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Jorge MartinsESTATUTO PROFISSIONAL DOS RÉUS – O estatuto profissional dos réus dos 143 processos da Inquisição referentes ao actual concelho do Sabugal não é conhecido para cerca de metade deles.

Com efeito, 72 processos identificam a actividade profissional dos réus e 71 não identificam. Sublinhe-se que estamos a falar apenas das descrições divulgadas pela Torre do Tombo, situação que pode alterar-se após a consulta detalhada dos processos. Contudo, já temos dados suficientes para caracterizar as profissões dos réus acusados de judaísmo, que é a questão mais importante para o presente estudo.

Quadro 1

Dos 72 processos com identificação das actividades profissionais dos réus, 69 referem-se a homens e apenas 3 a mulheres. Estas últimas estavam todas acusadas de práticas judaicas e uma era tendeira, outra vendedora e a última sem ofício. Quanto ao estatuto social dos réus desses 72 processos, 51 (70,8%) eram cristãos-novos, 9 (12,5%) eram cristãos-velhos e 12 (16,7%) eram de estatuto desconhecido. Dos réus com estatuto profissional conhecido, 56 (78%) estavam acusados de judaísmo. Estes valores permitem-nos ter uma ideia aproximada das profissões dos réus sabugalenses acusados de práticas judaicas. É disso que trataremos de seguida.
Das actividades profissionais destaca-se a de mercador com 18 réus (25%), seguida da de tendeiro com 5 réus, das de clérigo e lavrador com 4 cada e da de almocreve com 3. Todas as restantes profissões têm apenas 1 ou 2 réus a exercê-las.

QUADRO 2 – ACTIVIDADES PROFISSIONAIS PREDOMINANTES
MERCADOR TENDEIRO CLÉRIGO LAVRADOR ALMOCREVE
18 5 4 4 3

A primeira conclusão que pode tirar é que se confirma aqui a actividade mais praticada pelos judeus. Se agruparmos algumas actividades similares dos acusados de judaísmo teremos uma perspectiva mais detalhada da sua realidade profissional: 31 dedicavam-se a actividades comerciais e 6 a actividades artesanais.

QUADRO 3 – ACTIVIDADES COMERCIAIS
ALMOCREVE CONTRATADOR MERCADOR TENDEIRO TRATANTE VENDEDOR TOTAL
3 1 17 5 4 1 31
QUADRO 4 – ACTIVIDADES ARTESANAIS
CONFEITEIRO CURTIDOR FERRADOR SAPATEIRO TOSADOR TOTAL
1 1 1 2 1 6

Ainda assim, temos quatro lavradores, actividade pouco habitual nos judeus, por imposição legal desde a Idade Média. Quanto a profissões socialmente mais conceituadas temos: estudante de leis, farmacêutico, feitor de alfândega, juiz de órfãos, mordomo, ourives, e rendeiro. Repare-se no facto de haver um único ourives, uma profissão associada ao estigma do judeu rico e poderoso.
Se tivermos em conta que os réus acusados de judaísmo têm habitualmente um elevado grau de probabilidade de se tratar, de facto, de praticantes da religião judaica (apesar de todos os perigos que isso implicava), através dos dados já obtidos, podemos definir o perfil do judeu sabugalense vítima da Inquisição: era um homem ou uma mulher, com 37 anos de idade, estatuto social de cristão-novo e estatuto profissional de comerciante.
«Na Rota dos Judeus do Sabugal», opinião de Jorge Martins

martinscjorge@gmail.com

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O jornalista Rui Isidro é director da Rádio Altitude e administrador do blogue «Jogo de Sombras». Hoje, 19 de Dezembro de 2009, quando se comemoram os dez anos da transferência de Macau para a soberania chinesa e na qual Rui Isidro teve intervenção directa é o momento ideal para destacar o seu espaço na blogosfera. A fotografia da cerimónia de arriar da bandeira portuguesa que reproduzimos é protagonizada, segundo nos confirma o Rui Isidro, por um cadete com origens no Sabugal. Que dê um passo em frente e se identifique…

Macau - Cadetes com a bandeira portuguesa durante a Cerimónia de Transferência de Poderes

«Dez anos depois da Cerimónia de Transferência de Poderes de Macau, decidi passar a público, neste caderno de bordo, pelo menos uma pequeníssima fracção de memórias documentais que guardo daquele tempo histórico. Que tive o privilégio de viver por dentro», escreve Rui Isidro na sua crónica intitulada «Há dez anos».
Macau foi a última jóia do Império. Portugal administrou o território «entalado» na grande China e vizinho da britânica Hong-Kong durante 442 anos. Mas… ao contrário do que aconteceu em todos os outros estados ultramarinos a passagem de testemunho em Macau decorreu após um longo processo diplomático entre as Repúblicas de Portugal e da China. Negociações que proporcionaram um futuro tranquilo e de grande pujança económica.
Parabéns, Rui Isidro, pelo excelente trabalho de guarda de memória colectiva. «Um jornalista deve, em primeiro lugar, relatar factos», ensinava-me um dia o professor Fernando Cascais. Os relatos escritos no presente do indicativo são, no futuro, testemunhos pessoais que preservam a memória dos povos. Dez anos depois é tempo de recordar a transferência de Macau no «Jogo de Sombras» onde a voz deu lugar à escrita e à imagem.

Um dos três cadetes presentes na cerimónia do arriar da bandeira portuguesa em Macau tem origens no Sabugal. Ficamos à espera que se identifique aqui no Capeia Arraiana.

Blogue «Jogo de Sombras» de Rui Isidro. Aqui.
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Fui sempre um acérrimo defensor da descentralização, do poder local, e também da regionalização. Favorável dos sistemas político-administrativos que aproximem a decisão dos cidadãos, em minha opinião só dessa forma se atingirá um verdadeiro e participativo sistema democrático. Penso que a maioria dos portugueses também considera a regionalização essencial para resolver alguns problemas crónicos do país, sobretudo os que se relacionam com o desenvolvimento económico integrado do todo nacional. Infelizmente, por excessiva partidarização do seu processo, não tem sido esse o sentido da orientação política dos últimos tempos e corremos o risco, 11 anos depois do referendo, de a ver adiada outra vez, ou até eternamente.

Regionalização

António Cabanas - «Terras do Lince»Agora que alguns pretendem colocar o assunto de novo na agenda política, voltam as tácticas partidárias de curto prazo, com as desculpas habituais de prioridades momentâneas. Recorde-se, contudo, que ela está prevista na Constituição desde 1976.
António Guterres tinha-a como bandeira do programa do seu primeiro governo. Podia portanto tê-la feito, mas convenceu-se da enorme popularidade que as sondagens lhe conferiam e embarcou, com o PSD, em amarrá-la a um referendo de que pensava serem favas contadas. Ao tempo era Marcelo R. Sousa líder político dos sociais-democratas, que com inteligência lhe lançou essa casca de banana, e o levou a concordar com a revisão da Constituição de 97. Introduzida a obrigatoriedade do referendo em matéria de regionalização, o resultado foi o que se viu: uma década perdida!
Ironicamente, porque ela faz parte do seu ideário, o PSD pretendeu depois emendar a mão, ludibriando o referendo com as famigeradas COMURBs de Miguel Relvas: doía-lhes a consciência!
Custa dizê-lo, mas a verdade é que tanto o processo referendário como o processo Relvas foram atraiçoados pela disputa de pequenos poderes em que se envolveram os protagonistas locais. Também foi assim entre nós.
Achando que a regionalização seria um processo longo, de contínuo aperfeiçoamento, em que é preciso começar por algum lado, também fui adepto da Lei Relvas, mais até do que das Regiões Plano que se pretendem recuperar, e, guterrista militante, nunca perdoarei a traição de Guterres ao seu programa de governo. Reitero, por isso, que ela só será concretizável fora do quadro político-partidário, no âmbito de um movimento transversal, ou então, num consenso político alargado, com o acordo dos dois maiores partidos e em que estes abdiquem de tirar dela dividendos políticos.
Apontam-lhe os detractores, o aumento da despesa pública, como o seu pior defeito. Foi aliás este, o perverso argumento usado para convencer os votantes a optar pelo não. Porém, nem a regionalização, nem a descentralização nem mesmo o poder local tem que significar mais despesa pública, já que muitos serviços desconcentrados, a começar pelos governos civis, poderão desaparecer. A regionalização deverá significar, isso sim, mais justa repartição dos recursos e mais eficiência na gestão. Está mais que provado que com o mesmo dinheiro, o poder local fará sempre mais obra do que o poder central. É o próprio Estado que o reconhece, e que, apesar de sempre desconfiado com as autarquias, não vê outro remédio para diminuir custos, que atribuir-lhe novas competências. E só não atribui mais, porque algumas só seriam atribuíveis a regiões, que infelizmente não existem.
Nem mesmo a leitura dos clássicos da regionalização me convenceu que ela fosse um problema de geografia. Poderá, quando muito, tratar-se de um problema de geografia política, muito mais ainda de geografia financeira. Na verdade, o que as regiões sempre reclamam é mais dinheiro. Do Minho ao Algarve falamos todos a mesma língua, podemos, uns, usar o acordeão e outros, a concertina, uns, beber vinho verde e outros, vinho maduro, podemos até, ter nas veias mais sangue árabe ou mais sangue celta. Não me parece que seja o bucho raiano, a posta mirandesa, ou quaisquer outras pequenas diferenças etnográficas ou fenotípicas os factores diferenciadores das nossas regiões. A maior diferença existente no território nacional está na riqueza do Litoral e na pobreza do Interior. E todos sabemos que a riqueza gera sempre mais riqueza, mas também constatámos que as verbas comunitárias foram, nos últimos vinte anos, literalmente despejadas no Litoral, situação, aliás, que se agravará com o actual quadro financeiro.
Imagine-se o que seria hoje a Beira Interior com o dinheiro que tem sido dado à região autónoma da Madeira, a qual, em poucas décadas nos passou literalmente à frente.
Quando falamos de regionalização é de dinheiro que falamos, é de repartir equitativamente os recursos financeiros do país. De outro modo não se justificaria sequer.
As novas vias de comunicação e os fenómenos de concentracionismo urbano diluíram o pouco que restava das nossas grandes diferenças regionais. Além disso, o país está hoje quase todo misturado na faixa litoral! Mas um país que concentra num quarto do seu território três quartos da sua riqueza, não será nunca um país desenvolvido.
O que está em causa não é que o limite da região se faça pela linha de água ou pela linha de cumeada, mas sim que o bolo orçamental seja fatiado de forma mais justa e equilibrada. Exemplos podem observar-se em quase todos os países da Europa. Certo, certo, é que quanto mais tempo se perder, mais obstáculos haverá.
Uma região desde a raia até ao mar não será a melhor solução para a Beira Interior: não foi essa a estratégia seguida até aqui em termos de investimentos; as vias estão direccionadas para Lisboa e para o Porto, mais do que para o Litoral Centro. Em minha opinião, seria sempre mais vantajosa uma Região da Beira Interior, em que as suas populações pudessem escolher o seu destino, mas as experiências vividas localmente, quer na questão do referendo, quer na solução Relvas, foram marcadas pela desunião e por rivalidades que ninguém quer desenterrar. Se não houver alternativa que venha a Região Plano!
No entanto, convém que não tenhamos ilusões: Lisboa nunca será a favor da regionalização e ainda que a actual opinião pública nacional o seja, como parece ser o caso, a tendência pode inverter-se com facilidade. Basta que para isso as Televisões, receosas de perder monopólios, se envolvam na campanha. Se a memória não me atraiçoa, a um ano do referendo de 98, a maioria da opinião pública também era a favor.
O referendo pode ser, por isso, um caminho perigoso e sem retrocesso. Alternativa, só a alteração constitucional, e para essa dificilmente haverá consenso.
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

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O livro «Trabalhos e Paixões de Benito Prada» é um brilhante testemunho da ligação do seu autor, Fernando Assis Pacheco, à cultura galega. O poeta, ficcionista, jornalista e crítico, nasceu em Coimbra, sendo neto de um galego, facto que o terá feito interessar pela Galiza, de que se tornou profundo conhecedor.

O empolgante romance retrata a vida de um galego, Benito Prada, que aos treze anos, resolve seguir as pisadas do pai que caíra doente, indo para Portugal ganhar o sustento da família. Não foi porém como afiador, que era o ofício do progenitor, mas como simples pedinte, por conta de outro galego, que chefiava um bando de miseráveis que percorriam o norte de Portugal. Depois, passou a ajudante de um comerciante de panos e, ao fim de dois anos, estava, praticamente, dono do negócio. De vendedor ambulante, dono de um mulo e de uma carroça, passaria a pequeno lojista instalado em Coimbra, cidade que o acolheu e onde o negócio prosperou tornando-se um dos maiores comerciantes de fazenda ali fixados.
Em paralelo às aventuras de Benito, o livro é também uma crónica da vida difícil na Galiza e da aflição nas famílias durante a guerra civil de Espanha. É também uma acirrada crítica à política portuguesa, com especial ênfase no conturbado período da presidência de Sidónio Pais e, depois, no domínio de Salazar e de Cerejeira.
Como grande repórter Fernando Assis Pacheco evidenciou-se como homem de grandes revelações. Escreveu sobre variados temas, onde esteve sempre presente a referência à boa gastronomia, especialmente a que assenta no saber popular. Quem o conheceu e com ele conviveu recordará um homem bem disposto, amante das coisas boas da vida, de onde se contavam a degustação dos bons acepipes da cozinha tradicional. O seu fascinante romance ora evocado não deixa de mostrar esta faceta do autor, que a cada passo dá referência a boas e importantes ementas, pois a vida das pessoas passa também por pegar numa naifa e cortar uma fatiga de broa para emborcar acompanhada por uma rodela de chouriça ou sentar-se à mesa e servir-se da panela para comer de faca e garfo. Muitos escritores, na ânsia de descreverem a acção mais relevante quase esquecem que ao falarem de pessoas, as têm de ir sentando à mesa. Sem manjar não há sobrevivência possível, além de que a refeição tem um interesse social que não pode ser olvidado quando se relata a vida de pessoas.
Assis Pacheco descreve a parca e miserável alimentação que os galegos de antanho comiam de portas a dentro, fala-nos na fugaz merenda dos afiadores e dos comerciantes ambulantes, mas também da comida divinal servida em restaurantes e preparada por mãos experientes. Partindo do caldo de berças, temperado com toucinho, saído das mãos da mãe de Benito Prada em Casdemundo, o autor conduz-nos até às comidas de eleição degustadas nas casas de pasto: galinholas estufadas, paella à sevilhana, arroz de polvo, cozido à portuguesa, cabrito estufado.
Magistral é a descrição da alimentação do protagonista do romance quando se instalou em Coimbra numa pequena loja de panos:
«O galego almoçava a frio de um tacho que trazia do quarto em Santa Clara, fechando a porta do estabelecimento para não ser surpreendido. Como levasse a poupança ao exagero, as sobras serviam-lhe de ceia. De tempos a tempos, um domingo por outro, metia-se no eléctrico e subia até Santo Agostinho dos Olivais, onde ia enganar a solidão de emigrante no Agostinho, cuja especialidade era chanfana de cabra velha cozinhada em vinho carrascão. Fome e mau comer tinham-no perseguido desde a Galiza e fora da Galiza, e só no tempo de feirante ganhou o gosto pelas refeições a horas, bem regadas, não raro em companhia do Grego, que era sócio com o dr. António Santiago de uma marinha que estava a peixe e nunca se esqueceu de partilhar com ele as canastras de enguias, mandadas fritar em alho e pimentão à moda dos almocreves».
«Trabalhos e Paixões de Benito Parda», o romance que nos traça a epopeia de um galego errante que acabou por assentar arraiais, tornando-se em próspero comerciante, é também um bom roteiro gastronómico, que se lê com prazer e com água na boca.
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

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