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António Ruas, presidente da Câmara Municipal de Pinhel, substituiu José Manuel Biscaia na presidência da Associação de Municípios da Cova da Beira (AMCB), na sequência da Assembleia Electiva realizada no dia 12 de Novembro.

António RuasAntónio Robalo, presidente da Câmara do Sabugal, também integra o conselho directivo da AMCB, enquanto vogal. Para a presidência da Assembleia ficou eleito Domingos Torrão, presidente da Câmara Municipal de Penamacor.
Os 16 autarcas presentes, em representação dos Municípios que constituem a AMCB, escolheram unanimemente a única lista candidata. Curiosamente, o concelho directivo integra apenas uma câmara pertencente ao distrito de Castelo Branco e representativa da Cova da Beira propriamente dita, a do Fundão, representada pelo seu presidente, Manuel Frexes. Os restantes eleitos para a direcção são todos do distrito da Guarda (Pinhel, Guarda e Sabugal). Já na Assembleia, predominam os Municípios do distrito de Castelo Branco (Penamacor, e Belmonte), em detrimento do da Guarda que tem apenas um representante (Celorico da Beira).
A AMCB foi fundada em 1981, por decisão dos Municípios de Belmonte, Covilhã, Fundão e Penamacor, com o objectivo de resolver o problema dos resíduos sólidos urbanos produzidos nos quatro concelhos. Posteriormente, aderiram à Associação os Municípios de Manteigas e Sabugal e oito municípios do distrito da Guarda: Almeida, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Fornos de Algodres, Guarda, Meda, Pinhel e Trancoso.
Curiosamente a Covilhã, que fora um dos Municípios fundadores, abandonou posteriormente a AMCB por divergências insanáveis, protagonizadas pelo autarca Carlos Pinto.
José Manuel Biscaia, o presidente cessante, deixou a presidência após nove anos, depois de ter perdido a disputa eleitoral no seu concelho, Manteigas, em favor de Esmeraldo Carvalhinho. O ex-presidente da Câmara de Manteigas tinha sucedido a António Dias Rocha (presidente da Câmara de Belmonte). O primeiro líder da AMCB foi Jorge Pombo, enquanto presidente da Câmara da Covilhã.
plb

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Há dias um sabugalense amigo que conheço das tertúlias fadistas, dizia-me que alguns concelhos do Interior tenderiam a acabar e era até vantajoso que assim acontecesse para boa gestão dos dinheiros públicos. Naturalmente, discordei daquela opinião, ou não fosse eu autarca e defensor acérrimo da autonomia local. Tentando por isso demonstrar o erro dessa hipotética, e na minha opinião, falsa medida de gestão racional, argumentei que ela nada de bom acrescentaria ao país, nem mesmo em termos económicos ou financeiros. Estou convencido que lá no fundo nem o meu amigo fadista concordava com o que afirmava.

Casa Bebéu - Penamacor

António Cabanas - «Terras do Lince»Porventura, tratava-se de um costumeiro desabafo, tipicamente português, em que usamos dizer mal de nós próprios, da nossa terra e do nosso país – o eterno pessimismo lusitano. A conversa acabaria mesmo por resvalar para o habitual misto de preconceito e inveja em relação aos nuestros hermanos, que geralmente nos levam a condenar a atitude independentista de D. Afonso Henriques. Contrariando tais ideias, afirmei logo que se Portugal se tornasse uma província espanhola, eu seria um etarra! Gargalhada geral, mas os fados iriam começar, acabando com a conversa.
Entre um copo de tinto, um fado e uma rodela de chouriça assada, fiquei a matutar na ideia de alguns concelhos correrem mesmo o risco de fechar. Logo me vieram à memória os tiques economicistas dos últimos governos, de ambas as cores, que, face ao deficit das finanças públicas, desataram a fechar o Interior, desde as escolas aos tribunais, das maternidades às repartições de finanças, passando pelos CTT e pelos centros de saúde. Lembrei-me ainda dos hospitais, das esquadras de polícia, da Guarda-Fiscal e das companhias militares que já antes tinham desaparecido das vilas do interior, e pensei com os meus botões que o perigo era real: os concelhos estão a fechar aos poucos. E para mal geral, nem sequer tem valido o sacrifício, já que as finanças públicas vão sempre de mal a pior, o que me leva a crer que a culpa do deficit não é, nem foi nunca, do Interior. E se não é do interior, só pode ser da má gestão, dos elefantes brancos e dos buracos negros do país rico; das empresas públicas, dos grandes grupos económicos, dos bancos, da corrupção, dos TGVs, dos estádios de futebol, dos ordenados dos gestores, das corporações e lobbies etc.
Veio-me à memória que recentemente, já durante o governo de Sócrates, foi movida a maior campanha contra as autarquias, vinda de todos os sectores da sociedade, exacerbada sobretudo pela Comunicação Social. De repente, o poder local tornou-se o bode espiatório dos males do país, desde a corrupção ao deficit! Afinal, no que toca à corrupção, dos mais de trezentos presidentes de Câmara do país, somados aos milhares de vereadores e de membros de juntas de freguesia, tudo espremido, só dois ou três foram condenados por práticas criminosas. Haverá muitas classes com menos criminosos? Quanto ao deficit, feitas as contas, as cinco maiores empresas públicas do estado tinham mais deficit do que os trezentos e oito municípios. Mas a campanha surtiu efeito: cortou-se nas autarquias mais pequenas! Nas grandes, o governo não teve coragem para cortar. Resultados: para as contas públicas, nenhum; para o interior, onde abundam as autarquias pequenas, foi desastroso, deixando algumas com a corda na garganta e com reflexos nefastos no tecido económico local, já tão depauperado.
Mesmo assim, mais gente do que pensamos acha que o Interior deve fechar e que com isso se resolve o problema do país. Basta que falte dinheiro em Lisboa e logo alguém, assobiando para o lado, aponta a solução: corta-se no Interior! Afinal há sempre uma boa razão: não haver gente, e onde não há gente, não são precisos serviços nem dinheiro. E contra a razão não há nada a fazer!
Pensando melhor, talvez até se conseguisse ganhar uns trocos, além do que se poupava. Fechado o Interior, Lisboa pode vendê-lo então aos espanhóis por bom dinheiro, e assim se resolve o problema do deficit! Não se pense sequer que isto é uma brincadeira, parte do Interior já foi vendido, alguns latifúndios do Alentejo e da Beira Interior estão já nas mãos de espanhóis.
Não é nada fácil encontrar argumentos contra os arautos da gestão e do racionalismo económico, além de que a pequena economia não dá nas vistas e os pequenos eleitorados não têm voz.
Penso há muito que políticas correctas de planeamento e ordenamento poderão ajudar a inverter a situação das áreas menos povoadas. Continuo também a achar que o dinheiro gasto no Interior está a léguas do que seria necessário e justo. Necessário, porque onde se investe, logo surgem dinâmicas económicas e demográficas. Justo, pelos sacrifícios por que passou a população raiana na defesa das fronteiras e do solo pátrio, permanentemente cobiçado por outros povos e constantemente invadido. Foram muitos séculos de sacrifício, em que raramente se vivia em paz mais de cinquenta anos seguidos.
Durante um fado menos timbrado e já na presença da segunda garrafa, cogitava numa solução para o Interior quando me lembrei de dois exemplos de sinal contrário de políticas do passado: o das medidas povoadoras dos nossos primeiros reis, por um lado, e das reformas administrativas que fecharam concelhos, por outro. Nada melhor que olhar o passado para vislumbrar o futuro com mais nitidez.
No primeiro exemplo, os nossos primeiros reis, de forma inteligente, quiseram e conseguiram povoar o país. E não falamos de qualquer parte do país, falamos do interior! Como conseguiram eles povoar uma terra inóspita, de feras e matos, povoada de sarracenos? Como atraíram eles gente do litoral e das cidades para esses lugares ermos? Dando-lhes benesses, mercês e autonomia local, criando e organizando termos, comendas e comarcas. Dizem os especialistas que o verbo latino populare (povoar) era entendido como «organizar» administrativamente. Se os romanos foram sábios povoadores de territórios, os nossos primeiros reis seguiram a mesma cartilha.
Mas a História também nos dá exemplos de políticas despovoadoras. Durante o século XIX, por decisão de Lisboa, fechavam muitos concelhos do Interior. Também nessa altura o deficit era assustador. Fora um século catastrófico de convulsões políticas e guerras. Mais uma vez foram as terras raianas as que mais sofreram, designadamente, com as invasões francesas e com as guerrilhas carlo-miguelistas. Com o decreto de 1855, vários concelhos do interior foram feridos de morte e integrados em concelhos vizinhos mas a dívida pública aumentaria ainda mais. Passados 150 anos o resultado dessas racionais medidas está à vista, nem é preciso ir muito longe: os velhos municípios que deram origem ao Sabugal são disso testemunho. Salvo raríssimas excepções, são hoje aldeias fantasma, em escombros, cujo património foi vítima de desleixo e abandono e, na maior parte dos casos, irremediavelmente perdido. Dá pena ver velhas muralhas e castelos, domus e igrejas a esboroarem-se na erosão do tempo e da incúria. No que respeita à demografia, foi um autêntico terramoto. Nem as sedes desses antigos municípios escaparam à voragem do despovoamento. Todo um património sacrificado a troco de uns tostões necessários para as linhas férreas.
Tal como hoje a ideia daquela época era meritória: a racionalização dos recursos e a eficiência governativa; da junção de vários concelhos se faria uma administração forte e o desenvolvimento não tardaria! Puro engano! Não só, não se fizeram municípios fortes e desenvolvidos, como nenhuma eficiência se conseguiu no país por via desse sacrifício dos pequenos municípios.
Com as devidas distâncias, que se recuperem então as velhas medidas de povoamento e que se afaste de vez o espectro do encerramento, que pode hipotecar, inclusivamente a nossa soberania.
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

Aquilino Ribeiro é porventura o mais notável dos romancistas portugueses no que se refere à escrita regional. Homem da província, profundo conhecedor do saber popular, mas também intelectual das urbes, onde acabou por assentar arraiais, escreveu mais de cinquenta romances e novelas evocando o povo português.

O Homem que Matou o Diabo«- Que há de almoçar? – perguntámos à mulher da taberna, uma digna e bochechuda matrona aprumada por detrás do balcão, ao lado dos copos espetados num escorredor de dentes, boca para baixo, enquanto Ralph consertava a correia no meio de grande ajuntamento de olharapos. Não havia nada; minto, havia uns bolos muito ressecos, e azeitonas. “E ali que tem?” – tornei a perguntar à vendeira, apontando uma terrina desasada. “Peixes cá do corgo, mas nem lhos ofereço que são amanhados à nossa moda e as senhoras não gostam”. “Deixe ver…” Provámos; era uma deliciosa calda de escabeche, gorda e profunda como cheia do Nilo, que afogava uma boa dúzia de trutas, esses extraordinários salmonídeos que pediram a casaca aos marqueses de Luís XIV, para serem os janotas da água doce, e o sabor ao manjar dos deuses para não ir nada igual à mesa de gulosos. E, veja, com broa de centeio, negra e crivada de olhos pequeninos, como se tivesse levado tiros de escumilha, um vinhinho, oh, mon cher, um palhete dos sítios que passava tilitando nas goelas e sabia a amoras e framboesas, almoçamos com mais regalo que os heróis de Homero quando abancavam à sua tão decantada barriga de porco, que um deles assava nas brasas com duas pedras de sal. À despedida a taberneira, enternecida com as honras que lhe prestou o nosso paladar, agarrou-se a nós em choro desfeito como se as trutas que tínhamos comido fossem pedaços da sua alma.»
Passámos um trecho do livro «O Homem que Matou o Diabo», de Mestre Aquilino, no qual retrata uma viagem de janotas às Beiras. Carregados de fome, aportaram na Venda da tia Maria Gaga, na Ponte do Abade, lugar da freguesia e concelho de Sernancelhe. Também aqui os fidalgos citadinos, que cruzavam as estradas de macadame montados em vistoso automóvel, se atormentavam com a pobreza da terras beiroas, sentindo-se despojados dos luxos em que era costume viverem.
Uma maçada essa viagem pelo Portugal rural, do qual se queriam ver afastados depressa. Mas, mais uma vez, quando a fome aperta, a gente de requinte, como era aqui o caso, lança-se ao que há ao dispor por mais inverosímil que isso lhes pareça.
A medo provaram o petisco, pensando em apenas matar a fome, que de outro modo não tocariam em comida assim disposta. Só que quando o pitéu lhes roçou as papilas gustativas, deixaram-se de seus brios e emborcaram sofregamente o que havia, como se acabassem de descobrir a melhor maravilha do mundo.
Pobre e abandonado, entregue apenas a si mesmo, o aldeão sabia viver, conquistando o seu prestígio, fruto de uma vivência regrada, baseada nas orientações do saber empírico, tirado da vida. Afinal o interior beirão não era assim tão irremediavelmente atrasado. Ali estavam as trutas de escabeche da taberna da Maria Gaga, confeccionadas à moda popular, para demonstrar como o saber antigo consegue melhor delícia que os pratos de preceito servidos nos restaurantes e hotéis das cidades.
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

Os 300 trabalhadores da fábrica Delphi da Guarda que vão ser dispensados até ao final do ano já receberam as cartas de despedimento, segundo informação prestada pelo Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Metalúrgicas e Metalomecânicas (STIMM).

Delphi - GuardaSegundo nota da Agência Lusa, o processo de envio das cartas registadas para os operários iniciou-se na semana passada, o que foi confirmado por José Ambrósio, do STIMM. O dirigente sindical garantiu em declarações à Lusa que a Delphi cumpriu as condições acordadas. A empresa de cablagens para a indústria automóvel tem um total de 950 trabalhadores, e prevê a continuação dos despedimentos no decurso do próximo ano, podendo ser dispensado mais de 200 operários no primeiro semestre de 2010.
Ainda segundo José Ambrósio, entre os operários notificados da decisão de despedimento verifica-se um misto de sentimentos: «Houve pessoas que ficaram contentes, porque eram voluntárias» e outras que «ficaram tristes».
O dirigente sindical disse ter conhecimento de muitas situações de trabalhadores que não esperavam o despedimento, sendo que, nestes casos, o recebimento da notificação foi para eles muito «complicado». Garantiu ainda que a empresa cumpriu as condições que constavam de um protocolo celebrado no ano passado, que prevê que os trabalhadores despedidos recebam dois meses de salários por cada ano de trabalho e que só seria dispensado um elemento do casal, nas situações em que ambos trabalhassem na empresa.
A Delphi dispensou maioritariamente mulheres, cujas idades rondam os 40 anos. Só «numa família foram despedidas três irmãs», revelou o sindicalista. Acrescentou que «’a maioria dos trabalhadores dispensados, cerca de 80%, reside na cidade da Guarda».
A multinacional justifica os despedimentos com a crise que atingiu o sector automóvel, e a consequente quebra nas encomendas.
A par dos sindicatos, também o bispo da Guarda, D. Manuel Felício, tem revelado uma forte preocupação com a situação, em especial com as implicações sociais decorrentes dos despedimentos.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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