You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 22 Setembro, 2010.

O executivo municipal do Sabugal aprovou na reunião de 15 de Setembro um novo Regulamento de Taxas, Licenças e Prestação de Serviços do Município, tendo o mesmo sido votado favoravelmente pelos vereadores do PSD e MPT, tendo o PS optado pela abstenção, alegando falta de conhecimento da fundamentação dos valores que constam no regulamento. O documento vai agora ser apreciado pela Assembleia Municipal na reunião agendada para 24 de Setembro.

O documento enumera exaustivamente as taxas de todos os serviços prestados pelo município a particulares, pessoas colectivas e entidades públicas, dele constando, nomeadamente, a prestação de serviços administrativos como fotocópias e certidões, licenciamento de obras, autorizações para o funcionamento de estabelecimentos e ocupação da via pública, vistorias e inspecções, higiene e salubridade, fornecimento de água, publicidade comercial, e muitos outros serviços que o município legalmente pode cobrar taxas.
Segundo o regulamento, os valores a pagar pela prestação de serviços camarários, têm como base do seu cálculo os custos que os mesmos acarretam para o próprio Município.
Dão-se aqui, a mero título de curiosidade, alguns exemplos dos valores que a Câmara passará a cobrar:
Colocação de número de polícia numa casa: 3 euros.
Fornecimento de cartão de canalizador: 10 euros.
Apreciação de processo de arranque de árvores: 54,92 euros (a que acrescem selos e custas).
Alvará de licença de obra: 41,28 euros (a que acrescem 6 euros por cada mês de durabilidade da licença).
Alvará de licença de trabalhos de remodelação de terrenos: 37,27 euros (a que acrescem 6 euros por cada 100 m2 se houver terraplanagens).
Alvará para instalação de cada antena de telecomunicações móveis ou de torre eólica: 1.000 euros.
Ocupação da via pública durante a execução de obras: 30 euros por mês.
Vistorias para emissão de licença de ocupação de espaços: 100 euros.
Concessão de terreno em cemitério para sepultura perpétua: 343,35 euros.
Licença para realização de um acampamento ocasional: 9,91 euros.
Licença para fogueiras populares (vulgo queimadas): 4,75 euros.
O metro cúbico de água consumida no domicílio varia consoante o escalão de consumo, podendo ir de 0,70 euros, para quem consuma menos de cinco m3 por mês até 4,18 euros para quem consuma mais de 51 m3.
Taxa de conservação de esgotos: 0,34 euros por cada metro cúbico de água consumida.
No que toca ao canil municipal aplicam-se as seguintes taxas:
Remoção do cadáver de um cão: 10 euros
Captura: 15 euros (que passa a 30 se for reincidente).
Permanência diária no canil: 6 euros.
Abate: 15 euros.
O documento prevê algumas situações de isenção para particulares, nomeadamente em casos de insuficiência económica comprovada, e para entidades colectivas com fins de solidariedade social ou de interesse público.
plb

A festa de cerveja de Munique (Oktoberfest) abriu as suas portas no passado sábado, dia 18 de Setembro, para festejar os 200 anos de existência.

Oktoberfest - Munique

Paulo AdãoA Oktoberfest, teve origens com o noivado do futuro rei da Baviera, Louis I com Therese von Sachsen-Hildburghausen, no dia 12 de outubro de 1810. Comemoram-se os 200 anos, sendo no entanto a edição n.° 177 deste acontecimento, devido às guerras e epidemias que impediram a organização de 24 edições.
Desde a sua origem, esta festa acontece num parque oval de 31 hectares, chamado «Theresenwiese» em homenagem à rainha da Baviera, lugar onde foi celebrado o casamento.
Este evento é esperado com ansiedade por todos os Muniquenses e tornou-se ao longo dos anos, uma das maiores festas populares do mundo. Desde os anos 80, a Oktoberfest recebe mais de 6 milhões de visitantes sendo cerca de 75 por cento originários da região e os restantes turistas estrangeiros que facilmente se inserem no ambiente, consumindo tanta cerveja como os alemães, segundo informações dos organismos de Turismo.
O início foi marcado, como habitualmente, por 12 tiros de canhão disparados na praça municipal, sendo o primeiro barril aberto pelo Prefeito de Munique, tradição que se mantém há cerca de 60 anos. Até ao 4 de Outubro, são milhões os litros de cerveja que vão matar a sede aos amantes (e não só) desta bebida.
Os trajes regionais, a rigor dão um ar de carnaval ao evento, não faltando animações pelas ruas com muita música e danças, carrosseis, concursos de quem bebe mais cerveja, concurso para aquele que transporta maior número de canecas de uma só vez, sem faltar o concurso da melhor cerveja.
Em honra dos 200 anos, seis grandes cervejarias de Munique, elaboraram tipos de cerveja seguindo as receitas dos séculos passados, tentando reproduzir o gosto da época.
Alguns números da Oktoberfest:
– 14 stands gigantes de cerveja com capacidade para vários milhares de visitas ao mesmo tempo; 105 000 lugares sentados previstos para os concursos de bebedores de cerveja;
– custo da caneca varia entre 8.30 e 8.90 euros;
– 1042 casas de banho e 843 metros de urinóis;
– 602 empresas participam no evento;
– 12.000 pessoas contratadas para trabalhar durante esta festa.
Records existentes:
– 18 canecas transportadas de uma só vez por uma empregada de mesa;
– 5,7 milhões de visitas em 2009;
– 6,6 milhões de litros de cerveja consumidos;
– 488.137 frangos e 116.923 pares de salsichas entre outros petiscos;
Despesa média de 54 euros por visitante.

Fotos da Oktoberfest ao longo dos anos. Aqui.

Um lagarteiro em Paris… com sede.

«Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão
paulo.adao@free.fr

Continuando a nossa deambulação pelos vestígios da arte popular e o património que daí se poderá encontrar nas nossas terras, vamos agora ao encontro dos instrumentos erigidos para a recolha de água para uso na rega dos campos agrícolas: as noras e as burras d’ógar.

Aquilino Ribeiro, porventura o maior dos escritores beirões, divulgador incansável da cultura do povo, descreveu, em páginas de sangue, os constantes conflitos entre a gente rude das aldeias, na sua maior parte motivados pela busca e divisória da água de rega, que era escassa: «Comunal em essência e direito é a água de rega, artigo de primeira nestas terrinhas altas e vãs, atormentadas pela seca, onde a maior percentagem de mortes e barulhos tem seu teatro à beira da poça ou dos talhadoiros de regar».
De facto, sem água a correr de maneira frequente, era impossível produzir bom renovo na horta. E, assim sendo, vinham tempos de muita provação, porque os povos viviam em quase total isolamento, sustentados por si próprios. Produtos alimentícios vindos de longe apenas o bacalhau e a sardinha, que chegavam à aldeia apilhando a sal. O resto era produto da terra, fruto do esmero que o íncola punha no trato dos agros. Assim se compreende que a falta de água pusesse transtornados os homens e motivasse ferozes disputas, quantas vezes de gravosas consequências.
Com o seu saber e à custa de muito suor, o campónio ergueu, a pouco e pouco, o sistema hidráulico que permitiu levar água às leiras de cultivo. Construiu açudes para domar e aproveitar a água que corria brava pelas ribeiras. Fossando a terra abriu poços e minas que foram de encontro aos veios subterrâneos. Nas encostas ergueu pequenos diques, que aprisonaram a água que se escapulia das nascentes à flor da terra.
Onde houvesse desnível era simples fazer chegar a água ao tornadoiro e enchupaçar a terra, mas o problema era alçá-la do fundo de um poço ou por desníveis sucessivos. Aqui o aldeão foi também prático e, à custa de algum engenho e muito esforço, levou a linfa às leiras.
Foram inventadas as burras d’ógar, que tiravam águas de poços ou rios, à custa da força braçal. O engenho, feito em madeira, tem outros nomes, variando conforme a terra: burra d’ ógar (augar ou ugar), ogadoiro, picota, picanço, cegonha, esteio, cambo (nos dois últimos casos tomando-se a parte pelo todo). São seus componentes: o esteio, gacha ou galhada (pau bifurcado com a base enterrada no solo); o cambo ou travessal (pau móvel); o eixo do esteio (ferro que atravessa a bifurcação para segurar o cambo); o contra-peso (pedra que é presa a uma das extremidades do cambo); a vara, cambão ou vareiro (pau que se suspende da extremidade do cambo e onde se dependura o balde).
O aparelho invadiu literalmente os campos. Onde houvesse horta regadia, lá estava o cambo na vertical, esperando que braços musculosos o fizessem girar e ir à busca da água. Pegando na vara o manobrador fazia-a descer ao fundo do poço, onde o balde era mergulhado, sendo depois alçado, aqui em tarefa facilitada, dado o papel da pedra que na outra extremidade do cambo fazia de contrapeso. Porém para o seu funcionamento contínuo era necessário muito esforço, ou seja, sendo útil para uma pequena rega, era manifestamente insuficiente para encharcar batatais e milharais de grande extensão.
A nora, ou roda, é outro dos dispositivos ancestrais, vindo dos tempos da ocupação árabe, segundo os estudiosos da matéria. Trata-se de um rodízio com copos de latão, também chamados alcatruzes, que descem ao fundo do poço, subindo cheios de água, que despejam para uma masseira. O engenho é puxado por animal de tiro, vulgarmente vaca ou burro, que é ligado pelo cachaço à engrenagem através de um cambão de madeira. Andando à volta, em movimento contínuo, quase sempre com uma venda nos olhos para se não espantar ou entontecer, o animal faz girar a engrenagem e esta, através de um veio de ferro, faz tocar o rodízio com os alcatruzes suspensos sobre o poço. Da masseira a água passa para uma calha e desta à regadeira, que por sua vez a transportará às leiras do renovo.
Para se instalar uma nora era necessário proceder-se a obras de vulto, desde o empedrar do poço, até à construção de um muro circular, na forma de batorel, que visava dar altura, para que dali a água escorre-se em declive.
Fazia parte do bucolismo de antigamente o suave chiadouro das noras rodando nos dias quentes de verão. Os animais giravam em caminhada sem fim, sob o olhar atento de um petiz, a quem cabia garantir que o engenho não parasse.
Milhares de noras e de burras d’ógar foram instaladas nos baixios, com as quais, durante séculos, o povo regou as courelas e delas tirou o sustento. Com o evoluir dos tempos e das tecnologias, foram, a espaços, substituídas pelos também já caducos motores de rega, movidos a petróleo. Depois, os campos foram votados ao abandono, em resultado da grande abalada das gentes para França e Aragança e da derrota que teve a nossa lavoura face à de outros países, que para nós passaram a produzir e a vender. Das picotas já pouco resta, dado o perecimento da madeira. Das noras, quedaram apenas, como raro vestígio, rodas e alcatruzes oxidados, esperando que o tempo os leve de vez da nossa paisagem.
Paulo Leitão Batista

Os ciganos aparecem pela primeira vez em Paris em 1427 assentando os seus arraiais num acampamento em Saint-Antoine-des-Champs, em Neuilly e em Ville-d’Évéque.

Os Ciganos - Van Goog

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaOs relatos históricos dão conta da curiosidade dos parisienses com aquele bando de estrangeiros, que acamparam com suas mulheres, seus filhos e grande número de cavalos, na aldeia de Saint-Denis la Chapelle, durante muitos meses.
Um cronista, citado por E. Pasquier, nas suas Recherches de la France, diz deles o seguinte:
«Os homens eram muito morenos e tinham o cabelo crespo, e as mulheres eram o mais feias que se pode imaginar, trigueiras, de cabelo negro e áspero como crina de cavalo. Cobriam-lhes as carnes farrapos imundos e estranhos. Eram, numa palavra, as criaturas mais miseráveis que até então se tinha visto em França, e apesar da sua pobreza, havia entre elas algumas feiticeiras ou bruxas que examinavam a mão de qualquer pessoa, e diziam tanto o que acontecera, como o que estava para acontecer, e assim introduziam a discórdia em varias famílias. O pior ainda era que, falando às criaturas por encantamento, ou meIhor, com auxilio do demónio, ou subtis prestidigitações, escamoteavam as algibeiras da gente.»
Foi esta, sumariamente, a ideia que os Franceses tiveram dos ciganos logo à sua chegada a França, associando a sua vida errante ao modo de vida dos cerca de 40.000 vagabundos e mendigos que andavam aos bandos pelas ruas de Paris, e que Sauval caracterizou assim:
«Era uma espécie de povo independente que não conhecia nem lei, nem religião, nem superior, nem policia. A impiedade, a sensualidade e a libertinagem eram os seus deuses. A maior parte dos assassínios, das rapinas e das violências diurnas e nocturnas eram obra sua, e esta gente … era por seus costumes corrompidos, pelas suas sacrílegas blasfémias e pela sua insolente linguagem, a menos digna da compaixão pública.»
E associando os ciganos a estes mendigos, diz Sauval daqueles:
«Tinham uma vida execrável; o seu único oficio era enganar as pessoas e viver à sua custa, exercendo por toda a parte as mais engenhosas habilidades de escamoteação, audazes rapinas e inumeráveis astúcias.»
E diz um autor mais recente em relação às ciganas, provando que o preconceito inicial ainda persiste:
«Estas raparigas, em que nos apresenta as ciganas das províncias meridionais, mulheres que não mudaram, de cinco séculos a esta parte, nem de carácter nem de modo de vida, algumas das quais apenas contam dezasseis anos, nunca foram inocentes; vindo ao mundo no seio da corrupção, já estão manchadas antes de se haverem entregado, e tornam-se prostitutas antes da puberdade.»
No fim da vida, quando perdiam a beleza, não se podendo prostituir, traficavam a virgindade das mais novas. Daí o célebre provérbio francês:
«Vieille bohémienne et maquerelle sont deux les seurs jumelles.» [Cigana velha e alcoviteira são irmãs gémeas].
Em França o preconceito em relação aos ciganos tem pois origem nesta associação do séc. XV e XVI aos mendigos e população marginal da cidade de Paris e desde este tempo a autoridade civil e eclesiástica os considerou inimigos da ordem pública, perseguindo-os com rigor, por predisporem o povo à dissolução:
Um édito de 1560 ordenava aos governadores das províncias que os exterminassem a fogo e a ferro, outro édito de 1610, que os desterrassem do reino sob pena de galés e constituíram muitas vezes a população forçada das colónias francesas do Novo Mundo.
A mesma associação às classes marginais e preconceito não foram superados até hoje, e é por essa razão que o Estado Francês persegue os ciganos com a passividade da maioria dos cidadãos.
Em Espanha, onde os ciganos entraram também no século XV, a ideia que os autores da época deles faziam era a mesma, mas foi-se modificando por circunstâncias particulares:
«Parece que los gitanos y gitanas, diz Cervantes logo no primeiro parágrafo da sua novela «La Gitanillha», solamente nacieron en el mundo para ser ladrones: nacen de padres ladrones, críanse con ladrones, estudian para ladrones y, finalmente, salen con ser ladrones corrientes y molientes a todo ruedo; y la gana del hurtar y el hurtar son en ellos como acidentes inseparables, que no se quitan sino con la muerte.»
Contudo em Espanha, os ciganos fixando-se maioritariamente na Andaluzia, misturaram-se com a classe mais baixa, que era a população mourisca, a qual era maioritária ainda nos antigos reinos de Granada e Múrcia.
De resto, o povo cigano como o andaluz, era orgulhoso das suas tradições. Eram ambos muito individualistas e leais à instituição familiar. Assim nasceu a sociedade do «flamenco»; termo que designava ciganos, pessoas sem posse de terra, derivado do árabe das palavras «fellahu» (ou «felco») camponês, e «mengu» errante. E é curioso como os mouriscos, após as espoliações seguidas à conquista de Granada se tornaram camponeses sem terra, errantes como os ciganos, tornando assim completa a identidade entre estes dois povos e o termo «flamenco» identificativo destas duas etnias e passou a ser, após o século XVIII sinónimo de cigano andaluz.
Este facto é notado por alguns autores, entre os quais Karol Henderson Harding, que refere terem os ciganos combinado os complexos ritmos indianos com as melodias islâmicas, introduzindo nela as palmas, as batidas dos pés e o ritmo quente do «flamenco» que associaram aos movimentos de quadril e expressão de fortes sentimentos e emoções de natureza árabe.
Referindo-se à cigana Preciosa de «La Gitanilla», continua Cervantes dizendo, a este propósito, que era «rica de villancicos, de coplas, seguidillas y zarabandas, y de otros versos, especialmente de romances, que los cantaba con especial donaire» e referindo-se à qualidade de dançarinos dos ciganos, que «a primera entrada que hizo Preciosa en Madrid fue un día de Santa Ana, patrona y abogada de la villa, con una danza en que iban ocho gitanas, cuatro ancianas y cuatro muchachas, y un gitano, gran bailarín, que las guiaba».
Mas são precisamente as semelhanças de apego à vida familiar que os autores espanhóis já do séc. XVI, nomeadamente Cervantes, realçam e explicam a integração dos ciganos na sociedade andaluza:
«Escoge entre las doncellas que aquí están, diz um cigano velho, que Cervantes pôs em cena em «La Gitanilla», la que más te contentare; que la que escogieres te daremos; pero has de saber que una vez escogida, no la has de dejar por otra, ni te has de empachar ni entremeter, ni con las casadas ni con las doncellas. Nosotros guardamos inviolablemente la ley de la amistad: ninguno solicita la prenda del otro; libres vivimos de la amarga pestilencia de los celos. Entre nosotros, aunque hay muchos incestos, no hay ningún adulterio; y, cuando le hay en la mujer propia, o alguna bellaquería en la amiga, no vamos a la justicia a pedir castigo: nosotros somos los jueces y los verdugos de nuestras esposas o amigas; con la misma facilidad las matamos, y las enterramos por las montañas y desiertos, como si fueran animales nocivos; no hay pariente que las vengue, ni padres que nos pidan su muerte».
(Continua no dia 29 de Setembro.)
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

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JOAQUIM SAPINHO

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