Formados em 2004, os «The Cadillacs» vão animar a noite de 30 de Julho, na Festa da Europa/Artes do Alto Côa. Este grupo pretende recriar, o mais rigorosamente possível, os shows que se praticavam nos Estados Unidos da América, nos anos 50 e 60 do século XX.

 

As músicas que compõem o espectáculo são atenciosamente escolhidas para envolverem o público na magia do Rock’n’Roll, do Shake e do Boogie Woogie.
A banda apresenta-se vestida à moda da época e executa o seu «show» com microfones, amplificadores e instrumentos típicos do Rock’n’Roll, para assim, toda a audiência viajar no tempo e sentir que está realmente nos anos de ouro. Quem quiser pode dançar à vontade, já que a música dos «The Cadillacs» convida mesmo a isso.
Foram inúmeras as vezes que os The Cadillacs tocaram no Casino Estoril, animando as passagens de ano e outros eventos.
O grupo tem contrabaixo (em vez de guitarra-baixo) e as guitarras eléctricas são iguais às que usavam os pioneiros do Rock’n’Roll.
A banda é composta por cinco elementos: Rui Miranda – Contrabaixo (com vasta experiência em bandas do género), Sérgio Real – Piano (com curso do Conservatório, exactamente em piano), Nélson Caetano – Bateria (fez digressão Internacional com banda de originais, tocou com os Tantra, banda mítica do Rock português- no seu regresso no início do século XXI- e é professor de bateria na Escola Interartes, em Lisboa), Marco Cunha – Guitarra (solista), Fernando Messias – Voz e Guitarra (várias experiências musicais, semi-finalista do programa «Ídolos» da SIC/2003).
Os concertos divulgam o Rock’n’Roll e o Rockabilly, recriando artistas como Elvis Presley, Jerry Lee Lewis, Chuck Berry, Buddy Holly, Bill Halley, Richie Valens, Ben E. King, Ray Charles, Little Richard, Eddie Cochran, entre outros! Concerteza que poderemos ouvir temas como «Johnnie B. Good», «Grease Lightnin», «Roll Over Beethoven», «Good Golly Miss Molly», «Hippy Hippy Shake», «You Never Can Tell», entre outras, num concerto que demora 1 hora e meia.
Perder o concerto dos The Cadillacs, no Sabugal, só por a banda não ser muito conhecida é imperdoável.
Depois não me venham dizer que ficaram arrependidos de não os ter visto ao vivo… Quem avisa, amigo é.

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Por João Aristides Duarte

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