste livro que não tem edição portuguesa.

O conto «Os Dois Batedores» (The Two Scouts) relata as memórias de um espião ao serviço do exército inglês na Guerra Peninsular (1808-1813). Trata-se de Manuel McNeill, um espanhol de origem inglesa, que se infiltrava nas linhas francesas para conhecer os propósitos dos exércitos de Napoleão, que depois transmitia aos comandantes ingleses.
Há dúvidas quanto à autenticidade destas memórias, embora se saiba da real existência deste espião, que Napier referiu chamar-se Grant. As descrições dos factos e dos lugares por onde passou parecem atestar a veracidade aos relatos, feitos na primeira pessoa.
Manuel esteve no Sabugal, em Abril de 1812, nos dias da quarta invasão francesa, quando o marechal Marmont, duque de Ragusa, ali instalou o seu quartel-general e fez penetrar pelo território nacional as suas colunas, que chegaram a Castelo Branco.
Mas tudo começa nas margens do rio Tormes, perto de Salamanca, onde Manuel, na sua função de espionagem teve um encontro inesperado com um outro espião inglês, o lendário capitão Alan McNeill, seu parente, que detestava disfarces e se movimentava nas linhas francesas envergando o uniforme escarlate do exército britânico, sempre acompanhado por José, o seu fiel criado espanhol. Separaram-se depois, seguindo cada qual o seu destino. Manuel atravessou a fronteira portuguesa e dirigiu-se ao Alentejo, onde avisou Wellington, que punha cerco a Badajoz, das movimentações das tropas do marechal Marmont, que tentavam forçar Ciudad Rodrigo, pretendendo porventura atacar igualmente Almeida.
Depois de entregar o seu relatório a Wellington o espião regressou ao norte. Passou por Castelo Branco, onde soube que os franceses haviam reentrado em Portugal e se aproximavam daquela cidade. Continuou o seu caminho, fazendo-se passar por tropeiro, com a intenção de bater a linha do Côa para colher informações e se dirigir à Guarda, onde o general Trant estava instalado ao comando das milícias portuguesas.
Em Penamacor teve que se desviar de alguns invasores que se dedicavam ao saque e foi encontrar as forças de Marmont ocupando em peso o Sabugal, na «curva do Côa». A 9 de Abril alcançou a Guarda onde Trant se fortificara com seis mil milicianos portugueses.
(Continua)
Paulo Leitão Batista

As confrarias têm sido, nos últimos tempos, verdadeiros bastiões de defesa do património gastronómico. Criadas pelos amantes da gastronomia, têm servido como instrumento de promoção e valorização das artes culinárias, muitas vezes, esquecidas com o desaparecimento de quem as praticava.

Olga Cavaleiro - Vice-Presidente FPCGA perda de muitos dos hábitos alimentares levou a que a sociedade civil se organizasse de forma a resgatar ao esquecimento tudo aquilo que, gastronomicamente, caracterizava as nossas vilas e aldeias.
Foi assim que, paulatinamente, as sociedades locais se organizaram e deram corpo ao conjunto de intenções subjacentes à criação das confrarias.
No entanto, se no início era a defesa da gastronomia na mais pura acepção da palavra que movia os dirigentes das confrarias, rapidamente às confrarias começou a ser solicitado que desempenhassem o papel de promotores do desenvolvimento local.
Muitas fizeram milagres e transformaram locais esquecidos em sítios obrigatórios de turismo gastronómico e cultural.
As confrarias gastronómicas souberam aceitar o desafio exigido pelas próprias comunidades e de forma fraterna e responsável criaram redes de desenvolvimento local. No entanto, pergunto: E agora? O caminho percorrido é de extenso orgulho para todos. Muitas das nossas organizações souberam estar à altura e defender os seus símbolos e crenças locais, mas qual o caminho a seguir? Num momento em que a gastronomia está tão na moda como vencer os próximos desafios?
Não interessa apenas atingir a meta, é preciso manter o título. E isso implica superar desafios que vão de encontro a uma perspectiva integradora daquilo que é o trabalho parceiro e imprescindível das confrarias. O 1.º Festival das Confrarias que decorreu em Lisboa nos dias 4 e 5 de Setembro mostra que às confrarias é solicitado capacidade de acção.
Por detrás de uma confraria gastronómica está um produto e este não pode ser defendido, promovido ou valorizado apenas com a realização de capítulos e algumas outras actividades de promoção. Ele tem de ser provado, degustado, tem que se impor pelo seu sabor genuíno. E, neste capítulo, as confrarias têm que saber responder com alguma eficácia.
De uma forma esforçada, as confrarias presentes no referido Festival souberam responder ao desafio que alguns pensavam não conseguir vencer.
As confrarias souberam organizar um verdadeiro festival gastronómico onde os sabores se misturaram com as cores garridas e apetitosas dos produtos. Para quem esteve foi um desafio vencido, foram momentos de verdadeira fraternidade e amizade, e de aproximação de laços deste Portugal gastronómico que é o nosso.
O 1.º Festival das Confrarias no Mercado da Ribeira foi uma lição para todos, aprendemos muito na forma de «mostrar» o nosso produto e as nossas regiões. Sabendo de antemão que muito temos ainda a percorrer, esperamos sinceramente que esta tenha sido mais uma etapa na evolução do movimento das confrarias e que esta possa ser feita com a partilha de ideias e troca de impressões que nos conduzam a um mundo melhor e mais unido.
Olga Cavaleiro
Vice-Presidente da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas

JOAQUIM SAPINHO

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