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Fado «Capeia Arraiana» cantado por Tânia Patrício com letra original de António Patrício.

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«É com imenso prazer que vos dou a conhecer um fado que foi feito para vocês todos que amam as Capeias, os touros e tudo o resto que envolve este bonito e antigo acontecimento! Um beijinho grande da Tânia Patrício.»
jcl

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Antes da chegada dos chafarizes com água canalizada e condições de asseio, a água para abastecimento das nossas aldeias repousava nas fontes de chafurdo, ou de mergulho, onde se enchiam caldeiros e cântaros.

Fonte de mergulhoA água é, dos bens comunais, o que cuja falta mais preocupa a colectividade. Água é fonte de vida e, na sua escassez, a existência humana torna-se penosa. Isso era ainda mais sentido quando não existiam as comodidades de hoje, em que o precioso líquido nos entra pela casa adentro, bastando rodar uma torneira.
Na aldeia antiga, a água ia buscar-se à ribeira, ao poço ou à fonte mais próxima. Claro que uma aldeia existia onde houvesse água, fosse ela oriunda de um curso a descoberto, ou resultante de captações locais, que garantissem o abastecimento da comunidade. Mas a água potável nem sempre era abundante. Para sua garantia, escavava-se uma captação, via de regra um poço ou uma fonte, em local acessível.
O mais comum era a aldeia abastecer-se numa ou mais fontes de mergulho, ou de chafurdo, onde, às tardes, as raparigas se dirigiam com os cântaros de barro de duas asas, carrejados sobre a cabeça, assentes nas rodilhas, ou molides, para melhor equilíbrio. Este tipo de fonte, antes tão comum e hoje quase desaparecido, consistia numa poça de água, de pouca profundidade, escavada no local onde a mesma remanescia. Para protecção era construída uma meia cúpula de pedra, com maior ou menor estilo, mas deixando sempre suficiente espaço para o manobrar do cântaro ou do caldeiro. Muitas fontes deste género estavam desniveladas em relação ao solo, sendo necessário construir uma escada de acesso, pela qual se descia até à tomada da água. O estilo, forma geral, era simples, pois havia nela apenas a componente prática, que revelava algumas preocupações básicas: garantir o acesso fácil, protegê-la dos detritos e evitar que os animais ali fossem dessedentar-se.
Na fonte de chafurdo cada utilizador mergulha o recipiente na água, assim o enchendo. Ora, sendo a fonte utilizada por toda uma comunidade, cada utilizador terá que ter o máximo cuidado, evitando enludrar a água. Era até comum ver ao lado da fonte uma pequena lata ou caço de barro, que tinha em vista servir de copo a quem passava e pretendia matar a sêde.
A manifesta falta de higiene deste tipo de fonte, levou à sua progressiva substituição pelo chafariz, construção mais sóbria, em que a água caía de uma caneira ou de um tubo para o pio onde se ia acumulando. Para além do asseio, o chafariz permitia o aproveitamento da água do pio, que servia para dessedentar os animais ou para lavagens. Muitos chafarizes tornaram-se vistosos monumentos, substituindo as antigas fontes, que foram soterradas, assim desaparecendo.
Importaria nos dia de hoje recuperar algumas destas fontes de chafurdo, atendendo ao que elas representam na história da vida aldaneja, quando a existência era difícil, com muitas provações. A fonte de mergulho era um bem essencial, de que toda a população necessitava, a par com o forno. Lá diz o rifão: água e lenha, cada dia venha.
Paulo Leitão Batista

O último episódio da Assembleia Municipal, sendo lamentável, não é de estranhar nos microcosmos políticos do Sabugal. A política local vive da intriga, da troca de favores e das cumplicidades das nomeações para os cargos públicos num circuito fechado de cumplicidades que é avesso à mudança, vendo como ingerência a opinião e intervenção de quem não pertence ao circuito dos interesses estabelecidos. E isto tem sido assim há décadas no Sabugal.

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaO resultado do poder da intriga em gerações de políticos tem, como diz Ramalho Ortigão nas «Farpas», sido a diminuição das faculdades mentais e dos valores nos agentes políticos, pois, como é da natureza biológica de qualquer indivíduo ou sociedade, o valor intelectual diminui e definha na proporção inversa à intriga. É a selecção natural pela negativa! A tal má moeda, que expulsa a boa… Os maus genes a prevalecer sobre os bons…
Com o abastardamento da inteligência desaparecem todas as nobres faculdades do homem: a honra, a virtude do serviço público, o trabalho desinteressado em prol do bem comum, a firmeza de carácter, a lealdade, o respeito da verdade, a inteireza de carácter, a coragem.
Com o hábito da intriga vem tudo o resto, que um bom político não deve ter: a preguiça, o interesse pessoal, a inoperância, o amor da vida repousada à sombra do cargo público, o egoísmo, a mentira, a subserviência, o compadrio, a corrupção, a ausência de bom senso moral, a cobardia, a ignorância bajuladora e servil.
É a selecção natural ao contrário, na sociedade sobre o desenvolvimento da espécie; a espécie política.
Mas como o povo, tal como as crianças, tem o instinto do mimetismo (aprende-se pelo exemplo), como elemento para o seu desenvolvimento, o exemplo dos elementos proeminentes de uma sociedade política é importante para a mudança do carácter de toda a sociedade, para melhor ou para pior. O bom exemplo das classes dirigentes, é importante, sendo público, como é, que os maus exemplos, marcam tanto ou mais que os bons!
Os políticos devem, portanto, ser como os bons livros pois de ambos dependem as luzes em todas as classes do povo; ambos adornam a verdade. São os políticos que ilustram o governo sobre os seus deveres, os seus erros, o seu verdadeiro interesse, sobre a opinião pública, que ele deve auscultar e seguir.
O seu papel é importante, porque moldam a opinião do povo no sentido do interesse colectivo e ajudam o governo a perceber essa opinião.
Esta importância desponta como refere Kant, com a concepção moderna de que o povo é soberano.
O governo não é, continua Kant, apenas sábio em seguir essa opinião; está também moralmente obrigado a fazê-lo. É este axioma que resume a democracia; o governo do povo e para o povo.
Mas para esta opinião se manifeste, é preciso um povo pensante, que manifeste a sua opinião sobre o que considera ser o interesse colectivo e o bem comum.
Em democracia, a opinião deste povo pensante exprime-se formalmente em assembleias deliberativas, que por serem representativas do povo, recolhem e escolhem e levam a cabo o que já emergiu do debate em sociedade.
E porque a deliberação destas assembleias é pública, aberta ao escrutínio dos cidadãos, que aferem se as mesmas expressam e estão em conformidade com o que a sociedade debateu, ao mesmo que sujeitando-as à pressão da análise pública, o poder sujeita-se aos claros interesses desta opinião e torna-se racional.
A discussão pública cujos resultados as deliberações da assembleia devem fielmente reproduzir, porque está fora do poder, é um debate racional, dialéctico, superador das sucessivas controvérsias a que dão lugar sucessivos consensos, numa tentativa para definir em cada momento histórico o que é o bem comum.
Este estatuto extra-político da controvérsia, da discussão, e que define numa sociedade o que é o bem comum e serve para legitimar e fiscalizar o próprio poder, é um aspecto da novidade da esfera pública: a que todos os membros de uma sociedade política (ou, pelo menos, todos os membros competentes e ilustrados dela) deveriam dar importância e saber respeitar.
Infelizmente, quando os elementos da sociedade política não são competentes e ilustrados, não percebem como funcionam estes mecanismos da formação da pública que é a única que legitima o poder democrático.
«Veritas; non auctoritas, legitima legem.»
Manuel Rito ao encabeçar o boicote à reunião da Assembleia Municipal, o único em democracia que tem legitimidade para interpretar a opinião dos munícipes, deu um tiro em cheio no coração da democracia!
Devia pois, em vez de um comunicado, ter lavrado acta pública, para se extrair certidão para memória futura!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

O Presidente da Mesa da Assembleia Municipal do Sabugal, Ramiro Matos, emitiu um comunicado sobre a Sessão Extraordinária do dia 29 de Outubro.

«COMUNICADO
Assembleia Municipal Extraordinária
29 de Outubro de 2010

1 – De acordo com o n.º 1 do Art.º 18.º do Regimento da Assembleia Municipal do Sabugal em vigor, convoquei extraordinariamente uma Sessão para o dia 29 de Outubro de 2010, após audição dos restantes Membros da Mesa.

2 – Embora não regimentalmente exigido, tomei a iniciativa de contactar os membros da Comissão Permanente, tendo todos os representantes dos Grupos Políticos dado o seu assentimento à realização desta AM extraordinária, à excepção do representante do Grupo Político do PSD.

3 – À hora fixada, e não havendo quorum (pelo menos 41 Srs. Deputados), considerei não estarem criadas as condições para a realização da referida Sessão Extraordinária, pelo que a mesma não se realizou.

4 – Entretanto, o Sr. Deputado Manuel Rito entregou-me um documento justificativo da não comparência de 31 Srs. Deputados, documento aliás igualmente assinado por uma cidadã que não é Deputada Municipal.

5 – O conteúdo do referido documento foi tornado público em, pelo menos, a edição “on-line” do Jornal Cinco Quinas e no Blogue “Capeia Arraiana”.

6 – Embora lamente que a AM não se tenha realizado, não me compete, enquanto Presidente da Assembleia Municipal, comentar as razões que levaram um grupo maioritário de Srs. Deputados a não comparecer na mesma.

7 – No entanto, são feitas no documento referido insinuações quanto à honorabilidade dos 34 Srs. Deputados que compareceram, às quais não posso deixar de responder.

8 – Em primeiro lugar, a convocatória para a realização da Sessão Extraordinária para o dia 29 de Outubro, obedeceu a três razões principais:
– Coincidia temporalmente com a realização, no dia 30 de Outubro, de um dos eventos integrados nas comemorações do Centenário da República;
– As Assembleias Municipais são sempre realizadas na última sexta-feira do mês respectivo, às 20h15;
– O período de discussão pública do PROT termina a 30 de Novembro, o que obrigaria sempre, caso a Assembleia pretendesse tomar uma posição, a que a mesma fosse tomada atempadamente, o que não aconteceria se se realizasse a Sessão na última sexta-feira de Novembro, dia 26.

9 – Os Srs. Deputados que decidiram não estar presentes fizeram-no, certamente, porque, em consciência, consideraram que não deviam estar presentes, posição que respeito e não comento.

10 – Mas essa decisão não lhes dá o direito de insinuarem motivos menos nobres para a presença dos Srs. Deputados que decidiram estar presentes e por isso, não posso deixar de repudiar essas insinuações que são atentatórias do bom nome dos mesmos. Em política não vale tudo e estar presente numa assembleia legalmente convocada não pode ser motivo para se ser acusado de desonesto ou oportunista!

11 – Quanto aos custos de funcionamento da Assembleia Municipal, segundo o Orçamento do Município aprovado para 2010, as despesas com os eleitos municipais à AM foram orçadas em 54.430,32 euros, o que corresponde a cerca de 0,19% do total do Orçamento.
Se se considera que a realização de uma Sessão Extraordinária constitui um desperdício que vai contra a “época de contenção”, então é porque não se percebeu ainda a importância da Assembleia Municipal…
Se se quer evitar o desperdício, haverá por certo outros itens do Orçamento Municipal para o fazer e com melhores resultados…

12 – Uma última nota, de carácter pessoal. Cheguei ao Sabugal no dia 29 de Outubro às 13h30; estive presente na AM extraordinária que não se realizou; participei, enquanto Presidente da AM e membro da Comissão Organizadora, no dia 30 de Outubro, na Sessão Comemorativa dos 100 anos da República, onde permaneci ate´às 20h15; saí do Sabugal no dia 31 de Outubro às 11h30 a caminho da Póvoa de Sta Iria onde resido. No que me diz respeito, penso ter provado que “o timing da realização (não pode) ser interpretado como fim-de-semana grande (segunda-feira é feriado) pago aos membros da Assembleia que vêm de fora (…)”, como se afirma no documento entregue pelo Sr. Deputado Manuel Rito.
E estou certo que o mesmo se aplica aos restantes 33 Srs. Deputados que comigo marcaram presença no Auditório Municipal no dia 29 de Outubro às 20h15.
Ramiro Matos»

O comunicado do Presidente da Assembleia Municipal foi publicado na íntegra.
jcl

A Implantação da República foi comemorada com pompa e circunstância no concelho do Sabugal. A organização dos eventos esteve a cargo da Comissão presidida pelo professor Adérito Tavares. Reportagem da jornalista Sara Castro com imagem de Sérgio Caetano da redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

Local Visão Tv - Guarda
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jcl

A equipa de futsal da A.C.R. Rapoula do Côa deslocou-se no passado sábado a Manteigas para disputar a 2.ª jornada de futsal perante a equipa da Associação Sport Vale Zêzere de Valhelhas. O resultado final, 4-1, foi favorável à equipa da casa.

Futsal - Rapoula do Côa

Depois da derrota na 1.ª jornada, a equipa da Rapoula do Côa apresentou-se com muita vontade em vencer a segunda partida. Entrou bem no desafio, conseguindo criar boas situações de golo e equilibrando sempre o jogo, mas voltou a cometer erros defensivos que originaram golos para a equipa visitada.
Ao intervalo, a equipa da casa já vencia por 2 golos a 0.
Com o reatar da segunda parte a Rapoula do Côa, entrou muito forte, mais pressionaste e mais dinâmica, superiorizando durante quase o tempo perante a equipa local.
Nesse mesmo período, reduziu para 2-1 por intermédio de Ricardo Franco «Pipo» e continuou a construir boas oportunidades de golos, que não surgiram dada a inspiração do guarda-redes, que passou a ser o elemento em destaque.
Com a equipa balançada no ataque constante, na procura do empate, acabou por consentir mais 2 golos já nos minutos finais.
Marco Capela

JOAQUIM SAPINHO

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