You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 9 Dezembro, 2009.

A Guarda Digital – Associação Distrital para a Sociedade de Informação, anunciou que vai avançar com um projecto que permitirá dotar «todas as freguesias do Distrito» com banda larga.

Segundo Sérgio Duarte, gestor da estrutura, é intenção da direcção da Guarda Digital criar «infra-estruturas de suporte às tecnologias de informação na região, para levar a banda larga às freguesias».
Referiu ainda que o projecto «implica a instalação de fibra óptica e tecnologia de rede sem fios» em todo o Distrito, nos seus 14 concelhos, num investimento que «ainda não está quantificado».
A Guarda Digital desenvolveu durante dois anos de actividade uma grande variedade de projectos no distrito. Desde o grande portal da região «guarda.pt» a outros portais temáticos (Executivo, Turismo, Agro-Florestal e Coolkids), até projectos que visam a modernização da administração pública local, como os 13 portais dos municípios, a associação esteve sempre em plena actividade.
Os projectos desenvolvidos pela Guarda Digital são uma componente essencial da mobilização da sociedade para a utilização das Tecnologias da Informação e Comunicação, ao abrir um mundo de novas oportunidades.
Por isso, a Guarda Digital realizou hoje, dia 9 de Dezembro, no Hotel Turismo da Guarda, uma cerimónia de apresentação dos resultados do projecto. O objectivo foi fazer um balanço e apresentar os resultados operacionais e financeiros. A seguir à cerimónia realizou-se, no mesmo local, a Assembleia Geral da Guarda Digital – Associação Distrital para a Sociedade de Informação (ADSI).
plb

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O Presidente do Município do Sabugal, António Robalo, convocou os quarenta presidentes de Junta de Freguesia para uma reunião de trabalho que teve lugar no Salão Nobre do dito Município. A referida reunião teve início às 16 horas, da passada segunda feira, dia 7 do corrente mês de Dezembro.

José Manuel CamposO Presidente António Robalo começou por agradecer a comparência de todos e fez votos para que o mandato que agora se inicia possa ser importante para todo o Município.
Aos novos presidentes de Junta dirigiu também umas palavras de incentivo pedindo-lhes que se aproximem daqueles que já andam no poder local há mais anos e disse-lhes que a presidência do Município estará sempre disposta a colaborar com todos e em todas as situações.
Falou da criação de um serviço de proximidade à população rural, bem como das acções de procedimentos nos mais variados aspectos.
Depois da exposição feita pelo presidente usaram da palavra vários presidentes de Junta e, por fim, foi anunciado, pela Mesa das Juntas, que no mês de Janeiro, provavelmente num sábado, realizar-se-á um colóquio, no auditório municipal, onde estarão algumas personalidades para poderem falar dos variadíssimos projectos de que tanto se fala e dos quais tão pouco se vê.
Pretende-se um esclarecimento claro e exaustivo de modo a que possamos ir buscar algumas migalhas já que a fatias sabemos não ter direito. Pretende-se divulgação, trabalho, organização e justiça.
O concelho do Sabugal tem pernas para andar. Empenhemo-nos todos e ao fim dos quatro anos veremos os resultados. Assim seja.
Os presidentes de Junta não pretendem ser os criados das Câmaras para apenas afixarem os editais, passarem as mais diversas informações e as licenças dos cães. É necessário e conveniente reconhecer que o poder local não se esgota nas Câmaras Municipais. O poder local deve ser extensivo às Juntas de Freguesia na sua plenitude. Só com a descentralização de poderes, responsabilidades e competência se poderá dignificar o poder local. Sem dinheiro, não há poder, entusiasmo e vontade de trabalhar.
O presidente Robalo referiu várias vezes as delegações de competências desde que assumidas de uma forma séria e responsável. Venham as delegações de competências e os presidentes de Junta saberão assumir as suas responsabilidades. Para que tudo corra bem, como se deseja, é necessário e conveniente que o Município disponibilize os técnicos que serão sempre o suporte de um trabalho que se pretende sério útil e pedagógico.
Finalmente pretendo felicitar o Sr. Presidente António Robalo pela iniciativa e é de todo conveniente que essas reuniões de trabalho aconteçam com alguma frequência. É que poder local local somos todos.
«Nascente do Côa», opinião de José Manuel Campos

(Presidente da Junta de Freguesia dos Foios)

jmncampos@gmail.com

A região da Beira Interior sempre foi marcadamente agrícola e rural, vindo a sofrer um processo de empobrecimento generalizado, fruto do abandono irreversível da agricultura.

João ValenteIsto se deve ao sistema de minifúndio, à pobreza dos solos, à escassez de recursos, baixa produtividade, falta de escolaridade e profissionalização, à falta de competitividade, de que resultou a inadaptação do ecossistema agrícola à alta capacidade produtiva.
Isto é, a agricultura tradicional, por não ser competitiva, desapareceu; a agricultura convencional e de grande escala tornou-se impraticável, pelas condicionantes locais.
As consequências foram a desestruturação da agricultura familiar tradicional e o abandono da agricultura pelos jovens.
Contudo, ainda é possível trazer qualidade de vida às nossas aldeias e campos, se optarmos por um desenvolvimento rural sustentado, baseado na agroecologia e produtos locais com valor acrescentado.
A agroecologia adapta-se mais facilmente à realidade de sistemas de organização familiar de produção agrícola tradicional, na medida em que também é baseada na mão-de-obra familiar, mas reorientada para novas práticas, não implicando grandes riscos económicos de conversão, uma vez que não utiliza o pacote agroquímico e os sobrepreços deste mercado especializado de produtos serem mais atractivos para os produtores.
A nossa região é rica na variedade de produtos alimentares tradicionais e gastronómicos. È só aproveitá-los e acrescentar-lhes valor.
É verdade que a diversificação dos alimentos processados industrialmente, o alargamento dos mercados e a produção em larga escala, ameaçaram aniquilar as pequenas produções de cariz artesanal. Mas de uma grande ameaça, resulta, frequentemente, uma boa oportunidade.
Tudo depende da forma como utilizarmos a nossa imaginação e a capacidade inovadora.
A maioria dos produtos tradicionais, surgiram para satisfazer as necessidades alimentares das populações agrícolas do interior e, embora artesanais, permitiram, em muitas regiões, criar um «saber fazer» relativo aos métodos de produção, que os conseguiu singularizar e enobrecer.
Esta singularidade nos métodos de produção, é que distingue a produção artesanal da produção industrial e, devidamente explorada, permite-lhe identificar importantes segmentos de mercado, detectar novas necessidades dos consumidores.
Foi o que aconteceu à castanha da Paradela e ao queijo da Serra da Estrela (DOP); ao salpicão de Vinhais, à cereja da Cova da Beira, etc. (IGT); à alheira de Mirandela e aos frutos em vinho do Porto (ETG), que garantindo um padrão de qualidade através da certificação, impuseram as suas marcas e conservam a sua presença no mercado de forma sustentável.
O processo de certificação é por isso importante para a garantia do padrão de qualidade dos produtos tradicionais e melhoria da sua posição competitiva, podendo a ele recorrer qualquer entidade, independentemente do seu estatuto ou domínio de actividade e consiste na emissão, junto do Instituto Português da Qualidade (lPQ), de um certificado de conformidade, que comprova que a entidade tem em funcionamento um sistema de gestão, que lhe permite garantir a conformidade dos seus produtos ou serviços com os requisitos preestabelecidos.
O escoamento destes produtos tem especificidades próprias, pelo nicho de mercado a que se destinam e é importante.
Com boas campanhas de marketing (feiras temáticas ex.: queijo, fumeiro, etc) acções de merchandising ex.: Natal, Santos Populares, ect), e o aparecimento dos grandes espaços de vendas a retalho, os Produtos Tradicionais de qualidade garantida encontram novos espaços para a sua promoção e venda.
As pequenas lojas vocacionadas para a venda de produtos regionais, também são novos espaços com características ideais para valorizar a sua comercialização, especializando-se em produtos de uma só região, ou, noutros casos, em produtos de diversas regiões.
A gastronomia portuguesa constitui uma das maiores riquezas e uma marca que valoriza, de forma particular, a nossa cultura e o nosso turismo.
É neste espaço da restauração que os Produtos Tradicionais encontram um segmento importante do seu mercado total, porque a comida regional é hoje muito procurada e apreciada.
Nas grandes cidades é possível beneficiar dessa variedade por intermédio de restaurantes especializados por região, que podem ajudar a escoar a produção local de valor acrescentado (Queijos, enchidos, carnes, vinhos e frutas) e a divulgar produtos certificados de uma região reconhecida.
Encontrando-se a gastronomia interligada ao turismo, a restauração poderá, também, constituir um factor de alavancagem para a internacionalização dos Produtos Tradicionais.
As feiras regionais, que, um pouco por todo o País, se realizam anualmente, constituem um importante veículo, no sentido de promover o encontro dos Produtos Tradicionais com grandes massas de público consumidor que, facilmente, são atraídas por esses eventos.
Esses são também espaços com significativo potencial para divulgar produto a nível de empresas, que fazem parte das cadeias de distribuição desses produtos.
Resumindo e concluindo:
– Existem alternativas à agricultura convencional, que são os produtos agro-alimentares e vegetais tradicionais de valor acrescentado, com um nicho de mercado economicamente vantajoso e alternativo;
– As entidades públicas, como autarquias e associações, podem e devem promover a certificação destes produtos, para garantir a sua qualidade e genuidade e têm um papel importante na divulgação e venda destes produtos, promovendo feiras regionais e certames;
– Os particulares podem ter mais uma fonte de rendimento alternativo e de trabalho digno, produzindo e vendendo estes bens de valor acrescentado, fixam-se ao meio rural;
– Estes produtos de valor acrescentado, além de constituírem uma fonte alternativa de rendimento, podem alavancar o turismo local.
Tudo depende da imaginação e da capacidade inovadora que se tenha.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Solstício de Inverno - Sortelha

«Em astronomia, solstício é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em Dezembro e em Junho. O dia e hora exactos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.» (in wikipedia.org)

Kim Tomé (Tutatux)Em todas as ancestrais culturas humanas houve desde as suas mais remotas origens o culto do Sol.
O Sol que nos aquece e dá a vida.
Na região do Concelho do Sabugal muitas terão sido também as tribos que na Pré-história assinalaram os Solstícios com festejos e celebrações.
Com o intuito de relembrar esse nosso passado histórico, onde as tribos viviam ao ritmo da Natureza, juntaram-se vontades e algumas entidades para realizar a celebração da «Noite Mais Longa» do ano em Sortelha.
Pretende-se assim homenagear esses nossos antepassados remotos relembrando nesta festa que também eles estão na origem da nossa cultura.
Na noite de 21 para 22 de Dezembro no interior das muralhas de Sortelha ocorrerá a celebração do Solstício de Inverno colocando Sortelha na rota dos «Adoradores do Sol» a par de «Stonehenge» em Inglaterra e muitos outros locais que nessa noite se unirão nesta celebração.
O programa será composto por uma primeira parte de fados e musica tradicional, seguido-se a actuação de vários DJs que irão animar a madrugada com musica electrónica.
Durante a noite haverá fogareiros, churrascos, pão quente e bebidas.
Ao nascer do Sol do dia 22 será realizada uma cerimónia na torre mais alta do Castelo de Sortelha, onde uma Queimada e um Esconjuro darão as boas vindas ao novo Sol.
«O Bardo», opinião de Kim Tomé

kimtome@gmail.com

GALERIA DE IMAGENS – 5-12-2009
Fotos João Nabais – Clique nas imagens para ampliar

JOAQUIM SAPINHO

DESTE LADO DA RESSURREIÇÃO
Em exibição nos cinemas UCI

Deste Lado da Ressurreição - Joaquim Sapinho - 2012 Clique para ampliar

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