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«Comenda da Meimoa da Ordem de Avis» é o mais recente livro do escritor penamacorense António Cabanas. Depois de «Carregos – Contrabando na Raia Central» (2006), «Meimoa de Ontem e de Hoje» (2007) e «Eh! Madeiro!» (2008), e outras participações em colectâneas o escritor prossegue nas suas investigações para, desta vez, para apresentar um estudo sobre a Comenda da Meimoa da Ordem de Avis.

Comenda da Meimoa da Ordem de AvisDo que poderia não passar de uma mera transcrição de um tombo de comenda, António Cabanas constroi uma extraordinária base documental relacionada, que constitui um autêntico facho de luz sobre a história da Meimoa, contribuindo também para compreender melhor a relação das ordens religiosas com as suas comendas.
Em declarações ao Capeia Arraiana o escritor António Cabanas começou por recordar que «apesar de há um ano ter prometido que em 2009 descansaria um pouco, não resisti ao desafio que me lançou a família do falecido Dr. Mário Bento que, aliás, tinha iniciado o estudo da Comenda».
O documento – histórico e religioso – é o resultado de uma investigação longa e criteriosa. «O estudo abrange a análise de documentos desde o século XIII até à extinção das Ordens religiosas e implicou uma série de visitas à Torre do Tombo. Cerca de um ano de investigação, na busca de alvarás de nomeação de comendador, cartas de apresentação de priores, cartas de hábito e de quitação, que permitiu estabelecer listas, ainda que incompletas de párocos e de comendadores da Meimoa desde finais de quatrocentos até ao século XIX», esclareceu António Cabanas.
A finalizar o autor considerou que «Comenda da Meimoa da Ordem de Aviz» é um livro que «vem enriquecer a história local e regional e pode contribuir também para melhor conhecimento da problemática das ordens religiosas. Chega numa altura em que Mário Bento, caso ainda fosse vivo, faria 100 anos de nascimento e num ano em que Penamacor comemora os seus 800 anos de forais».
O mais recente livro do escritor penamacorense foi apresentado este sábado, 26 de Dezembro, no Museu Dr. Mário Bento na Meimoa.

O Capeia Arraiana destaca – com satisfação – o lançamento de mais um livro de António Cabanas que assina neste espaço a coluna de opinião «Terras do Lince».
jcl

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Jorge MartinsOS APELIDOS DOS RÉUS SABUGALENSES – Há um mito muito divulgado acerca dos nomes de origem judaica, que consiste em considerar os apelidos com nomes de árvores como prova da ascendência judaica.

Na verdade, a generalidade dos estudos e dos estudiosos da questão têm concluído que isso não corresponde aos casos conhecidos. Os apelidos dos réus do Sabugal (naturais ou/e residentes) vêm confirmar esta desmistificação.

Quadro 1

O estudo dos apelidos dos processos inquisitoriais dos réus naturais ou residentes no concelho do Sabugal desmistificam cabalmente esta ideia generalizada entre nós.
Os nomes de plantas ou árvores dos réus sabugalenses com processo aberto são apenas oito no conjunto dos 143: Carvalho: 2, Pereira: 2, Sabugueiro: 1, Silva: 2, Silveira: 1.
Coisa pouca, se compararmos com os apelidos com mais referências que encontrámos nos processos em análise.

Quadro 2

A situação ficará melhor esclarecida se nos concentrarmos nos doze apelidos predominantes, com destaque para os 4 primeiros, que, em conjunto, representam 65 réus acusados de judaísmo: Rodrigues (24), Henriques (21), Mendes (10) e Nunes (10).
Se observarmos a situação social desses réus, dos 26 Rodrigues, 20 são homens e 6 são mulheres, dos quais 23 são cristãos-novos e 3 são de estatuto social desconhecido; dos 21 Henriques, 6 são homens e 15 são mulheres, dos quais 16 são cristãos-novos, 1 cristão-velho e 4 desconhecidos; dos 10 Mendes, 3 são homens e 7 são mulheres, todos cristãos-novos; e dos 11 Nunes, 7 são homens e 4 são mulheres, sendo 9 cristãos-novos e 2 de estatuto social desconhecido.
Finalmente, dos 68 processos referentes aos réus com esses quatro apelidos, 85% eram cristãos-novos e 96% estavam acusados de judaísmo. Não há dúvidas, portanto, quanto à ascendência judaica destas famílias sabugalenses.

Quadro 3

Os apelidos constituem mais um contributo para a construção do perfil do judeu sabugalense, a juntar aos anteriores, a saber: homem ou mulher com uma média de 37 anos de idade, com o estatuto social de cristão-novo, o estatuto profissional de mercador ou similar e o apelido de Rodrigues para os homens e de Henriques para as mulheres.
Contudo, é preciso ter em conta que nos estamos a referir apenas aos apelidos dos réus e não aos dos seus pais e até dos avós. Através dos processos inquisitoriais que estamos a analisar, conhecemos a quase totalidade dos pais dos réus e apenas alguns avós, mas será o suficiente para estabelecermos as redes familiares dos cristãos-novos sabugalenses e poder, em consequência, conhecer melhor a genealogia do judaísmo sabugalense ao longo de mais de dois séculos de persistência criptojudaica, quer dizer, do judaísmo praticado no segredo das famílias perseguidas pelos tribunais das Inquisições de Lisboa, Coimbra e Évora.
«Na Rota dos Judeus do Sabugal», opinião de Jorge Martins

martinscjorge@gmail.com

Manuel Morgado nasceu em 1979, em França, mas as suas raízes são do Sabugal de onde os seus pais são naturais. Estudou design de comunicação na ARCA em Coimbra e é autor do livro em banda desenhada «Sabugal – Peripécias históricas da gente do Alto Côa» editado pela Câmara Municipal do Sabugal.

Manuel MorgadoNa sua biografia o sabugalense Manuel Morgado assume-se «inspirado por diferentes tipos de arte, como quadrinhos, filmes, música ou pintura, principalmente em estilo renascentista barroco, como Caravagio, Rubens, Vermeer, entre outros, e ilustração de artistas contemporâneos, tais como Luis Royo, Jude Palencar John, Matt Stawicki, Tood Lockwood e Norman Rockwell» onde procura a «inspiração para o seu trabalho».
Manuel Morgado tem assinado, desde 1998, como designer de comunicação e ilustrador excelentes trabalhos gráficos em publicidade e em órgãos de comunicação como o Expresso, a Visão ou o Jornal de Noticias.
O seu mais recente trabalho – criado nos «Estúdios Manuel Morgado» em Vila do Conde – foi apresentado no Centro Colombo no dia 20 de Dezembro. É, nem mais nem menos, do que a ilustração de capa e base para a identidade do novo álbum dos D’ZRT.
Hoje destacamos e colocamos nas «Escolhas Capeia Arraiana» o indiscutível mérito e «jeito» do ilustrador sabugalense Manuel Morgado.

Página na Internet de Manuel Morgado. Aqui.
jcl

«A Noite Mágica» (texto extraído do livro «Eh! Madeiro!» de António Cabanas).

Missa do Galo - Beijar o Menino - Natal

António Cabanas - «Terras do Lince»Para os mais pequenos, Natal era, e ainda é, uma palavra mágica. Reportando-me ao meu tempo de criança, a quadra era vivida com um misto de sentimento afectivo, expectativa e alguma ansiedade; mas foram noites de consoada as que mais ficaram na memória. Havia mais gente em casa – avós, primos, tios, pessoas de quem gostava muito –, o colo e as cavalitas dos manos, saborosos repastos e sobretudo muitas guloseimas caseiras: filhoses, fatias douradas, arroz doce, farófias, tudo impregnado do aroma inebriante da canela. As habituais conversas sobre o trabalho do campo eram substituídas por anedotas e histórias de final feliz, contadas à lareira. Na rua soava o andar apressado dos vizinhos, também eles entusiasmados com a noite mágica do Natal. Ouviam-se bonitos cânticos, acompanhados de guitarra e concertina; mas mais bonitos ainda eram os que a mãe cantava enquanto fritava as filhoses.
Os sinos da igreja toavam mais fortes e alegres, chamando os fiéis. «Ande o frio onde andar, no Natal há-de chegar», dizia o provérbio, o que justificava os cuidados com o agasalho na ida para a missa da noite. Enroupados e capuzes na cabeça, lá íamos em grupo, pelas ruas escuras da aldeia, ansiosos por vermos a grande fogueira que ardia no adro. Pela minha parte, tinha ainda outra curiosidade: o presépio, com todas aquelas figuras de brincar, as serras de musgo, os carros de bois feitos em cortiça, o estábulo com as respectivas personagens e animais. Ali, dentro do estábulo, as imagens eram mais perfeitas, Nossa Senhora e São José com os seus mantos coloridos, debruados a ouro, para o Menino nem há palavras, tão perfeitinho e despido, de olhos vivos, cabelos dourados, que até apetecia pegar ao colo!
Nessa noite a igreja estava habitualmente cheia, era até difícil encontrar lugar, mas para nós, as crianças da catequese, havia sempre lugar junto ao altar-mor, as mulheres lá se acomodariam nas bancadas e os homens iam para o coreto superior. O coro, acompanhado de órgão, ensaiava os últimos cânticos no meio do rumor abafado da assistência que, aos poucos, preenchia todos os interstícios e as coxias laterais.
À medida que a missa ia decorrendo, o sono ia-se apoderando da pequenada, sobretudo à hora do comovente sermão do Padre Fatela. Mas chegada a hora de beijar o Menino, logo se voltava a agitar a assembleia. Já despertos, perfilávamo-nos então em frente ao presépio, de moedinha na mão para o encontro com o Menino Jesus.
Era um momento emocionante, só superado pelo recolher das prendas no sapatinho! Enquanto esperávamos ordeiramente na fila, não despregávamos os olhos daquela paisagem verde, de montes cheios de neve de algodão, com São José e a Virgem olhando para a manjedoura vazia, por certo confiados nas mãos experientes do Padre Fatela.
A saída fazia-se pela porta da capela-mor directamente para adro. De imediato se sentia uma estranha sensação de frio entremeado de ondas de calor provenientes do madeiro. Ali permanecíamos algum tempo encostados às paredes aquecidas das casas, ouvindo os cânticos e os estouros das “bombas de brasa” e batendo com paus nos troncos para os ver jorrar milhares de centelhas em direcção ao céu.
Era com alguma tristeza que regressávamos a casa deixando para trás o afago da fogueira que continuaria a arder lentamente até ao dia seguinte. Já em casa, não resistíamos a dar uma espreitadela aos sapatos colocados no parapeito da chaminé, como sempre, os pais tinham razão: o Menino Jesus só viria quando já todos estivessem dormindo. Nunca entendi porque razão não gostava de ser visto mas não seria por minha causa que não haveria prendas: mesmo acordado mantinha os olhos fechados!
De manhã, lá estavam no sapatinho!
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

Não há páginas literárias de realismo cru como as que deixou António dos Santos Vicente no livro «Vida e Tradições nas Aldeias Serranas da Beira». Nelas deixou memória expressiva e sentida das agruras que noutro tempo vivia o povo que habitava na serra do Açor e nas suas faldas.

O epicentro está na terra natal do autor, a aldeia de Fajão, concelho da Pampilhosa da Serra, pejada de gente pobre, que se fazia remediada para enfrentar as dificuldades. Tudo é confrangedor nas descrições rigorosas da vida de antanho. A carência de alimento tinha as pessoas à beira da fome, a ausência de médicos atirava cedo os doentes para a cova, a falta de assistência na velhice fazia com que os idosos trabalhassem até à hora da morte. A fuga para terras distantes, em aventurosa procura de emprego estável, era a solução para os jovens desesperados, assim se despovoando as aldeias da serra.
Depois, o livro embrenha-nos nas tradições que existiam, e que na sua maior parte já só constam nesse registo escrito. No meio das agruras o povo tentava ser feliz, procurando viver os prazeres da vida. Mas o realismo de António dos Santos Vicente, não deixa lugar a muitas conjecturas acerca de uma vida que afinal não era feliz. O povo vivia na miséria, na maior das rudezas, envolvido por grande amargura. O que havia de alegria era apenas um compasso na continuidade das privações e da austeridade.
E o que o povo comia? Apenas aquilo que a terra dava, que outros mimos não chegavam. E raro se alimentava com as melhores dádivas que a lavoura lhe ofertava, porque essas eram guardadas para venda, para angariar algum pecúlio. As pessoas comiam mal e muitas vezes nem sabiam, dentro da ingenuidade, o que era apropriado a uma alimentação equilibrada. Vejamos uma passagem elucidativa:
«Depois de o barbeiro ter analisado que o seu estado tinha piorado, perguntou à esposa qual tinha sido a comida que o seu marido tinha comido, e logo esta disse: um caldo de castanhas!… Caldo de castanhas?… Isso é um veneno – disse o barbeiro… nem todas as pessoas com saúde podem comer esse alimento, por ser muito forte e pesado, e você vai dar castanhas a um doente neste estado? O barbeiro furioso com a senhora só acalmou quando a mulher lhe disse: Senhor António, eu não tinha mais nada que lhe dar!
Compre-lhe uma galinha e vá-lhe dando uns caldinhos e vamos tratando dele da melhor maneira, este é o meu conselho – disse o barbeiro. A mulher aceitou o conselho dado, e como tinha uns magros centavos, foi comprar o melhor que pôde para dar ao marido, como também uma galinha que a tia Maria do Fundo lhe vendeu, por esta apanhar o vício de comer todos os ovos que punha.
E como não havia memória de matarem uma galinha a um doente e este comê-la toda antes de morrer, este belo senhor não fugiu à regra, três dias depois morria também.»
O livro de António dos Santos Vicente comove pela crueza com que relata a vida aldaneja de outras épocas. Uma boa e comovente leitura para quem pretende conhecer, sem evasivas, a rudeza das terras serranas e do povo simples que as habitavam. A pobreza desmedida e angustiante impera a cada linha e causa evidente comoção.
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

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