You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 10 Fevereiro, 2010.

Uma representação do Grupo Motard «Novo Milénio» da Cidade de Portalegre, capitaneada pelo sabugalense Agostinho Fernandes, vai marcar presença no VI Almoço organizado pela Confraria do Bucho Raiano, que se realiza no Sabugal, no dia 13 de Fevereiro.

Novo Milénio - Grupo Motard PortalegreO interesse dos motards do Alto Alentejo na participação do almoço de divulgação do bucho foi manifestado há alguns meses, porém, por razões de espaço, teve que se confinar a sua representação a 10 elementos, malgrado o interesse de muitos mais em participarem.
Um dos elementos mais activos do Grupo é o Engenheiro Agostinho Fernandes, natural do Sabugal e radicado há 16 anos em Portalegre. Foi ele que incutiu nos restantes associados o gosto pelas viagens às terras sabugalense. «No que diz respeito aos passeios, já organizámos quatro deslocações à zona interior sul da Beira Alta, incluindo à raia sabugalense», disse-nos Agostinho Fernandes.
Em 2002 foram de visita a Sortelha, com pequeno-almoço de enchidos e almoço de cabrito assado, servido no Restaurante «Casa Velhinha», no Terreiro da Bruxas.
Em 2007 visitaram ao Sabugal, com pequeno-almoço de enchidos e almoço de várias especialidades da zona no Restaurante «Sol-Rio».
Em 2008 o Grupo voltou à cidade do Sabugal, na altura da Festa da Europa, tomando o pequeno almoço no recinto das festas, com o patrocínio do agrupamento de escuteiros, sendo o almoço composto por carnes grelhados, servido no Restaurante «Trutalcôa».
No ano transacto, em 2009, o Grupo fez-se de novo à estrada e foi visitar Belmonte, «no rasto dos Judeus», como nos disse o Engenheiro Agostinho, com pequeno almoço de enchidos e almoço de Bucho, propositadamente adquirido para o efeito no Sabugal, servido no Restaurante «O Farol» em Belmonte.
«Todos estes passeios foram organizados por mim, com a colaboração da minha irmã, e o apoio de diversas entidades, nomeadamente, a ADES e os Escuteiros (no terceiro passeio)», esclareceu.
O Grupo Motard «Novo Milénio» foi fundado em 1999 com o ideal de desenvolver actividades que tenham as motas como pano de fundo e que se enquadrem no desenvolvimento e promoção da cidade de Portalegre e da sociedade em que os seus associados estão integrados.
Dentre as iniciativas mais emblemáticas contam-se as concentrações e espectáculos motorizados, as Festas de Aniversário do Grupo, que incluem sempre dádiva de sangue, e a Festa de Natal, efectuada em favor dos jovens dos Internatos Masculino e Feminino de Portalegre.
O Grupo Motard colaborou em vários anos nas Festas da Cidade, organizando demonstrações de freestyle e trial, e os marcantes e sempre muito populares passeios nocturnos das tochas.

Agostinho Fernandes é filho do professor Fernandes (já falecido) e da professora Lucília. São seus irmãos o Jorge e a Anita. Cresceram e estudaram no Sabugal até que a vida os atirou, como a tantos outros, para fora do concelho. É gratificante ver mais este exemplo de um sabugalense que estando longe não esquece a terra natal, que aliás divulga trazendo os seus amigos até ela. No dia do bucho estará de novo entre nós.
plb

Espectáculo de música ao vivo, na noite de sexta-feira, a partir das 22 horas no Auditório Municipal do Sabugal com a Banda «Os Men’s» constituída pelo Filipe, Rochita, Tó Chuco, Tó Zé, Zé Alberto e Zé Chapeira.


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Acompanhando o momento político e a polémica à volta das transferências de verbas para as regiões autónomas, dá vontade de criar uma «ILHA», quero dizer uma região autónoma.

Em tempos não muito distantes, ouvimos a determinado presidente que ele puxava para a sua região e as regiões desfavorecidas do continente que puxassem para elas. Agora ouvimos dizer que na «ilha» já têm rendimento acima da média nacional.
Está na hora de fazermos também uma «ilha»; embora falte a água, não faltam argumentos para essa finalidade. Pensemos na região de Riba-Côa, desde o Douro até à Serra de Malcata, temos o limite dos três concelhos abrangidos como o território necessário e suficiente para a «ilha». São três concelhos que fazem parte de uma das regiões mais pobres, desertificadas e ultraperiféricas da Europa.
Há razões históricas, geográficas, políticas e sociais que permitiriam criar esta «ilha»:
Razões históricas: Esta zona foi uma das últimas a integrar o território de Portugal continental. Outrora tinha uma importância vital e D. Dinis não descansou enquanto não mudou os «marcos» para a posição actual. Nos nossos tempos, tal região não tem qualquer valor para os homens do Terreiro do Paço, é mais um peso e um problema que não sabem resolver.
Razões geográficas: Outrora zona de risco elevado era aqui que se segurava o inimigo. Como zona limítrofe da Pátria muitas gerações jorraram sangue, suor e lágrimas para defender o torrão natal, cuja capital já esteve a oito horas de caminho, depois a cinco e agora a três horas, logo mais longe que algumas ilhas.
Razões políticas: Zona periférica e carenciada que todas as forças políticas, sem excepção, desvalorizam devido à ausência de votos ou votos de peso no contexto nacional.
Razões sociais: A solidariedade nacional tinha mais um campo para se afirmar. De zona mártir, que permanentemente cedia à nação o que de melhor tinha, as suas gentes. Tanto na protecção como alimentando de almas as grandes cidades deste país pelas vagas de migração sucessivas. Devemo-nos lembrar que os marinheiros deste país são em grande parte do interior, até os grandes descobridores….
Quais as vantagens desta «ilha»?
Pensamos que as vantagens são muitas e variadas. Desde logo a «ilha» terá de ter os seus deputados na Assembleia da República para estar bem representada e não ter anseios de independência; por outro lado haverá necessidade de um Parlamento Regional, para haver uma representação uniforme de todo o espaço regional, talvez trinta deputados sejam suficientes; haverá um Governo com toda a qualidade de Ministros, com e sem pasta, e um Presidente da Região que terá assento no Conselho de Estado para se poder defender os interesses integrais do País.
Como podem ver a animação será outra, porque todos estes políticos dão vida a qualquer «ilha». Todas as vilas serão promovidas a cidades e as aldeias maiores passarão a vilas, digo mesmo, concelhos. Teremos assim uma classe política que dará «luta» e a todos representará condignamente.
Para estimular o desenvolvimento e como contrapartida do afastamento de Lisboa a «ilha» poderá impor um regime bonificado de IVA e dar outros benefícios a nível de IRS e IRC para que todos, particulares e empresas se sintam atraídos para este paraíso. Como estamos no meio da Península Ibérica a «ilha» poderá ser elevada a Zona Económica Exclusiva – Off Shore.
Para o desenvolvimento são necessárias boas estradas, talvez auto-estradas com túneis a passar as montanhas mais elevadas, um aeroporto para possibilitar a ligação aos grandes centros.
A alteração dos centros de decisão deverá trazer nova vida à região e teremos ganho o combate à desertificação. O novo centro de interesse criará empregos de qualidade que chamarão gente que noutros lados não têm futuro.
O mar não virá até nós, mas virão os turistas e os homens de negócios porque uma nova centralidade nascerá. As montanhas estarão cobertas de frondosas florestas e os campos cultivados. Nas cidades os hotéis serão abundantes, de diversos tamanhos e com número variado de estrelas. O bulício das ruas fará lembrar o século XXI, mostrará uma sociedade animada, alegre, com gosto de viver e totalmente virada para o futuro.
Vamos todos fazer a «ILHA».
Romeu Bispo

O primeiro Festival da Memória Sefardita que se realizará em Novembro na Guarda está a ser promovido pelo Turismo Serra da Estrela com a presença das autarquias de Belmonte, Guarda e Trancoso na Feira Internacional de Turismo do Mediterrâneo, na cidade israelita de Tel Aviv.

Delegação Turismo Serra da Estrela em IsraelO objectivo é sair do mapa de Espanha, criando Portugal, assim uma identidade própria, criando uma nova oferta no turismo judaico.
A delegação é constituída por Jorge Patrão, presidente da Turismo Serra da Estrela, os presidentes dos municípios de Belmonte, Amândio Melo, de Trancoso, Júlio Sarmento, e da Guarda, Joaquim Valente, pelo director da agência de viagens Alegretur, Isaac Assor (membro da Comunidade Judaica), jornalistas e técnicos da Turismo Serra da Estrela.
Isaac Assor não tem dúvidas de que «existe aqui um potencial grande que pode ser desenvolvido tendo em conta que em Belmonte existe uma Comunidade Judaica, de raízes ancestrais, ainda viva e activa, além do Museu Judaico (único no país), a Judiaria (bairro judeu) e a Sinagoga Beit Eliau (Casa de Elias) mas também em Trancoso onde esta em curso o processo de construção do Centro de Estudos Isaac Cardoso (médico, filosofo e escritor, nascido nesta cidade em 1603 filho de cristãos novos, entre outras obras das Excelências e Calúnias dos Judeus publicado em Amesterdão em 1678) além da sua extensa Judiaria e a Guarda onde vai ser instalado o Memorial dedicado ao Cônsul de Bordéus, Aristides Sousa Mendes, e pelo facto de ali existir uma Judiaria de origem medieval».
Jorge Patrão realçou a «importância que a componente do turismo judaico, em alternativa à neve, sazonal, pode ter no contexto do turismo regional mas também de impacto nacional e internacional, até porque em toda a região, sobretudo em Belmonte, Trancoso e Guarda, os testemunhos são muitos e o património material e imaterial é abundante».
No ano passado, o Museu Judaico de Belmonte recebeu 17 840 visitas, mais 16 por cento que no ano anterior. Destes visitantes, dez por cento eram judeus oriundos de países como Israel, Estados Unidos da América, Brasil e Canadá.
O primeiro Festival da Memória Sefardita realizar-se-á de 1 a 7 de Novembro no Teatro Municipal da Guarda, com actividades em Belmonte, Trancoso e dois dias com data a definir, em Lisboa.
O programa inclui conferências dedicadas à história sefardita com especialistas internacionais, actividades ligadas à música e cultura judaica e abertura de novos equipamentos ligados à temática.
Para Trancoso está prevista a inauguração do Centro de Estudos Isaac Cardoso e na Guarda deverá ser inaugurado um memorial a Aristides de Sousa Mendes. Previsto está ainda a apresentação de novos produtos kosher da região.
aps

Saibam quantos este público instrumento virem, que aos dez dias do mês de Fevereiro de dois mil e dez, nas casas de Elvas, aonde eu tabelião de ofício, vim a rogo da Exma. República para lhe lançar as minhas notas em testamento, com as testemunhas abaixo assinadas,…

João Valente…estando a dita Senhora República enferma de cama, com os assistentes à cabeceira, sendo todos eles pessoas ilustres e conhecidas, e de mim, tabelião, conhecidos e tendo por mim sido perguntado à dita senhora, se estava de seu perfeito juízo, e era de sua livre e espontânea vontade fazer o seu testamento solene, pela dita senhora me foi dito que sim, e para que chegasse ao conhecimento de todos, o desejava fazer público e aberto; pois que pretendia enquanto lhe restasse alento, dispor dos seus bens, e que tomava esta resolução por se achar muito falta de forças e sentir todos os seus membros muito relaxados, pelo que o ditou da forma seguinte, para que se cumprisse tudo o que nele se dispõe, anulando, derrogando e dando sem efeito os que anteriormente tenha feito:
Em primeiro lugar declara, ser filha legítima de pais direitos, sem aleijões solapapos, e se chamava seu pai Afonso Costa, por antenomásia o «mata-frades», e sua mãe Carbonária, e deste matrimónio houve três filhas, o mais velha que era seu irmã, morreu de bexigas doidas aos dezasseis anos, e que se chama primeira República, a do meio, também sua irmã, que morreu de uma queda de cadeira aos sessenta e quatro, e se chamava segunda República, todas elas sem dinastia conhecida. Declara ainda que tem a idade de noventa e nove anos, feitos pelas vindimas, e é natural de Aljubarrota, tetraneta da padeira, de quem herdou as pás do forno, umas herdades na Serra da Estrela, uma terra de semeadura no Vimioso, estas casas novas em Elvas, com portas para o céu e telhado ladrilhado e junto às mesmas um moinho, que mói toda a qualidade de grão. Possui mais ainda um prédio rústico na Vila do Sabugal, que paga de sisa mil reis anuais e tem de pensão dois frangos pelo Carnaval aos frades de Santa Maria de Aguiar. É ainda senhora e possuidora na Vila de Idanha, dum olival, vinha e um mato que ainda não foi cortado, e mais a adega da vinha, um lagar de azeite e umas casa junto à adega, com pasto para animais de dois pés e para os de quatro pés um vasto campo de restolho. Declara que tudo são bens livres, e em muito bom estado, porque nunca tiveram outro senhorio, do tudo o que vai testar com a mobília de sua casa, peças de oiro, diamantes, brilhantes, esmeraldas, pedras, pedregulhos, bens móveis, loiças, cacos, tarecos, que tudo tem serventia.
Nomeia por seu testamenteiro, ao José de Sousa, seu vizinho lá da serra, ao qual, na falta de herdeiros forçados, institui por herdeiro de metade dos seus bens. Em segundo lugar, a Teixeira dos Santos, compadre e parceiro de bisca daquele. Ao primeiro fica a disposição do seu funeral, e o segundo receberá os cabidos do primeiro, que são muito amigos de panela e tigela.
Deixa ao Pinto de Portovelha o bordão de seu pai, para com ele sacudir tudo o que for empenado; porque enquanto dá neles não dá no chão, nem no sobrado. Ao Lacão da taberna, deixa o moinho, para ir picando as mós, e ter cuidado nas velas, tendo tudo em boa ordem, poderá receber o produto do que moer. Ao primeiro testamenteiro, em paga do seu trabalho, deixa o prédio da Idanha, que desde logo possuirá, bem entendido, com as condições seguintes: Será obrigado, para exorcizar as pragas que ali grassaram, mandando amassar um bolo de vinte alqueires, coberto de maçã, para fazer uma fogaça. Ao segundo testamenteiro, deixa as ditas pás do forno, que fizeram proezas em Aljubarrota, para virar o bolo, e depois de cosido o porá num andor, e convidando quem nele pegue, para correr a vila.
Deixa o lugar de azeite, as casas novas, a adega, o pasto, para lá irem pastar todos os políticos de Lisboa, que querem comer sem trabalhar, nem servir o Estado, e caso ainda não fiquem satisfeitos, deixa também o campo junto.
Por fim, deixa todo o remanescente, que ficar ao seu herdeiro e testamenteiro Teixeira de Sousa, bens móveis, loiça, talões da dívida pública, promissórias, papéis, papelões, cobre. Latão e tudo quanto couber em mão, incluindo o bacio, a vassoura do mesmo, e um baraço de cordas, para que de tudo faça leilão e no fim se enforque.
Que todas estas disposições faz com as condições e seguintes ónus para os seus testamenteiros:
1 – Amortizem todos os papéis da dívida pública, em que a dita senhora está empenhada;
2 – Paguem igualmente os milhões da dívida pública que eles mesmos contraíram, para cujo fim deixa as ilhas da Madeira e dos Açores, que poderão servir-lhes de hipoteca.
E vendo eu que a dita senhora República estava mesmo a finar-se, e que já tinha dado dois arranques mortais, por mim, tabelião, lhe foi perguntado se queria fazer mais alguma disposição, e então, a Exma. senhora, moribunda testadora, disse que para os seus grandes pecados lhe serem perdoados, livre e espontaneamente perdoava todos os agravos, enxovalhos, injúrias, contra ela, excelentíssima testadora, feitos, e entrando neste meio tempo um excelentíssimo senhor, lhe disse que se vinha despedir dela para sempre e que bem sabia os serviços que lhe havia feito, esperando do seu arrependimento que lhe deixasse ficar qualquer coisa útil, quando não fosse no continente, ao menos nas desertas, ao que a Excelentíssima testadora anuiu, e dando-lhe um ronco, disse que lhe iam esquecendo uns quantos bastardos a quem deixava ficar, para viverem, e dividirem entre si, também a ilha das Berlengas.
A final, disse que queria ser enterrada sem pompa nem grandeza, e no caso de lhe quererem fazer as honras militares, lhes rogava não mandarem dar descargas, para não atemorizarem a vizinhança, mas que desejava ir de caixão à cova, e que era de sua última vontade que os seus testamenteiros cumprissem e fizessem cumprir esta sua última e espontânea disposição.
Saibam quantos o presente testamento virem, que atestando eu, Tabelião de Notas e defeitos, insigne não só nas faculdades de toda a lei, literatura, física e artes mecânicas, que defeito algum acho na feitura deste testamento, tendo feito à testadora as perguntas do estilo, nele não há emenda ou entrelinha, podendo sem receio assinarem as testemunhas presentes, sendo a primeira, pela sua dignidade, o barbeiro desta cidade, dia e era ut supra.
João das Leis (Tabelião)
José De Sousa – barbeiro da cidade
Pedro Beiça-Grande – mimo de ofício
Responso por alma da testadora:
Libera mé Domine, anima mea, e dignatus aplacare, contra mé ila periodiqueira.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

A Confraria do Bucho Raiano do Sabugal formalizou o pedido de adesão à FPCG-Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas.

FPCG-Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas«Caros Confrades.
O Conselho Directivo da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas reunido no dia 1 de Fevereiro, em Santarém, deliberou por unanimidade a admissão provisória da Confraria do Bucho Raiano do Sabugal, pelo período de um ano, verificada a conformidade dos requisitos legais.»

Assim começa a carta assinada por Madalena Carrito, Presidente da FPCG-Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas dando conhecimento do resultado do pedido de adesão formulado pela Confraria do Bucho Raiano.
A FPCG é o órgão máximo das Confrarias Gastronómicas portuguesas e tem como filiadas 56 confrarias efectivas e oito em período probatório.
A Federação está dotada de estatutos, simbologias, regulamentos interno e de adesão, código de ética, sugestões de boas práticas e cartas gastronómicas.
Para Madalena Carrito as «cartas gastronómicas em defesa da história da nossa alimentação e na recuperação do saber fazer dos nossos antepassados são fundamentais para identificar quais os produtos, os ingredientes e as formas de confecção que ainda é possível defender e promover» apoiadas num «receituário tradicional seleccionado para vender, internacionalizar e valorizar a nossa gastronomia».
A admissão da Confraria do Bucho Raiano do Sabugal foi feita, por meio de proposta, apresentada por dois membros efectivos – Confraria da Chanfana de Vila Nova de Poiares e pela Confraria do Queijo da Serra da Estrela – no pleno gozo dos seus direitos e submetida e aprovada pelo Conselho Directivo da Federação Portuguesa das Confrarias Gastronómicas na reunião ordinária de 1 de Fevereiro de 2010.
Na cerimónia do I Capítulo de Entronização da Confraria do Bucho Raiano do Sabugal marcado para 17 de Abril a associação raiana vai ter como confrarias madrinhas a Confraria da Chanfana e a Confraria do Queijo da Serra da Estrela de que faz parte o ilustre escritor raiano Manuel Leal Freire.
Na sequência da adaptação da regulamentação da Federação e da revisão do Livro de Usanças da Confraria foram aprovados mais dois cargos na Chancelaria. Os órgãos sociais da Confraria ficam assim constituídos:

CAPÍTULO
Grão-Mestre Capitular: Joaquim Leal (Sortelha)
Capitular-Ajudante: António Manuel Bogas (Sabugal)
Capitular-Relator: António Vinhas Ricardo (Aldeia de Santo António)

MESA DE VEDORES
Vedor-Mor: José Morgado Carvalho (Soito)
Vedor-Ajudante: Paulo Cruz (Aldeia Velha)
Vedor-Relator: António Manuel Ferreira (Sabugal)

CHANCELARIA
Chanceler: Paulo Leitão Batista (Sabugal)
Vice-Chanceler: José Carlos Lages (Ruivós)
Almoxarife: Paulo Terras Saraiva (Castanheira)
Escrivão das Leis: Horácio Pereira (Sabugal)
Fiel de Usanças: José Marques (Sabugal)
Mestre de Cerimónias: Natália Bispo (Sabugal)
Porta-Estandarte: João Valente (Vilar Maior)

Para o próximo sábado, 13 de Fevereiro, está marcado o VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano no Restaurante Robalo do Sabugal.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

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