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CONVENTO DOS FRADES FRANCISCANOS E OS MISTÉRIOS DE TRANCOSO – Esta semana, como não podia deixar de ser, apresentamos-lhe o espaço do duplo evento de 10 de Junho: O Convento dos Frades Franciscanos. Todavia, a cidade de Trancoso é um local repleto de curiosidades e enigmas. Achamos que seria engraçado revelarmos alguns aqui. Acompanhe-nos nesta descoberta dos mistérios trancosenses…

Convento dos Frades - Trancoso - Foto Olho de Turista - Direitos ReservadosIgreja – Convento dos Frades Franciscanos (séc. XVI, Av. Campo da Feira): Fundado em 1569, era um pequeno convento de seis celas, onde os frades le­vavam uma vida simples, mas com normas rigorosas, difíceis de compreender aos olhos da co­munidade civil e do clero secular. Tal chegou a ser motivo de desentendimentos, levando os freis a abandonarem em definitivo o local. Da sua arquitectura, destaca-se o portal de entrada, de influência renascentista, com colunas toscanas apoiadas por bases de um só toro. Ao lado, observa-se um calvário com três das 14 Cruzes distribuídas pela cidade (Via Sacra). Do convento, ainda resta a torre original e um anexo do séc. XVIII. Foi recentemente requalificado como Auditório Municipal, onde se efectuam as sessões da Assembleia Municipal, entre outras actividades culturais (como o evento Encontro de Bloggers/Lançamento do livro «Aldeias Históricas de Portugal – Guia Turístico»).

Sabia que…
… se pesquisar, existem à volta de 15 lo­calidades com o nome de Trancoso, espalhadas pelo Mundo: Galiza, Bra­sil e até no México;
… no Canto VI d´Os Lusí­adas, Luís Vaz de Camões narrou o episódio dos 12 de Inglaterra. É uma história verídica sobre honra e cava­lheirismo, protagonizada por Álvaro Vasques Coutinho, alcunhado «O Ma­griço» e filho do alcaide de Trancoso;
… depois da grande Batalha de Trancoso (Batalha de S. Marcos), os prisioneiros de guerra fo­ram alimentados a «pão e laranjas». Para reviver este momento histórico, a 29 de Maio é tradição distribuir esses alimentos às crianças, no próprio pla­nalto onde tudo aconteceu;
… Trancoso possui uma feira que anualmente atrai multidões? É a Feira Franca de São Bartolomeu, uma das primeiras do País, cuja carta de feira serviu para instituir outros certames como os de Coimbra, Porto ou Viseu. Na Igreja de São Bartolomeu (hoje capela) decorreram as cerimónias das bodas reais entre D. Dinis e D. Isabel de Aragão;
… nesta cidade, nasceu Gonçalo Anes Bandarra (1500-56): Sapateiro de pro­fissão, era sobretudo conhecido pelas suas profecias. Condenado em vida pela Santa Sé, a concretização das suas profecias, tais como o Sebastianismo e a Restaura­ção da Independência, valeu-lhe o reconhecimento da Casa Real, após a sua morte. Naturais de Trancoso, são também: Gonçalo Fernandes Trancoso (?-1596), o primeiro grande contis­ta português e Fernando Isaac Cardoso (1615-1683), famoso médico judeu-converso, filósofo, cientista e escritor.

Por último, a curiosidade mais engraçada: o Padre Costa de Trancoso teve 299 filhos de 53 mulheres. D. João II perdoou a pesada pena a qual tinha sido condenado.
Helena Teixeira

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A «Reforma» aquilo que todos esperam durante anos e que hoje muitos desconfiam, não virem a receber. Ao longo da vida profissional, todos aspiramos pela merecida reforma, mas não é segredo para ninguém o estado actual das reformas por toda a Europa.

Paulo AdãoEm Portugal ouvia-se sempre falar das reformas dos «emigrantes», das reformas que vinham de França ou de outros países.
Hoje, a França, como toda a Europa, atravessa graves problemas económicos e financeiros, a falta de emprego atinge niveis elevados, a longevidade humana foi aumentando. Com isto, existem cada vez menos pessoas em actividade e mais em fase de usufruir da tão esperada reforma. As estatisticas, são claras, em 1960 existiam 4 pessoas activas para cada reformado, em 2050 haverá apenas 1,2 pessoas em actividade para cada reformado. Em 2020, o número de reformados, ultrapassará o número de activos. Com a crise financeira, a França apresenta desiquilibrios em 2010 que eram esperados apenas para lá de 2030.
Com este panorama há muito que se temiam mudanças. Todos desconfiámos delas, mas niguém quereria que chegassem tão cedo. Este fim de semana, o governo francês, anunciou as primeiras linhas de discussão. Linhas de mudanças que vão antes de mais, fazer correr muita tinta nos jornais e noticiários, alterações que vão provocar manifestações, greves, descontentamento geral.
Este governo já nos tinha habituado ao «trabalhar mais para ganhar mais». Agora sem surpresas, o governo apresentou as linhas «mestras» deste tema: prolongar a idade legal de obtenção da reforma e fiscalizar mais, os altos salários e a riqueza individual. Muitas questões estão em aberto e estas linhas de discussão não se apresentam como a solução ao problema.
Um tema quente que promete muita discussão e que merece sem duvida muita discussão de quem de direito. Pena é, que tudo promete ser resolvido, como diz a oposição socialista, «durante os jogos do mundial, não deixando tempo às pessoas para reagirem».
Estatísticas recentes, mostram mesmo, que a maioria da população francesa (74%) não acredita no debate deste problema, achando que o governo têm já, tudo decidido. Ao mesmo tempo, apenas 35% acham haver uma igualdade de direito de expressão no que diz respeito à este tema.
Um tema que afecta a comunidade portuguesa presente em França, aqueles que próximo da idade de reforma sentem a ameaça de dever trabalhar mais algum tempo do que o previsto; para os mais novos com as dificuldades actuais de encontrar trabalho, um prolongamento dos anos de trabalho ou da idade de reforma, transforma-a numa miragem longínqua.
«Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão

paulo.adao@free.fr

Dentro dos contributos para a história do Hospital do Sabugal, apresenta-se a derradeira transcrição do Bloco de Recordações do Sr. Dr. Francisco Maria Manso, onde fala da actividade do Hospital logo após a sua inauguração e descreve a sua acção enquanto médico.

Romeu Bispo«01.03.1940
Chegaram em meados de Fevereiro as Irmãs e abriu o Hospital com carácter definitivo. Nada de reclamo, nada de exibicionismo. Provisoriamente parece ter-se resolvido dentro da Comissão da Misericórdia que fizessem serviço os dois médicos do Hospital. Se houvesse concursos, com as respectivas condições, no Diário do Governo, ter-me-ia, talvez, resolvido a não concorrer, mas desta forma, sem saber se remunerado, se gratuito, não me pareceu razoável tomar deliberação contrária à opinião da Comissão da Misericórdia e assim entendeu também o Sr. Dr. José Batista Monteiro, que ficou fazendo serviço na enfermaria dos “homens”.
Quando os lugares sejam postos a concurso, a Comissão resolverá a escolha entre os concorrentes e até lá não se devem criar dificuldades a tão simpática e humanitária Instituição.

14.02.1945
Quasi cinco anos são passado sem escrever neste livro qualquer facto importante da história do Hospital da Misericórdia.
Manuscrito de Francisco Maria MansoDepois da nomeação provisória, minha e do Dr. José Batista Monteiro, entrou em acção a correspondência trocada entre a Misericórdia (Dr. Carlos Frazão) e a Direcção de Assistência de Lisboa
Para encurtar razões e discussões, a Direcção da Assistência informou que não podiam os médicos municipais serem nomeados para o Hospital, porque eram preferidos os médicos desempregados, isto é, sem lugar oficial. Não querendo de forma alguma ir de encontro a ideias tão “sociais” o Dr. José Batista e eu, resolvemos abster-nos de enviar os nossos documentos ao concurso e assim nos puseram termo a tantos trabalhos e canseiras. Da minha parte não sei se lucrei, se perdi. Amava o Hospital, que foi a dama dos meus pensamentos durante alguns anos. Ali, pensava executar operações cirúrgicas urgentes para as quais me considerava habilitado e nas quais me exercitei na técnica cirúrgica com o mestre Bissaia Barreto e donde saímos habilitados por cursarmos aquele, apenas 8 ou 10 estudantes e termos como programa toda a alta cirurgia. Pensei mesmo em voltar a cursar a cirurgia durante alguns meses para assim poder operar os doentes pobres, porque dos ricos não esperava ser cirurgião porque demais sabia que “Santos da porta não fazem milagres”.
Seja como for, a verdade é que muitos trabalhos me poupou a Direcção da Assistência recusando a nomeação.
Um dos primeiros doentes que foi morrer ao Hospital, foi o benemérito do mesmo Hospital, Sr. Pe. Joaquim Nabais Caldeira. Ali terminou os dias, não o podendo acompanhar na doença em virtude da minha exclusão, de médico, daquela casa.
O Concelho de Sabugal com 800 Kilómetros quadrados de superfície tem ainda poucos médicos e assim todos nos vemos assoberbados com trabalho, sendo o hospital uma forma de tratar doentes em conjunto que aumentariam ainda o nosso trabalho, para tratá-los cada um por sua vez, nos seus domicílios.
Actualmente e desde o início, por 1940, fazem serviço no Hospital os senhores Doutores Adalberto Pereira e José Gonçalves Pina
Os povos felizes não têm história e parece que sucede o mesmo ao Hospital.»
Romeu Bispo
(Provedor da Santa Casa da Misericórdia do Sabugal)

Sócrates, que toda a vida foi filósofo, para espanto dos seus discípulos e conterrâneos, dedicou-se à poesia, vertendo para verso as fábulas de Esopo, enquanto aguardava para ser executado.

João ValenteExplicou-lhes Sócrates que muitas e muitas vezes na vida teve um sonho que lhe dizia: Sócrates, compõe música e a executa. Até ao momento da morte estava convencido de ser justamente que fizera a vida toda o que o sonho lhe insinuava e concitava a fazer; a prosseguir na prática habitual, a compor música. E sendo a Filosofia a música mais nobre, a ela se dedicara toda a vida.
Depois do julgamento, questionara-se se essa música não seria, em vez da Filosofia, a espécie popular de música, que é a poesia.
É que, segundo Sócrates, o poeta compõe mitos e não palavras.
Sócrates dizia isto porque para ele a sabedoria consistia em procurar o sentido das coisas. E este só era possível quanto mais o pensamento se abstraísse dos sentidos do corpo, aproximando-se mais da alma.
O mito, sendo uma narrativa de carácter simbólico, explicando a realidade por meio de deuses, semi-deuses e heróis, libertava o pensamento do corpo aproximando-o da alma. Neste sentido, o Sagrado, é o caminho por excelência para atingir o real.
Como percebeu mais tarde Fernando Pessoa, «o mito é o nada que é tudo». E como disse Ramos Rosa, «o poeta moderno não escreve para dizer algo que conhece, mas para dizer o que ignora, para encontrar o verdadeiro desconhecido, o novo, o inicial».
A poesia é portanto a força capaz de transfigurar a realidade do homem. Palavra essencial, a lírica tem o poder de operacionalizar o discurso verbal, de dar sentido à vida e elevar o pensamento do homem.
Por isso é que na poesia «a distância que a linguagem institui em relação ao real, conduz necessariamente ao estabelecimento de uma nova relação com o mundo» (Ainda Ramos Rosa).
A esta mesma conclusão chegou Sócrates, quando a sua alma estava prestes a separar-se do seu corpo, portanto mais próximo da verdade, entendendo que linguagem poética era superior à filosófica.
Não é por acaso que a linguagem poética é mais sagrada e portanto mais simples, porque mais próxima da verdade, nos homens que têm mais consciência da morte. Isto dava «pano para mangas» que a brevidade de uma crónica não permite.
Estava a pensar, por exemplo em Pascoais, Antero e outros. Mas não precisamos de ir longe e ficamos já por aqui, pois temos o exemplo entre nós, em Manuel Leal Freire, cujo poema «Prece», recheado de simbolismo e lirismo popular, foi publicado no domingo no «Capeia Arraiana» e pode ser lido… Aqui.
Magnífico, em simplicidade e lirismo!
Linguagem poética por excelência!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

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