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Dou início nesta crónica ao tema Turismo de Habitação Rural na Beira Interior começando pelas ofertas no concelho do Sabugal.

José Morgado Carvalho - «Terras entre Côa e Raia»A Beira Interior, como já referi em crónicas anteriores, estende-se das terras do Riba-Côa (Figueira ou Almeida) até à campina de Idanha e à Zona do Pinhal que as Unidades Territoriais subdividem em Beira Interior Norte (Almeida, Celorico, Figueira, Guarda, Manteigas, Mêda, Pinhel, Sabugal e Trancoso), Serra da Estrela (Fornos, Gouveia e Seia), Cova da Beira (Belmonte, Covilhã e Fundão), Beira Interior Sul (Castelo Branco, Idanha, Penamacor e Vila Velha de Ródão) e Pinhal Interior Sul (Oleiros Mação, Proença, Sertã e Vila de Rei).
Estas divisões e subdivisões oficiais têm originado várias polémicas e muitos continuam a usar as tradicionais designações de Beira Alta, Beira Baixa e Beira
Litoral.
Como no meio é que está a virtude, abordarei o Turismo de Habitação Rural na Beira Interior, condensando estas subdivisões em Beira Interior Norte (que faz parte da Beira Alta, também designada Beira Transmontana), Serra da Estrela (parte da Beira Alta e da Baixa) e as três restantes subdivisões na Beira Baixa.
Em termos de Turismo de Habitação Rural, distinguem-se dois núcleos principais:
– Serra da Estrela.
– Beira Interior Norte.
No primeiro caso, as opções variam entre quintas marcadamente rurais e onde se pode desfrutar do ambiente serrano e alguns antigos solares nobres e em termos numéricos é a zona de mais forte implantação do dito Turismo no Espaço Rural.
No segundo caso o mais interessante, são casas situadas em aldeias históricas e típicas, como é o caso do Sabugal, Sortelha, Quadrazais, Aldeia Velha Almeida, Linhares, e outras.
Começando pelas do concelho do Sabugal, Sortelha é a povoação que há mais tempo iniciou este tipo de actividades, salientando-se as seguintes:
Casa do Campanário - SortelhaCasas do Campanário – Para lá chegar, é necessário entrar na cerca de Sortelha e subir até à porta poente. Dispõe de duas casa bastante confortáveis, dotadas de sala com chaminé, aquecimento central, apresentando cada uma das casas, uma com um quarto e a outra com dois quartos. Nas traseiras das casas, existe um bar do mesmo nome, com uma esplanada, com o melhor panorama sobre a aldeia e região circundante e um espaço para mostra e venda de artigos da região.
Casa da Cerca – A sua origem, remonta ao século XVII. Antiga casa de hóspedes, pertenceu ao fronteiro solar da Nossa Senhora da Conceição, onde existem dois símbolos permanentes: os brasões Charters de Azevedo e o de Correia da Costa. Recebeu os primeiros hóspedes modernos em 1994. O edifício está integrado, numa cerca com um hectare de jardim e terreno agrícola. Quem entrar pelo portão não pode deixar de reparar num pinheiro nórdico, rodeado por um antigo bucho bem cuidado, donde sai uma pequena latada, apoiada em colunas de granito que acaba num bonito tanque. A dois passos, um grupo de frondosas tílias esconde um conjunto de bancos de pedra. Das janelas avistam-se a quinta e a cidadela medieval de Sortelha, existindo os tradicionais bancos namoradeiros, junto ao parapeito.
No piso inferior, uma sala de estar com lareira mostra nas suas paredes quadros com os dez cantos dos Lusíadas piso superior, com vista para Sortelha, tem outra sala de estar, também com lareira, onde estão expostos quadros com os retratos do visconde e viscondessa de São Sebastião, dos navegadores portugueses e motivos náuticos.
Casa da Vila – O grande trunfo desta casa, é a sua localização no centro histórico de Sortelha toda em granito e possui nas traseiras um terraço donde se avista o interior da cidadela medieval. Não confecciona refeições, mas o vizinho Bar do Campanário, é uma alternativa.
Casa do Páteo – Pequena casa tradicional de granito. O piso inferior tem uma sala com lareira de canto, com o granito à vista e no nível superior um quarto, donde se vê Sortelha.
Casa do Quartel – Construída durante o Estado Novo para servir de quartel à Legião Portuguesa foi adaptada para turismo rural. Localizada fora das muralhas, apresenta-se no entanto com materiais tradicionais na sua construção. Dispõe de um jardim com arvores de fruto e uma criação de pavões.
«Terras entre Côa e Raia», opinião de José Morgado

morgadio46@gmail.com

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Novo DVD Especial Capeias 2009 do Fred do Soito com banda sonora do DJ Moka.

Vodpod videos no longer available.

O DVD está disponível em finais de Janeiro por 20 euros.
Para mais informaçoes: fredosoito@hotmail.fr
jcl

No final de um ano difícil para todos, (talvez nem todos) é hora de olhar para trás, para o caminho percorrido e efectuar o balanço do que de bom e mau se passou. Mas é também hora de fazer votos de um excelente Ano de 2010 para este território raiano e para todos os que nele encontraram laços e afectos.

Lince Ibérico - Malcata

António Cabanas - «Terras do Lince»Entre as muitas realizações que todos queremos ver concretizadas, umas da competências dos poderes públicos, central ou autárquicos, outras da sociedade civil, ou seja de cada um de nós, pela minha parte, gostaria especialmente que o primeiro lince a colocar em liberdade, o fosse já em 2010, na Reserva da Malcata.Se esse desiderato for conseguido, o Ministério do Ambiente e o ICNB ficarão redimidos dos erros e omissões cometidos em anos anteriores em prejuízo desta área protegida (Ap).
Ao longo das últimas décadas as populações da sua envolvente têm abdicado de tirar da serra proveitos que, naturalmente, não resolveriam os nossos problemas, mas poderiam, com outras opções de uso, ajudar a minimizá-los. Entre muitos outros possíveis, darei apenas dois exemplos:
1. A Serra da Malcata foi, ancestralmente, refúgio de fauna de pequeno e grande porte, potencialmente indutora do desenvolvimento da actividade cinegética, que sempre se praticou nas suas vertentes. Para se aferir dessa histórica actividade leia-se «Caçadas aos javalis» do Dr. Framar.
Caso se tivesse seguido a opção cinegética, a serra poderia albergar hoje uma série de zonas de caça turística, muito rentáveis e geradoras de emprego. Geridas de forma empresarial, as grandes herdades da serra por certo estariam povoadas de veados e corços, muflões e javalis para atrair os mais endinheirados amantes da arte da caça.
2. Outro valioso recurso a aproveitar poderia ser a energia eólica. Com várias cumeadas de altitudes próximas dos 1000 metros, só uma alternativa muito mais valiosa justificará que qualquer país desenvolvido abdique deste enorme potencial energético.
Não quero mencionar sequer outras alternativas de aproveitamento, designadamente, florestal, para não abrir outras frentes de opinião fracturante.
Já defendi, sem qualquer tibieza, a compatibilidade entre a energia eólica e a conservação do Lince, opinião alias, publicada na comunicação social nacional. Não é agora o momento de esgrimir tais argumentos.
A Malcata podia ser um parque natural, alargado a outras zonas dos dois concelhos, podia até ser o 2.º parque nacional do país, mas não é uma coisa nem outra: é antes uma reserva natural. Sendo uma reserva, é a conservação das espécies, em especial o Lince e não as paisagens o seu principal valor.
São essencialmente dois os impactes apontados pela corrente de opinião que rejeita a exploração eólica nas Aps, o visual e a perturbação da avifauna. O primeiro é obviamente subjectivo, o segundo precisará de ser melhor estudado e comprovado.
Os que, legitimamente, acham que os aerogeradores descaracterizam e empobrecem as paisagens naturais, não podem usar esse argumento na Malcata: primeiro porque ela já está rodeada deles, depois porque o seu plano de ordenamento restringe a visitação, sinal claro de que não se pretende a fruição das suas paisagens. E as paisagens só são belas perante o nosso olhar.
Por ironia, os espanhóis preparam-se para encher de torres eólicas a cumeada de fronteira, onde o recurso energético devia ser comum. Os molinos ficarão a uns centímetros da reserva, cujo Regulamento os proíbe terminantemente! Os grifos e abutres negros, que com frequência cruzam a fronteira, ficarão sujeitos ao seu alegado impacte.
Assim a Malcata ficará com os dois «temíveis» impactes ambientais, mas não receberá um cêntimo de compensação! Temos que afirmar que os seus interesses e os das espécies que ali se preservam foram mal defendidos.
Teria sido mais vantajoso negociar contrapartidas em favor do lince, por exemplo. E que contrapartidas!? Num estudo solicitado pela Câmara de Penamacor a uma empresa eólica, a Malcata poderia render, em energia, cerca de 40 milhões de euros anuais (1 milhão seria para as autarquias).
Nunca fui de ideias fixas. O que hoje nos parece correcto, pode amanhã, com melhor conhecimento, parecer-nos incorrecto e as opções de curto prazo nem sempre se revelam vantajosas a longo prazo. Mas estas são dúvidas que teremos sempre, sejam quais forem as opções.
Há porém valores – e os valores são perenes – que temos obrigação de defender. Os valores da justiça e da solidariedade devem estar sempre presentes nas políticas públicas. A defesa e preservação do Lince, é um desafio nacional que deve ser custeado pelo todo nacional, tal como o TGV ou o aeroporto de Lisboa. Não é justo que alguns paguem um benefício que é de todos.
Penamacor e Sabugal nunca foram compensados por contribuírem para um objectivo nacional e até supranacional. Pior, relativamente à questão do Lince, nos últimos anos a nossa região tem sido preterida, em favor de outras regiões, o que significa uma falta de ética e de respeito pelos investimentos feitos na Malcata em estudos e aquisição de terrenos.
Não temos nada contra o Algarve nem contra o Alentejo, até gostamos muito dessas regiões, mas não podemos permitir que o ICNB perca o azimute, traçado ao longo de mais de duas décadas. Não podem os interesses políticos sobreporem-se aos interesses da conservação.
A reintrodução do Lince na Malcata terá de ser uma medida prioritária da Conservação da Natureza a nível nacional, não apenas no discurso. Como não acreditamos na sorte resta-nos estar activamente atentos e vigilantes.
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

O ano em revista – numa grande produção da Rádio Altitude – está disponível em podcast na página oficial da estação radiofónica mais antiga de Portugal. A «Revista do Ano» pode ser escutada em directo nos dias 6 e 10 de Janeiro às 10 horas da manhã.

Rádio Altitude«Porque não há Futuro sem Memória» a Rádio Altitude recorda acontecimentos, protagonistas, casos e causas marcantes em 2009.
O ano de 2009 em revista, numa grande produção dos profissionais da Rádio Altitude pode ser escutada nas emissões em directo (90.9 FM) nos dias 6 e 10 de Janeiro, às 10 horas da manhã, e em podcast na Internet, em versão integral, dividida em duas partes.
O director Rui Isidro assina a selecção de arquivo, edição e textos e António Ribeiro o desenho sonoro. As notícias, as reportagens, as entrevistas e os debates foram «criados» ao longo do ano pela equipa de jornalistas: Carla Pinheiro, Carlos Gomes, Francisco Carvalho, Joaquim Martins e Teresa Gonçalves.

Para ouvir em podcast (www.altitude.fm). Aqui.
jcl

Nos anos 50 e 60 do século XX, Portugal viu escaparem-se-lhe quase 2 milhões dos seus filhos e o Interior foi-se despovoando. Uns vieram para as grandes cidades do Litoral, outros partiram para Franças e Araganças. O concelho do Sabugal, por exemplo, perdeu, entre 1950 e 1970, 56 por cento dos seus habitantes. Aldeias houve, como por exemplo Quadrazais, que ficaram sem dois terços da população.

Adérito Tavares - Na Raia da MemóriaUns voltaram, outros não. Mas o Portugal que deixaram, quando passaram a raia a salto, desapareceu. As aldeias do Centro e do Interior norte são hoje sombras do que eram há quarenta ou cinquenta anos atrás. Perderam gente, perderam tradições, perderam cultura, perderam alma. Visitamos terras lindíssimas, como Monsanto, Sortelha, Linhares, Piódão, Castelo Mendo, Marialva e que vemos? Pedras, sobretudo pedras. As gentes, que é quem dá vida às pedras, estão em vias de extinção. As poucas que ficaram estão velhas e vivem das magras pensões ou de um escasso e esporádico turismo. Abrem-se lares da terceira idade e fecham-se escolas. O mato cresce por todo o lado, a agricultura morre, o País tradicional agoniza.
Marialva é a imagem mais viva deste fenómeno de desertificação do Interior. Em poucos lugares do País podemos sentir a mesma emoção que em Marialva. Dentro das suas muralhas encontramos o castelo, a igreja, o cemitério, a Domus Municipalis, o tribunal, a cadeia, o pelourinho, casas sem tecto. Mas não encontramos ninguém, porque Marialva é uma vila fantasma. Dizem as lendas que sofreu a maldição da moura Maria Alva! Foi completamente abandonada pela sua população, que acabou por fundar uma nova Marialva cá em baixo, no vale. Caminhamos melancolicamente naquela ruína silenciosa, nobre no seu abandono, coberta de musgo, hera e silvas e, involuntariamente, visualizamos um país quase inteiro.

«Georges! anda ver meu país de Marinheiros,/ O meu país das Naus, de esquadras e de frotas!/ Oh as lanchas dos poveiros/ A saírem a barra, entre ondas e gaivotas!/ […] Senhora Nagonia!/ Olha acolá/ Que linda vai com seu erro de ortografia… […] Senhora Daguarda! […] Maim de Jesus! […] Senhor dos Navegantes!/ Senhor de Matusinhos!/ Os mestres ainda são os mesmos dantes:/ Lá vai o Bernardo da Silva do Mar,/ Mailos quatro filhinhos,/ Vascos da Gama, que andam a ensaiar… […] Georges! anda ver meu país de romarias/ E procissões!/ Olha essas moças, olha estas Marias!/ Caramba! dá-lhes beliscões!/ Os corpos delas, vê! são ourivesarias!/ […] Tira o chapéu, silêncio!/ Passa a procissão/ Estralejam foguetes e morteiros./ Lá vem o Pálio e pegam ao cordão/ Honestos e morenos cavalheiros./ […] Que linda e asseada vem a Senhora das Dores!»

Este Portugal, o país de António Nobre, está prestes a desaparecer. É preciso correr, e olhá-lo demoradamente, para o gravar na memória antes que se transforme numa enorme, desolada e melancólica Marialva.
«Na Raia da Memória», opinião de Adérito Tavares

ad.tavares@netcabo.pt

JOAQUIM SAPINHO

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