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Durante este fim-de-semana, a famosa avenida dos Campos Elísios em Paris, foi palco de uma original iniciativa tornando-se numa gigantesca amostra das espécies animal e vegetal, num enorme palco natural, num imenso jardim.

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Paulo AdãoUm fim-de-semana nos Champs Elysées, sem carros, cerca de dois milhões de visitantes, aproveitaram do bom tempo e do sol, para passearem entre agradáveis cheiros e cores por vezes muito dificeis de aperceber em Paris. A ideia nasceu há pouco mais de dois anos, de um artista e organizador de acontecimentos e espectáculos de rua, que já em 1991 tinha transformado esta mesma avenida num gigantesco campo de trigo.
A colocação e exposição de todas estas espécies exigiram muita preparação e organização. Durante algumas noites que precederam este fim-de-semana, foi um vaivém de camiões, uma dança de máquinas a descarregar, parcelas de terra, plantas e animais.
O fim-de-semana (prolongado pelo feriado de Pentecostes) foi muito quente em Paris, o que fez com que um maior número de pessoas tivessem saído e tivessem ido visitar este imenso jardim. O presidente da República e primeira dama também estiveram presentes. Enquanto o presidente aproveito do evento para tentar tranquilizar alguns agricultores, a primeira dama mostrou-se muito interessada pelas couves, pelos animais e por aquilo que eles comem, tentando dar uma imagem de alguém que se encontra próximo da classe popular e agrícola.
Os resultados foram positivos, os organizadores estão contentes com o número de visitas, 1 milhão e 900 mil visitantes entre domingo e segunda-feira. Os agricultores, que representaram as suas zonas de origem, dizem ter conseguido com esta «exposição», mostrar à sociedade a riqueza dos produtos agricolas franceses, defendendo com «unhas e dentes» os produtos franceses.
Para resumo, havia cerca de 8 000 espécies vegetais espalhadas no quilómetro que separa o Arco do Triunfo à rotunda dos Campos Elísios. Foi feita uma pirâmide de frutas e legumes com sete metros de altura, que foi no final oferecida à associação «Restos du Coeur», que distribui ao longo do ano, milhares de refeições aos mais necessitados. Feijoeiras, bananeiras, ananás, couves, vacas, cabras, ovelhas, cavalos, galinhas e tantos outras espécies, tudo esteve presente nesta gigante amostra natural da riqueza agrícola francesa.
«Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

«Imagem da Semana» do Capeia Arraiana. Envie-nos a sua escolha para a caixa de correio electrónico: capeiaarraiana@gmail.com

Truta pescada no Rio Côa - Rapoula do Côa
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Data: 2010.
Local: Rio Côa na freguesia de Rapoula do Côa, concelho do Sabugal.
Foto de: Marco Capela.
Legenda: Quem anda na pesca gosta de apanhar grandes peixes! E se o peixe for a famosa truta ainda melhor!
No rio Côa tudo isto é possível!
Desde que abriu a época da pesca, 1 de Março, já se apanharam muitas trutas mas nada como, no inicio desta semana. Um belo exemplar com 60cm e 2,7 kg! O pescador deste feito foi o Guilherme Camejo Pernadas.
Ao que parece, é o novo recorde da freguesia! O anterior pertencia ao Belarmino Ricardo com 2,6kg, apanhada no ano passado.
Marco Capela

Apresentamos os cartazes alusivos às três primeiras edições da Capeia Arraiana no Campo Pequeno em Lisboa, organizadas pela Casa do Concelho do Sabugal, nos anos de 1978, 1979 e 1980.

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O primeiro cartaz, referente à Capeia de 4 de Junho de 1978, anuncia a novidade: «Acontecimento inédito em Lisboa». Em ilustração está uma fotografia captada numa tourada em Aldeia Velha, com o touro e os rapazes a pegar ao forcão em primeiro plano. Ao fundo vêm-se os espectadores nas calampeiras, formadas por carros de vacas carregados de lenha, à boa maneira das antigas touradas da raia.
Anuncia-se ainda que os touros são de uma «distinta ganadaria do Ribatejo», embora a mesma não surja identificada.
Em grande destaque está a referência à organização da Casa do Concelho do Sabugal e a colaboração dos Bombeiros Voluntários do Sabugal, a que não é estranho o facto desta primeira capeia se destinar a angariar fundos para os bombeiros. Aliás, os bombeiros foram sempre presença assídua nas várias edições da tourada de Lisboa.
O segundo cartaz anuncia a capeia de 2 de Junho de 1979, tendo como ilustração uma fotografia tirada na primeira capeia e um desenho com um forcão e um touro. Este segundo cartaz acrescenta informação pertinente acerca do que constará o espectáculo: «Desfile dos toureiros com alabardas. Formalidades do pedido da praça. Forcão e tamborileiro.»
O terceiro cartaz, referente à capeia do dia 31 de Maio de 1980, não tem fotografia, apresentando antes o desenho estilizado de um forcão com os pegadores a desafiarem um enorme touro negro. Também este cartaz, à semelhança do do ano anterior, faz referência, em letra pequena, ao que compõe o espectáculo.
Os três primeiros cartazes das capeias de Lisboa têm um formato comum, com dimensões também similares e todos encimados com a referência ao Campo Pequeno como local de realização do espectáculo. Todos os cartazes contêm em nota de rodapé o aviso de que os «convites» podem ser adquiridos antecipadamente na Casa ou na sede dos Bombeiros do Sabugal, ou também, no dia da tourada, na praça de touros.
plb

No seu poema «Prece» Manuel Leal Freire diz: «Não é qualquer espaço que a minha alma contém.» Esta frase, que é a chave do poema, à primeira vista assenta na tradição Platónica que apresentava a terra como o terrestre no sentido de passageiro em contraste com a Alma, estável e sobre-terrestre. (Parte 2).

João ValenteDesde Platão que a alma pertence ao sobrenatural. Se ela aparece no sensível, é porque foi para aí arrastada. Aqui, «na terra», não há lugar para ela. A alma é aqui «um estranho». O corpo é uma prisão da alma, senão mesmo algo de pior. Assim parece que à alma não lhe resta senão abandonar, o mais rapidamente possível, o domínio do sensível, que, do ponto de vista de Platão, é o ente-não-verdadeiro, aquele que se decompõe.
No entanto, a frase é estranha porque, contrariamente à teoria Platónica, no resto do poema não se encontra qualquer palavra sobre o domicílio sobre-terrestre da alma imortal, como seria de esperar:
A Alma do poeta «Pelo espaço deambula», mas os seu espaço é bem terrestre, porque é o de «rio e monte», «Começa em Ciudad Rodrigo Acaba em Vilar Maior», «levita o ar a Bismula desce em Aldeia da Ponte», é «Ruelas de Almedilha Ou esquinas de Valverde», «Picos rupestres dos Foios Cercanias de Arganhã».
O espaço da Alma do poeta é o dos «rios e montes», «cabe no pequeno espaço» de «Riba-Côa» porque é precisamente aquela terra em que nasceu; «o colo de mãe».
A sua Alma, no fim do caminhar terreno, sente o apelo da terra natal. Completado o ciclo da vida, regressando ao ponto inicial da mesma, preenche-se a essência da Alma do poeta.
Sendo assim, não é de modo algum verdade que a alma seja alma em primeiro lugar, e para além disso, devido a quaisquer razões, que ela não pertença à terra.
A frase: «Não é qualquer espaço que a minha alma contém», refere muito mais a essência daquilo a que se chama «alma». A frase não contém nenhuma declaração sobre a alma na sua essência já conhecida, nomeadamente da concepção platónica.
A alma como alma tem, pelo contrário, ligação umbilical com o mundo real.
A ambição do poeta é quando «vier a noite, e se for a manhã» o seu fim seja apenas o «regresso ao humus da terra-mãe».
Para o poeta, a Alma só completa a sua caminhada terrestre, precisamente regressando ao ponto de onde começou. Curiosamente em paralelo com alguns pré-socráticos.
Neste ponto, é mais parecido com o poeta grego Eurípedes para quem «morrer devia ser como não haver nascido; e morte talvez fosse melhor até que a vida de dor e de lágrimas, pois não sofre quem não tem sensação dos males».
O habitual desprendimento da vida terrena, não nos aparece no poema porque o declínio, é um rejuvenescimento, um regresso aos lugares da infância e da juventude, «Ao humus da terra-mãe».
Mas anteriormente menciona «a estrela que ainda brilha». Nos últimos dias do poeta, a Estrela da noite sucede ao Sol do dia. A Estrela é A Alma já no momento do abandono pacífico da vida. Significa a morte próxima quando «vier a noite, e se for a manhã». A manhã caminha naturalmente para a noite, para «a hora de noa», a hora crepuscular da oração litúrgica das vésperas, como o homem, do nascimento à morte. Esta não é mais que o regresso à escuridão do pré-nascimento, a restituição da Luz recebida com o nascimento, como na seguinte poesia de Omar Khavyyam:

«Não temo a morte: prefiro
esse facto inelutável
ao outro que me foi imposto
no dia do meu nascimento.
Que é a vida?
Um bem que me confiaram
sem me consultar
e que restituirei
com indiferença».

Mas contrariamente a Omar Khavyyam, em Leal Freire este regresso não se faz com indiferença, pois morrerá «em fresca manhã de Abril […] a trovar de pé, igualando em porte, os castiçais do altar».
A trovar, porque, um católico, como Leal Freire, pensa apenas como S. Paulo, que «a morte é passagem para a vida definitiva». Motivo de alegria pelo regresso «ao colo da mãe», portanto.
Igualando em porte os castiçais do altar, porque na sacralidade da despedida, está a essência da Alma. A luz difusa dos castiçais iluminará por isso o semblante da Alma do poeta retirando-se, amortalhada em «farda de contrabandista», para a sua própria profundidade…
Que é «Na Raia […] a dois passos da fronteira».
II
É frequente a dificuldade com que demarcamos o dizer das poesias de Leal Freire, que estabelece com segurança uma plurivocidade, da linguagem de outros poetas, cuja plurivocidade provém do indefinido de uma insegurança de uma poesia feita às apalpadelas, porque lhes falta o poema autêntico e o seu lugar.
O rigor extraordinário da linguagem essencialmente plurívoca de Leal Freire é, num sentido superior, tão unívoca, que ela permanece superior a toda a exactidão técnica do mero conceito científico-unívoco.
Nesta mesma plurivocidade da linguagem, determinada a partir do lugar do poema de Leal Freire, falam também as palavras frequentes que pertencem ao mundo das representações bíblicas e eclesiásticas. A transição do velho género ao não nascido faz-se através deste domínio e da sua linguagem. Se, em que medida e em que sentido a poesia de Leal Freire fala cristamente, de que modo se pode dizer que o poeta é «cristão», o que significa neste caso e em absoluto, «cristão», «cristianismo», «cristandade», «carácter cristão», tudo isto implica questões essenciais.
A sua discussão ficará, contudo, suspensa no vazio enquanto o lugar do poema não for cuidadosamente estabelecido no conjunto de toda a obra poética de Leal Freire. Para além, a discussão destas matérias exige uma reflexão para a qual não são suficientes nem os conceitos da metafísica nem os conceitos da teologia da igreja.
É que aqui o poeta, aquando da extrema urgência do seu último dizer, não clamou por Deus ou por Cristo, uma vez que é tão resolutamente cristão? Por que é que, em vez disso, ele chama pela «terra», sendo esta o «colo de mãe»?
Por que é que o poema não termina com um olhar confiante sobre a salvação cristã, e a eternidade, «a passagem ao além» é antes o «regresso ao húmus da terra mãe».
A unissonância rigorosa da linguagem plurívoca a partir da qual fala a poesia de Leal Freire, o que quer, ao mesmo tempo, quer dizer: Acredita na libertação da alma, na vida eterna, mas fala no regresso à terra, como destino da Alma, o que nos faz questionar a localidade deste lugar.
III
A última indicação para o destino da alma como o lugar do poema foi-nos dada, na última quadra.
«Afinal, apenas peço
Que a passagem ao além
Não seja fim, mas regresso
Ao humus da terra-mãe».
A eternidade, aquela passagem ao além, é nomeada na linguagem do poeta por «Terra-Mãe». O regresso do poeta à terra, acontece ao fim do dia, «à hora noa», através do crepúsculo espiritual. Por isso reza a quadra:
«Ponto é que à hora de noa
Cante a trova derradeira
Nos planos do Ribacôa
A dois passos da fronteira».

O fim da tarde muda o sentido e a imagem. A terra à qual desce o poeta, é a terra onde se põe o sol. A localidade do lugar, que reúne em si o poema de Leal Freire, é a essência escondida da Alma e chama-se «Riba-Côa». Esta delimitação geográfica da terra poente é mais prometedora que o ocidente representado à maneira platónico-cristã, ou mesmo, à maneira europeia. Porque a morte é o «começo» de um novo mundo em ascensão, e não o abismo da decadência.
O Ocidente que se esconde na morte não decai mas permanece, esperando pelos seus habitantes, enquanto terra do declínio para a noite espiritual. A terra do declínio é a passagem para o princípio da madrugada que neste princípio se esconde.
Se atendermos a isto, será que podemos considerar ainda um acaso que a poesia de Leal Freire se refira, justamente, à «Noite» da velhice em contraponto com a «Manhã» da infância?
A poesia de Leal Freire canta a terra do poente, que possui já o seu destino. A «Noite» precede a «Manhã». A «Estrela Brilhante» anuncia a madrugada.
E situa Leal Freire a terra do poente entre o Côa e o Águeda; de um lado e do outro da fronteira. É arraiana, mas sem fronteira de nacionalidades:
«Começa em Ciudad Rodrigo
Acaba em Vilar Maior
[…]
levita o ar a Bismula
desce em Aldeia da Ponte
[…]
Ruelas de Almedilha
Ou esquinas de Valverde
Picos rupestres dos Foios
Cercanias de Arganhã».

A sua poesia canta o destino, que consiste em alcançar a terra natal enquanto pátria da Alma peregrina que regressa a casa.
Será isto um devaneio romântico sonhador desligado do mundo técnico-económico das massas modernas? Ou tratar-se-á da sabedoria clara do «louco» que vê e medita de uma forma diferente dos poetas da actualidade que se esgotam na historiografia do presente, presente cujo futuro contabilizado não é mais do que um prolongamento da actualidade, um futuro que carece da chegada; de um destino que, antes de tudo, toca o homem no início da sua essência?
O poeta vê na alma, «um balão voador que pelo espaço deambula» para seguir uma rota, a qual não se dirige para a decadência, mas, pelo contrário, para o declínio: «A Alma tem sempre ocaso.»
Este abaixa-se e conforma-se com a morte suprema, que é inaugurada com a morte do poeta ao regressar ao «húmus da Terra-Mãe».
Aí, o poeta sabe que se reencontra com a essência da sua Alma Peregrina. O circuito solar da Alma do poeta completa-se quando a Sombra da «Noite» se diluir outra vez na luz difusa da «Manhã». Com plena consciência disto, Leal Freire, reza:
«Eu quero morrer na Raia
Terras pardas do Carril
A minha cova talhai-a».

«Arroz com Todos», opinião de João Valente
joaovalenteadvogado@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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