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Já está lotada a sala do restaurante Robalo, no Sabugal, onde se irá realizar o VI Almoço do Bucho, no dia 13 de Fevereiro, organizado pela Confraria do Bucho Raiano, no qual participarão os confrades que adquiriram o respectivo traje, confeccionado pela empresa Modache, com sede no Sabugal.

Brasão da Confraria do Bucho Raiano do SabugalOs comensais juntar-se-ão previamente, a partir das 11 horas, no Salão da Junta de Freguesia do Sabugal, onde será levantado o respectivo traje de confrade e será servido um Porto de Honra.
Pelas 12,30, os confrades, já devidamente trajados, seguirão em cortejo para o restaurante Robalo, onde pelas 13 horas, o escritor e também confrade Pinharanda Gomes, da Academia Luso-Brasileira de Letras e da Academia Internacional da Cultura, fará uma prelecção sob o tema «Os Sabores Antigos da Gastronomia Raiana».
O almoço, que se seguirá, será inevitavelmente composto por bucho, guarnecido com grelos de nabo e batata cozida, como ordena a tradição. De entrada haverá pão, azeitonas, chouriço fatiado, morcela e mioleira assada na brasa. A sopa é a do bucho, com grão, hortaliça e massa. Para beber a casa disponibiliza vinho do Dão (Silgueiros), água, refrigerantes e cerveja. De sobremesa haverá bufete com arroz doce, papas de milho, farófias, tapioca e aletria, para além de queijo e fruta da época. A finalizar será servido café e bagaço da casa.
Após o almoço tomarão posse os elementos dos novos corpos sociais da confraria, recentemente eleitos pelo Capítulo, e, seguidamente, um grupo de confrades animará os espíritos, tocando viola e entoando cantigas tradicionais.
Um grupo de motards virá de Portalegre para degustar o bucho e eles, tal como os os acompanhantes e convidados especiais de alguns confrades aderentes serão os únicos que não envergarão os trajes prescritos nas «usanças».
O VI Almoço do Bucho está integrado nos Roteiros Gastronómicos, iniciativa da Câmara Municipal do Sabugal, à qual aderiram 13 restaurantes do concelho que nestes dias terão o bucho e demais pratos regionais nas suas ementas.
plb

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Ainda por terras da Beira Baixa, no Fundão e Covilhã não podemos esquecer o aproveitamento de duas Quintas e de um Solar, para turismo rural…

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»QUINTA DO OURIÇO – Em Castelo Novo (Fundão) que é uma das dez localidades beirãs, abrangidas pelo Programa das Aldeias Históricas. A construção impressiona pela unidade arquitectónica do conjunto e pela manutenção de um ambiente rural que se julgava há muito extinto.
A Casa da Quinta do Ouriço data do Século XVII destacando-se, no seu exterior, a fachada da capela onde ainda se vêem um sino e o brasão da família Correia de Sampaio.
É rodeada por um espaço bem cuidado, com um campo de ténis com vista para a aldeia e o vale e uma piscina construída junto das antigas dependências agrícolas, agora adaptadas ao lazer. Completam o quadro um jardim com camélias centenárias, tendo à vista trecho da ribeira que atravessa o subsolo da quinta. Apresenta duas suites, cinco quartos e varias salas com tectos de masseira.
CASA DOS MAIAS – Solar barroco do século XVIII, dotado de capela e jardim, encontra-se situado na praça principal da cidade do Fundão. Como os antigos solares têm a forma de um L, conservando o pátio de entrada onde estacionavam as carruagens de onde sai imponente escadaria para o primeiro piso. O salão nobre é um verdadeiro retorno ao passado, com uma conversadeira de três lugares, um canapé império, várias mobílias do século XIX em pau-santo, fotos e óleos de antepassados.
A casa tem cinco quartos com espelhos rotativos e aliam o bom gosto e vários estilos. Tem ainda uma ampla sala de jantar, um jardim de Inverno com vistas para o jardim exterior, uma enorme sala para pequenos-almoços na antiga cozinha com uma chaminé de fumeiro e uma colecção de utensílios antigos.
QUINTA DO SANGRINHAL – Está situada em plena Cova da Beira a dois quilómetros do centro da Covilhã, em Boidobra. Era uma casa agrícola que apoiava a quinta. Trata-se de uma típica casa beirã de paredes de granito, a única coisa que ficou de pé na fase de reabilitação. Está decorada no estilo rústico com mobílias antigas. Na quinta, de catorze hectares, além de actividades agrícolas funciona um canil de cães da raça Serra da Estrela.

Na crónica anterior sobre as casas de habitação rural da Beira Interior Norte, referiram-se somente as existentes no concelho do Sabugal. Nesta zona e nos concelhos da Guarda, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Almeida e Meda, existem também as seguintes casas de habitação rural:
QUINTA DA PONTE – Fica situada entre Celorico da Beira e a Guarda. É num cenário bucólico entre rochedos da serra e onde corre o rio Mondego, que foi construída a Quinta da Ponte. Durante 50 anos a casa foi submetida a várias obras entre as quais a mais importante foi a construção de uma capela em 1725 de frontaria neoclássica e consagrada a Nossa Senhora da Vitória. A quinta resultou de um projecto de restauro do solar do século XVII e do reaproveitamento dos jardins e espaços verdes para a construção de um conjunto de apartamentos T1, quartos, salas e tenda para acontecimentos sociais. Possui ainda piscina, campo de ténis e um picadeiro a 4 km.
QUINTA DO PINHEIRO – Situada em Cavadouce (Guarda) localizada no vale do Mondego, a quinta do Pinheiro assume-se como produtora de queijo da Serra da Estrela, recorrendo aos métodos tradicionais característicos da região. Quinta do século XVI, terá sido o seu primeiro proprietário o cronista-mor do reino, no tempo do Rei D.Manuel I. De linha arquitectónica senhorial todos os edifícios foram recuperados segundo a traça original sendo o granito uma presença relevante. Os três quartos de que dispõe ficam situados no edifício da quinta mas em zona independente da casa principal, sendo amplos e de decoração rústica agradável. A sala comum, espaçosa e acolhedora dá para o pátio interior, como é característico das casas beirãs convidando a um tempo repousante. Existe também um amplo salão de jogos e uma piscina bem enquadrada no jardim.
QUINTA DE SÃO JOSÉ – Situada em Aldeia Viçosa (Guarda) é uma casa agrícola na posse da mesma família há várias gerações e inserida no meio de genuína actividade agrícola. Oferece a serventia de um apartamento com decoração rústica e sóbria, que em tudo diz estarmos em verdadeira casa rural, não faltando a lareira com ancestral fumeiro.
Na falta de piscina, o tanque de rega confere a autenticidade final e se tiver licença de pesca, poderá pescar trutas no rio Mondego que confina com a quinta.
CASA DE SÃO PEDRO DE LINHARES – Situada no centro da aldeia histórica do mesmo nome Linhares da Beira, o seu acesso faz-se através de um pátio tipicamente beirão de casa de aldeia sala está situada no piso térreo e o quarto desafogado, no primeiro andar. Em Linhares pode-se assistir a provas de parapente, cujos praticantes iniciam os seus voos nas arribas rochosas sobranceiras à aldeia.
CASA DO BRIGADEIRO – Solar agrícola, situado na Lageosa do Mondego, deve o seu nome a um antigo proprietário, militar de carreira e cuja patente apadrinhou a casa. Construída por um avô do militar e proprietário de uma roça em São Tomé, esta casa chega aos nossos dias com visíveis ligações aquela ilha. Os hóspedes poderão desfrutar de frondoso jardim com uma centenária magnólia de resto classificada como de interesse público.
CASA DOS OSÓRIOS – Situada em Celorico da Beira, é uma construção solarenga com acesso por elegante balcão, com escadaria de granito, rematado com pináculos e ostentando na frontaria, uma bonita pedra de armas.
A sua construção data de fins do Século XVIII, tendo sofrido transformações no Século XIX. Para a prática de turismo rural dispõe no edifício principal de quatro quartos duplos, com casa de banho privativa e em construção anexa mais dois apartamentos.
Possui confortáveis salas de convívio, biblioteca, sala de snooker, sala de musica, de campo de ténis e bar.
SOLAR DE LONGROIVA – Situado no centro da aldeia que lhe dá o nome do concelho de Meda, esta construção solarenga, dispõe de quatro quartos que facultam uma óptima vista sobre as serranias envolventes..
CASA DO BALDO – O antigo proprietário João Baldo, deu nome a esta casa e os actuais proprietários procederam à sua reconstrução.
Hoje encontramos uma casa que exteriormente se enquadra perfeitamente na histórica aldeia de Castelo Rodrigo, sendo que o seu interior nos oferece uma casa moderna. Do alto das muralhas da cidadela medieval, o visitante tem soberbo panorama sobre as Terras de Riba-Côa.
CASA DO PÁTIO DA FIGUEIRA – No interior da praça-forte de Almeida, vamos encontrar uma casa especialmente concebida para quem por aqui quer ficar.
Duas salas grandes e bem decoradas no rés-do-chão, dão para um pátio donde se vê a piscina e está plantada a figueira que dá nome à casa. Nos andares cimeiros, encontram-se os quartos, numerados, segundo datas importantes do historial da vila (1296, 1385, 1762 e 1810).
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

Ana Sofia Figueiredo, do Sporting Clube do Sabugal alcançou mais um pódio no Campeonato Regional de Esperanças de Judo disputado na cidade de Valença.

Ana Sofia Figueiredo - Judo - Sporting Clube SabugalRealizou-se no passado dia 6 de Fevereiro em Valença, o Campeonato Regional da Zona Norte no escalão de Esperanças (15-16 anos), que apura os 6 melhores atletas em cada categoria de peso para o Campeonato Nacional. A realização do evento foi da responsabilidade da Associação de Judo do Distrito de Viana do Castelo.
Ana Sofia Figueiredo do Sporting Clube do Sabugal, em -57 kg, que já tinha conquistado a medalha de Bronze em juniores no passado fim-de-semana e carimbado a sua presença para o Campeonato Nacional desse escalão, voltou a subir ao pódio e garantir a sua participação no dia 13 em Coimbra no Campeonato Nacional desta faixa etária.
A medalha conquistada e respectivo apuramento tiveram um revés, pois após ter ganho o combate com a Judoca do Porto, que viria a conquistar a categoria de peso, a Judoca Raiana teve de desistir devido a lesão, não permitindo a equipe de arbitragem que a atleta efectuasse os restantes confrontos. A lesão não parece grave, mas a vontade da judoca do Sportingo Clube do Sabugal em continuar poderia ter posto em risco a sua participação na Fase Final em Coimbra. Mesmo assim, os pontos entregues por desistência não impediram uma presença meritória no pódio da representante do Sabugal.
Na arbitragem, a representar o Distrito, esteve David Carreira, árbitro Regional, do Sabugal, que entregou o acompanhamento da sua pupila à também treinadora do SCS, Carla Vaz.
djmc

Mais de quarenta anos depois da sua última realização, o «Testamento do Galo» vai ouvir-se no Casteleiro no próximo dia 14, domingo gordo, às 15 horas.

Esta antiga e enraizada tradição de sátira popular, associada aos festejos do Entrudo, volta a realizar-se por iniciativa da Junta de Freguesia e assinala, simbolicamente, o arranque de um vasto conjunto de eventos a realizar na Aldeia por ocasião de datas festivas, preservando deste modo a sua memória histórica.
O «Testamento do Galo» é assim descrito por Daniel Machado, autor do livro «Casteleiro – Memórias, Usos e Costumes»:
«No Domingo Gordo os alunos da 4ª classe costumavam oferecer ao seu profesor um galo, o mais gordinho e bonito que houvesse na aldeia. No fim da missa, após o almoço, juntavam-se e efeitavam o galo dando de seguida voltas às ruas da população. Com grande gáudio, um dos alunos levava-o ao colo e os restantes, armados de espadas de pau, gritavam: “morra o galo”.
Em locais estabelecidos, paravam e cada um dos alunos lia o “Testamento do Galo”. As quadras do testamento referiam-se a todos os orgãos e partes do pobre galo, escolhendo-se para testamentários as pessoas de quem se queria fazer “troça”.»
António Marques, Presidente da Junta de Freguesia de Casteleiro

O ressurgimento do racismo na Europa constitui um fenómeno deveras preocupante. Parece que a memória colectiva deveria ter ainda muito frescos os terríveis acontecimentos que o nazismo desencadeou, há pouco mais de 60 anos. Os horrores do holocausto nazi deveriam ter vacinado os europeus contra anti-semitismos e xenofobias de todo o tipo. No entanto, aquilo a que se assiste é a um despudorado negacionismo, à tentativa absurda de reinventar a História, como se o nazismo nunca tivesse existido.

Adérito Tavares - Na Raia da MemóriaAlgumas vozes bem-pensantes tentam desdramatizar o actual surto racista, atribuindo-o apenas a jovens skins exibicionistas ou a ultra-nacionalistas boçais. Porém, deixam na sombra o neo-nazismo na Alemanha e na Áustria, o neo-fascismo na Itália e o fenómeno Le Pen em França, a pátria da «liberté, egalité et fraternité», a terra de Voltaire e da tolerância. É preocupante constatar que quase um quarto dos Franceses vota num homem que considera o holocausto um fait-divers sem importância histórica, ao mesmo tempo que acirra os ânimos contra todos os estrangeiros, sobretudo os das «raças» africanas. Tudo isto sem falar do inenarrável presidente do Irão.
E, no entanto, quantos «nativos» europeus podem garantir qual é a sua «raça»? Aliás, o próprio conceito é hoje recusado pela moderna antropologia. Basta lembrarmos que toda a humanidade descende de seres que, há apenas duzentos mil anos, tiveram o seu berço na África. Mesmo sem irmos tão longe, basta termos presente a contínua miscigenação a que as sucessivas migrações submeteram a população europeia. Somos todos mais ou menos descendentes de celtas, teutões, etruscos, latinos, judeus, godos, hunos, germanos, árabes, berberes, negros, etc.
Veja-se o nosso caso particular: a partir do século XV foram trazidos para Portugal muitos milhares de escravos africanos. Em 1551, só na cidade de Lisboa existiam dez mil escravos negros. Onde estão agora? Completamente disseminados na população. Os seus descendentes podemos ser qualquer de nós: eu, o leitor, o seu vizinho ou o skinhead arrogante que espanca um caboverdiano indefeso.
E que tem tudo isto a ver com o título desta prosa? Regressemos ao fio da meada: o leitor sabia que o marquês de Pombal era descendente de um clérigo e de uma escrava negra? Exactamente. Sebastião José de Carvalho e Melo, conde de Oeiras e marquês de Pombal, ministro omnipotente de el-rei D. José!
Ora aqui temos algo que podia calar o mais aguerrido dos aprendizes de racista da nossa praça: Portugal foi governado, durante 27 anos, pelo descendente de uma escrava negra! E ninguém se atreve a negar-lhe inteligência, clarividência, cultura. Foi uma personalidade enérgica, um espírito determinado, um homem empreendedor, cuja marca sobre o nosso percurso colectivo é ainda hoje bem visível, embora polémica. Um homem que submeteu a nobreza do mais puro e ancestral «sangue azul», eliminou todas as resistências eclesiásticas ao despotismo iluminado e promoveu a ascensão da burguesia mercantil, industrial e financeira. A personalidade de Pombal foi tão vigorosa e dominadora que o povo lhe chamava «o Carvalhão» (daí o nome do Arco do Carvalhão, em Lisboa, numa zona situada em antigas terras do Marquês).
Em 1761, Pombal proibiu o tráfico esclavagista na metrópole e declarou todos os escravos existentes em Portugal livres e forros. Se algum destes libertos conhecesse a ascendência do grande ministro teria por certo abençoado o ventre da escrava que gerara o antepassado de Sebastião José de Carvalho e Melo.
Quando falamos de racismo e de racistas, convém não esquecer que Hitler teve uma bisavó judia. E, quem sabe, talvez o senhor Le Pen tenha tido uma tetravó argelina! A moderna biologia pode hoje traçar com toda a facilidade o percurso retrospectivo dos nossos genes e até provar com segurança que o mais empedernido e dogmático dos skins é afinal descendente de Gengis Cão!
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

ad.tavares@netcabo.pt

JOAQUIM SAPINHO

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