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A XVIII Feira do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos de Oliveira do Hospital organizada pelo município local decorre entre os 7 e 20 de Março e inclui entre outras actividades o XXI Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela.

XVIII Feira do Queijo Serra da Estrela Mel Enchidos - Oliveira do HospitalA Câmara Municipal de Oliveira do Hospital está apostada em ajudar a promover como marca de excelência o Queijo Serra da Estrela – um dos melhores do país e do mundo – e organiza até 20 de Março a XVIII Feira do Queijo Serra da Estrela, Mel e Enchidos.
O pontapé de saída é dado este sábado, 6 de Março, com a realização do jantar promocional do certame na Pousada do Convento do Desagravo em Vila Pouca da Beira.
Entre 7 e 15 de Março decorre a Semana da Gastronomia Regional com a participação de 13 restaurantes locais. As ementas oferecem arroz de suã, caldeirada de borrego, borrego assado, torresmos à moda da Beira e enchidos com grelos e morcela da Beira. À sobremesa reina o Queijo Serra da Estrela acompanhado por tijelada, requeijão com doce de abóbora, mel e cavaleiros.
No mercado municipal os visitantes poderão provar e adquirir mel, enchidos, vinho do Dão, artesanato, coleccionismo e velharias ao som de música tradicional.
O programa do dia 20 inclui o XXI Capítulo da Confraria do Queijo Serra da Estrela com provas de iguarias e a tradicional mostra de ovinos da raça Serra da Estrela. A cerimónia solene que antecede o banquete terá lugar na Casa da Cultura César Oliveira com a entrega de prémios do concurso de fotografia e a entronização de novos confrades.
A autarquia celebrou, recentemente, um protocolo que envolve 18 municípios, e sete associações de desenvolvimento local – entidades gestoras do Proder como a Adiber, a Adruse, a Turismo Centro de Portugal e Turismo Serra da Estrela – e a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Centro (DRAPC) para a valorização do DOP Serra da Estrela. O objectivo é criar condições para melhorar a comercialização dos produtos Serra da Estrela (queijo, requeijão, borrego e manteiga de ovelha) como produtos de excelência associados à DOP Serra da Estrela e a Oliveira do Hospital.

Recorde-se que a Confraria do Queijo Serra da Estrela é uma das duas madrinhas da entronização da Confraria do Bucho Raiano.
jcl

O governo acaba de publicar o diploma regulamentar sobre as taxas a aplicar nas áreas protegidas (Aps). Depois de uma anterior tentativa frustrada para taxar a quase totalidade das actividades desenvolvidas nas Aps e da contestação generalizada dos afectados, o ICNB veio de novo à carga: suspensa durante três meses, a portaria volta agora com algumas alterações. Tal como na famigerada lei dos poços, o Ministério do Ambiente, mais uma vez, dera marcha-atrás, mas desta vez para avançar de novo, três meses depois. A pressa em ir ao bolso dos contribuintes nem sempre dá bons resultados!

Paisagens Protegidas

António Cabanas - «Terras do Lince»Concordo com o princípio do utilizador pagador, mas nunca vi com bons olhos as há muito anunciadas taxas das Aps. Algumas, foram agora abolidas, mas ainda assim há muita taxa e pouca conservação na nova portaria, com valores a roçar o exagero.
Os agricultores (se ainda os houvesse) ficarão agora isentos. Neste caso imperou o bom senso. Quem não está isento são as autarquias que para construção de uma nova via ou alargamento de uma existente, pagarão uma taxa que pode ascender aos 5000 euros! Curiosamente o estado tem uma lei que impede as autarquias de cobrar taxas aos serviços da Administração Central. Nunca entendi a má vontade do estado para com as autarquias nem esta dualidade de critérios!
Se uma qualquer entidade, ou um particular pretender a partir de agora construir um edifício com mais de 200 m2, dentro de uma Ap, poderá pagar uma taxa até aos 10 000 euros, dependendo do tamanho. Mas há taxas para todos os gostos!
É um claro desincentivo às actividades nestas zonas tão deprimidas, cuja preservação está hoje mais ameaçada, justamente pela falta de actividades humanas.
Pode dizer-se que é o próprio ICNB a promover o abandono das Aps. As actividades de turismo, recreativas ou de lazer, no fundo as que melhor se adequam às áreas protegidas, ficam agora mais caras e difíceis de desenvolver. Acrescente-se aqui a burocracia e o tempo geralmente gasto na obtenção dos pareceres e autorizações.
As populações e regiões que souberam ao longo de séculos preservar a sua natureza, vêm-se assim injustamente penalizadas pelo seu altruísmo. Paga o justo por pecador!
A razão desta nova política das Aps, não é senão a razão do deficit e dos parcos orçamentos do ICNB que assim tenta minimizar a falta de recursos. Tenho, porém, dúvidas que assim se resolva o problema do instituto. O mais certo é que por tanto se esticar a corda, ela parta, como tem partido em outros sectores da vida nacional.
O problema é, mais uma vez o mesmo: o hábito de passar do 8 ao 80! Quando há uns anos, neste país que nem é dos mais prendados em termos naturais, as Aps proliferaram como cogumelos, enxamearam de funcionários do quadro, estagiários, contratados, vigilantes, biólogos, ninguém se preocupou com os custos, nem com quem iria pagar a factura. Vivia-se à tripa forra! Agora que chega o aperto, é o que se vê! Em alguns casos não há sequer dinheiro para o gasóleo!
Mas ainda assim, não podemos aceitar mais este rude golpe contra as zonas deprimidas e já de si tão castigadas com restrições, até porque a conservação da natureza nada ganha com estas ideias peregrinas. Em vez de se afugentarem, as poucas iniciativas existentes nas Aps deviam ser acarinhadas, feitas naturalmente com estrita observância da salvaguarda dos ecossistemas e da natureza.
Não podem ser os residentes a pagar a factura da conservação da natureza e da preservação das espécies, até porque um dia destes alguém terá que pagar também a preservação da espécie humana (cada vez mais ameaçada de extinção) nas reservas e parques naturais. E isto não é mera figura de retórica, dado que a maioria das nossas Aps se localizam em zonas do Interior que caminham aceleradamente para o ermamento.
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

Com o arranque do WTCC este fim-de-semana em Curitiba, Brasil, está disponível desde 5 de Março uma aplicação para iPhone dedicada ao Mundial de Turismos onde participa o piloto português Tiago Monteiro.

Tiago Monteiro - WTCC - iPhoneEsta nova aplicação gratuita para iPhone é fundamental para todos os que gostam de saber a cada minuto os resultados e pormenores do WTCC o mais competitivo dos campeonatos FIA.
Dividido nas categorias «Notícias», «Corrida» e «Temporada», o serviço inclui dados exclusivos e informação actualizada ao minuto. O serviço disponibiliza resultados e estatísticas e permite aceder às informações oficiais sobre pilotos e equipas.
As sessões de qualificação, warm up e corridas estarão disponíveis para os amantes da modalidade com informação em tempo real (live timing).
Com esta aplicação, disponível para download através da Apple store, será possível saber tudo sobre o WTCC e acompanhar o percurso do piloto Tiago Monteiro no Mundial de Turismos.

Aplicação com o serviço WTCC para iPhone. Aqui.
jcl

Saramago percorreu Portugal de olhar atento, seguindo quase sempre roteiros pré-definidos, tomando notas para depois escrever as impressões da digressão. Não podia ali faltar uma passagem pelo Sabugal e por Sortelha, bem como a outros lugares da Beira, onde se destacou Cidadelhe, o «calcanhar do mundo», onde comeu pão e queijo.

José SaramagoO livro «Viagem a Portugal», teve a primeira edição em 1981, quando José Saramago ainda não estava no seu esplendor. Escrevera já o «Manual de Pintura e Caligrafia», por muitos considerado o seu melhor livro, e já estava também editado o «Levantado do Chão», a grande epopeia do Alentejo e do seu povo lutador. Só depois viriam os livros de referência, como «Ano da Morte de Ricardo Reis» ou o «Memorial do Convento», que rapidamente o atiraram para a ribalta.
Esse livro de viagens pelo país, de que aqui damos nota, é, antes de mais, o resultado de uma jornada que tinha por intuito descobrir caminhos diferentes daqueles que todos conhecem e indicam. Descreve originalidades, observando e notando o que achou digno, saindo do esboço a que estamos habituados.
Mas a descrição da viagem deu numa interessante narrativa. A narrativa de um viajante que vive interiormente do percurso que faz. Descobre caminhos e lugares, confirma expectativas, esbarra com surpresas, como que viajando dentro de si próprio, reflectindo os sentimentos e as impressões que a viagem lhe coloca. «Viagem a Portugal» não é um simples livro de viagens, na convencional classificação do género literário. É afinal um livro de reflexões e de sensações estampadas na mente de um viajante que anda na missão de descobrir.
O viajante aportou na Guarda, em fim-de-semana, a altas horas, bateu à porta do Hotel de Turismo, mas não achou quarto disponível, o que o levou a passar a noite no automóvel, sentindo aí o frio tenso destas paragens. Tomaria depois por base esse hotel e partiu da cidade, que primeiro visitou, em exploração.
Parcas são as referências ao comer deste original viandante, coisa pouco comum em relatos de viagens. Na verdade o viajante alimentou-se, degustou alguns dos nossos pratos típicos, mas estava mais voltado para descrever o que via do aquilo que lhe sabia.
Logo quando ficou no carro, naquela primeira e gélida noite, refere que passou a noite «trincando bolachas para enganar o apetite nocturno e aquecer ao menos os dentes». E também nos diz que, depois de obter quarto e dormitar um pouco, almoçou no hotel e só então foi ver a cidade. À noite jantou em maior sossego, de novo no hotel, onde achou a comida divinal, e descobriu a simpatia do Sr. Guerra, chefe de cozinha, natural de Cidadelhe. A inesperada amizade levou-o no dia seguinte ao «calcanhar do mundo», de onde retiraria as melhores impressões da passagem pelas nossas terras.
Encontrou em Cidadelhe uma terra surpreendente onde, para além das pedras, do precioso palio e do original «cidadão», descobre o verdadeiro prazer da gastronomia popular:
«”São horas de merendar”, diz Guerra. “Vamos a casa de minha irmã.” Descem pelo caminho que trouxeram, lá está o Cidadão de sentinela, e vão primeiro a uma adega beber um copo de tinto-claro, ácido, mas de uva franca, e depois sobem os degraus da casa, vem Laura ao limiar: “Entre, esteja na sua casa.” A voz é branda, o rosto sossegado e não é possível que haja no mundo mais límpidos olhos. Está na mesa o pão, o vinho e o queijo. O pão é grande, redondo, para o cortar é preciso apertá-lo contra o peito, e nesse gesto fica a farinha agarrada à roupa, à blusa escura da dona da casa, e ela sacode-a, sem pensar nisso. O viajante repara em tudo, é a sua obrigação, mesmo quando não entender tem de reparar e dizer. Pergunta Guerra. “Conhece o ditado do pão, do queijo e do vinho?” “Não conheço.” “É Assim: pão com olhos, queijo sem olhos, vinho que salte aos olhos. É o gosto da terra.” O viajante não crê que as três condições sejam universais, mas em Cidadelhe aceita-as, nem é capaz de conceber que possam ser diferentes.»
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

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