You are currently browsing the daily archive for Sexta-feira, 26 Novembro, 2010.

Teresa Duarte Reis - O Cheiro das Palavras - Capeia ArraianaAcordámos com a Rebolosa, bem cedo, pela manhã. A geada quase mágica que caiu sobre o povoado não podia privar-nos dum convívio são e caloroso, onde os sorrisos frescos da alvorada nos recebiam, em festa. «É a festa da Padroeira Catarina, grande Senhora. E pelo que conta a história este povo e suas gentes elegem-na protectora.» Ali respirava um pedacinho de Portugal em que a partilha torna sempre felizes os corações.

SANTA CATARINA NA REBOLOSA

Rebolosa acordou
De manto branco vestida
Mais tarde rompeu o sol
Os sinos chamam à festa
Ali respira-se vida!

Enquanto sai a procissão
Os sinos vão repicando
E os foguetes com tal força
Esquecem o frio aos fiéis
Que vão cantando, rezando!

É a festa da Padroeira
Catarina, grande Senhora
E pelo que conta a história
Este povo e suas gentes
Elegem-na protectora.

Crianças estão na escola
Mas não ficam ali perto
Fecharam-se portas, janelas
E quem quiser estudar
Fá-lo-á longe, por certo.

Só o Tomás ali anda
De sorriso leve e maroto
Feliz por comprar umas calças,
É porque ainda é pequeno…
Alegrias de garoto.

Carina, trabalha na feira
Uma jovem bem bonita!
«Vendemos fruta, castanhas
Depois é comer e beber»
Responde com ar catita.

E lá no alto da Laje
Em mesa posta à maneira
Torresmos, que bons que estão
Reúne todos à volta
Admirando a aldeia inteira.

Novas mesas, mais fogueiras
Onde grupos vão surgindo
Em vários pontos do adro
Aquecem o coração
Todos comendo e sorrindo.

O cheiro é uma loucura
Torradinhos, ai que mimos
E o poeta Leal Freire
Com o seu porte mui distinto
Um raminho dois raminhos…

Pois vamos de mesa em mesa
E petiscos, petiscando
Tudo gira, tudo roda
Até a música dá vida
Come-se o bucho raiano.

Passamos então à «Peña»
Aberta em dias de festa
Mais um ponto de convívio
Para dançar e beber
Jeropiga? Não há como esta!

É uma vez no ano
Santa Catarina a festejar!
«Depois de tudo fechado
Não vamos para a estrada…
É comer, beber, dançar…»

«Malta nova, amiga e unida
Não se arrisca a sair»
Convive ali nas penhas
De bom gosto e de bom grado
Tudo é p’ra dividir.

É o Paulo quem nos diz
«Abrimos em dias de festa
No Senhor dos Aflitos
Santo António e na Capeia»
Festividades tais como esta!

Festas únicas, diz Paula Pinto
Defendendo a tradição
«A cultura popular
Mostra a alma lusitana»
Fala para localvisão.

«Mostrando a alma das gentes»
Sabugal é todo o ano
Desde a capeia raiana
Revela viva a cultura
Mantendo-se vivo, ufano!

O centro do convívio
É a Junta de Freguesia
Onde o nosso amigo «alcalde»
Disse sentir-se honrado
Por receber a Confraria.

«Gostámos de os ter connosco
Nesta festa de tradição»
A comer, a conviver
Afirmou Manuel Reis Barros
Mostrando alguma emoção.

«Quem nunca veio à Rebolosa
Foi bom para nós receber
Quando começou? Não sabemos
Do seu começo ao final
Foi sempre festa a valer!

Todos levam a ordem devida
Para seu porco matar
O simbolismo é bem forte
Reportando-se ao passado
A festa vai continuar.

E quem manda cá no «sítio»?
O Zé Carlos, já sabemos
«Estivemos a conviver
A recordar tradições
A esta Junta o devemos».

Quero rematar afinal
O que senti, digo então
Pois que esta gente boa
Recebe com alegria
Partilha do coração.

«O Cheiro das Palavras», poesia de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

As crianças e jovens das escolas do Sabugal foram até à Senhora do Monte na freguesia da Cerdeira, concelho do Sabugal, para plantar 300 carvalhos assinalando a «Floresta Autóctone» agregada à iniciativa dos Bosques Centenários das Comemorações da República. Reportagem de Paula Pinto com imagem de Miguel Almeida da Redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
Vodpod videos no longer available.

jcl

Eis que o Plano Regional de Ordenamento do Território do Centro (PROT-Centro) se tornou falado no Sabugal e no distrito da Guarda, sendo agora muitos os que o criticam por finalmente verificarem que o mesmo não serve os interesses das regiões fronteiriças, que aliás são nele completamente ignoradas.

Demorou alguns meses até que o presidente da Câmara Municipal do Sabugal se pronunciasse publicamente acerca de um documento que conhecia mas que realmente ignorava. Digo que o conhecia porque participara em algumas reuniões preparatórias, e tinha a chave de acesso ao projecto que estava disponível na Internet, no sítio da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Centro. Mas também afirmo que o ignorava porque não se apercebia que o dito projecto de plano não incluía o Sabugal no mapa das dinâmicas a desenvolver no futuro.
Para dizer a verdade, quem descobriu o famigerado projecto de PROT foi Ramiro Matos, presidente da Assembleia Municipal do Sabugal, que deu o alerta aos eleitos do Partido Socialista, fazendo com que estes avisassem em reunião do executivo camarário o mal que estava a ser feito ao Sabugal.
E foi o cabo dos trabalhos! O presidente explicou o inexplicável: tinha a situação sob controlo, e o mal era alguém ter vindo a público falar num documento de acesso reservado. O que importava era evitar que o assunto viesse para a praça pública, porque era uma espécie de Segredo de Estado, e falar dele era cometer um crime de lesa-majestade.
Entretanto, após mil peripécias, convoca-se a Assembleia Municipal para debater o assunto e aí a irresponsabilidade falou mais alto. Se o presidente já demonstrava compreender a importância de discutir o plano, alguém no seu partido lhe minou o terreno, dando ordem ao colectivo para não comparecer na reunião, assim a inviabilizando.
Há dias foi o Governador Civil da Guarda que, notando que os autarcas se demitiam do dever de discutir o problema, tomou a iniciativa de os convidar para com ele e demais interessados analisarem o projecto de PROT. Lá foi também António Robalo, mostrar a sua profunda indignação pela elaboração de um documento em Coimbra, longe das vistas e das vozes dos autarcas e nas costas do povo da raia. «Temos de olhar para os territórios de montanha e de fronteira, considerados envelhecidos e deprimidos, não os deixando ao abandono, a morrer lentamente», disse o nosso autarca aos microfones da rádio Altitude.
Não posso deixar de dar uma palavra de apreço para os eleitos nas listas do PS que, mau grado o plano ser da responsabilidade de um órgão governamental, portanto seus pares no campo político, não hesitaram em o criticar frontalmente, numa afirmação de que a nossa terra deve estar sempre em primeiro lugar.
Demorou, mas afinal todos concordam que o PROT-Centro merece ser reprovado.
«Contraponto», opinião de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

A história mais popular da Rainha Santa Isabel é sem sombra de dúvida o «Milagre das Rosas». Segundo a lenda portuguesa, numa manhã fria e geada de Inverno, a rainha saiu do castelo de Sabugal para fazer a caridade aos mais desprotegidos da sociedade, levando no seu regaço pedaços de pão e outros víveres. Foi, de imediato, interpelada pelo rei seu marido, que a questionou: «Que levais no regaço?» A rainha logo respondeu: «São rosas, Senhor!» Desconfiado D. Dinis inquiriu-a de novo: «Rosas de Inverno?» A rainha mostrou então o conteúdo do regaço do seu vestido e nele só haviam rosas, ao contrário do pães que aí colocara.

Milagre das Rosas - Rainha Santa Isabel - D. Dinis - Castelo do SabugalIsabel de Aragão, mais conhecida pela Rainha Santa Isabel, beatificada e posteriormente canonizada nasceu no palácio de Aljaferia na cidade de Saragoça, no ano de 1271. Era filha de D. Pedro III e de sua mulher Dona Constança de Navarra. Era seu avô paterno D. Jaime I; por via materna era descendente de Frederico II do Sacro Imperador Romano-Germânico. Era a filha mais velha de uma prole de cinco irmãos, dos quais se destacam os que foram reis aragoneses Afonso III e Jaime II, e Frederico II rei da Sicília.
Teve uma educação palaciana, e desde tenra idade mostrava gosto pela meditação, rezas, jejuns, em contra ciclo com as jovens de então, que gostavam de exibir-se, vestindo-se luxuosamente com enfeites e jóias, ouvindo música, passeando e divertindo-se.
Dona Isabel era de uma formosura e de grandes virtudes, que lhe granjearam a cobiça da sua mão por parte de diversos príncipes. No ano de 1288 e com 17 anos de idade, Isabel casa-se por procuração com o rei D. Dinis, na cidade de Barcelona. Em Junho desse ano, a boda é celebrada na vila de Trancoso, acrescentando essa vila ao dote que habitualmente era entregue às rainhas, a chamada (Casa das Senhoras Rainhas). Recebeu como dote, além de Trancoso, as vilas de Alenquer, Óbidos, Abrantes e Porto de Mós; mais tarde foi detentora dos castelos de Portel, Montalegre, Monforte, Chaves, Gaia, Ourém, Sintra, Vila Viçosa, para além de rendas em numerário das vilas de Leiria e Arruda, nos anos de 1300, Torres Novas em 1304 e Atouguia da Baleia no ano de 1307, etc… Do seu casamento com D. Dinis, advieram dois filhos; primeiro Dona Constança que nasceu em 1290 e casou mais tarde com Fernando IV de Castela; e depois D. Afonso IV que nasceu no ano de 1291, e que mais tarde herdaria a coroa de Portugal por sucessão do seu pai.
Nos primeiros anos de casada acompanhava o marido por todo o país, dando dotes a raparigas pobres e educando os filhos de cavaleiros sem posses. Devido à sua bondade e saber, foi cativando a simpatia do povo. Segundo constam as crónicas da época, o seu marido humilhava-a profundamente com as conquistas extra-conjugais. Foi uma apaziguadora de ânimos exaltados entre o marido e o filho, futuro rei D. Afonso IV, que se guerrearam por este considerar que o pai demonstrava imenso afecto pelo filho bastardo Afonso Sanches.
Durante a sua vida e enquanto o marido foi vivo, esforçou-se por manter uma postura digna de rainha de alta linhagem e esmerada educação. Segundo a história, D. Dinis das diversas vezes que se deslocava para visitar as suas damas, e a rainha sendo sabedora dessas atitudes, respondia-lhe com esta evasiva «Ide vê-las, Senhor». D. Dinis faleceu no ano de 1325, tendo a rainha D. Isabel recolhido ao Convento de Santa Clara-a-Velha, em Coimbra, vestindo o hábito da Ordem das Clarissas. Após o ingresso, entregou-se inteiramente às obras de assistência que durante a vida de seu marido tinha fundado; mais tarde, não podendo vestir o hábito das clarissas e professar os votos no mosteiro que tinha fundado, fez-se terciária franciscana, depondo a coroa real no Santuário de Santiago de Compostela e ofertou os seus bens aos mais necessitados.
Foi viver para Coimbra, onde fixou residência junto ao convento de Santa Clara, mandando edificar o hospital de Coimbra, o de Santarém e o de Leiria para recolher os enjeitados e abandonados.
Somente uma vez saiu do Convento, e isso aconteceu no ano de 1336, quando seu filho D. Afonso IV declarou guerra ao seu sobrinho, D. Afonso XI de Castela, neto da Rainha D. Isabel, porque segundo consta, se deveu aos maus tratos que infligia à sua mulher D. Maria filha do rei português. Mais uma vez a Rainha Santa Isabel usou da sua inteligência, saber e bondade, evitando a guerra entre os dois exércitos, colocando-se entre eles, proporcionando a paz.

Milagre das Rosas no Largo do Castelo do Sabugal
A história mais popular da Rainha Santa Isabel é sem sombra de dúvida o «Milagre das Rosas». Segundo a lenda portuguesa, numa manhã fria e geada de Inverno, a rainha saiu do castelo de Sabugal para fazer a caridade aos mais desprotegidos da sociedade, levando no seu regaço pedaços de pão e outros víveres. Foi, de imediato, interpelada pelo rei seu marido, que a questionou: «Que levais no regaço?» De imediato respondeu: «São rosas, Senhor!» Desconfiado D. Dinis inquiriu-a de novo: «Rosas de Inverno?» A rainha mostrou então o conteúdo do regaço do seu vestido e nele só haviam rosas, ao contrário do pães que aí colocara.
O primeiro registo escrito do milagre das rosas encontra-se na Crónica dos Frades Menores; no entanto com o passar dos tempos a tradição popular, introduziu variantes, como moedas de ouro que se transformaram em rosas e vice-versa. O povo criou à sua volta uma lenda de santidade, atribuindo-lhe diversos milagres. A sua imagem é venerada pela Igreja Católica. Foi beatificada no ano de 1516 pelo Papa Leão X e canonizada no ano de 1625 pelo papa Urbano VIII. O principal templo de veneração é a Igreja do Convento de Santa Clara-a-Nova em Coimbra e a capela do Castelo de Estremoz; a festa litúrgica realiza-se a 4 de Julho, sendo as suas atribuições – representada como rainha de Portugal, com rosas no regaço do vestido. Faleceu no dia 4 de Julho de 1336, deixando no seu testamento grandes legados a hospitais e conventos, visando sempre o amparo dos mais desprotegidos.
in «História de Portugal» de Manuel Pinheiro Chagas.
aps

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

Indique o seu endereço de email para subscrever este blog e receber notificações de novos posts por email.

Junte-se a 836 outros seguidores

PUBLICIDADE

CARACOL REAL
Produtos Alimentares


Caracol Real - Produtos Alimentares - Cerdeira - Sabugal - Portugal Clique para visitar a Caracol Real


PUBLICIDADE

DOISPONTOCINCO
Vinhos de Belmonte


doispontocinco - vinhos de belmonte Clique para visitar Vinhos de Belmonte


CAPEIA ARRAIANA

PRÉMIO LITERÁRIO 2011
Blogue Capeia Arraiana
Agrupamento Escolas Sabugal

Prémio Literário Capeia Arraiana / Agrupamento Escolas Sabugal - 2011 Clique para ampliar

BIG MAT SABUGAL

BigMat - Sabugal

ELECTROCÔA

Electrocôa - Sabugal

TALHO MINIPREÇO

Talho Minipreço - Sabugal



FACEBOOK – CAPEIA ARRAIANA

Blogue Capeia Arraiana no Facebook Clique para ver a página

Já estamos no Facebook


31 Maio 2011: 5000 Amigos.


ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ASSOCIAÇÃO FUTEBOL GUARDA

ESCOLHAS CAPEIA ARRAIANA

Livros em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Memórias do Rock Português - 2.º Volume - João Aristides Duarte

Autor: João Aristides Duarte
Edição: Autor
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)
e: akapunkrural@gmail.com
Apoio: Capeia Arraiana



Guia Turístico Aldeias Históricas de Portugal

Autor: Susana Falhas
Edição: Olho de Turista
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



Música em Destaque - Escolha Capeia Arraiana
Cicatrizando

Autor: Américo Rodrigues
Capa: Cicatrizando
Tema: Acção Poética e Sonora
Venda: Casa do Castelo (Sabugal)



SABUGAL – BARES

BRAVO'S BAR
Tó de Ruivós

Bravo's Bar - Sabugal - Tó de Ruivós

LA CABAÑA
Bino de Alfaiates

La Cabaña - Alfaiates - Sabugal


AGÊNCIA VIAGENS ON-LINE

CERCAL – MILFONTES



FPCG – ACTIVIDADES

FEDERAÇÃO PORTUGUESA
CONFRARIAS GASTRONÓMICAS


FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas - Destaques
FPCG-Federação Portuguesa Confrarias Gastronómicas Clique para visitar

SABUGAL

CONFRARIA DO BUCHO RAIANO
II Capítulo
e Cerimónia de Entronização
5 de Março de 2011


Confraria do Bucho Raiano  Sabugal Clique aqui
para ler os artigos relacionados

Contacto
confrariabuchoraiano@gmail.com


VILA NOVA DE POIARES

CONFRARIA DA CHANFANA

Confraria da Chanfana - Vila Nova de Poiares Clique para visitar



OLIVEIRA DO HOSPITAL

CONFRARIA DO QUEIJO
SERRA DA ESTRELA


Confraria do Queijo Serra da Estrela - Oliveira do Hospital - Coimbra Clique para visitar



CÃO RAÇA SERRA DA ESTRELA

APCSE
Associação Cão Serra da Estrela

Clique para visitar a página oficial


SORTELHA
Confraria Cão Serra da Estrela

Confraria do Cão da Serra da Estrela - Sortelha - Guarda Clique para ampliar



SABUGAL

CASA DO CASTELO
Largo do Castelo do Sabugal


Casa do Castelo


CALENDÁRIO

Novembro 2010
S T Q Q S S D
« Out   Dez »
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930  

Arquivos

CATEGORIAS

VISITANTES ON-LINE

Hits - Estatísticas

  • 3.165.450 páginas lidas

PAGERANK – CAPEIA ARRAIANA

BLOGOSFERA

CALENDÁRIO CAPEIAS 2012

BLOGUES – BANDAS MÚSICA

SOC. FILARM. BENDADENSE
Bendada - Sabugal

BANDA FILARM. CASEGUENSE
Casegas - Covilhã


BLOGUES – DESPORTO

SPORTING CLUBE SABUGAL
Presidente: Carlos Janela

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Gomes

KARATE GUARDA
Rui Jerónimo

BLOGUES RECOMENDADOS

A DONA DE CASA PERFEITA
Mónica Duarte

31 DA ARMADA
Rodrigo Moita de Deus

A PÁGINA DO ZÉ DA GUARDA
Crespo de Carvalho

ALVEITE GRANDE
Luís Ferreira

ARRASTÃO
Daniel Oliveira

CAFÉ PORTUGAL
Rui Dias José

CICLISMO SERRA ESTRELA
Sérgio Paulo Gomes

FANFARRA SACABUXA
Castanheira (Guarda)

GENTES DE BELMONTE
Investigador J.P.

CAFÉ MONDEGO
Américo Rodrigues

CCSR BAIRRO DA LUZ
Alexandre Pires

CORREIO DA GUARDA
Hélder Sequeira

CRÓNICAS DO ROCHEDO
Carlos Barbosa de Oliveira

GUARDA NOCTURNA
António Godinho Gil

JOGO DE SOMBRAS
Rui Isidro

MARMELEIRO
Francisco Barbeira

NA ROTA DAS PEDRAS
Célio Rolinho

O EGITANIENSE
Manuel Ramos (vários)

PADRE CÉSAR CRUZ
Religião Raiana

PEDRO AFONSO
Fotografia

PENAMACOR... SEMPRE!
Júlio Romão Machado

POR TERRAS DE RIBACÔA
Paulo Damasceno

PORTUGAL E OS JUDEUS
Jorge Martins

PORTUGAL NOTÁVEL
Carlos Castela

REGIONALIZAÇÃO
António Felizes/Afonso Miguel

ROCK EM PORTUGAL
Aristides Duarte

SOBRE O RISCO
Manuel Poppe

TMG
Teatro Municipal da Guarda

TUTATUX
Joaquim Tomé (fotografia)

ROTA DO CONTRABANDO
Vale da Mula


ENCONTRO DE BLOGUES NA BEIRA

ALDEIA DA MINHA VIDA
Susana Falhas

ALDEIA DE CABEÇA - SEIA
José Pinto

CARVALHAL DO SAPO
Acácio Moreira

CORTECEGA
Eugénia Santa Cruz

DOUROFOTOS
Fernando Peneiras

O ESPAÇO DO PINHAS
Nuno Pinheiro

OCEANO DE PALAVRAS
Luís Silva

PASSADO DE PEDRA
Graça Ferreira



FACEBOOK – BLOGUES