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Os encerros e a capeia com forcão, são o motivo de regresso de muita gente às nossas aldeias. Se um dia vierem a desaparecer, por qualquer motivo que seja, algumas dessas aldeias e talvez uma grande parte do concelho acabam, simplesmente, por desaparecer.

Manuel Luís e Paulo Adão - Aldeia do Bispo

Paulo AdãoNos últimos tempos, várias vozes se têm manifestado em favor desta tradição raiana, o encerro e a capeia com forcão. Muito se têm falado para dar relevo e a importância devida à este evento, mas o tempo passa e na realidade pouco se vê. Saindo do ambiente da raia, dos descendentes da raia, pouco ou nada se sabe desta tradição. Muitos ouviram falar das capeias da raia, mas não sabem o que é nem como se passa. Este ano, tive o prazer em conjunto com um amigo, organizar uma viagem a Santiago, para a qual levei um DVD das capeias das diferentes aldeias para ajudar a passar o tempo durante o trajecto. Fiquei surpreendido, com o acolhimento que teve esse DVD. A maioria das pessoas, portanto, originárias do concelho, de aldeias sem tradições capeeiras, desconheciam por completo esta tradição. Ficaram interessados, pedindo explicações, perguntando quando e onde se poderia assistir à tais espectáculos.
Aquando do meu regresso à Paris, numa estação de serviço já bem perto de Paris, deparei com um camião TIR, pintado com cores e referências ào festival dos Jardins de Ponte de Lima. Cores vivas que chamavam a atenção de qualquer um. Tomei, eu, conhecimento, através dessa «publicidade» que Ponte de Lima organiza um festival de jardins, um festival que atrai muitos turistas.
Lembro-me também de há alguns anos atrás, uma empresa de camionagem de Guimarães, ter os seus autocarros pintados com referência ao castelo de Guimarães e D. Afonso Henriques.
Há vários anos, apareceram junto do Sabugal, nas principais estradas que levam à cidade, paineis com fotografias, desta tradição, mas pouco a pouco foram desaparecendo e acho que neste momento, já nenhum desses paineis faz eferência às capeias.
Tudo isto, leva-me a pensar que é necessário encontrar ou remeter em andamento uma «publicidade» que fale do nosso concelho e tradições, que apresente aquilo de que tanto gostamos.
Porquê não fazer apelo às empresas do concelho? Existem várias empresas, algumas que viajam regularmente para o estrangeiro, outras que fazem inúmeras viagens em Portugal. Seja no transporte de passageiros ou de mercadorias, não seria possivel encontrar uma forma de colaboração, entre empresas e entidades governamentais, para que os autocarros ou camiões do concelho dêem a conhecer esta ou outras tradições do concelho? Através de pinturas ou DVD por exemplo?
Como todos os anos precedentes, o mês de Agosto, foi um mês eufórico, de adrenalina, de entusiasmo, de festa e alegria. As festas e capeias levaram, muitos filhos e amigos às aldeias raianas. As pessoas da raia, mostraram mais uma vez aquele carinho, aquela amizade e aquele bem receber, que lhe é único. Em qualquer aldeia, havia sinais de vida, de alegria, de festa e todos eram bem-vindos. Como a maioria dos arraianos, nesta altura do ano, encontramos sempre forma e forças para regressar à terra, matar saudades, ver os familiares e amigos que por lá fizeram a vida. De aldeia em aldeia, passamos o tempo, entre encerros e capeias, admiramos a proeza e valentia, a coragem e o medo, a força e a fraqueza, tudo num ambiente de festa e amizade.
Mas os turistas são raros e todos sabemos a mais valia que seria para as aldeias e para o concelho a presença de maior número de turistas.
Para nós, a quem a saudade começa já a apertar, restanos, esperar mais um ano.
Quem sabe, talvez com mais visitantes… a admirarem e apreciarem o nosso concelho.
De Paris, Paulo Adão.
«Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

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Manuel Fernandes Thomaz foi um grande patriota, defensor da liberdade, homem honrado e crente no progresso da humanidade, o que não é pouco, convenhamos, num homem só!

Manuel Fernandes Thomaz

João Valente - Arroz com Todos - Capeia ArraianaNestes tempos, decorridos cem anos do advento da república e mais noventa da revolução liberal, porque é um bem mais ou menos adquirido, mal pensamos o que custou a nossos avós a herança da liberdade que deles recebemos.
Convém por isso avivarmos a memória para que não se esqueçam e se honre a virtude e exemplo dos homens bons da res pública.
Natural da Figueira da Foz, onde nasceu, filho de um comerciante, Fernandes Tomaz frequentou teologia em Coimbra, licenciou-se em direito e seguiu a magistratura judicial e, depois de uma passagem pelas alfândegas como superintendente, retirou-se para a sua terra natal desgostoso com a política e a fuga do rei para o Brasil.
Com o desembarque de Wellington no arredores da Figueira, Fernandes Thomaz foi chamado a colaborar na organização do aprovisionamento e transporte do exército aliado, tarefa que desempenhou com grande eficácia, sendo depois intendente dos víveres de Beresford, tendo entretanto sido designado desembargador da relação do Porto, cargo que ocupou a partir de 1817.
Foi no exercício das suas funções públicas que pode observar o estado de decadência e de ruína, a que tinha descido o regime monárquico-feudal e perceber a necessidade urgente de uma reforma, pela qual se abolissem os privilégios que abafavam o desenvolvimento da nação.
E para realizar a sua ideia generosa fundou o Sinédrio com Ferreira Borges, Silva Carvalho e João Ferreira Viana, a que se juntaram Duarte Lessa, José Pereira de Menezes, Francisco Gomes da Silva, João da Cunha Souto-maior, José Maria Lopes Carneiro e José Gonçalves dos Santos e Silva e alguns oficiais influentes do exército, como o coronel cabreira e os tenentes-coronéis Sepúlveda, Gil, Pamplona e Guedes, cujos corpos estavam estacionados no Porto, Vila da Feira e Penafiel.
A sublevação da Galiza, que proclamou a celebre constituição de Cádis e a situação grave do país ocupada pela Inglaterra e com o tesouro esgotado, a condenação de Gomes freire e companheiros e o alvará régio de 1818 declara criminosas todas as associações que não tinham obtido autorização régia, a fome, os soldos em atraso da tropa, a insegurança e o mau funcionamento da justiça e a saída de Beresford para o Brasil a pedir dinheiro para pagar o soldo da tropa, foi o ensejo para a revolução, conforme relata Xavier d’Arújo, que foi dos últimos a aderir ao Sinédrio.
Fixou-se o dia 29 de Junho de 1820 para o levantamento, mas alguns acontecimentos fizeram-na adiar e quase que comprometeram o movimento: O coronel Barros, comandante da força militar do Minho sedeada em Braga, recusou-se a aderir; o ministro da guerra ordenou ao coronel Cabreira que mandasse para Peniche um destacamento do seu corpo de artilharia, o que fez desconfiar que estivesse descoberta a conspiração e levasse Fernades Tomaz a refugiar-se nas Caldas das Taipas.
Frei Francisco de S. Luiz, que ia de viagem para o Minho, ofereceu-se para decidir o coronel Barros a aderir e Fernandes Thomaz foi a Lisboa a sondar a opinião pública e quando regressou a revolução já estava preparada para Agosto.
Mesmo assim esta esteve novamente comprometida porque António da Silveira pretendia que o manifesto da Junta provisória fosse conservador e se chamasse dos Braganções, limitando-se a representar a D. João VI sobre o estado do país e a pedir-lhe o regresso à Europa.
Mas superado este problema com a ajuda de Ferreira Borges, na manhã 24, Cabreira mandou formar a artilharia em Santo Ovidio, e depois de ouvir missa anunciou á cidade a revolução com uma salva de 21 tiros. Há mesma hora Fernandes Thomaz os tenentes-coronéis Sepúlveda e Gil chamavam ás armas os regimentos 6 e 18 para irem reunir-se a Cabreira a Santo Ovidio, onde em conselho de guerra e se fez uma proclamação aos soldados e oficiou ao juiz de fora do cível para convocar a câmara municipal.
E em reunião nos paços do concelho os membros do conselho militar, expondo a situação critica em que se achava o país, propuseram uma junta provisória, «depositária do supremo governo do reino,» a qual governando em nome do senhor rei e mantendo a sagrada religião católica romana, convocasse cortes representativas para nelas formar uma constituição.
A revolução de 1820 nunca teve inspiração republicana como se vê, pois os seus mentores receavam passar por inimigos do rei e da religião e apresentavam-se como salvadores da pátria que se despenhava no abismo da anarquia, mantendo o rei e a religião, tudo o mais se podendo reformar ou modificar pela constituição.
Os membros da junta eram: António da Silveira Pinto, o mais conservador, presidente, o Deão Luiz Pedro de Andrade Brederode, Pedro Leite Ferreira de Mello, Francisco de Sousa Cirne, Manoel Fernandes Thomaz, Fr. Francisco de S. Luiz, João da Cunha Sotto-maior, Xavier d’Araújo, Castro e Abreu, Roque Ribeiro d”Abranches Castello Branco, José Joaquim de Moura, José Manoel de Sousa Ferreira de Castro e Francisco José de Barros.
Entretanto na praça nova (hoje de D. Pedro), afluía o povo, que soltava vivas à revolução.
Reunida nesse mesmo dia nos paços do concelho a junta provisória do governo, dando começo aos seus trabalhos, publicou o manifesto á nação, remeteu circulares às autoridades civis e militares das províncias, participando o decorrido e convidando-as a prestarem obediência ao novo governo. Escreveram á regência notificando-lhe a causa e os fins da revolução, decretaram a criação de um tesouro público, no Porto, para receber a receita do estado e satisfazer a todas as despesas.
Os governadores do reino (que dirigiam a nação em representação de D. João VI), ao receberem a notícia no dia 29, publicaram uma proclamação em que protestavam contra os actos da junta e qualificavam a revolução como o resultado de conspiradores mal intencionados e perversos. Três dias depois, dirigiram ao país novo manifesto em que anunciavam que «usando das faculdades extraordinárias que lhes eram concedidas por suas instruções em casos urgentes,» iam convocar as cortes.
A regência, vendo a sua causa perdida, começava assim a ceder o terreno aos revolucionários, e em breve tentou entrar em negociações: primeiro participou à junta que mandara proceder á eleição de procuradores às cortes e que a tornava responsável de tudo o que pudesse suceder; e em seguida mandou o general Povoas (o mesmo das guerras liberais e do cerco Miguelista do Porto) a Coimbra parlamentar com a junta que vinha em direcção de Lisboa. A junta não quis recebe-lo e ordenou-lhe que se retirasse da cidade.
Na manhã do dia 15 de Setembro, infantaria 16 saiu do quartel e dirigindo-se ao Rossio proclamou a revolução, aderindo logo a este movimento todos os corpos da capital. Juntou-se gente e na presença do juiz do povo e do seu escrivão elegeu-se um governo provisório.
Em 5 de Outubro entraram em Lisboa as tropas que haviam proclamado a revolução na segunda cidade do reino e foram recebidas com alegria.
A junta participou imediatamente a D. João VI os acontecimentos últimos e pediu-lhe para regressar à Europa.
Poucos dias depois voltava Beresford do Rio de Janeiro, mas não lhe foi permitido desembarcar, nem ler qualquer comunicação para terra, apesar de trazer poderes ilimitados e foi obrigado a sair para Inglaterra.
A junta provisória convocou eleições por sufrágio indirecto, escolhendo o povo os eleitores e estes os deputados, sendo as eleições em 26 de Novembro, e as dos deputados para 3 de Dezembro.
As primitivas dissensões com António Silveira não estavam sanadas e no dia 11 Novembro houve uma revolta militar que aclamou a constituição de Cádis como base para a constituição portuguesa e impôs ao governo quatro novos membros.
A junta curvou-se a todas as imposições, mas Fernandes Thomaz, Fr. Francisco de S. Luiz, Ferreira de Moura e Braamcamp de Sobral demitiram-se.
A saída de Fernandes Thomaz, muito estimado do povo, produziu impressão e desgosto em toda a cidade; às 6 horas da manhã do dia 17 começou a juntar-se a multidão em frente da casa do grande patriota, dando-lhe vivas e pedindo-lhe para voltar para o governo.
Fernandes Thomaz e Borges Carneiro, que estava em sua companhia, foram metidos numa carruagem e levados no meio Archotes e vivas; quiseram tirar os tirantes da sege, mas Borges Carneiro não o consentiu, teve de falar á turba, teve de lhe pedir que o não fizesse porque Fernandes Thomaz era muito doente e tantos obséquios populares mortificavam-no.
Foram em marcha triunfal desde o Calhariz até ao Rossio. O ajuntamento aqui era numeroso; os vivas eram incessantes e vinham de todos os lados. Subiram para o palácio do governo nos braços do povo e tiveram de sair à varanda para agradecerem tão imponente manifestação.
Todos os membros demitidos tornaram a ocupar os seus lugares e o presidente da junta, António da Silveira, teve ordem para sair em 24 horas para a sua quinta de Canelas.
E a revolução consumou-se.
Quase ninguém se lembra hoje, mas Fernandes Thomaz foi, com os seus companheiros, o primeiro de muitos obreiros que se lhe seguiriam, a lançar a esta nossa terra a semente da liberdade que hoje gozamos.
Cumpre lembrar ao povo os bons exemplos para que saibam distinguir quem são os homens públicos honrados. E principalmente para que saiba «fazer o manguito» aos muitos António da Silveira que por aí andam!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Almeida recorda a sua história com recriação ao vivo das Invasões Francesas e da tomada da fortaleza da estrela pelas tropas de Napoleão. Reportagem da jornalista Andreia Marques com imagem de Miguel Almeida da redacção da LocalVisãoTv (Guarda).

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O Teatro Municipal da Guarda realiza a sexta edição do Acto Seguinte – Festival de Teatro da Guarda, que acontecerá de 4 de Setembro a 9 de Outubro.

TMG-Teatro Municipal da GuardaO festival deste ano apresenta sete espectáculos, duas estreias e dez apresentações por seis companhias.
No dia da abertura, 4 de Setembro, o Teatro Aberto apresenta a peça «Uma Família Portuguesa», de Filomena Oliveira e Miguel Real. A 10 de Setembro estreia o teatro radiofónico «Senhor Henri», de Gonçalo M. Tavares e a peça «The dumb waiter», de Harold Pinter no dia 9 de Outubro.
Capitan Maravilla traz o circo ao festival com «Mono A Mono B», no dia 11 de Setembro. O Teatro das Beiras apresenta «Ay Carmela» no dia 17 de Setembro. A Associação Cultural O Prado leva a cena «A vida privada de Acácio Nobre» de Patrícia Portela, no dia 24 de Setembro; e ainda o espectáculo Clown do mimo austríaco Krosny, no dia 2 de Outubro.
O espectáculo de abertura, «Uma Família Portuguesa» venceu em 2008 o Grande Prémio de Teatro Português, da pela Sociedade Portuguesa de Autores. A peça apresenta três gerações de uma família portuguesa. A casa onde habitam era propriedade do falecido patriarca de cuja presença a família não consegue libertar. Integrando referências musicais, literárias e plásticas da segunda metade do século XX, esta encenação de Cristina Carvalhal convoca um imaginário com o qual todos os portugueses se poderão identificar. «Uma Família Portuguesa» evoca temas como a ditadura, a guerra colonial ou a devoção a Nossa Senhora de Fátima
plb

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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