As Comunidades da Unidade Pastoral do Planalto do Côa reuniram-se na Ruvina, no Domingo, dia 14 de Novembro, para participarem no magusto inter-paroquial.

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Padre Hélder LopesDepois de Ruivós (2008) e de Vale das Éguas (2009) terem organizado esta actividade, este ano a Ruvina foi a terra anfitriã do Magusto Inter-Paroquial das Comunidades da Unidade Pastoral do Planalto do Côa.
O Domingo foi preparado com muito cuidado. Ao longo de vários dias muitas pessoas se empenharam nos preparativos para que tudo corresse bem. As previsões atmosféricas ameaçavam estragar os planos, mas até o sol quis participar neste encontro, brindando-nos com a sua presença e alegria ao longo do dia.
Logo cedo, depois das Celebrações Dominicais de cada paróquia, muitos paroquianos das diversas comunidades (Badamalos, Bismula, Rapoula do Côa, Ruivós, Ruvina, Vale das Éguas e Vilar Maior) começaram a chegar ao largo da igreja da Ruvina, uns de transporte próprio, outros nos transportes disponibilizados para o efeito. Às 11.00 horas já a pequena igreja estava repleta. Fizeram-se os ensaios e às 11.30 horas começou o momento mais importante do dia. A Eucaristia foi celebrada com muito encanto. Na assembleia ocuparam lugar de destaque as crianças, adolescentes e jovens das diversas comunidades paroquiais. Os cânticos entoaram-se com beleza. Os altares foram enfeitados com muito esmero. Os acólitos emolduraram o presbitério rodeando o pároco, o Diácono Lucas Fernandes e o jovem André Barros. Rezou-se de forma especial pelos nossos Seminários.
Depois da Celebração Eucarística, passou-se da mesa do altar para a mesa do convívio e da refeição fraterna. No pavilhão das festas, junto ao ringue, foi servido o almoço preparado por um pequeno grupo de pessoas muito diligente. Depois das entradas, foi servida a canja de galinha, carnes assadas acompanhadas de arroz e fruta da época. Dias antes, os paroquianos das diversas paróquias foram convidados a partilhar as sobremesas. As mesas que lhes estavam destinadas rapidamente ficaram repletas de iguarias que saltavam aos olhos e faziam água na boca. Ninguém contou as pessoas presentes, mas os 170 pratos de cerâmica que estavam preparados não chegaram para todos. Foi necessário recorrer a pratos de plástico guardados para as eventualidades. Tudo foi preparado com muita perfeição.
Já com a barriga acomodada foi tempo de desfazer as calorias do almoço. Rapidamente se organizaram os jogos que estavam preparados e muitos se puderam divertir. Houve jogos tradicionais para todos os gostos, idades e feitios, desde os jogos de cartas, aos mini-torneios de «futebol de 5», até aos jogos de cordas. Organizaram-se corridas de sacas, corridas de pares, jogo do balão, jogo do ovo, jogo da maçã, jogo da malha, jogo do prego, jogo da testa entre outros… Foi uma tarde muito bem passada que ajudou pequenos e graúdos a celebrar o Domingo de forma diferente.
Como um dos motivos do encontro era o magusto, o dia não poderia ter terminado sem as castanhas assadas e a jeropiga. Também aqui houve castanhas para todos os gostos, desde as assadas no tradicional monte de caruma, até às assadas em modernos recipientes que permitem um melhor aproveitamento do fruto do castanheiro. Como é natural, alguns chegaram a suas casas irreconhecíveis!
Este dia só foi possível graças à organização feita pela Paróquia da Ruvina com o apoio da Junta de Freguesia local, do Centro Social e Cultural da Ruvina e da Casa de Cristo Rei.
Pe. Hélder Lopes

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