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O Governo Civil da Guarda convocou todos os tractoristas do distrito para um encontro que vai ter lugar no dia 13 de Novembro, sábado, em Pinhel. A jornada de convívio promovida por Santinho Pacheco, Governador Civil da Guarda, tem como principais objectivos a reflexão, prevenção e alerta para os perigos que implicam o uso das máquinas agrícolas.

Dia Distrital Tractorista - Pinhel

O Governador Civil da Guarda, Santinho Pacheco, entendeu ter chegada a hora de lançar um alerta para o facto do uso e condução de tractores, nas diferentes actividades agrícolas, ter vindo a registar um crescendo de acidentes de que resultam um número de vítimas que é já muito preocupante.
«Há que inverter esta situação e precaver todas as situações de risco, o que só se consegue com boas práticas de condução e o bom uso das máquinas», aconselha o comunicado do Governador Civil da Guarda acrescentando que «por isso, este Governo Civil, contando com a preciosa colaboração da Câmara Municipal de Pinhel e das Juntas de Freguesia do Distrito, leva a efeito uma jornada técnica de formação e informação, dirigida a todos os tractoristas e operadores de máquinas agrícolas, com o objectivo de contribuir para a erradicação das situações de sinistralidade».
A acção tem lugar em Pinhel, no dia 13 de Novembro e, para além da reflexão, prevenção e alerta para os perigos que implicam o uso de maquinaria agrícola, pretende-se que este evento constitua, também, uma jornada de festa e de convívio entre todos os tractoristas, podendo vir a instituir-se o «Dia Distrital do Tractorista».
Programa do encontro:
10.00 horas – Recepção no Pavilhão de Exposições (antiga Rhode).
10.30 – Abertura e sessão de boas-vindas.
11.00 – Jornada técnica «Prevenção e Segurança na Estrada e no Campo».
13.00 – Almoço-convívio.
15.00 – Exibição e demonstração de maquinaria e equipamentos.
17.00 – Magusto e encerramento.
As inscrições podem ser feitas na Junta de Freguesia respectiva da área de residência do tractorista ou directamente para o Governo Civil da Guarda (telefone 271 221 942).
jcl (com Governo Civil da Guarda)

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INTERPRETAÇÃO DO SAGRADO – Na Igreja matriz de Vilar Maior existe uma pia baptismal, oriunda da antiga igreja da Senhora do Castelo, que é intrigante, não só pela forma em caldeirão, como pelos símbolos da sua face exterior, que tem, num friso superior, a repetição de uma figura humana estilizada, e uma corda em todo o seu perímetro, separando do friso inferior, onde estão representados vários círculos concêntricos repetidos.

(Clique nas imagens – 3 e 4 – para ampliar.)

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaPorque estava sujeita à morte e no entanto continuava imortal e a sua morte nunca era um fim mas um passo para a regeneração, em todos os rituais, símbolos e mitos a lua e o homem aliaram-se num mesmo destino.
Com efeito, a sedentarização do homem, entre o oitavo e quinto milénio antes de Cristo, mudou profundamente a estrutura social da humanidade e a ligação do homem à terra, de cujo ciclo produtivo dependia a subsistência.
Então, a Mãe-Terra tornou-se a divindade mais importante. E a Grande-Mãe Terra e a lua interligaram-se através da fertilidade das gentes, dos animais e das colheitas porque ambas simbolizavam a regeneração e o ciclo da vida infinitamente renovado.
Por exemplo, na Índia, quando havia inundações, a lua era considerada a manifestação da Grande-Mãe, porque governava as águas, sendo ela que fazia reviver a vegetação, a nova humanidade. Ou seja, a Grande-Mãe passou a identificar-se com a Lua.
Estando inter-ligadas a Grande-Mãe e a Lua, também a representação das duas era a figura feminina, pois a mulher encarna o mistério do nascimento e da renovação do ciclo da vida; ou o chifre de boi, que, pela sua curvatura, lembrava um crescente. O mesmo sucedeu com a sua representação em forma de cobra, que tal como a lua, aparece e desaparece e tem muitos anéis como a lua tem dias, ou por dois olhos, o olho que tudo vê, o olho interior, do espírito), ou ainda por uma série de círculos concêntricos com uma pinta no meio que pode ter representado o seu seio ou o seu ventre.
E na Pia baptismal vemos a referida figura feminina estilizada no friso superior, a serpente (sob a forma de corda), a meio, e os tais círculos concêntricos no friso inferior, tudo numa metafísica lunar, que resumidamente explicámos, e cuja linguagem remete para a mudança marcada pela regeneração, numa contraposição entre a luz e a escuridão, como o renascimento espiritual do neófito, numa passagem das trevas do pecado original para a luz da infinitude Divina infundida pela graça do baptismo.
Que estes sinais constituam uma linguagem com um significado, não é de espantar, porque estão na génese também da escrita primitiva que se baseava em sinais que invocavam ideias, com alguns que se podem ver nas duas estelas do Museu de Vilar Maior (figs. 3 e 4) os quais, lidos em qualquer idioma, tinham o mesmo significado universal.
Por exemplo, no Extremo Oriente, a ideografia original desenvolveu-se adaptando uma série de caracteres vinculados a um elemento do pensamento. Era a chamada escrita ideográfica, que tornava possível que os asiáticos, apesar de falarem idiomas diferentes, pudessem entender-se através de uma escrita que obrigava a pensar pela abstracção da palavra. É que a melhor forma de expressar uma ideia é o símbolo e não sons que não correspondem a ideias, tanto mais que muitas vezes as palavras servem antes, não para exprimir, mas para dissimular o pensamento. Por isso a advertência à entrada da escola de Platão: «Ninguém poderá aqui entrar se não conhecer a geometria!» É que, só pelo esforço em dar sentido às figuras mais simples, o espírito pode elevar-se às concepções fundamentais da inteligência humana, elevando-se em plena inteligência, sem que nada lhe seja ditado, encontrando por si mesmo, o sentido de um traço ou de um grafismo simples.
E aquilo que podemos descobrir sozinhos, em virtude do funcionamento autónomo do nosso entendimento, adquire um carácter de verdade, pelo menos em relação a nós mesmos. Era pois neste sentido mais profundo, de descoberta da ideia pura, não falseada pela expressão verbal, extraída de nós mesmos, que Platão dizia: «Conhece-te a ti mesmo!»
Os símbolos básicos desta escrita, que mais tarde formaram os símbolos da ideografia hermética medieval, eram o círculo, a cruz, o triângulo e o quadrado, que vinculavam as noções pitagóricas da unidade, do binário, ternário e quaternário.
Reportamo-nos aqui, por não termos espaço para mais, apenas ao círculo visível no friso inferior da pia, para vermos como estão relacionadas com os restantes símbolos da pia, e que já explicámos.
O círculo, como figura delimitante de um conteúdo interno limitado do ambiente exterior infinito, representava a unidade.
Explicando melhor: A unidade não pode ser representada, apenas se concebe abstractamente. O símbolo mais perfeito é um ponto matemático, imperceptível, situado na confluência de duas rectas imaginárias, ou no centro de um círculo. É este ponto, materialmente inexistente, que engendra a linha ao deslocar-se no espaço. Nascida do nada, a linha ao avançar de frente, e ao girar sobre si mesma, faz-nos conceber uma superfície que por sua vez se eleva, desce, oscila sobre um dos seus lados para dar a ideia de um sólido tridimensional. Esta geração é intelectual e o que o espírito abstrai do nada é a geometria.
É esta impossibilidade de formarmos uma ideia da unidade que recorremos à figura do círculo, como símbolo tradicional daquilo que não tem princípio nem fim, que os gregos animaram sobre a forma de serpente (a Ouroboros) em anel, mordendo a própria cauda, simbolizando O Todo, a fé na unidade global, do que existe e pode ser concebido, incluindo o próprio Nada. Era o mesmo Tudo-Nada que nas cosmogonias, consistia no caos primitivo mergulhado na homogeneidade, no qual se confunde tudo o que toma forma e qualidades que o distinguem. E aqui, mais uma vez, temos o paralelismo com a Luz purificadora e regeneradora do Baptismo, que dá forma e qualidade (infunde a graça) ao neófito mergulhado na homogeneidade da graça Divina, porque o Baptismo é, antes de mais, um ritual de renascimento e criação.
Criar significa tirar do nada. Mas para algo possa ser criado, é necessário que esse Nada seja, pelo menos, até certo ponto, substancial, mas ainda não susceptível de ser distinguido, isto é, uma Coisa em si, anterior a toda a particularização distintiva.
Geometricamente este processo de criação era dado por um ponto que marcava o centro do círculo (como o dos círculos interiores que temos na pia baptismal), muito semelhante ao esquema da fecundação do óvulo. Um centro de onde emanavam ondas circulares, como uma pedra lançada à água, era, como os antigos imaginavam, esta radiação criadora, que partindo do centro, se propagava interminavelmente em todos os sentidos através do espaço, como a luz emanando de uma lâmpada luminosa, mas que na verdade era uma Luz Infinita emanando de centros luminosos multiplicados até ao infinito e sem começo, porque não tem princípio nem fim. É a Luz «primordial» da criação com que é irradiado o neófito pelas águas do baptismo. O Baptismo cria um homem novo, distinto do antigo pela graça Divina com que é infundido, passando a pertencer a uma nova humanidade imaculada de pecado original, isto é, participativa na comunhão plena com Deus.
Daí a razão porque o círculo com o pontinho inserido num outro círculo maior, os quais, associados à figura feminina estilizada e à serpente, símbolos antigos lunares da regeneração, interpretados no contexto bíblico como simbolizando a nova Eva (mãe de Cristo que venceu a serpente), estejam naturalmente lavrados na face exterior da pia baptismal de Vilar Maior.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Hoje destacamos o blogue da revista «Fugas – Sábados» do jornal «Público». A reportagem que reproduzimos vai ser publicada no sábado, dia 30 de Outubro no «Público», é assinada por Andreia Marques Pereira e tem como título «Em Portugal há sempre um castelo por perto».

Hoje destacamos... «Fugas» do Público«Há tantos castelos por aqui que às vezes os encontramos por acaso.» Aqui são as Terras de Riba Côa, onde encontramos Derek Miller, inglês de Bristol reformado no Castelo do Sabugal. Este «milionário do tempo», como se auto-define, está numa viagem por Portugal, à boleia de uma auto-caravana, maravilhado pelo «cenário rude e agreste» do interior português e encantado com os castelos que encontra pelo caminho.
Portugal nunca teve castelos grandiosos, concede o professor de História da Faculdade de Letras da Universidade do Porto Mário Jorge Barroca, porque nunca foi um reino muito rico, mas eles encontram-se por todo o lado: de Norte a Sul do território, solitários ou em malhas urbanas. E têm algo de mágico, estes castelos que continuam a recortar as paisagens portuguesas e atrair visitantes regularmente — «sobretudo os mais emblemáticos», sublinha Mário Barroca.
«Vou onde for preciso só para ver castelos», afirma Carlos Bernardo, brigantino e membro da Associação Amigos dos Castelos, com quem nos cruzamos numa manhã de sexta-feira no Castelo de Lanhoso — onde não conseguiu entrar porque este fechou recentemente para obras. Olha a muralha e não está impressionado — «Este… Quem visita muitos [castelos] acaba por achá-los todos iguais, muralhas, ameias, torres». «Especialista-amador» não tem dúvidas em distinguir os castelos dos templários como os mais impressionantes: «Impõem respeito, tem algo muito específico.» O de São Jorge, em Lisboa é, diz, exemplar, «pela forma como está conservado, pela área que tem. Pode-se estar o dia inteiro lá»; ao de Guimarães reconhece o valor de «referência», mas, considera, «não é dos mais interessantes». Ao de Almourol já chegou caminhando pelas águas, impaciente de mais para esperar o barco.
Nós não fomos à boleia de Carlos Bernardo, mas de Mário Barroca, autor de extensa obra sobre o tema, a quem pedimos uma lista de seis castelos importantes para descobrir o país e a nossa história. Começámos pela Póvoa de Lanhoso a descobrir cronologias anteriores à nacionalidade (séculos X-XI); passámos por Tomar no tempo da reconquista cristã e espreitámos o lado muçulmano em Silves (segunda metade do século XII); em Lisboa detivemo-nos na alcáçova régia (século XIII); no Sabugal vimos o triunfo do gótico depois do triunfo das fronteiras definidas (século XIV); e chegamos a Vila Viçosa com a pirobalística (século XVI).
Sabíamo-lo teoricamente, agora sabemo-lo empiricamente: em Portugal, nunca estamos muito longe de um castelo. Porque o provámos na prática, ficámos a tratar por «tu» a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), que nos anos 30 e 40 do século XX levou a cabo uma ampla reconstrução deste património: mais ou menos controversa, o certo é que deu novamente corpo à história e devolveu torres e ameias às paisagens portuguesas. E é, então, atrás delas que partimos – de Norte a Sul.
Crónica assinada por Andreia Marques Pereira.
jcl (com Fugas)

Está patente ao público, no Centro Cívico de Foios, uma exposição de escultura do artista Octávio Gonçalves, natural de Foios e a desenvolver a sua actividade profissional na freguesia de Santo Estêvão.

(Clique nas imagens para ampliar)

José Manuel Campos - Nascente do CôaDesde há uns anos a esta parte o Octávio surpreendeu-nos com o seus dotes talentosos no campo da escultura.
Depois de alguns anos no curso de direito descobriu que a sua verdadeira vocação estava no campo das artes.
É com imenso carinho, gosto e curiosidade que, nos últimos tempos, tenho acompanhado, de mais perto, o trabalho e a obra do Octávio.
Confesso que sou amigo dele desde o tempo dos calções. Na década de sessenta fizemos tudo o que de bom e de mau havia para fazer. A nossa infância marcou-nos e acredito que o talento do Octávio também tenha muito a ver com essa época.
Interpretando, fielmente, o sentimento da população dos Foios pretendo agradecer ao artista o facto de ter acedido expor no Centro Cívico de Foios.
Sabemos que o Octávio tem exposto as suas obras em famosas galerias da Península Ibérica e só mesmo por pura e sincera amizade acedeu ao convite que lhe foi dirigido pela Junta de Freguesia de Foios. Expor na sua Terra Natal.

PS. Esta exposição vai ficar mais algum tempo em Foios, a pedido da Junta de Freguesia, visto que no dias 30 e 31 de Outubro vão acontecer as jornadas micológicas e o magusto transfronteiriço, Foios-Eljas.
E já agora o Octávio terá que ter paciência e permitir que o prazo se alargue até ao dia 7 de Novembro uma vez que nos dias 5 e 6 se vão deslocar a Foios elementos do corpo diplomático de meia dúzia de países europeus e será com todo o prazer e honra que levaremos gente tão ilustre a visitar a exposição.
Obrigado Octávio.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)
jmncampos@gmail.com

O Centro Cultural e Recreativo de Alfaiates (CCRA) organiza no sábado, dia 30 de Outubro, o 6.º Jantar da Raia. O convívio está marcado para o Restaurante Pelicano.

Centro Cultural Recreativo Alfaiates

Norberto Pelicano

À terceira jornada do Campeonato Distrital da I Divisão da Associação de Futebol da Guarda, mais uma vitória para o Sporting Clube do Sabugal, a segunda em casa desta vez contra o Manteigas por três bolas a zero.

Sporting Clube SabugalNeste terceiro desafio Marco Capela continua a mexer no onze, frente ao Manteigas o Sabugal apresentou-se com o número 1 Fred, Pedro (2), Janela (3), Batista (4), Tó Zé (5), Pires (6), Jorgito (7), Ricardito (8), Manata (9), Nuno (10) e Tiago Dias (11). O técnico do Sabugal tinha ainda à sua disposição mais sete atletas, no banco tinha Filipe, Roberto, Pereira, Paulito, Isidro, Vaz Alves e ainda o guarda-redes Chucky.
Quanto aos 90 minutos de referir que, apesar do bom começo de campeonato que a equipa do Sabugal está a fazer, a primeira meia-hora do jogo pertenceu à equipa do Manteigas que nesse período de tempo dominou a partida, tendo mesmo havido um penalty aos 28
minutos a favor da equipa do Manteigas, um penalty algo duvidoso cometido pelo capitão Tó Zé, ainda assim o resultado manteve-se inalterado até ao fim da primeira parte uma vez que o jogador do Manteigas chamado a converter mandou a bola por cima da barra.
Já na segunda parte a equipa da casa mostrou-se mais aguerrida e quis «mandar no jogo» mas aos 62 minutos Batista é expulso por acumulação de amarelos e o Sabugal vê-se assim reduzido a 10 jogadores. Dois minutos depois Marco Capela vê-se forçado a fazer uma substituição visto que Ricardito teve que ser substituído devido a problemas musculares, para o seu lugar entrou Roberto. Estes factores que pareciam ser negativos parecem ter «acordado» a equipa do Sabugal pois logo aos 65 minutos Pires faz o primeiro de três golos para a equipa da casa. Os outros dois golos surgiram aos 27 e aos 43 minutos por intermédio de Manata e Pereira, respectivamente, Pereira tinha entrado minutos antes para o lugar de Tiago Dias.
Quanto à última substituição que o técnico Marco Capela fez na equipa foi a entrada de Paulito para o lugar de Nuno.
No final, pouco há a dizer apenas que o Sporting Clube do Sabugal está a entrar bem neste campeonato com três jogos, três vitórias e nove pontos o que faz com que continue no primeiro lugar da tabela classificativa.
Cláudia Janela

Está marcada para os dias 11 a 14 de Novembro, na cidade da Mêda, a I Feira da Caça, Floresta e Produtos Regionais, organizada pela Câmara Municipal da Mêda, em parceria com a Associação Clube de Caça e Pesca da Mêda.

Feira Caça Floresta Produtos Regionais Mêda

A caça em Portugal tem raízes profundas e hoje reconhece-se a importância do ordenamento do espaço e da gestão sustentada deste importante recurso económico. Com efeito, a caça quando bem gerida pode ser a base de uma importante actividade económica, mas o seu valor aumenta, ainda mais, quando se desenvolve nas zonas mais deprimidas do nosso país, onde a agricultura e a silvicultura encontram algumas dificuldades. A caça é hoje uma actividade que contribui para o aumento do rendimento das explorações agrícolas e para o rendimento das comunidades locais, incentivando a associação. É por isso um importante contributo para o desenvolvimento rural.
O Município de Mêda e a Associação Clube de Caça e Pesca da Mêda (ACCPM), pretendem com este certame divulgar o património cinegético, natural, gastronómico e paisagístico do concelho.
Este evento conta com várias áreas de exposição relacionadas com a caça, produtos regionais, exposição e venda de vinhos locais, tasquinhas com pratos e petiscos de caça, animação e diversas actividades ligadas à temática do evento.
No dia dedicado à floresta irá ter lugar o 1.º Encontro de Sapadores Florestais do Distrito da Guarda, e um colóquio tendo como temática a Protecção Civil.
Paralelamente à Feira irão ser realizadas montarias ao javali (dias 11 e 13), largadas de perdizes (dia 14) e de pombos (dia 12), demonstrações de St. Huberto e de Cetraria (dias 13 e 14), Laser Shot, animação musical, visitas turísticas aos produtores de vinho locais, e um magusto, que irão animar o programa da Feira. Durante os dias em que decorre o certame, os restaurantes do concelho aderentes irão confeccionar, especialmente para estes dias, diversos pratos de caça de forma a divulgar a gastronomia local com os produtos regionais do concelho.
Os interessados em participar nas actividades de caça (montarias e largadas) devem proceder à sua inscrição até sábado, 30 de Outubro através da ACCPM (telemóvel 961 509 491).
jcl (com Turismo da Mêda)

JOAQUIM SAPINHO

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