You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 1 Dezembro, 2010.

Com a crise sempre por perto, com a incompetência política na resolução dos problemas sociais, por toda a Europa a pobreza tem ganho terreno. Sem excepção de países cada vez é maior o número daqueles que necessitam fazer apelo à caridade para poderem sobreviver e para poderem alimentar os filhos.

Paulo AdãoAs diferentes associações caritativas, sem grandes ajudas dos poderes centrais, fizeram as suas habituais campanhas de recolha de alimentos, vestuário e tudo aquilo que pode ainda ser de muita ajuda para muitas famílias. Foi nestas recolhas, dos últimos dias, que em França ou em Portugal, se anunciou os bons resultados dessas campanhas. A quantidade dos produtos recolhidos foi superior aos anos precedentes, deixando a ideia que as pessoas continuam solidárias, continuam preocupadas com quem vive em situações menos agradáveis, em dificuldades que nenhum de nós gostaria de viver. Ouvi uma pessoa responder, «este ano dou um pouco mais, por duas razões: primeiro porque se vê cada vez mais jovens em necessidade à procura de ajuda e segundo, porque da maneira que vai o mundo, também me pode acontecer à mim e gostaria que também me ajudassem quando necessitar».
Mesmo não havendo nada de excepcional nesta resposta, faz-me pensar, que com maior frequência, maior número de pessoas teme o futuro. O dia de amanhã tornou-se uma incerteza e, se hoje temos trabalho, alimentos e vestuário, à velocidade que as coisas mudam, podemos de um dia para o outro estar numa situação que nos obrigue a pedir ajuda, a pedir para comer, para vestir.
Nos últimos dias, com a chegada do inverno rigoroso, os problemas da pobreza acentuam-se, sabem-se verdades e conhecem-se situações que nos passam ao lado noutras épocas do ano.
Apenas um exemplo, em França muito se escreveu e disse os últimos dias, sobre os pobres que «acampam» em parques ou bosques nos arredores da cidade de Paris. Alguns destas pessoas, vivem em situação dificil e sem habitação há mais de 10 anos, tendo construído nos bosques barracas, em cartão, alguma madeira ou chapas de metal, sobrevivendo da caridade e das boas acções de associações ou pessoas individuais. Os poderes locais, como solução, mandaram destruir nos últimos dias, dezenas de barracas e instalaram algumas dessas pessoas, em hotéis, durante três semanas. Uma situação provisória, dizem os poderes centrais. Mas quantas situações provisórias como esta nunca passam do provisório? Como encontrar uma solução em três semanas, para problemas que têm 10 anos?
E depois dessas três semanas?
Depois apetece-me dizer que o problema do político desapareceu. O problema, que eram as barracas, foi solucionado com a sua destruição. O problema do pobre, que é ser pobre, continua com maior gravidade (tiraram-lhe o pouco que tinha), e depende única e exclusivamente da ajuda e da caridade humana.
Fica mais uma vez a ideia, que podemos contar uns com os outros, podemos contar com a solidariedade humana, mas nada podemos esperar dos poderes centrais, a não ser tirarem-nos o pouco que temos.
«Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

A equipa de Natação da empresa municipal Sabugal+ cumpriu mais uma importante etapa na sua época desportiva com a participação no II Meeting Internacional da Cidade da Guarda, realizado no dia 27 de Novembro na Piscina Municipal da Guarda.

Sabugal+ Natação

O II Meeting Internacional da Cidade da Guarda contou com a presença de 185 atletas em representação de 13 clubes nacionais: Sabugal+ (E.M.), Clube de Natação da Guarda, Eléctrico Futebol Clube de Ponte de Sôr, Clube Elvense de Natação, Clube Atlético de Portalegre, DLGC de Gouveia, ABPG de Gouveia, Sport Algés e Águeda, CSPR de Castelo Branco, SFGP de Tomar, Clube Natação de Torres Novas, Grupo Recreativo Vigor da Mocidade de Coimbra e CCD da Sertã.
A Sabugal+ participou com os seguintes atletas: Ana Sofia Rodrigues, Carolina Gomes Baltazar, Hugo Alves Eusébio, Raquel Basílio Neves e Sara Morais Pires.
O destaque da participação da Sabugal+ passou pela presença no pódio de três atletas: Carolina Baltazar em 3.º lugar nos 100 metros Bruços com o tempo de 1:41.18; Hugo Eusébio em 3.º lugar nos 50 metros Livres com o tempo 00:38.56; e Raquel Neves também em 3.º lugar nos 50 metros Livres com o tempo de 00:43.37.
Não menos importante a classificação dos restantes atletas. Sara Pires em 8.º lugar nos 100 metros Livres e 12.º lugar nos 100 metros Bruços; Ana Sofia em 10.º lugar nos 100 metros Costas; Hugo Eusébio em 6.º lugar nos 50 metros Costas; Carolina Baltazar em 10.º lugar nos 100 metros Livres; e Raquel Neves em 4.º lugar nos 50 metros Mariposa.
Os atletas da Sabugal + voltaram a representar dignamente o nome do clube e do concelho, demonstrando o trabalho e o esforço por eles realizado diariamente em prol da modalidade.
Sabugal +, E.M.

Comentando há tempos com um cliente a eleição de um novo presidente da câmara no seu concelho e a minha fé na mudança das políticas camarárias, retorquiu-me ele que era apenas uma questão de «ementa»; os novos eleitos apenas deixaram de comer na tasca do mercado, passando a frequentar o restaurante mais fino da cidade, e o antigo poder fez o percurso inverso, regressando à tasca do mercado.

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaFoi uma resposta desconcertante, mas porque sou frequentador ocasional dos dois locais, pude constatar, algum tempo depois, o acerto de tal diagnóstico.
De facto, as decisões humanas sempre foram governadas pelo funcionamento intestinal, mudando o poder apenas o preço e o requinte da ementa do que os políticos comem.
Já estou a imaginar o caro leitor, senão incrédulo, pelo menos de «pé atrás» com o insólito de tal afirmação.
Mas de insólito esta nada tem. É a boca que governa o mundo!
Com efeito, já Voltaire defendia esta tese, ainda que de forma mais elaborada, acentuando não o papel da boca, mas da digestão nas decisões políticas, quando pôs o anatomista Sidrac in «Os ouvidos do conde Chesterfield e o capelão Goudman», a dizer que «todos os negócios deste mundo dependem da opinião e da vontade de um principal personagem, seja o rei, ou o primeiro-ministro, ou alto funcionário. Ora, essa opinião e essa vontade são o efeito imediato da maneira como os espíritos animais se filtram no cérebro e daí até a medula alongada; esses espíritos animais dependem da circulação do sangue; esse sangue depende da formação do quilo; esse quilo elabora-se na rede do mesentério; esse mesentério acha-se ligado aos intestinos por filamentos muito delgados; esses intestinos, se assim me é permitido dizer, estão cheios de merda».
– Que acontece então a um homem com prisão de ventre? – filosofava Siderac – Os elementos mais tênues, mais delicados da sua merda, se misturam ao quilo nas veias de Asellius, vão à veia-porta e ao reservatório de Pecquet; passam para a subclávia; penetram no coração do homem mais galante, da mulher mais faceira.
É uma orvalhada de bosta que se lhe espalha por todo o corpo. Se esse orvalho inunda os parênquimas, os vasos e as glândulas de um atrabiliário, o seu mau-humor transforma-se em ferocidade; o branco de seus olhos se torna de um sombrio ardente; seus lábios colam-se um ao outro; a cor do rosto assume tonalidades baças. Ele parece que vos ameaça; não vos aproximeis; e, se for um ministro de Estado, guardai-vos de lhe apresentar um requerimento. Todo e qualquer papel, ele só o considera como um recurso de que bem desejaria lançar mão, segundo o antigo e abominável costume dos europeus. Informai-vos habilmente de seu criado se Sua Senhoria foi aos pés pela manhã.
Isto é mais importante do que se julga. A prisão de ventre tem produzido às vezes as mais sanguinolentas cenas. Meu avô, que morreu centenário, era boticário de Cromwell; contou-me muitas vezes que fazia oito dias que Cromwell não ia à privada quando mandou degolar o seu rei.»
E comprova a sua tese, Siderac, com os seguintes exemplos:
«Todas as pessoas um pouco a par dos negócios do continente sabem que o duque de Guise foi várias vezes avisado de que não incomodasse a Henrique III no inverno, enquanto estivesse soprando o nordeste. Em tal época, era com extrema dificuldade que o referido monarca satisfazia as suas necessidades naturais. Suas matérias lhe subiam à cabeça; era capaz, então, de todas as violências.
O duque de Guise não levou a sério tão avisado conselho. Que lhe aconteceu? Seu irmão e ele foram assassinados.
Carlos IX, seu predecessor, era o homem mais entupido do reino. Tão obstruídos estavam os condutos de seu cólon e de seu reto, que por fim o sangue lhe jorrou pelos poros.
Bem se sabe que esse temperamento adusto foi uma das causas da matança de S. Bartolomeu.
Pelo contrário, as pessoas que têm bom aspecto, as entranhas aveludadas, o colédoco fluente, o movimento peristáltico fácil e regular, que todas as manhãs, depois de comer, se desobrigam de uma boa evacuação, tão facilmente como os outros cospem; essas pessoas favoritas da natureza são brandas, afáveis, graciosas, benevolentes, serviçais. Um não na sua boca tem mais graça do que um sim na boca de um entupido.
Tal é o domínio da privada, que uma soltura torna muita vez um homem pusilânime. A disenteria tira a coragem. Não convideis um homem enfraquecido pela insónia, por uma febre lenta, e por cinquenta dejecções pútridas, para atacar um posto inimigo em pleno dia.
Eis por que não posso acreditar que todo o nosso exército estivesse com disenteria na batalha de Azincourt, como dizem, e que alcançou a vitória de calças na mão. Alguns soldados teriam ficado com soltura por haverem abusado de maus vinhos no caminho; e os historiadores teriam dito que todo o exército, enfermo, se bateu de bunda de fora, e que, para não mostrá-la aos peralvilhos franceses, bateu-os redondamente, segundo a expressão do jesuíta Daniel. E eis justamente como se escreve a História.»

Meus amigos, a boa e má política dependem do bom funcionamento da tripa e da vesícula de quem nos governa.
Uns exemplos para que percebam:
O Ricardo apresentava um ar de icterícia persistente, indício de problema de vesícula e de mau funcionamento da tripa.
O Tony, parecendo o mais escorreito, tinha o problema de saúde que toda a gente sabe e que logo adivinhei; resolvido o problema, o novo cargo que provavelmente vai assumir (por favor não perguntem qual; ficam a saber tanto como eu) será um bom teste à vesícula para daqui a três anos.
O Robalo tendo boa cor, sofre de inchaço da barriga, tal como eu, o que indicia digestões difíceis e morosas. Fará bom mandato, dependendo de como refrear o apetite e seleccionar a dieta dele e dos que lhe estão próximos.
Daí a minha indecisão no apoio a qualquer um.
É que, à falta de melhor critério, quando tenho de escolher um político decido sempre, segundo a teoria de Voltaire, em função da vesícula dos candidatos. Têm pele macilenta, ar enjoado, inchaço da barriga, cólicas, irritabilidade? Não voto. Têm boa cor, boa forma física, serenidade? Voto.
O problema é que, não sendo médico, e tratando-se a politica de uma ciência inexacta, às vezes engano-me.
Também não tinha à vontade para chegar ao Ricardo ao Tony e Robalo e confrontá-los com a pergunta:
– O candidato vai regularmente à privada?
Isso são coisas no segredo dos deuses e da intimidade de cada um, como percebem… Por isso é que os políticos são como os melões. Só abrindo-os é que sabemos se estão maduros! E algumas vezes enfiamos o barrete…
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

A equipa da Rapoula do Côa recebeu e venceu, no sábado, 27 de Novembro, por 4-0 , a sua homologa de Foz Côa, jogo referente à 6.ª jornada do Campeonato Distrital de Futsal da Associação de Futebol da Guarda.

Rapoula do Côa - Futsal

Depois da inesperada derrota, na jornada anterior perante a formação de Manteigas, a equipa encarou este desafio com muita determinação, com um inicio de jogo muito forte, conseguindo várias oportunidades de golo, que se concretizaram logo nos minutos iniciais, por Zé Cunha (1-0) e Sérgio Pinto (2-0).
Mesmo em superioridade no marcador e sempre apoiada pelo público, a equipa galvanizava-se e as situações de golo surgiam sucessivamente, sendo que o 3-0 surgiu perto do intervalo por intermédio de Marco Capela.
As equipas foram para intervalo com um resultado confortável para a formação de Telmo Vaz que dominou por completo a primeira parte.
O início da segunda parte, foi muito semelhante ao início do jogo, com a equipa a entrar forte e a obrigar a formação de Foz Côa a cometer demasiados erros defensivos! Erros que foram aproveitados pela equipa da casa para ampliar a vantagem para 4-0, desta vez por João Luís.
Com o andamento da partida, agora ainda mais controlado, as situações de golo iam surgindo mas a eficácia não era a mesma!
Contudo, foi uma partida bem disputada, onde claramente a equipa da Rapoula do Côa foi superior no decorrer do jogo.
Próxima jornada no dia 4 de Dezembro, sábado, às 19.00 horas no Pavilhão Municipal do Sabugal entre as equipas da Rapoula do Côa e o Clube Football Lusitânia.
Marco Capela

O governador civil da Guarda, Santinho Pacheco, revelou esta terça-feira, 30 de Novembro, que ainda «durante este Inverno» a cidade mais alta ficará dotada com uma Unidade de Limpeza de Neve, cujo processo de aquisição está em fase de conclusão.

Limpa-Neves na Guarda«A Guarda vai ter, durante este inverno, um Centro de Limpeza de Neve moderno e eficaz, constituído por uma viatura limpa-neves pesada, um veículo ligeiro para actuar no centro da cidade e também uma pá carregadora para carregamento de sal», disse à agência Lusa o governador civil Santinho Pacheco.
Segundo o representante do Governo no distrito da Guarda, a candidatura com vista à aquisição do equipamento já está elaborada e hoje participará em Lisboa numa reunião com o ministro da Administração Interna e o secretário de Estado da Proteção Civil, na qual o assunto será abordado.
«Espero que na reunião se possam limar as arestas do ponto de vista burocrático» do processo, admitiu, adiantando que a componente financeira comunitária e nacional «está mais do que prevista e assegurada», faltando apenas ultrapassar «aspectos burocráticos».
jcl

A associação ambientalista Quercus, em parceira com a Fundação Yves Rocher, vão proceder ao plantio de 16.250 árvores autóctones na Serra da Malcata, numa campanha de reflorestação, que prevê a plantação em Portugal de um total 165 mil árvores em quatro anos.

Serra da MalcataSegundo a Quercus, neste projecto, para além da Malcata, a Serra d’Arga receberá 5000 árvores, o Alvão/Marão 20 mil.
No primeiro ano, serão plantadas 41.250 árvores, pertencentes a 23 espécies, algumas das quais raras, em três sítios de importância comunitária: Serra d’Arga (Viana do Castelo), Alvão/Marão (Vila Pouca de Aguiar) e Malcata (Penamacor e Sabugal).
Esta campanha de plantação de árvores enquadra-se no projecto «Criar Bosques», da Quercus, que visa a plantação de espécies autóctones, em diferentes localidades de Portugal, com o objectivo de salvar a floresta original portuguesa.
Para a concretização deste projecto, a Quercus celebrou, em Agosto de 2010, um protocolo com a Fundação Yves Rocher. A contribuição desta fundação insere-se numa iniciativa mais ampla e à escala mundial, chamada «Plantemos para o Planeta: Mil milhões de árvores para o Planeta», lançada em 2006 pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que incentiva a plantação de árvores em todo o mundo como resposta à ameaça do aquecimento global.
A Fundação Yves Rocher, criada em 1991, e colocada sob a égide do Instituto de France desde 2001, defende a interacção entre a natureza e o Homem, tendo como objectivo participar na elaboração de um mundo mais verde através de acções concretas a favor do ambiente.
plb

A Autoridade Nacional de Protecção Civil (APNC) vai finalmente dotar os Bombeiros Voluntários do Sabugal (BVS) com uma viatura de desencarceramento. Essa atribuição fora comunicada aos bombeiros em 2007 e depois publicada em Diário da República em 2009, mas só será efectivamente entregue no final de 2010. As peripécias desta delonga surgem seguidamente, nas palavras do presidente da Associação Humanitária dos BVS, Luís Carlos Carriço.

Luís CarriçoNo dia 7 de Agosto de 2007, dia de aniversário da Associação, (comemorado à semelhança e outros anos no próprio dia, com uma formatura à tarde e um jantar) antes do jantar o Sr Coordenador Distrital (CODIS), chamou-me e ao Comandante para em privado nos comunicar que nos ia ser atribuída uma viatura de desencarceramento, tecnicamente designada por VSAT (veículo de socorro e apoio táctico), cujas características viriam a ser re-definidas por despacho da ANPC em fim de 2009 ( Despacho n.º 21638/2009).
Não sendo à data a prioridade «maior», entendemos perfeitamente que sendo o Sabugal o único Corpo de Bombeiros que utilizava um desencarceramento adaptado numa ex-ambulância adquirida em 1988, fosse intenção da ANPC equipá-lo com equipamento moderno e funcional. Agradecemos (entre aspas, já que o equipamento dos Corpos de Bombeiros no âmbito do socorro e protecção civil, é um direito dos próprios e das populações, e um dever do Estado, e não uma qualquer benesse que se consiga com influências ou lobbies*) e durante algum tempo mantivemo-nos calmos já que não é de bom tom pedir mais, quando se está na calha para receber, e outros nem isso.
Foi-se tendo conhecimento de concursos e anulações, e a primeira resposta a todas as perguntas que se impunham sobre a situação aparece em Setembro de 2009 (Despacho 20351/2009), com a publicção em despacho da lista das viaturas atribuídas, que de acordo com os boatos na altura estariam prontas em menos de três meses.
Após o aniversário de 2010 em que, aproveitando a presença do SEPC Dr Vasco Franco, o tema foi questionado por mim**, obtendo apenas como resposta que, «está para breve».
Finalmente em Novembro é publicada a decisão da ANPC de as entregar (Entrega de viaturas); 77 e não 95 como previa o despacho. Fala-se que não houve concorrentes (carroçadores).
Em Novembro é-nos finalmente comunicado que a entrega será feita em 3 de Dezembro na sede da ANPC, com a presença do Sr Ministro da Administração Interna. Já depois desta comunicação (informal), os jornais, nomeadamente o «Bombeiros de Portugal», ainda indicavam que a primeira entrega seria a 26 de Novembro, o que indicia mais algum atraso.
Na qualidade de Presidente da Direcção da Associação, compete-me representá-la, aceitar o convite do Sr Ministro para estar presente na cerimónia, e receber a viatura que nos vai ser entregue e vai alterar a capacidade de socorro da Associação, nomeadamente em acidentes graves, quanto mais não seja, porque a viatura do Sabugal é a primeira da lista, aplicados os critérios de definição de prioridades, o que prova que o CODIS estava certo quando a propôs e a defendeu.
Como cidadão, contribuinte e eleitor, há questões (muitas) que me ficam no ar. Mas essas, o leitor também as descobre facilmente.

*Na teoria é assim, mas na prática bem sabemos que não (infelizmente para as populações e para os próprios bombeiros voluntários que, defendendo as “quintas” vêm matando a sua própria estrutura e capacidade de afirmação.

** Extracto da Intervenção:
«Meios que não são só instalações. Meios de combate, viaturas, cuja candidatura e contratação se centralizou na ANPC. Dirigimos uma Associação que se tem orgulhado de ir tendo meios a expensas próprias, que subsidiados pelo estado tem neste momento um auto comando, um VLCI, e dois VFCI, um a quatro anos de completar a validade prevista pelas normas da ANPC e outro que há muito a ultrapassou.
Por isso se não compreende que uma viatura anunciada em 2007, publicada em Diário da República em 1 de Setembro de 2009 continue em parte incerta, sem dar notícias e sem dizer quando se apresenta ao serviço.
Recebemos com bom grado notícias que têm sido veiculadas pela comunicação social de que tal situação poderá vir a ser alterada.
Esperamos sinceramente, que a presença de Vªs Exªs nesta celebração seja o clique que falta para que essas situações se desbloqueiem….»

Luís Carlos Carriço

Vilar Maior, antiga vila e cabeça de concelho hoje integrada no Município do Sabugal, vai evocar no dia 5 de Dezembro os 500 anos do foral manuelino, através de uma sessão solene onde o escritor e investigador Mário Simões Dias fará uma intervenção de fundo.

TemplárioO foral agora evocado foi outorgado pelo Rei D. Manuel em 6 de Junho de 1510, e seguiu-se ao foral mais antigo concedido 214 anos antes, em 1296, pelo rei D. Dinis.
Da Comissão Organizadora da evocação da efeméride fazem parte o Professor Doutor António Rebocho Esperança Pina, o Dr Mário Simões Dias, o Padre Helder Lopes, a Professora Maria Delfina Cruz e o Presidente da Junta António Bárbara Cunha e o Professor Mário Bárbara Marques provedor da Santa Casa da Misericórdia de Vilar Maior .
A evocação do foral manuelino tem o seguinte programa:
12h: Celebração eucarística na igreja matriz, presidida pelo pároco Pe Helder Lopes, oferecida pelas pessoas ligadas ao concelho de Vilar Maior.
15h: Sessão Solena comemorativa do V Centenário do foral de D. Manuel I, com evocação histórica, política e económica, a cargo do Dr Mário Simões Dias.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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