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O primeiro livro, «Aldeia do Bispo – As pedras e as gentes», foi editado em 2005 por iniciativa dos mordomos da Capeia (e pelas suas mães) e contém vários estudos de carácter etnográfico e antropológico, da autoria de aldeiadobispenses. O segundo, «Aldeia do Bispo – Na raia da memória», foi editado em 2007 também por iniciativa dos mordomos da Capeia desse ano e respectivas mães.

Aldeia do BispoO prefácio esclarece os motivos e as razões da publicação de dois livros com temas relacionados com vida e história de Aldeia do Bispo.
Há dois anos os mordomos e mordomas da Capeia (e as suas mães), lembraram-se de editar um pequeno livro com textos, poemas e fotografias sobre Aldeia do Bispo e as suas gentes. Este novo volume que agora chega às mãos do leitor constitui como que a continuação do primeiro. As boas ideias são para ser seguidas e os mordomos deste ano acharam por bem editar mais este livrinho. O subtítulo («Na raia da memória») procura clarificar os objectivos: preservar aquilo que se encontra na memória de muitos de nós, numa fronteira difusa, mas que corre o risco de se perder para sempre. Recolheram-se lendas, tradições e rezas populares. Escreveu-se sobre a escola, sobre os professores e sobre os alunos. E descreve-se uma das actividades que mais profundamente marcaram o quotidiano da nossa aldeia, há cinquenta ou sessenta anos: o contrabando. Tudo elementos vivos da nossa identidade comum, que quase todos conhecemos muito bem, mas que é preciso passar ao papel.
A escrita é a fixação da linguagem falada. Através da escrita vencemos o tempo e o esquecimento. Se não descrevermos e registarmos a tradição oral da nossa terra ela perder-se-á fatalmente na noite dos tempos. Por tudo isso, aqui ficam palavras de gratidão para com as novas gerações de mordomos (da festa e da Capeia) que, nos últimos anos, resolveram inscrever nos seus programas algumas actividades culturais. Como a edição deste livro, por exemplo. Bem-hajam!
Resta acrescentar que estes dois livros foram impressos e encadernados graciosamente pela tipografia Diana, de Évora, propriedade de um nosso dedicado conterrâneo, o senhor Justo Nabais.
Adérito Tavares

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Segunda parte do DVD com as Capeias Arraianas e outras touradas do Verão de 2009.

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Autoria: Fredo Soito
Os DVD’s do Fredo do Soito podem encomendados:
pelo email: fredosoito@hotmail.fr, pelo telefone: +33 6 74 90 55 38,
ou pessoalmente na maioria das Capeias do mês de Agosto nas aldeias da raia sabugalense.
jcl

Iniciei a colaboração semanal com o Capeia Arraiana, com a rubrica em título em 15 de Dezembro de 2008, perfazendo até agora 58 crónicas, a grande maioria, escolhendo temas que de uma maneira ou de outra, estavam relacionados com as gentes e as terras do Riba-Côa.

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»O que começou por ser, um passatempo domingueiro, acabou por ser uma obrigação semanal.
A evolução positiva, em quantidade e qualidade dos seus colaboradores, que entretanto se disponibilizaram a engrossar as hostes, com uma variedade de assuntos de interesse para o concelho do Sabugal, muitos deles passíveis de debates acesos e mesmo polémicos, principalmente, os que abordavam e abordam temas estruturantes, politica regional, administração local, desenvolvimento regional, desertificação e abandono crónico do Interior pelos poderes centrais, fez deste Blogue um grande meio de comunicação, que já não me dispenso de ler.
É com imenso prazer e interesse, que diariamente, tomo conhecimento das crónicas de: Pinharanda Gomes, Adérito Tavares, Jorge Martins, António Cabanas, António Emídio, Ramiro de Matos, Joaquim Ricardo, José Manuel Campos, José Manuel Monteiro, João Valente, Romeu Bispo, Esteves Carreirinha, Vera Villa Nova e tantos outros, que esporadicamente também contribuem.
Face a esta pleade de cronistas, que por falta de tempo, nem sempre os leio todos com cuidado e muito menos tempo para fazer comentários oportunamente, tomo a liberdade de fazer um interregno, passando a ler e a comentar o que os outros escrevem, com mais propriedade, sobre as nossas raízes.
Termino, agradecendo aos Administradores / Moderadores do Capeia Arraiana, que sempre permitiram os meus escritos e colocaram as minhas crónicas sem qualquer omissão ou reparo.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

GALERIA DE IMAGENS – 13-2-2010
Fotos Celino Augusto – Clique nas imagens para ampliar

Com as chuvas intensas dos últimos dias a água da barragem do Sabugal subiu até à cota máxima e está a sair pela descarga de superfície, facto que poderá motivar o regresso das cheias ao rio Côa.

O nível da água atingiu pela primeira vez o limite máximo e sai em grande quantidade pela descarga de emergência. A ponte de Malcata tema água prestes a roçar o tabuleiro e nas imediações da barragem, nomeadamente na Colónia, há campos agrícolas alagados, o que significa que a área abrangida pelas expropriações não tiveram em conta esta cota máxima da barragem.
A construção da barragem era a garantia de que passaria a ser possível normalizar o leito do rio Côa, muito sujeito a enchentes que alagavam os campos e destruíam pontes e pontões. Porém terá havido um manifesto descuido, que fez com que a água atingisse rapidamente a cota máxima, podendo agora provocar novas enchentes se entretanto a precipitação não abrandar.
A chuva e o vento que assolaram ontem todo o país, também provocou quedas de árvores no concelho do Sabugal, para além provocar o alagamento de caminhos agrícolas e de campos de cultivo.
plb

Os «Serões da Beira» que decorreram no dia 20 de Fevereiro no Hotel de Turismo de Trancoso tiveram como tema: «Os Judeus nas Beiras através dos Tempos».

GALERIA DE IMAGENS – 20-2-2010
Clique nas imagens para ampliar

A Casa do Castelo foi honrosamente convidada pela Câmara Municipal de Trancoso para participar nos «Serões da Beira» cujo tema foi «A presença da comunidade Judaica nas Beiras».

Serões da Beira - Trancoso - Beira AltaO facto de na Casa do Castelo existir um importante vestígio arqueológico que atesta a importância da comunidade judaica que existiu no Sabugal na Idade Média, foi razão para esta participação.
Foi uma oportunidade para trocar impressões e aprender com individualidades e entidades públicas que nas áreas da História, Religião e Gestão do Património intervêm. Todos reconhecem o importantíssimo património que esta nossa região possui e a necessidade de aprofundar os estudos no que a esta matéria diz respeito.
A Casa do Castelo entregou a alguns dos presentes um dossier que continha uma compilação de documentos e estudos realizados no Sabugal, onde se incluía a importantíssima colaboração do Professor Jorge Martins.
O Professor Jorge Martins tem contribuído com estudos sobre a comunidade Judaica do Sabugal e, tem disponibilizado com metodologia cientifica no Capeia Arraiana, conteúdos que sem duvida acrescentam valor ao nosso património, que importa preservar, estudar e divulgar.
Para alguns dos presentes, que já conheciam a Casa do Castelo foi o reencontrar de amigos que reconhecem o valor do vestígio arqueológico existente na Casa do Castelo no Sabugal, para outros estudiosos da matéria foi uma oportunidade de dar a conhecer o Sabugal, alguma da sua história e despertar o interesse para que haja mais cientistas a dedicar algum do seu tempo a estudar o nosso património.
Durante a tarde e noite do primeiro dia, foi possível assistir a diversas conferencias proferidas por ilustres oradores, que constituíram para os presentes a oportunidade de aprender e ou consolidar conhecimentos sobre as comunidades Judaicas na nossa região. Foi sem duvida uma excelente introdução para as actividades propostas pela organização para o dia seguinte.
Foi ainda com as palavras proferidas nas conferencias e tertúlias do dia anterior nos ouvidos, que no segundo dia nos foi proporcionada uma visita guiada por Trancoso onde podemos observar e interpretar com a preciosa ajuda de especialistas, muitos dos vestígios que Trancoso orgulhosamente exibe a quem os visita.
Foi possível constatar que muitos dos vestígios observados são idênticos aos que podemos encontrar no Sabugal, em Sortelha, em Vilar Maior e em muitos outros locais do concelho do Sabugal.
Durante a visita houve ainda a oportunidade de ver a Capela erigida em homenagem ao casamento do Rei D. Diniz com a Rainha Santa Isabel, tendo na altura sido aventada a possibilidade de estabelecer parcerias entre Trancoso e o Sabugal, uma vez que se foi em Trancoso que estes nossos Reis casaram, foi no Sabugal que o milagre que faria da Rainha Santa, aconteceu.
Ao longo de dois dias foi possível participar num evento que sem duvida foi enriquecedor do ponto de vista histórico e cultural, mas foi tambem possivel dar a conhecer algum do património que o Sabugal possui a individualidades e investigadores que se dedicam a estudar a história da nossa região. Para alguns foi o despertar para a surpreendentemente rica história que o património do Sabugal encerra.
Esta participação da Casa do Castelo veio consolidar a certeza de que temos muito caminho para desbravar, acreditamos que após esta participação e a divulgação que foi feita, mais cientistas terão no Sabugal razões como as do Professor Jorge Martins para se debruçarem sobre a história que o nosso importante património encerra.
A Casa do Castelo será sempre uma porta aberta e, à boa maneira Arraiana, uma mesa posta para quem tem a gentileza de nos enriquecer com o seu contributo e saber.
A todos os organizadores e participantes dos «Serões da Beira» em Trancoso, em nome da Casa do Castelo, quero agradecer estes dois dias tão enriquecedores e a oportunidade de conhecer ou rever pessoas que se interessam pela história e património do nosso povo.
Natália Bispo

Manuel Dias Tavares, filho de José Tavares e de Conceição Dias, nasceu nos Foios no dia 25 de Janeiro de 1927 e faleceu no dia 25 de Fevereiro de 2010.

Como quase todos os do seu tempo, enquanto frequentava a escola primária ia guardar as vacas e ajudava os pais na lavoura.
A partir dos 14 anos andou no contrabando até que chegou o dia de ir cumprir o serviço militar onde permaneceu dezasseis meses e meio.
Casou aos 19 anos com Delfina Gomes Leal. Tiverem seis filhos estando todos vivos e de boa saúde. Vivem três em Portugal e três em França.
O Ti Lei foi a salto para França no ano de 1956 tendo deixado nos Foios a esposa com quatro filhos. Só em 1960 levou a esposa e o filho mais novo tendo levado os outros no ano seguinte.
Em França começou por trabalhar em Brive, como servente, numa exploração de areia. Mais tarde foi trabalhar nas linhas de caminho de ferro onde permaneceu cerca de dois anos. Passou ainda por Rouen e Versailles acabando, mais tarde, por ir para a região de Paris onde esteve cerca de 18 anos. Aí trabalhou na construção civil e mais tarde foi para o aeroporto Charles de Gaulle onde teve um trabalho mais leve até chegar à idade da merecida reforma. Esta chegou um pouco mais cedo, visto ter sofrido um acidente de trabalho.
Passado algum tempo decidiu regressar aos Foios onde passou um resto de vida feliz tendo sido frequentemente visitado pelos filhos e netos que sempre lhe demonstraram um enorme carinho. Curiosamente os netos nasceram todos, ou quase todos, em França e nutrem pelos Foios uma ardente paixão, e é para onde se escapam logo que tenham uns dias livres para não falar nas férias que são passadas, maioritariamente, nesta localidade. As festas, as capeias e o rio chamam-nos.
O Ti Lei foi, sem dúvida, um homem bom. Foi amigo de toda a família e da população em geral. A prova esteve no seu funeral que apesar da muita chuva e vento, autêntico temporal, teve muita gente quer dos Foios quer de outras localidades vizinhas.
Para melhor identificação digo que o Ti Lei Chão era pai também do Lei que durante muitos anos teve o restaurante «LEI» no Sabugal tendo-se também transferido para os Foios onde já possuía uma casa.
Interpretando fielmente o sentimento da população de Foios aqui ficam as sinceras e sentidas condolências.
José Manuel Campos

Jorge MartinsConcluído que está o primeiro estudo estatístico a partir das fichas dos processos inquisitoriais dos réus naturais ou residentes no Sabugal, vamos agora entrar numa fase mais morosa, mas mais elucidativa da leitura do conteúdo dos processos.

Estamos convictos de que a leitura dos processos nos poderá ajudar, entre outras informações, a localizar a judiaria do Sabugal e confirmar a existência de uma Arca Sagrada – Aron Hakodesh ou Ekhal (designação ibérica) – na Casa do Castelo, corroborada por vários investigadores, designadamente por uma delegação israelita que a visitou recentemente.

Arca Sagrada - Aron Hakodesh - Casa do Castelo - Sabugal

De facto, seria da maior importância para a criação de um Roteiro dos Judeus do Sabugal – integrado num Roteiro dos Judeus das Beiras – a validação, pela via documental, da Arca Sagrada da Casa do Castelo. Desse modo, teríamos um importantíssimo ponto de apoio para o Roteiro dos Judeus do Sabugal e uma belíssima peça, conservada pela Casa do Castelo, como pólo de referência, caso se confirme também que aquela habitação era um local de culto, privado ou comunitário. Isto poderia querer significar que a Casa do Castelo faria parte da judiaria do Sabugal.
Convém ter em conta que, após a expulsão / baptismo forçado dos judeus (1496/1497), as comunidades judaicas portuguesas se extinguiram, dispersaram ou reorganizaram noutros locais mais próximos, agora na forma criptojudaica. Já sabemos que os réus sabugalenses da Inquisição se dispersaram pelas Beiras, praticamente por concelhos próximos do Sabugal. Em consequência, é possível que tenham mantido locais secretos de culto no próprio Sabugal.
A escolha dos processos inquisitoriais incidirá, pois, numa primeira fase, nos que se referem aos réus residentes na vila do Sabugal quando da sua prisão. Deste modo, pretendemos encontrar moradas e, a partir delas, conhecer os locais das práticas judaicas. Assim, deixamos para outra fase os processos referentes a réus residentes noutras localidades do concelho. De seguida, serão estudados os processos dos réus naturais do Sabugal, mas residentes noutros concelhos.
Dos 37 processos referentes a réus identificados como residentes na vila do Sabugal, vamos estudar 12, que estão digitalizados pela Torre do Tombo. Todos eles estão acusados de judaísmo.

Quadro

Como facilmente se depreende, esta fase irá demorar meses e implicará a interrupção desta primeira série de artigos no Capeia Arraiana. Regressaremos quando tivermos dados concludentes sobre os objectivos pretendidos e acima enunciados.
Até breve!
«Na Rota dos Judeus do Sabugal», opinião de Jorge Martins

martinscjorge@gmail.com

A Assembleia Municipal de Penamacor, presidida pelo socialista Jorge Seguro, aposta em reuniões temáticas e descentralizadas no sentido de contribuir para a discussão de assuntos importantes para o desenvolvimento do concelho. Tornar as reuniões mais participadas e conferir-lhes uma maior dinâmica, são outros dos objectivos.

PenamacorGabriela Ventura, em representação do Programa de Desenvolvimento Rural (PRODER) foi a convidada para a primeira reunião temática, acontecida ontem em Penamacor. Depois da intervenção da oradora convidada e do respectivo debate, a Assembleia continuou reunida entrando na ordem de trabalhos a discussão e votação dos assuntos da autarquia.
O novo formato de reuniões, que seguidamente «rodarão» pelas várias freguesias do concelho, foi uma das promessas do Partido Socialista nas eleições autárquicas de Outubro de 2009, a qual reuniu porém o consenso das demais forças partidárias representadas.
Seguidamente é intenção de Jorge Seguro avançar com outras reuniões nas aldeias que reúnam condições para esse efeito, havendo em carteira assuntos como as energias renováveis, turismo, ambiente, saúde e educação. O projecto espera envolver progressivamente a população nos debates, aproximando assim a Assembleia Municipal dos eleitores, para que possam intervir nas matérias autárquicas durante todo o mandato dos actuais órgãos municipais e não apenas de quatro em quatro anos, quando se realizam eleições.
plb

O período autorizado para a prática desportiva da pesca nas águas interiores vai abrir já no dia 1 de Março, altura em que as margens do rio Côa se voltarão a encher de pescadores ávidos de capturar a saborosíssima truta das suas águas frias.

Campeonato Mundial Pesca Truta SabugalO início da época de pesca é sempre um momento muito aguardado pelos amantes dessa actividade, que desde há muito anseiam pelo momento. Uns vão para montante e outros para jusante, de cana em punho e cesto a tiracolo, esperançados em pescar boas trutas. Alguns vão mesmo em conjunto, fazendo desse dia uma jornada de festa.
Na Rapoula do Côa a Associação Cultural e Recreativa local preparou a realização de um convívio, que juntará os pescadores após os primeiros «lançamentos» e onde se espera degustar as primeiras trutas do ano.
Os maiores de 16 anos podem obter a respectiva licença de pesca, desde que não estejam sujeitos a medida de proibição de pescar por disposição legal, decisão administrativa ou decisão judicial.
A pesca tem contudo regras e o seu desrespeito pode originar coimas pesadas que convém evitar.
A primeira das regras é a de que o pescador tem que estar munido de licença para o efeito. Outro dever é o de devolver imediatamente à água os peixes cuja captura não esteja autorizada. Há ainda a absoluta proibição de se usarem quaisquer meios ou processos de pesca que não se destinem a capturar o peixe pela boca.
Para além das coimas, que variam entre os 5.000 e os 50.000 euros, a condenação por qualquer crime ou contra-ordenação pode implicar ainda a interdição do direito de pescar e a perda, a favor do Estado, dos objectos que serviram ou estavam destinados a servir para a prática da infracção e ainda os produtos dela resultantes.
A licença de pesca lúdica em águas doces, também chamada licença de pesca desportiva, pode ser obtida através das caixas multibanco. Para tal os pescadores devem aceder aos menus «pagamentos e outros serviços» e seguidamente a «Estado e Sector Público» até deparar com «Licenciamento de Pesca Lúdica», devendo então seguir as instruções subsequentes que surgem no ecrã.
No Sabugal as licenças podem ser ainda obtidas nas seguintes casas comerciais:

António Manuel & David Alexandre, Lda
Rua Cidade da Guarda, nº20
6320-360 Sabugal

César Augusto Portas, Café e Mini-Mercado
Estrada Nacional, nº38
6320-283 Rendo

Palmira de Jesus Lareia Afonso «Pamel Sport»
Rua Barbosa do Bocage, nº3
6320-355 Sabugal

Robert´s Bar
Rua 5 de Outubro
6320-344 Sabugal

Coyote Bar
Rua dos Pontões, nº 21
6320-392 Sabugal

A Câmara Municipal do Sabugal adiantou a informação de que o rio côa será repovoado com cerca de três mil trutas, ainda antes do dia 1 de Março.

Concessão do Ministério da Agricultura, Desenvolvimento Rural e Pescas. Aqui.
plb

O quarto encontro dos antigos alunos e professores do Externato Secundário do Sabugal vai acontecer no dia 1 de Maio de 2010 no Sabugal. O encontro, que deveria ter acontecido em 2009, não se realizou devido ao falecimento de José Diamantino dos Santos, fundador daquele colégio, onde estudaram gerações sucessivas de estudantes do concelho do Sabugal.

Ex-alunos e professores com José Diamantino dos SantosO programa da iniciativa ainda não foi divulgado, contudo espera-se que a comissão organizadora promova uma homenagem póstuma ao fundador e director do externato. O convívio realiza-se anualmente na Primavera, porém no ano passado o mesmo foi primeiramente adiado para Setembro, devido à proximidade da data do falecimento de José Diamantino dos Santos, acontecida em 2 de Fevereiro desse ano, e depois de novo adiado. A ideia do encontro passa também pelo convívio e pela alegria natural pela reunião de muita gente que raramente se encontra, facto que pesou na decisão dos organizadores de deixarem passar o ano da morte do fundador sem que o encontro se realizasse.
Antevê-se que a edição deste ano junte um número recorde de antigos alunos e professores, tendo em perspectiva precisamente a evocação da memória do fundador do externato que marcou uma época da vida concelhia.
A comissão organizadora é constituída pelos ex-estudantes José Alberto Monteiro, Maria de Lurdes Bogas, Fátima Dias e António Lucas, que a seu tempo divulgarão os contactos para efeitos de recepção das inscrições por parte dos interessados.
plb

Afinal faltará liberdade de expressão em Portugal ou será este assunto mera arma de arremesso político, apenas tema de conversa e nada mais? Tema que se esquece, logo que outro escândalo ou desgraça apareça, como a tragédia da Madeira fez esquecer o Haiti, como a «face oculta» fez esquecer o Freeport e como as restantes novelas do dia a dia, da pedofilia à Maddie, do «apito dourado» ao «Vale e Azevedo» fizeram esquecer outras tantas comédias.

Peanuts

António Cabanas - «Terras do Lince»Comédias para nos entreter e que têm o condão de nos distrair da crise económica e da crise de confiança em que o país se afoga cada vez mais; mote para todo o tipo de artigos, entrevistas e comentários na comunicação social, que ajudam a esgotar jornais e prender espectadores a rádios e televisões.
Sempre achei o actual primeiro-ministro um homem de pulso, um osso duro de roer, a roçar até o ditador (se calhar já fazia falta!). Mas nunca o supus capaz de elaborar um plano para silenciar a comunicação social! Até porque, toda a gente sabe que não têm estudos para isso! Parece que lhe falta o diploma! Além do mais, a nossa comunicação social é muito poderosa, arrogante e intocável.
Seria preciso algum plano engendrado lá fora!
Mas se o plano se resumia a cortar o pio à jornalista, ex-deputada do CDS, Manuela Moura Guedes (MMG), então, mesmo a um não diplomado, não seria difícil fazê-lo. Bastava tirar de lá o chefe/marido e logo ela iria atrás, aliás muita gente disse que a MMG só era pivot da TVI por causa do chefe.
Salvo melhor opinião, a MMG não era propriamente das mais dotadas e muito menos isentas e quando assim é o resultado só pode ser medíocre: um jornalismo de baixo nível, com falta de isenção e rigor, mas arrogante.
A mim, enojava-me aquele tipo de jornal. Não por a senhora ter inclinação política que também se nota em outros profissionais, mas pela falta de ética e até de educação.
Toda a gente sabe que a comunicação social de âmbito nacional está nas mãos dos grandes grupos económicos, para onde passou nos últimos anos. É a eles que obedece, pois são eles que pagam. Pelas mesmas razões, raramente se ouve um jornalista denunciá-los ou investigar os seus negócios como o fazem para outras classes.
Acho que os jornalistas são pressionados sim! Isso nota-se-lhe. Nota-se que alguns jornalistas são coagidos a denegrir a imagem de certos políticos, sobretudo aos que estejam no poder! Dá sempre jeito derrubá-los!
Coitadinhos dos jornalistas! Sentem-se pressionados! Até devem andar a necessitar de apoio psicológico! Onde é que já se viu chamar «jornal travestido» ao pasquim da MMG!? E o bastonário da ordem dos advogados que lhe disse das boas com todo o país a assistir e bater palmas! Jornalista sofre! São muitas as pressões, lá isso é verdade!
Mas parece que as pressões não surtem efeito, os jornalistas publicam tudo o que fizer fumaça, até os segredos da justiça, a troco não sei de que obscuros interesses. Nem a suposta falta de liberdade os impede de publicar informações, quase sempre truncadas, obtidas de forma fraudulenta. Por certo serão mais uma vez, pressões!
Claro que às oposições dá jeito estar do lado dos «pobres» jornalistas. Algumas oposições poderão chegar ao poder e mudarão então de opinião; os que agora o detêm depressa já esqueceram o que diziam e faziam quando estavam na oposição.
Mal vai um país quando tudo gira à volta da comunicação social, quando se faz ou deixa de fazer porque a comunicação social se interessou por determinado assunto. E pior ainda quando o tema é a própria comunicação social. Quando se gastam horas e horas de parlamento a entreter o país com temas de lana caprina.
Aplaudo por isso a resposta dada pelo Presidente do Supremo Tribunal de Justiça (PSTJ) a Judite de Sousa, quando esta perguntou se o PSTJ não achava a liberdade de expressão o bem mais precioso de uma sociedade democrática. Ela estaria à espera de quê? Que ele dissesse que sim senhora, que a comunicação social nacional com as suas periódicas novelas sem epílogo é que são o âmago da vida democrática? Que não! – disse o PSTJ, – nada disso, o bem mais precioso a preservar é e continuará a ser a vida!
O resto são peanuts!
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

Silvestre da Silva era um fidalgote minhoto que não atinava com um modo de viver e, de experiência em experiência, descobre que nada suplanta a vida do campo, onde os regalos do estômago ofuscam tudo o resto e proporcionam a maior das felicidades.

«Coração, Cabeça e Estômago» é uma novela humorística de Camilo Castelo Branco, onde um homem, Silvestre da Silva, procura um sentido de vida. Primeiramente procurou a felicidade no amor, ou melhor, no «coração». Foram intensas e autênticas as suas paixões amorosas, mas as mulheres desiludiram-no, até porque raramente corresponderam ao seu declarado amor.
Decepcionado, Silvestre decide desenvolver o seu intelecto, a «cabeça», e passou a escrever nos jornais da época. Porém, as suas doutrinas andavam desfasadas com as teorias dominantes e os artigos que escreveu geraram reacções adversas, dentre as quais a de um advogado do Porto, que dele se queixa e o faz ir parar à cadeia por ordem judicial.
No final, Silvestre volta-se para os prazeres mais materiais da vida e regressa ao campo, às suas origens, onde redescobre o valor da óptima e variada cozinha minhota, que lhe contenta o «estômago».
A revelação da importância da vida serena do campo e da importância do bom trato alimentar teve-a Silvestre em casa de Tomásia, a filha morgada do sargento-mor de Soutelo, com quem viria a casar.
«O pai de Tomásia, erguida a toalha da mesa, onde almoçávamos, às sete horas da manhã, sopa de ovos, salpicão, batatas ensopadas com toicinho, e toicinho cozido com batatas, disse-me que sua filha estava casadeira, e ele disposto a casá-la comigo, se eu quisesse. Antes que eu respondesse, inventariou os seus cabedais, o valor do património dos seus quatro irmãos padres, os quais estavam presentes, e unanimemente disseram que tudo deixavam por escritura a sua sobrinha.»
Silvestre pensou no assunto e, passados alguns dias voltou a casa do lavrador, onde aceitou comer na cozinha, correspondendo a um pedido expresso de Tomásia:
«Encontrei sobre a mesa do escabelo, adorno da lareira, uma tigela vermelha vidrada com requeijão, e um pichel reluzente de estanho a transbordar de espumoso vinho verde. Tomásia sentou-se do outro lado, e comeu e bebeu como a filha de Labão com Jacob.
Conversámos nestes termos também patriarcais:
– Quantos anos tem a senhora Tomásia? – perguntei.
– Vinte e seis, feitos pela Santa Luzia.
– Muito bem empregados. Admiro que vossemecê ainda não seja casada!
– Ainda não é tarde.
– Também digo: mas quem é tão bonita como a Srª Tomásia onde quer acha um noivo.
– Sou sã e escorreita, Deus louvado. Se lhe pareço bonita, isso é dos seus olhos. Coma uma colher de requeijão, e beba, que o vinho está muito fresco.»
Pois seria destino de Silvestre casar de facto com aquela rapariga desempenada, «de carne e osso mais que o ordinário» e «mais larga de cintura que nos ombros», que nunca experimentara doença e que «almoçava caldo de ovos com talhadas de choiriço».
Já enlaçados, viveram ambos para a degustação da boa culinária minhota, ganhando fama pelo farto e saboroso comer de sua casa, de mesa sempre posta para os amigos, que cresceram a olhos vistos.
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Teresa Duarte ReisO segundo convívio de antigos alunos do Colégio do Sabugal, em 2008, que teve lugar na Junta de Freguesia local, provou como sabe bem matar saudades e recordar aqueles tempos de juventude que ninguém quer apagar. O poema «O cheiro das palavras» faz parte do meu segundo livro «Ecos do Meu Pensar».

 

O Cheiro das Palavras
Há muitos, muitos anos
Que já nem se podem contar
Junto ao «Castelo das 5 quinas
Não há outro em Portugal»…
Nasceu aquele colégio
Na Vila do Sabugal. Ninguém parece esquecer
O Dr. Diamantino
Pai desse grande Colégio
Daqueles tempos de então
Porque a tantos deu apoio
E a muitos deu a mão!
Pois, no segundo convívio
Desse colégio, observei
Um entusiasmo sem parar
Tudo alegre, satisfeito
Não é só beber, comer
É encontrar amigos do peito. Uns cantam, esticam gargalos
Enquanto outros os ouvem
Ou acaso nem por isso
Nem sequer estão a ouvir…
Em grupos alguns conversam
Esperam o que vem a seguir.
Meio distraídos, talvez
Professores, antigos alunos…
Uns dançam ao som da música
Dedilhados de guitarra
Uns de pé, outros sentados
E muita, muita algazarra. Há sempre grupos em cochicho
E na fila junto ao bar
Alguns se acotovelando
Para tomar seu café
Vendo pinturas, uns quadros
Que ficam ali ao pé.
Segundo percebi e ouvi
Poderei então concluir
Vale a pena aí viver
Nessa vila junto ao Côa
Onde há pura água fresca
Bons enchidos, gente boa.

«O Cheiro das Palavras», opinião de Teresa Duarte Reis
netitas19@gmail.com

Os acontecimentos do último fim-de-semana na Ilha da Madeira, trouxeram-me à memória um texto de um dos livros da escola primária, não me recordo se da 3.ª ou 4.ª classe, sobre os rios portugueses.

José Manuel Monteiro - «Largo de Alcanizes»O texto referia haver três irmãos que, tendo uma missão a cumprir – desaguar no mar, têm comportamentos diferentes. Um deles, o Guadiana, acorda cedo, prepara-se, avança para o mar, escolhendo o melhor caminho, admirando a paisagem e caminhando calmamente até à sua foz. O Tejo acorda e vendo que o seu irmão Guadiana já partiu, tenta apanhá-lo, não permitindo já escolher o melhor caminho e só em alguns percursos tem a possibilidade de admirar a paisagem. Por último, o Douro acorda e verificando que os irmãos há muito que partiram, esfrega os olhos, parte a galgar montes e vales e vai aos trambolhões até ao mar, sem hipótese de escolher o caminho, nem tão pouco admirar a paisagem que o rodeia. Claro que esta história terminava, como todos os textos daqueles livros, com a Moral da História, em que todos em uníssono a dizíamos ou líamos.
E lembrei-me deste texto, não porque as ribeiras da Madeira tenham acordado tarde. Mas, talvez e em parte, porque as ribeiras da Madeira, resolveram revoltar-se contra a ocupação abusiva dos seus leitos e margens, por homens e casas.
Não é importante, neste momento, imputar responsabilidades a nada nem a ninguém. Devemos prestar solidariedade ao povo madeirense e apresentar condolências às pessoas que perderam familiares. Mas importa reflectir sobre as questões do planeamento e ocupação do território, seja na Madeira ou no Continente, na Europa ou no resto do Mundo.
Câmara de Lobos - Ilha da MadeiraNas últimas décadas, todos sabemos do desrespeito e dos crimes ambientais que foram cometidos a nível nacional com a ocupação de zonas de risco e de leitos de rios e ribeiras muitas vezes não respeitando os Planos Directores Municipais (PDM), outras mesmo em observância desses instrumentos de ordenamento territorial.
A grande maioria dos municípios portugueses encontra-se em fase de revisão dos seus Planos Directores Municipais. A segunda geração de Planos Directores Municipais, pretende-se que não sejam meros instrumentos reguladores urbanísticos, mas se assumam como verdadeiros planos estratégicos, com uma forte componente de desenvolvimento económico e social. Aliás, do meu ponto de vista, não se justificam já os Planos Estratégicos, tão em moda nos anos 90 e que alimentaram muitas empresas de consultadoria. Contudo, independentemente do que for feito nos Planos em elaboração, a componente de planeamento urbanístico, nomeadamente em zonas de expansão urbanística, terá obrigatoriamente que ter em consideração as questões ambientais. Não é possível continuar a estrangular e a bloquear os percursos naturais dos rios, ribeiras ou valas reais. Não se pode continuar a impermeabilizar os solos. Não se pode continuar a construir em zonas de interesse agrícola ou ecológico, e não me refiro tão pouco à Reserva Agrícola Nacional ou Reserva Ecológica Nacional, onde muito se constrói. Não é possível continuar a ignorar zonas de riscos, sejam eles de que natureza forem.
A responsabilidade dos Planos Directores Municipais, contrariamente ao que muitos afirmam, não é somente dos municípios. Até à sua aprovação, são submetidos a um conjunto de pareceres e análises de um conjunto vasto de entidades externas ao município, dos quais as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) têm um papel primordial.
Os Planos Directores Municipais têm obrigatoriamente que ser submetidos a consulta pública. Alguns municípios já mantêm com as populações dos seus territórios ou com grupos específicas (escolas, agentes económicos e empresarial, movimento social e associativo, para citar só alguns) diálogos e trabalhos preparatórios no âmbito dos trabalhos gerais de revisão dos seus Planos. É a gestão participada.
Estando em fase de revisão o PDM do Sabugal, importava fazer um ponto de situação dos trabalhos em curso.
E, porque considero que a responsabilidade dos Planos Directores Municipais é de todos os cidadãos, devemos ficar atentos e, se não antes, na fase de discussão pública participarmos na sua análise e na apresentação de sugestões que consideremos válidas e importantes para defesa do território concelhio e preservação dos interesses ambientais locais.
E, para que não tenhamos todos que dizer em uníssono: Moral da história «a natureza surpreendeu-nos», comecemos a ser mais exigentes nestas matérias.
«Largo de Alcanizes», opinião de José Manuel Monteiro

jose.m.monteiro@netcabo.pt

A AENEBEIRA-Associação Empresarial do Nordeste da Beira organiza de 26 a 28 de Fevereiro e em 6 e 7 de Março no Pavilhão Multiusos de Trancoso a VII VFeira do Fumeiro, dos Sabores e do Artesanato do Nordeste da Beira e III Festival Gastronómico «Trancoso – Gastronomia com Tradição».

Feira Fumeiro Sabores Artesanato Nordeste BeiraA VII Feira do Fumeiro, dos Sabores e do Artesanato do Nordeste da Beira é uma mostra do que melhor se produz e oferece com qualidade e sentido de preservação das actividades e sabores tradicionais na região do Nordeste da Beira. Em paralelo decorre o III Festival Gastronómico a que aderiram dez restaurantes de Trancoso e que apresentam nas suas ementas pratos confeccionados com produtos regionais.
O Presidente da AENEBEIRA, António Oliveira, anunciou a presença de 94 expositores distribuídos por 105 stands que vão mostrar produtos regionais com destaque para os enchidos, queijos, pão e doçaria, gastronomia regional, compotas, azeites e artesanato. A música e o folclore da região também marcam presença num certame que decorre no período dos circuitos das Amendoeiras em Flor que atraem milhares de turistas ao Douro.
O programa musical para o Pavilhão Multiusos inclui o Grupo de Bombos «Os Caldeireiros de Rio de Mel», o grupo de concertinas do Reboleiro, o grupo de acordeonistas do Távora e Douro Sul, a banda filarmónica de Freches, o rancho folclórico e etnográfico de Trancoso, os grupos de concertinas Terras do Demo e Póvoa do Concelho, os grupos de bombos de Miguel Choco e de Vanda do Cepo, a Infantuna, o rancho folclórico e etnográfico de Palhais e Benvende e a Fanfarra Sacabuxa da Castanheira.
A lista de restaurantes aderentes inclui o Área Benta, a Asa Dourada, a Casa dos Grelhados, a Quinta da Cerca, o Marquês, o Museu, Portas d’el Rei, Queda d’Água, Rota dos Cavaleiros e São Marcos.
A associação empresarial vai disponibilizar cerca de 30 mil euros no iniciativa que abrange a região compreendida entre a Serra da Estrela e o Douro, sendo que 65 por cento dos custos de promoção provêm do Sistema de Incentivos das Acções Locais (SIAC).
Ambas iniciativas são apoiadas pelo QREN – Quadro de Referência Estratégica Nacional, Programa MAIS CENTRO.Sedeada em Trancoso, a AENEBEIRA possui cerca de 750 associados distribuídos pelos concelhos do Nordeste da Beira Meda, Trancoso, Aguiar da Beira, Pinhel e limítrofes, ligados principalmente ao sector comercial e de serviços.
aps (com Trancoso Eventos)

Eric Cantona foi um dos jogadores que fez história no futebol britânico dos anos 1990 ao serviço do Manchester United. Tão depressa fazia passes e golos brilhantes como agredia adversários ou até o público. O francês está no centro da última obra de Ken Loach.

Pedro Miguel Fernandes - Série BE a escolha não podia ser melhor para «O Meu Amigo Eric», o mais recente filme de Ken Loach, um realizador britânico habituado a filmar a classe trabalhadora do Reino Unido e os seus problemas do dia-a-dia. Este filme conta a história do carteiro Eric, um homem na casa dos 50 que atravessa um período complicado da sua vida, com o regresso de fantasmas do passado, que surgem quando tem de voltar a ver a mãe da sua filha, o amor da sua vida que abandonou quando a bebé nasceu.
É precisamente o craque francês que serve de inspiração ao carteiro Eric, aparecendo qual génio da lâmpada enquanto o protagonista fuma substâncias ilícitas. A partir desse momento o carteiro ganha um novo melhor amigo na figura de Eric Cantona. E é o jogador que o vai ajudar a ultrapassar o mau momento, dando-lhe dicas sobre o que fazer em determinadas circunstâncias. Sempre utilizando frases feitas em francês, que deixam o carteiro Eric bastante confuso.
Cantona - Dos Relvados para o CinemaÉ assim num registo cómico que Ken Loach retrata alguns aspectos bastante sérios e actuais. Tirando o caso amoroso, que é um pouco universal (no fundo o romance entre Eric e a sua amada é como todas as histórias de amor), o filme aborda a questão da gravidez adolescente com a filha do protagonista que tem um bebé nos braços e tem de acabar a escola e os problemas de delinquência juvenil representados nos filhos de uma ex-companheira que acabaram por ser abandonados em casa de Eric e pouco fazem a não ser passar o tempo em casa a ver pornografia ou a provocar desacatos nas ruas. Estes problemas acabam com um episódio que envolve uma arma escondida em casa de Eric e mostra um certo abuso de autoridade quando alguém conta à polícia o que está escondido no lar do carteiro. O que vemos nessa cena é uma rusga em que ninguém escapa e quase que parece que a polícia quer deitar a casa abaixo, sendo uma denúncia de Ken Loach contra os poderes que as autoridades têm ganho nos últimos tempos sob a desculpa do terrorismo.
Por fim, para quem gosta de futebol e delirou com as jogadas de Eric Cantona nos anos 1990, como é o meu caso, «O Meu Amigo Eric» faz-nos recordar alguns dos mais geniais lances do futebolista. Também na vertente futebolística Ken Loach alerta para uma realidade que tem vindo a transformar o futebol numa cultura de elite, quando antes tinha sido um desporto para as massas. São disso exemplo os adeptos do Manchester United que para protestarem contra a venda do clube a um magnata norte-americano resolveram criar um novo clube. Para quem se interessar sobre esta temática aconselho um excelente livro de crónicas escrito por Nick Hornby («A Febre no Estádio») que reúne um conjunto de textos autobiográficos que contam a sua relação com o seu clube, o Arsenal, e os momentos mais marcantes da sua vida.
Quanto ao filme «O Meu Amigo Eric», é mais um retrato bem conseguido da classe trabalhadora britânica, filmado através da câmara de Ken Loach.
«Série B», opinião de Pedro Miguel Fernandes

pedrompfernandes@sapo.pt

Os restaurantes do concelho do Sabugal reuniram com a Câmara Municipal, e propuseram acções de valorização e divulgação do concelho tendo por base os sabores gastronómicos que a região pode oferecer.

Roteiros Gastronómicos - Restaurantes - SabugalNo inicio do ano oito proprietários de restaurantes reuniram com o presidente da Câmara, António Robalo, e propuseram-lhe a tomada de um conjunto de medidas, dentre as quais a criação de roteiros turísticos temáticos, a boa sinalização da localização dos restaurantes e a aposta em medidas de divulgação da excelente gastronomia que o Sabugal pode oferecer a quem o visita. António Robalo mostrou grande receptividade e manifestou abertura para se acertarem compromissos que valorizem o concelho tendo por base o valor da sua gastronomia.
«Quem quer comer bem tem de vir ao Sabugal», é a ideia que é necessário desenvolver, segundo o proprietário do restaurante «O Lei», Rui Cerveira, considerado o mentor da ideia. Capeia Arraiana conversou brevemente com o empresário, que defende ser urgente dar uma nova dinâmica ao Sabugal.
«As pessoas, vindo de longe, não se deslocam apenas para comer, pelo que o Sabugal tem de ter capacidade para oferecer outros atractivos», disse-nos Rui Cerveira. O empresário, que reside no Casteleiro, a terra de seus pais, e que há alguns meses assumiu a gerência do restaurante «O Lei», no Sabugal, tem vindo a contactar os demais empresários do sector da restauração para que todos se unam num propósito comum: conferir aos restaurantes um papel fundamental na promoção turística do concelho.
Cada restaurante tem de ser um autêntico «posto de turismo», criando-se assim uma rede de apoio e de prestação de informação a quem nos visita. Mas para que isso seja uma realidade é necessário desenvolver parcerias, que envolvam os restaurantes interessados, a câmara municipal, associações e outras entidades. Dentre as ideias propostas pelos restaurantes conta-se a da realização de várias acções de promoção da gastronomia e do turismo ao longo do ano. Pode dedicar-se um fim-de-semana ao bucho raiano e outros aos cogumelos, às trutas do Côa, à castanha e à caça, assim de multiplicando as iniciativas que atraem pessoas ao Sabugal.
Rui Cerveira defende que, ao contrário daquilo que às vezes se diz, o concelho do Sabugal tem óptimos restaurantes e há aqui uma gastronomia muito rica e variada, que é um potencial que importa aproveitar.
A maior parte dos proprietários dos restaurantes concordam com a ideia de valorizar o concelho pela gastronomia, associando-se a outros atractivos e defendendo também uma aposta na divulgação das nossas ementas em Espanha.
Espera-se para breve um novo encontro entre os empresários da restauração e o Município, com vista a dar continuidade ao projecto.
plb

Promovido pela empresa «Inovinter – Centro de Formação e de Inovação Tecnológica», do pólo de de Gouveia, está a decorrer, no Centro Cívico de Foios, um curso designado por «Técnicas de Socorrismo».

InovinterA Anabela e o Bruno, são os formadores da «Inovinter» que, através da Dona Maria do Céu, responsável pelo Pólo de Gouveia, têm trazido várias acções de formação para os concelhos de Almeida e do Sabugal.
O curso que está a ser dado no Centro Cívico dos Foios é de 50 horas, teve início no dia 17 do corrente mês de Fevereiro e prevê-se que termine no dia 17 de Março.
O formador é o dr. Octávio Martins, filho do Zé do Abílio do Sabugal e, curiosamente, casado nos Foios com a Prof.ª Cláudia Tavares. É caso para dizer que está a jogar em casa.
A jogar em casa porque, na verdade, o Octávio encaixou muito bem nesta simpática localidade. Tem muitos amigos, respeita e é respeitado. Ou não fosse o guarda-redes da equipa de futebol de salão do Grupo Cultural e Desportivo de Foios.
A Junta de Freguesia disponibiliza as instalações e procura estar sempre por perto de modo a que o formador e os 16 formandos obtenham os melhores resultados.
Tudo é progresso. Parabéns a todos.
José Manuel Campos
(Presidente da Junta de Freguesia de Foios)

A empresa sabugalense «Viúva Monteiro e Irmão» comprou por cerca de 200 mil euros um autocarro para transportar pessoas de mobilidade reduzida com capacidade para 12 cadeiras de rodas mas, no entanto, ainda nunca foi utilizado para esse fim.

Autocarro Viúva Monteiro e Irmão - SabugalEm declarações à agência Lusa a gerente da empresa «Viúva Monteiro e Irmão», Ana Fantasia, explicou que «na sequência do processo evolutivo e de renovação da frota foi adquirida em 2009 uma viatura com 55 lugares que podem ser desmontados e transformados em cinco lugares de passageiros e 12 cadeiras de rodas».
O veículo custou cerca de 200 mil euros e foi subsidiado com 57 mil euros pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) tratando-se de um veículo de características únicas no País com um processo de adaptação rápido que demora cerca de 45 minutos a dois técnicos da empresa.
Ana Fantasia admitiu que o autocarro ainda nunca foi requisitado para transportar pessoas em cadeiras de rodas «porque há pouca procura ou talvez porque não está suficientemente divulgado» acrescentando que tinham feito esta opção «com o objectivo de ser uma mais-valia porque é difícil transportar pessoas com mobilidade reduzida».
A responsável pela «Viúva Monteiro e Irmão» destacou ainda à Lusa algumas características especiais da viatura como o sistema de acesso das cadeiras de rodas ao interior que é feito utilizando uma plataforma elevatória, facilitando a entrada dos passageiros com mobilidade condicionada uma vez que «a pessoa entra no autocarro através dessa plataforma e ocupa o seu lugar, sendo a cadeira segura por um sistema de retenção».
A empresa de transporte de passageiros «Viúva Monteiro e Irmão» tem a concessão rodoviária ao nível do concelho do Sabugal e faz ligações no País e no estrangeiro registando anualmente um volume de negócios de cerca de um milhão de euros.
jcl (com agência Lusa)

Ramiro Matos – «Sabugal Melhor»Concluo hoje a caracterização possível, segundo os dados estatísticos, constantes do Anuário Estatístico de 2008, sobre o sector empresarial.

SECTOR EMPRESARIAL (2) – Na semana passada identifiquei o número de empresas industriais por sector de actividade, informação que hoje é mais clara com a indicação dos trabalhadores empregados nessas empresas, com uma média global de apenas 2 trabalhadores por empresa, para uma média na BIN de 2,4.

Quadro 1

1. O dado mais saliente é a muito reduzida dimensão das empresas, quase sempre com uma média de trabalhadores inferior a 2, destacando-se o sector da indústria transformadora como aquele em que esta média salta para os 5,1 trabalhadores por empresa.
2. Neste sector salienta-se o Subsector da Indústria Têxtil que para um universo de 8 empresas tem 198 trabalhadores, uma média de 24,8 trabalhadores por empresa
3. Igualmente se destaca o Subsector das indústrias alimentares, das bebidas e do tabaco com 18 empresas e 118 trabalhadores (6,6 por empresa).
O quadro seguinte mostra a real dimensão em termos de volume de negócios de cada Sector, reveladora, mais uma vez da dimensão muito reduzida das empresas do Concelho, com uns escassos 95.800 euros por empresa. Saliente-se que a o volume de negócios médio no conjunto dos Municípios da Beira Interior Norte se situa nos 145.000 euros por empresa.

Quadro 2

Salientam-se pela positiva os sectores Comércio por grosso e a retalho; reparação de veículos automóveis, motociclos e de bens de uso pessoal e doméstico, com um volume de negócios médio de quase 217.000 euros por empresa e o sector das Indústrias transformadoras com 181.700 euros por empresa.
No lado oposto situam-se as empresas dos sectores da Educação (8.300 euros por empresa) e de Transportes, armazenagem e comunicações com 11.200 euros por empresa.
«Sabugal Melhor», opinião de Ramiro Matos

rmlmatos@gmail.com

A Câmara Municipal de Trancoso recuperou os «Serões da Beira» uma iniciativa que teve grande sucesso cultural e mediático há cerca de 20 anos atrás. O tema escolhido para a primeira edição foi a presença da comunidade judaica nas Beiras.

Serões da BeiraO presidente da Câmara Municipal de Trancoso, Júlio Sarmento, esclareceu que os «Serões da Beira» serão eventos anuais subordinados a tema específicos, procurando reunir-se «num ambiente adequado ao imaginário de um serão beirão, um conjunto de especialistas que apresentarão as suas comunicações de forma informal, estimulando-se o debate, a conversa e o confronto de ideias».
A iniciativa marcou, desde o início, o mandato de Júlio Sarmento, tendo em conta várias perspectivas: a importância e impacto que o património monumental, documental e cultural tem em Trancoso, a sua influência na cultura regional, nacional e mesmo internacional, a sua representatividade e sobretudo a convivência que pode afirmar-se democrática desde tempos ancestrais na sociedade trancosense.
A presença da comunidade judaica nas Beiras, foi este ano o tema escolhido tendo em contra a sua importância na vida social, cultural e económica local e regional mas ainda por ser uma presença no mercado e nas feiras que Trancoso realiza, onde estão presentes elementos dessa mesma comunidade.
Júlio Sarmento teve ocasião de falar da construção do Centro de Interpretação Judaica «Isaac Cardoso», médico, pensador e escritor judeu natural de Trancoso, cuja obra é conhecida. Será uma obra emblemática, registo da História de uma comunidade que foi importante para a vida social e económica de Trancoso.
Foram intervenientes os investigadores e historiadores Antonieta Garcia, Manuel Gândara, José Levy Domingos, Armando Fernandes e António Mendes.
A história dos judeus na Beira, a gastronomia, as orações tradicionais judaicas, os costumes, a dinâmica social, cultural e económica, a Inquisição ou Santo Ofício e suas consequências nefastas nas Beiras que levaram ao declínio de muitas cidades e vilas e sobretudo a convivência entre comunidades foram os temas tratados.
Estiveram presentes nos «Serões da Beira» elementos da comunidade judaica de Belmonte, da Associação Judaica «Rosh Pinah» (Pedra Angular), do Município de Belmonte e de investigadores desta área.
A iniciativa «Serões da Beira» foram uma organização conjunta da Câmara Municipal de Trancoso e do jornal diário «As Beiras».
jcl (com gabinete de Imprensa da C. M. Trancoso)

O projecto de posicionamento, promoção e internacionalização das rotas turísticas do azeite e do vinho pretende levar o Douro e o património de Trás-os-Montes e Alto Douro além-fronteiras. A iniciativa arranca com 28 concelhos e 170 aderentes entre instituições e outros parceiros.

Rota do Azeite do DouroLevar o Douro e o património de Trás-os-Montes e Alto Douro além-fronteiras é o propósito do projecto apresentado esta terça-feira, 23 de Fevereiro, e que junta rotas turísticas do vinho e do azeite numa estratégia comum de promoção.
Em declarações à agência Lusa, Jorge Morais, da Rota do Azeite de Trás-os-Montes, explicou que «os promotores deste projecto entendem que depois da promoção individual feita no território nacional chegou a altura de avançar para uma estratégia de cooperação com o objectivo de internacionalizar as rotas do azeite, do vinho do Porto e das vinhas de Cister, num total de 28 concelhos e 170 aderentes, entre instituições e outro parceiros».
Os participantes na iniciativa vão agora elaborar um plano de marketing e comunicação que passará por vídeos promocionais e deslocações a mercados externos, nomeadamente junto de operadores turísticos internacionais.
O projecto com o lema «O Douro, as Rotas e Mundo» conta com o apoio institucional da Estrutura de Missão do Douro e recebeu um apoio financeiro de 70 por cento do Quadro de Referência Estratégica Nacional (QREN) para os 400 mil euros de investimento necessário. O restante fica a cargo dos aderentes que, em breve, deverão estender-se à vizinha Espanha com a adesão já proposta da Rota Internacional do Vinho formada por entidades das zonas espanholas de Salamanca e Zamora e do lado português da fronteira.
jcl

«”O melhor governo é o que menos governa» – máxima que levada às últimas consequências, é a ausência de qualquer governo; numa sociedade em que os homens sejam suficientemente esclarecidos e preparados para se auto-governarem.

João ValenteSó assim se poderá combater o abuso e perversão do governo, que consiste no uso do poder, não como manifestação da vontade do povo, mas como obra de um pequeno grupo que usa o poder como instrumento particular de promoção dos seus interesses individuais.
A alternativa que existe ao auto-governo é a do governo da maioria, que não é necessariamente o mais justo, mas o que impõe a sua vontade pela força à minoria através da ditadura da lei. E a lei nunca fez os homens mais justos e o respeito cego da lei, tem antes pelo contrário, sido a fonte das mais diversas injustiças, porque nesta, não há liberdade de escolha ou de avaliação moral.
Por exemplo, quando um governo se constitui numa máquina de roubo, usando o aparelho fiscal para espoliar o povo em proveito de uma pequena oligarquia política ou económica; as regiões pobres em proveito das regiões mais favorecidas, é motivo para a desobediência de qualquer homem honesto.
E infelizmente entre nós temos um exemplo disso, com os nossos políticos a preocupam-se mais com o seu proveito próprio e manutenção dos privilégios, do que com o bem comum. Como Confúcio disse: «Se um Estado é governado pelos princípios da razão, a pobreza e a miséria são factos acabrunhantes; se um Estado não é governado pelos princípios da razão, a riqueza e as honrarias são os factos acabrunhantes.»
O nosso Estado está bem longe de ser governado pelos princípios da razão, porque ainda não aprendeu a distinguir o valor relativo do livre comércio e da ditadura do mercado, em confronto com o da liberdade, da solidariedade e rectidão.
Perante isto, um cidadão nunca deve desistir da sua consciência, curvando-se à vontade do legislador, porque, antes de cidadãos, somos homens livres: Os direitos individuais devem portanto sobrepor-se à ditadura da lei.
A única obrigação que temos enquanto cidadãos é fazer em qualquer momento aquilo que julgamos certo e o único ditame da razão que deve presidir ao juízo de um homem bom é não fazer aos outros aquilo que não gostaríamos que nos fizessem a nós e fazer sempre o que gostaríamos que nos fizessem. Este princípio é a base da boa convivência social. E é a bondade, como diz Aristóteles na sua Ética a Nicómaco, que modera a lei e o direito, tornando-as boas e justas. Tudo o resto é supérfluo.
O papel do homem livre, faça o mundo o que fizer, diga a lei o que disser, é, como diz Marco Aurélio, tal como uma esmeralda ou um manto de púrpura, o de continuar a ser uma esmeralda e conservar a cor verdadeira. Isto é, preservar a sua consciência.
E a consciência nada mais exige ao homem do que agir de maneira justa para com isso preservar a tranquilidade de espírito.
A lei, no fundo, é o que menos interessa, porque está sobejamente provado que ela nunca será justa nem trará a igualdade entre os homens! A bondade dos homens é que torna as leis boas justas e as sociedades igualitárias, não o contrário…
Por isso é que não tenho nenhum problema em desobedecer à lei, quando a minha consciência mo ditar e confesso que gostaria de ver mais cidadão a desobedecer, de forma esclarecida, à lei!
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Os restaurantes aderentes fazem um balanço muito positivo da edição deste ano dos Roteiros Gastronómicos do Sabugal, acontecida nos dias de Carnaval, entre 13 e 16 de Fevereiro.

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«Vale a pena divulgar a boa gastronomia do concelho do Sabugal» – foi esta a conclusão a que se chegou após o contacto com alguns dos 13 restaurantes que integraram a terceira edição dos Roteiros Gastronómicos. Pela segunda vez a iniciativa decorreu no fim-de-semana do Carnaval, com o objectivo de captar os turistas de inverno que nesta época percorrem as terras beiroas, em busca da neve, do frio e dos bons sabores da gastronomia antiga.
Capeia Arraiana contactou alguns dos restaurantes que integraram a edição deste ano, a fim de verificar as reacções, que no geral foram muito favoráveis ao mérito da iniciativa.
O proprietário do restaurante «Zé Nabeiro», do Soito, disse ter tido muita gente, embora não fosse muita mais do que nos anos anteriores por esta altura. Mesmo assim, José Nabeiro considera que a iniciativa não faz colher proventos apenas no decurso dos dias dos Roteiros: «Os frutos desta divulgação vão colher-se durante o ano inteiro, pois isto também vale para o futuro», disse-nos o empresário. Dentre os pratos com maior saída destaca a Canja de Cornos, uma ementa originalmente sua e que traz sempre muita gente ao restaurante.
Francisco Peixoto, do restaurante «O Templo», do Sabugal, também considera ter-se tratado de uma óptima iniciativa, que lhe permitiu divulgar algumas das suas especialidades, com destaque para o bacalhau com broa, a feijoada de javali e o cozido, que foram os pratos que tiveram mais saída. «Este ano veio mais gente do que na edição anterior, pelo que só tenho a dizer bem da iniciativa, que tem pernas para andar», declarou-nos.
No «Trutalcôa», restaurante de Quadrazais, comeu-se truta confeccionada de diferentes formas: assada no forno, de escabeche, frita ou grelhada com migas. Antoine Tavares, o proprietário, ficou satisfeito e aponta novos caminhos: «Não podemos florear só nos Roteiros. Temos de dar continuidade à confecção de bons pratos durante todo o ano. É muito importante juntar à gastronomia outras atracções, porque as pessoas que vêm de mais longe não viajam apenas para comer.»
Rui Cerveira, do restaurante «O Lei», do Sabugal, também gostou da actividade. «Dou os parabéns à Câmara Municipal, porque a iniciativa correu muito bem, com muita gente a vir aqui de propósito para saborear as ementas tradicionais», disse-nos o empresário. Dentre os pratos com maior saída, destaca o bucho com grelos, a vitela à moda do Sabugal e o arroz de lebre.
Pela reacção dos proprietários dos restaurantes, a iniciativa valeu a pena e todos defendem a sua continuidade. Os Roteiros Gastronómicos parecem ser uma aposta ganha, e todos ficam à espera da próxima edição.
plb

As terras de Ruivós cobriram-se de branco com um nevão memorável na segunda-feira de Carnaval, 15 de Fevereiro.

GALERIA DE IMAGENS – 15-10-2009
Fotos Capeia Arraiana  –  Clique nas imagens para ampliar

Roteiros Gastronómicos da Câmara Municipal do Sabugal e VI Almoço da Confraria do Bucho Raiano em destaque na primeira página do jornal «O Interior».

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Autoria: Jornal «O Interior» posted with Galeria de Vídeos Capeia Arraiana

Há duas coisas que eu ainda não senti na minha vida: a Felicidade e a Liberdade.

António EmidioA Felicidade, penso que só os fanáticos religiosos a conseguem, os místicos, aqueles que se dizem imbuídos de Deus. Isto reza para todos os credos.
Serão felizes os que adoram esta época histórica que atravessamos, que não conhece outros valores que não sejam o êxito, a riqueza, o poder, e a luta de todos contra todos?
Serão felizes os Párias da Terra que têm fome e sede de justiça?
Serão felizes aqueles homens e mulheres que diariamente vão para os empregos ganhar o pão de cada dia?
Serão felizes aqueles homens e mulheres cheios de uma boa ambição (nada tem a ver com o Self Made Man, à americana) que lutam para ter uma vida melhor, chegando alguns e algumas a conseguir licenciaturas, trabalhando e estudando ao mesmo tempo?
Serão felizes aqueles e aquelas que criam pequenas empresas e comércios sem destruírem o semelhante, respeitando a dignidade de todos? São uns autênticos heróis e heroínas, têm atributos como a honestidade, o espírito de sacrifício e a humildade.
Serão felizes aqueles homens e mulheres que se dedicam à nobre causa da governação, orientando-os o bem dos cidadãos, e que são de uma verdadeira ética e esmerada dedicação ao serviço público, quando olham à sua volta e vêem a leprosaria moral que os rodeia?
Serão felizes esses jovens que eu vi divertirem-se tanto no Carnaval, mas que passado este, vão encontrar-se em casa dos pais sem emprego, e se o têm, voltarão para ele com medo de o perder, porque é inseguro e mal pago?
O Mundo, querido leitor(a), é um vale de lágrimas, não acredite no que diz o sistema, esse usa a droga, o álcool, o hedonismo e o consumismo desenfreado, para poder reinar à vontade, quer fazer-nos ver que vivemos no melhor dos mundos.
A Liberdade.
A liberdade absoluta nunca existiu, nem existirá, por razões antropológicas e sociais. A ela não pertencem só direitos, pertencem deveres, e o principal é respeitar a liberdade dos outros. Aquele que se esquece deste pormenor está a atentar contra a liberdade, contra a Democracia, o civismo e a convivência entre os homens.
Sinto que a minha liberdade já não passa de algo abstracto, falo, escrevo (quando me deixam, e até me deixarem) e voto, sem dúvida, mas isso de pouco vale. Eu queria ser livre para acabar com essa gente que tem muitíssimo dinheiro e muito poder, que domina os governos nos quais eu voto, e as decisões deles sobrepõem-se aos órgãos e instituições representativas dos cidadãos. Queria acabar com essa gente que controla os nossos parcos recursos. Esses parasitas dizem que os nossos salários, e as nossas pensões de reforma levam à ruína o País.
Querido leitor(a), deixe-me pedir-lhe uma coisa: durante as campanhas eleitorais, acuse alto e em bom som, os demagogos, os cínicos, os que usam a retórica e instrumentalizam a verdade, mesmo que sejam do seu próprio partido. Ame o seu partido, mas ame mais a verdade!
Se assim não actuar, está a deitar pela janela fora, o pouco que ainda resta de Liberdade e Democracia.
«Passeio pelo Côa», opinião de António Emídio

ant.emidio@gmail.com

Tudo a postos na Guarda para o início do Jogo! Teve início esta segunda-feira, 22 de Fevereiro, na cidade mais alta o 2.º Campeonato da Europa de Futsal INAS-FID, que durará até ao próximo dia 26 de Fevereiro.

2.º Campeonato Europa Futsal INAS-FID - GuardaNa cerimónia de abertura, que teve lugar às 14 horas, no Pavilhão Municipal de São Miguel estiveram presentes o Presidente da ANDDI-Portugal e simultaneamente Presidente do Comité Organizador, João Pardal, o Presidente da INAS-FID Europa, Geoff Smedley, e o Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Joaquim Valente.
Portugal será protagonista do jogo inicial frente à França, Luís Fontinha, seleccionador nacional, está confiante para este Campeonato, embora também esteja ciente das dificuldades que poderão existir porque «o objectivo é chegar às medalhas, mas sabemos que as outras equipas também são muito fortes».
O seleccionador nacional salientou ainda que «em termos físicos, os nossos jogadores estão muito bem preparados, tendo existindo um grande trabalho em todos os estágios que antecederam este Campeonato e a eles só peço que dêem o seu melhor dentro de campo».
Constituição da Selecção Nacional de Futsal: jogadores – André Gomes, Fávio Silva, Francisco Garcia, Guilherme Silva, Hélder Morais, José Rodrigues, Luís Teixeira, Márcio Soares, Micael Pinto, Nelson Paulo, Nelson Reis, Nuno Teixeira, Ricardo Beu, Sérgio Henriques e Tiago Figueirinha; equipa técnica – Luís Fontinha (seleccionador nacional de Futsal da ANDDI-Portugal), Domingos Martins (treinador), Paulo Cubal (treinador) e Carlos Martins (massagista).
aps

Os amigos do Capeia Arraiana encontraram-se no dia 13 de Fevereiro à tarde na Casa do Castelo no Sabugal. Para alguns foi a oportunidade de conversarem pela primeira vez com outrros protagonistas que só conheciam da escrita ou na fotografia. Foram momentos que valeram a pena…

GALERIA DE IMAGENS – 13-2-2010
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Reportagem da LocalVisãoTv da Guarda no I Encontro dos Amigos do Capeia Arraiana no Sabugal. Jornalista: Sara Castro.

Local Visão Tv - Guarda
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Neste período do ano em que a serra está coberta de neve e muitos turistas para ali se encaminham, a GNR mantém uma constante patrulhamento do maciço central, no intuito de garantir a segurança de todos os que para aí se dirigem.

Segundo o comunicado semanal do Comando Territorial da Guarda da GNR, ao longo da última semana, e com particular incidência no dia de Carnaval e durante o fim-de-semana, a GNR realizou diversas acções, nomeadamente, de normalização do trânsito, face à grande afluência de pessoas e veículos ao Maciço Central, bem como de prestação de auxilio a condutores e corte de estradas devido à queda de neve. Os meios da GNR da Guarda foram reforçados por militares da Base Táctica de Busca e Resgate em Montanha e do Grupo de Intervenção Protecção e Socorro.
Devido à grande aglomeração de veículos nas estradas do Maciço Central, no sábado, dia 20 de Fevereiro, houve necessidade de efectuar um corte temporário de trânsito, em algumas estradas, o qual se manteve devido à queda de neve com intensidade. Foi prestado auxílio a 21 veículos, sendo seis pesados de passageiros. Um autocarro avariou junto da rotunda de acesso à Torre, tendo-lhe sido prestado o devido auxílio por parte da GNR e dos Bombeiros Voluntários de Seia, precedendo-se à evacuação dos 35 passageiros para a localidade de Sabugueiro.
Ainda no dia de sábado e após comunicação do Posto da Torre que dava como desaparecida uma criança de 13 anos, militares da Base Táctica de Busca e Resgate em Montanha iniciaram uma busca primária, que resultou infrutífera, mas após recolherem outras informações junto de crianças que tinham estado com o desaparecido, iniciaram nova busca onde integraram elementos dos Bombeiros e decorridos 30 minutos foi possível localizar e alcançar a criança desaparecida que se encontrava em estado de choque e com sinais visíveis de hipotermia.
Foram prestados cuidados primários à vítima, nomeadamente, proporcionando-lhe aquecimento com roupas polares secas para tentar amenizar os efeitos causados pelo frio, vento e neve, sendo, então possível iniciar a seu transporte do difícil local onde se encontrava para a Torre, o que só foi possível alcançar cerca de duas horas mais tarde. Daquele local a criança foi transportada, pelos Bombeiros Voluntários de Loriga, para o Hospital da Cova da Beira, na Covilhã.
Durante a semana foram empenhados, diariamente, entre 4 a 19 militares da GNR, apoiados por duas a seis viaturas Todo o Terreno, duas moto 4 e uma moto da neve.
plb

A equipa sénior do Sporting Clube do Sabugal venceu em Aguiar da Beira por uma bola a zero, mantendo intacta a pretensão de ser primeira e levar de vencida o Campeonato de Futebol da Primeira Divisão Distrital, com o objectivo de alcançar um lugar na disputa da Terceira Divisão Nacional.

Sporting Clube Sabugal - emblemaRealizaram-se neste fim-de-semana, as respectivas jornadas dos diversos campeonatos das diferentes categorias, em que o Sporting Clube do Sabugal está envolvido.
Na categoria de iniciados o Sabugal venceu em Almeida, com seis golos sem resposta.
Em juniores o Sabugal foi empatar a duas bolas em Vila Nova de Foz-Côa.
Em seniores o Sabugal deslocou-se, na 16.ª jornada, ao campo do primeiro classificado, o Aguiar da Beira, tendo vencido o jogo por um golo sem resposta.
Sendo este, um jogo decisivo, para as pretensões do Sabugal no que ao titulo diz respeito, foi com muito querer que a equipa, encarou esta deslocação ao terreno do até então líder da distrital. Durante os 90 minutos, a equipa dominou por completo o jogo, tendo tido oportunidades suficientes para golear o seu adversário só que a grande pecha do Sabugal continua, a ser a finalização, motivo pelo qual o jogo decorreu com incerteza no resultado até ao apito final do arbitro.
O único golo da partida foi apontado aos trinta minutos da segunda parte, na conversão de uma grande penalidade, pelo jogador Ricardito.
Com este resultado e com a conjugação de resultados das equipas que lutam pelos primeiros lugares, o Sabugal reduziu para dois pontos a distância que o separa do primeiro lugar, principal objectivo da equipa para a presente época desportiva.
Na classificação o Aguiar da Beira segue em primeiro lugar com 31 pontos, seguido do Foz-Côa e do Gouveia, também com 31 pontos, Vila Cortez está em quarto com 30 pontos, ocupando o Sabugal a quinta posição com 29 pontos.
De realçar ainda a participação das duas equipas de Escolinhas no respectivo torneio (neste escalão não há classificação) e a folga das equipas do clube nas categorias de Infantis e Juniores Femininos.
No próximo dia 28 de Fevereiro o Sporting do Sabugal recebe no Estádio Municipal a equipa do Manteigas, em jogo das meias-finais da taça Madeira Grilo. É objectivo do clube tentar chegar à final e, obviamente, vencer esta competição.
Carlos Janela

O presidente da direcção do Sporting Clube do Sabugal, Carlos Janela, aceitou o desafio do Capeia Arraiana de nos dar conta do rescaldo das diferentes competições em que o clube do Sabugal está envolvido. Bem-vindo e votos de muitos sucessos desportivos nesta época.
O Soito, a outra equipa do concelho do Sabugal a disputar o campeonato de futebol da 1.ª divisão distrital, venceu em casa o Penaverdense por 2-1, ocupando agora o 11.º lugar da tabela classificativa com 18 pontos. Também para o Soito vão os nossos votos de bom desempenho em representação do concelho.
plb

María Laura Piris enviou-nos um e-mail das terras do tango à procura das suas referências e de familiares em Vale de Espinho.

Correio dos LeitoresFrom: María Laura Piris
To: Capeia Arraiana
Subject: Procura de parentes na aldeia de Vale de Espinho

Mi nombre es María Laura Piris. Soy argentina, vivo en Zárate, provincia de Buenos Aires.
Mi abuelo paterno era portugués nacido en Vale de Espinho, Sabugal.
Su nombre era Alexandre Pires dos Santos, cuando ingresó a Argentina le cambiaron el apellido (Pires por Piris) Vino a Argentina en el año 1920.
En Sabugal quedaron tres hermanas de él. Me gustaría saber si hay algún descendiente de la familia para contactarme.

Desde ya muchas gracias.

María Laura Piris

Contacto de María Laura Piris: mlaurapiris@hotmail.com
jcl

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