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Jorge MartinsDESLOCAÇÕES DOS RÉUS SABUGALENSES – A mobilidade dos judeus apanhados nas malhas da Inquisição constitui um precioso indicador para o conhecimento das teias genealógicas judaicas numa determinada região. Isso configura-se particularmente claro na região das Beiras.

Repare-se, que só estamos a analisar processos referentes ao concelho do Sabugal. Imagine-se o que seria se o fizéssemos para os restantes concelhos das Beiras.

Quadro 1

Analisando a naturalidade dos réus que vieram morar para o concelho do Sabugal, verificamos que 22 (30%) não saíram do concelho, sendo originários das freguesias do Sabugal (11), do Soito (5), de Alfaiates (4), da Nave (1) e de Vilar Maior (1). De fora do concelho do Sabugal vieram residir 37 réus para o Sabugal, 12 para o Soito, 7 para Aldeia da Ponte e 5 para Alfaiates, perfazendo um total de 50. Ficámos também a saber que os locais mais frequentes dos réus que vieram, de outros concelhos, residir para as freguesias do Sabugal foram os seguintes: 8 da Guarda vieram viver para o Sabugal e 2 para o Soito; 7 de Almeida para o Sabugal; 5 de Pinhel para o Soito e 2 para o Sabugal e 3 de Idanha-a-Nova para o Sabugal.

Quadro 2

Quanto aos locais para onde foram residir os réus naturais do concelho do Sabugal, constatamos que se mantém, obviamente, o número (22) dos que permaneceram no concelho onde nasceram, como vimos. Para fora do concelho foram viver 49 réus, número idêntico aos que vieram de fora para o Sabugal, como também vimos.
Os destinos mais frequentes dos réus naturais de Sabugal foram os seguintes: Guarda, com 10 réus; Lisboa, com 7; Rio de Janeiro, com 4; Penamacor, Covilhã e Fundão, com 3 réus cada. Sublinhe-se alguma tendência para os réus se manterem relativamente perto do Sabugal. O estudo futuro da genealogia poderá revelar a familiaridade de muitos desses réus, que se deslocavam permanentemente, quer para fugir às perseguições da Inquisição, quer devido ao seu envolvimento em redes comerciais, também elas praticadas por membros das mesmas famílias.

Mapa
Mapa de Portugal

LEGENDA: 1-Sabugal, 2-Almeida, 3-Pinhel, 4-Trancoso, 5-Celorico da Beira, 6-Guarda, 7-Belmonte, 8-Manteigas, 9-Seia, 10-Covilhã, 11-Fundão, Penamacor, 13-Idanha-a-Nova, 14-Castelo Branco, 15-Viseu, 16-Vila Nova de Paiva, 17-Tarouca, 18-São João da Pesqueira, 19-Póvoa de Lanhoso, 20-Miranda do Douro, 21-Tomar, 22-Santarém, 23-Lisboa, 24-Beja, 25-Tavira, e 26-Faro.
LINHAS: azul: concelhos que pertencem à Associação de Municípios da Cova da Beira; verde: zona aproximada das Beiras.

Como se pode observar no mapa, as deslocações dos réus entre o Sabugal e os outros concelhos está muito concentrada na zona das Beiras, pelo que seria muito interessante conhecer detalhadamente as famílias que se vão espalhando pela região, revelando a dimensão do fenómeno criptojudaico nesta região, que se sabe ser muitíssimo importante. Acresce que vários concelhos que integram a Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB) estão no coração das movimentações judaicas, como também se pode constatar. Ganha enorme relevo o facto de, para além do Sabugal, Belmonte, Guarda e Trancoso serem concelhos da AMCB, cujas câmaras municipais têm trabalho reconhecido sobre a presença judaica nos seus concelhos. Para além destes, podemos, para já, acrescentar-lhe Penamacor, que tem um número muito elevado de processos inquisitoriais. Esta realidade exigiria uma política cultural concertada, talvez liderada pela AMCB, no sentido de criar uma Rota dos Judeus das Beiras, que integrasse, entre outras, as vertentes da antropologia, da história e do turismo, uma vez que o turismo cultural e religioso é hoje uma actividade de grande importância para os municípios e para as regiões.
«Na Rota dos Judeus do Sabugal», opinião de Jorge Martins

martinscjorge@gmail.com

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Nos últimos meses, alguns órgãos de comunicação social, designadamente regional, trouxeram à liça, a questão sempre recorrente dos ordenados dos políticos. Para gáudio dos que se deleitam em esmiuçar a vida alheia, um dos mais prestigiados jornais regionais escarrapachou nas suas colunas, os valores dos vencimentos dos presidentes de câmara e vereadores da nossa região. Ao percorrer as páginas Web encontramos notícias, chats, blogues, twiters e facebooks, pejados de ideias feitas sobre o tema, traduzindo a inveja que se esconde detrás do típico e mórbido voyeurismo luso.

Maiores Salários - Capa Revista «Sábado»

António Cabanas - «Terras do Lince»Temos obrigações de saber que, como estipula a Lei 4/85 de 9 de Abril, a remuneração dos cargos políticos está indexada ao vencimento do Presidente da República (PR), sendo a primeira regra que em nenhum caso se ganhe mais do que ganha o mais alto magistrado da nação.
Ninguém contestará que seja do PR o ordenado mais alto da hierarquia nacional, que é de 7 630 euros, como penso não ser questionável que o Primeiro-Ministro aufira 75% do vencimento do PR, um ministro 65%, os Presidentes de Câmara de Lisboa e Porto 55%, um deputado 50%, e assim sucessivamente. É a mesma lei que estipula que os Presidentes de Câmara da nossa região ganhem entre 40% (3 042 euros) e 50% (3 815 euros) daquele montante, conforme a população do respectivo município, e os vereadores ganhem 80% do respectivo Presidente: como em todas as carreiras, ganha mais quem tem mais responsabilidades. O que se lamenta é que tantos portugueses sobrevivam com um ordenado mínimo miserável. Mas há também políticos que não passam da cepa torta nem do ordenado mínimo, e convém lembrar que os políticos não recebem horas extraordinárias, mesmo que trabalhem sábados, domingos ou feriados.
É popular sublinhar os seus chorudos ordenados, fica bem afinar por esse coro e atear a fogueira do muito que «eles ganham e nada fazem». Esquecemo-nos que são «eles» que carregam os nossos destinos, destinos de um país, de um sector da sociedade ou de um município, pelos quais «nós», fazemos, por vezes, muito pouco.
Habituados a sufrágios eleitorais, mas também aos sufrágios do dia a dia, dos confrontos políticos com as oposições, das fiscalizações ferozes das administrações e do Tribunal Constitucional e ainda do assédio acintoso da comunicação social, os políticos dão de barato a exposição da sua vida na praça pública, o quanto ganham, os bens que possuem, os carros que usam, onde passam férias. A maior parte já se tornaram imunes a tal devassa. Há dias, ao preencher a declaração para o Tribunal Constitucional a que só os políticos estão obrigados, dei-me conta de como a vida do político é vasculhada até ao tutano, desde o ordenado ao chasso que conduz, à horta que possui, passando pelo PPR, pela poupança-habitação, por acções e obrigações, ou por depósitos a prazo, de mil ou de cem mil euros, em que tudo se declara e descreve ao pormenor.
Se alguma classe é objecto de escrutínio em tudo o que faz, é a classe política, mas ganhar dinheiro a sério é com outras classes profissionais!
Perdoem-me a ousadia de mencionar algumas, contra as quais nada me move, referindo-as apenas como bitola de aferição de remunerações em Portugal.
Considerando que os dirigentes políticos ocupam lugares de topo nas respectivas hierarquias, atrevo-me a dizer que, comparativamente a outras profissões e cargos, os políticos até são mal pagos! Bem sei que esta não é a posição normal, é como dizer que o homem mordeu o cão. Normal, é dizer-se que os políticos ganham demais.
Porém, ao fim e ao cabo, qualquer profissão remunera tanto ou mais que a política.
Comecemos pelos professores de quem se diz andarem «desmotivados» por ganharem pouco: um titular do 3.º escalão aufere 3.091,82 euros, um pouco mais que o Presidente da Câmara do Sabugal. Não falamos do que ganha um Director de agrupamento.
Um médico, chefe de serviço em exclusividade, ganha 4.170,62, mas se fizer 42 horas em vez de 35, ganhará 5. 505,22, um pouco mais do que o vencimento base de um ministro. Curiosamente, os médicos estão a debandar do Sistema Nacional de Saúde porque ganham pouco, comparando com a «privada» que paga 4 vezes mais!
Já agora, diga-se que as chefias militares auferem 4.651,44 euros mensais, em situação de guerra ou de paz, preferindo todos que seja em situação de paz.
Como se sabe, a maior parte dos cargos políticos são incompatíveis com outras funções remuneradas, coisa que não acontece na maior parte das restantes profissões.
Até aqui tudo bem. E nem me parece estranho que se critique o ordenado dos políticos, é normal, é corriqueiro! O que não é normal é uma sociedade que aceita pagar por certos cargos, 5, 6 ou 10 vezes acima do que ganha o PR.
Veja-se, por exemplo, os «modestos? 24 939,89 euros que ganhava em 2004 o Presidente da Caixa Geral de Depósitos! Ou os 16 344,42 euros dos Presidentes da Autoridade da Concorrência, da CMVM, da ERSE e da Anacom, um pouco mais do que ganha um Director Clínico de Hospital como o de Bragança, 15 469,95 euros.
Um pouco menos ganha o Presidente das Águas de Portugal, que recebia na mesma altura 9 478 euros mensais, sempre acima do PR.
Na TAP também há bons ordenados, pelo menos para os pilotos que ganham em média 8 600 euros, porém nada comparável ao vencimento dos respectivos administradores, cujo presidente ganha acima dos 90 000 euros mensais, quase 12 vezes mais que o Chefe do Estado. E ainda só falamos do estado ou de empresas públicas.
Não estranhamos por isso os 62 214 euros que ganhavam em média os administradores das empresas privadas do PSI 20, EDP, PT, Sonae, Bancos, etc. Muito menos se estranha que os craques da gestão, os Paulo Macedos, fujam da política para as empresas, públicas ou privadas, onde se ganha bem melhor e com menos aborrecimentos. Para a política vai quem não consegue coisa melhor!
Pois é, mas há políticos que vão parar às grandes empresas, depois do trampolim da política, dirão. É verdade, mas não se houve uma palavra sobre esse escabroso tipo de ordenados, que dariam para nivelar por cima a massa salarial nacional, digo eu.
Aos políticos é que atiramos pedras, é a eles que apontamos o dedo: oposição entre o «nós» e o «eles», quando «eles», que são objecto da nossa escolha, deveriam merecer a nossa confiança, ser os nossos ídolos, pois nas suas mãos está parte do nosso destino.
Tenho que reconhecer, no entanto, que os políticos merecem as pedradas e o nosso dedo em riste: se «eles» quisessem podiam alterar tudo isto, para bem de todos «nós».
E «nós» queremos?
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

Em meados do século XVI, em plena época renascentista, foi publicado em Espanha um romance revolucionário que, ao invés do canto da aristocracia dos livros de cavalaria, se atrevia a narrar a vida de um homem de baixa condição social que abnegadamente lutava pela sobrevivência.

«Lazarillo de Tormes» inaugurou um novo género literário: o pícaro. Trata-se de uma narrativa burlesca, que usa uma linguagem irónica e popular, por vezes muito grosseira e contundente, que esbarra com o género literário dos livros que retratavam os cavaleiros andantes da Idade Média, que na altura tinham um sucesso extraordinário.
De autor anónimo, o «Lazarillo de Tormes» expõe a aventura de um homem de baixa condição social, revelando as suas misérias e grandezas. Órfão de pai, um rapaz pobre de Salamanca é entregue aos cuidados de um cego, que abruptamente o explora e o faz passar fome. Fugindo ao cego que o maltratava, o moço anda depois de dono em dono, sofrendo sempre maus-tratos e opressões. Vivia uma vida precária, de sucessivos vexames e de muita miséria no quotidiano, sem que tivesse sonhos nem alimentasse perspectivas de futuro. Lázaro, assim se chamava o rapaz, tinha fome e a sua razão de existir era conseguir comida para satisfazer o apetite.
Todo o livro é uma crítica feroz à sociedade do tempo em que o pobre Lázaro percorreu Espanha em busca de alimentação. Os sabores gastronómicos ibéricos estão sempre presentes nos relatos, mas prevalecem os paladares pobres e simples do povo, que correspondiam à também elementar ânsia de Lázaro por se alimentar. Ainda que apanhasse pão, seco e duro ele fosse, isso era divinal para o pobre rapaz. Pão e vinho eram, aliás, os elementos capitais da alimentação que este livro de privações de vida austera retrata. O importante era mesmo matar a fome, que imperava a cada instante.
Condói-se o leitor que atente na vida terrível deste anti-herói, ainda que se ria com a forma pícara em que o livro está escrito. Alimentam-se bem alguns dos amos de Lázaro, que ainda folgam com a miséria do criado:
«Aos sábados come-se nesta terra cabeças de carneiro, e ele mandava-me comprar uma, que custava três maravedis. Cozia-a e comia-lhe os olhos, e a língua, e o pescoço, e os miolos, e a carne e as maxilas, e a mim dava-me os ossos roídos. Punha-os no prato dizendo: “Toma lá, come, e regala-te, que o mundo é teu. Tens melhor vida que o papa”.»
A dado ponto, dá-se porém o contraste, quando Lázaro serve um desafortunado escudeiro que, nada lhe dando de comer, o impeliu a ir pedir por caridade. Uma tarde volta a casa do amo trazendo numa ponta da fralda um naco de pão e uma maravilhosa mão de vaca, que acabou por partilhar com o escuteiro que, também faminto, o observava a comer as papas:
«– Digo-te Lázaro, que pões no comer mais requinte que em minha vida vi a outra pessoa, e que ninguém te poderá ver comer que não lhes dês gana de fazer outro tanto, mesmo que não tenha apetite.
(…)
– Senhor: a boa ferramenta faz o bom artífice. Este pão está saborosíssimo, e esta mão de vaca tão bem cozida e temperada que não haverá ninguém que não fique de água na boca se a cheirar.
– É mão de vaca?
– Sim, senhor.
– Digo-te que é o melhor petisco do mundo e que não há faisão que me saiba tão bem.
– Pois prove, senhor, e veja que tal está.
Pus-lhe nas unhas a unha da vaca e três ou quatro pedaços de pão do mais alvo. E ele sentou-se a meu lado e começou a comer com quanta gana tinha, roendo cada ossinho daqueles melhor que um galgo seu o faria.»
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

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