You are currently browsing the daily archive for Quarta-feira, 11 Novembro, 2009.

Ramiro Matos é o novo Presidente da Assembleia Municipal do Sabugal. O cabeça-de-lista do Partido Socialista venceu por 39 votos contra 38 (com três brancos e um nulo) as eleições realizadas no primeiro plenário após as autárquicas de 11 de Outubro. O Capeia Arraiana foi até Alverca ao encontro deste sabugalense que pensa e sente, activamente, o presente e o futuro do Sabugal… de um Sabugal Melhor.

Ramiro Matos e esposa

– Assina no Capeia Arraiana, desde Setembro de 2007, a crónica semanal «Sabugal Melhor» que já ultrapassou as 100 publicações. Nas últimas eleições autárquicas apoiou António Dionísio e integrou como cabeça-de-lista a candidatura socialista à Assembleia Municipal. Este percurso «opinativo» teve como objectivo criar notoriedade?
– Não. Em primeiro lugar devo dizer que a minha ligação às questões do Sabugal não nascem com o Capeia Arraiana. Escrevo e penso o Sabugal desde 1968. Escrevi no «Amigo do Sabugal», fui correspondente no Sabugal do «Jornal do Fundão» e antes do 25 de Abril integrei um grupo de sabugalenses que, em Lisboa, pensávamos o Sabugal, como o João Leitão, o José Correia do Baraçal (que não vejo há muito tempo), o Álvaro Corte (que vive em Faro) e outros. Quando se deu o 25 de Abril tinha 21 anos e como pertencia à Associação de Estudantes do Instituto Superior Técnico fizemos lá a primeira reunião. Eu, o João Leitão e o José Gonçalves Sapinho. E assim nasceu a Casa do Concelho do Sabugal. A minha participação no Capeia Arraiana é quase como uma continuidade desta minha maneira de pensar o Sabugal. Mas na altura não se equacionava a minha participação activa na campanha eleitoral para a Câmara Municipal do Sabugal. Sou independente, não sou militante do Partido Socialista, mas desde há muito tempo que sou «compagnon de route» desse partido.
– Influenciou a escolha do nome do candidato socialista à presidência da Câmara sabugalense?
– Quando me perguntaram quem eu achava que devia ser o candidato socialista à Câmara do Sabugal nunca me veio à cabeça o nome do Toni. A primeira vez que me falaram nessa hipótese disse imediatamente que ele era o rosto indicado para uma estratégia de mudança para o concelho. É uma questão de confiança pessoal e de projecto político. Conheço o Toni desde sempre. As nossas famílias iam passar férias juntas para a praia da Nazaré. Apoiei publicamente o Toni desde a primeira hora – numa crónica muito comentada no Capeia Arraiana – e não estou arrependido.
– Mas António Dionísio não ganhou…
– Não ganhou mas o projecto que o Toni encabeçou mantém-se e apenas ficou atrasado por quatro anos. A não ser que as pessoas sejam suicidas muitas das propostas que o Toni tinha no seu programa vão ter de ser implementadas.
– O poder está no executivo camarário ou a Assembleia Municipal também tem um papel importante nas decisões sobre o futuro do concelho?
– O poder está, essencialmente, na Câmara. Há decisões do executivo que não passam pela Assembleia Municipal que não pode ser vista como oposição. Além dos 41 deputados municipais eleitos directamente há ainda os 40 presidentes de Junta de Freguesia que podem deliberar e orientar as propostas políticas do Partido Socialista, do Partido Social Democrata e do Joaquim Ricardo no sentido correcto. Digo Joaquim Ricardo porque o MPT não existe no Sabugal. O MPT é uma figura surrealista no concelho.
– Quando chegou à primeira reunião da Assembleia Municipal achava que ia ganhar?
– A Assembleia Municipal tem uma primeira questão que devia ser esclarecida. Durante a campanha eleitoral eu fui o número um da lista socialista. Quem elege a Mesa e o Presidente da Assembleia Municipal não são os eleitores. Mas, se me permite, não são… mas são. O Toni apresentou-me sempre, em todos os comícios, como o candidato a presidente à Assembleia Municipal. E… o primeiro nome da lista à Assembleia Municipal do PSD, por coerência e honestidade perante o eleitorado, deveria ser o candidato Manuel Rito. O meu opositor do PSD foi o número dois da respectiva lista. E ninguém percebeu porquê. Faltou uma explicação. Os senhores presidentes de Junta de Freguesia são figuras autónomas que apenas devem responder perante que os elege. Sobre a questão que me coloca é um facto que à partida era muito difícil definir uma vitória. Mas – recordo que concorri em conjunto com Vítor Neto (MPT) e Manuel Nabais (PS) – e para surpresa de muitos aconteceu a nossa vitória.
– Sente alguma inibição ao ocupar o cargo por não viver no Sabugal?
– Nos dias de hoje, com as novas tecnologias, é tudo muito relativo. Mas permita-me que deixe uma pergunta – a Assembleia Municipal do Sabugal teve anteriormente presidentes que não viviam no concelho e será que isso contribuiu para a menorização do papel da Assembleia? – eu considero que não.
– Como «sente» as novas responsabilidades?
– Para começar fiquei abismado. Não me passava pela cabeça que o órgão de soberania, Assembleia Municipal, não tivesse instalações próprias. O Presidente não tem um gabinete para desenvolver a sua actividade. Não tem um telefone, não tem um fax, não tem um email. Neste momento se um cidadão se quiser dirigir à presidência ou à mesa da Assembleia Municipal tem que se dirigir à secretaria da Câmara. É uma indignidade que tem de ser alterada. Vou apenas dar tempo ao novo executivo para que se instale. Depois é necessário marcar até ao final de Dezembro a Assembleia Municipal para debater o Orçamento para 2010. Enquanto Presidente da Mesa e da Assembleia Municipal vou defender uma cooperação institucional e estratégica com o Presidente da Câmara. A Mesa vai apresentar – na primeira oportunidade – alterações ao Regimento como, por exemplo, o período «antes da ordem do dia» onde não está previsto que os deputados apresentem moções, requerimentos ou petições e, por isso, tem que ser modificado. Por outro lado penso que é importante que a Assembleia Municipal reúna fora do Sabugal. Sei que implica arranjar freguesias com salas para cerca de 120 pessoas mas é uma proposta pessoal que quero pôr em prática. A finalizar quero alterar o Regimento no ponto em que não permite a um grupo de cidadãos apresentar petições. Se, por exemplo, um grupo de cidadãos resolver apresentar uma petição para que o Sabugal volte a ser vila ela deve poder ser analisada e votada na Assembleia Municipal.
– As actas são disponibilizadas, oficialmente e publicamente, muito tempo depois de as reuniões acontecerem. Que pensa sobre isto?
– Enquanto eu for Presidente da Mesa e da Assembleia Municipal os órgãos de informação vão ter livre acesso às reuniões. Contudo, legalmente, as actas são aprovadas pelos deputados na reunião seguinte e, por isso, a Mesa da Assembleia não pode disponibilizar publicamente uma acta que ainda não foi aprovada.
– Tem experiência autárquica em Vila Franca de Xira. É uma vantagem?
– Gostaria de deixar uma clarificação. Vou «ocupar» dois lugares. O de Presidente – institucionalmente igual para todos – e de deputado municipal onde estarei a defender as posições do PS. É claro que por ter sido vereador na Câmara de Vila Franca de Xira onde assisti, mensalmente, às assembleias municipais – no Sabugal reúne-se cinco vezes por ano – possibilita-me uma maior experiência na abordagem política às questões que vão ser apresentadas. A partir de meados de Novembro vou começar a marcar com os Presidentes das Juntas de Freguesia do Sabugal as minhas visitas para ver e debater os problemas das populações.
– Considera que há alguma incompatibilidade entre ser Presidente da Assembleia Municipal e ter uma participação pública de opinião no Capeia Arraiana?
– Incompatibilidade não. Como cidadão não me sinto impossibilitado mas há algumas restrições. Vou ter alguma contenção responsável até porque há assuntos que, por inerência do cargo, devem ser debatidos em privado.
– Acredita no futuro do concelho?
– Tenho 56 anos. O momento mais crítico para o Sabugal foi nos anos 60 quando mais de metade da população teve de fugir do concelho e migrar para França, Lisboa, etc. Hoje temos é que encontrar os caminhos para que os vivem no Sabugal fiquem e «convençam» os outros a voltar. Vale a pena acreditar no futuro do concelho do Sabugal. Vale a pena acreditar num Sabugal Melhor.
jcl

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O livro dos Génesis, que traz a história de Caim e Abel (Gen 4, 1-18), foi um dos muitos livros bíblicos, na versão sacerdotal, escritos durante o cativeiro da Babilónia. É por isso que a Bíblia traz histórias e mitos do Médio Oriente, como o mito de Abel e Caim que é uma reinterpretação do mito babilónico de Dumuzi e Enkidu, relacionando-o com o Deus dos judeus.

João ValenteDumuzi e Enkidu eram divindades do mito babilónico; o primeiro era a divindade dos povos sedentários (agricultores) e este, a divindade dos povos nómadas (pastores). Os dois ofereceram presentes a uma Deusa que ambos cortejavam. Esta aceitou apenas o presente de Enkidu. Dumuzi, com ciúmes, matou Enkidu semeando, assim, o ciúme, a vingança e o ódio eterno.
O mito nesta configuração fundamenta e legitima à partida os confrontos e conflitos entre os povos sedentários (agricultores) representados por Dumuzi e os povos nómadas (pastores) representados por Enkidu, constantes nessa época no vale da Mesopotâmia, pois muitas vezes as cabras e cabritos dos pastores comiam a produção dos agricultores, gerando conflitos.
Os pastores, nómadas foram por isso sendo afastados para locais mais remotos porque o seu modo de vida passou a ser incompatível com as regras sociais e as estruturas de poder que os povos sedentários estabeleceram.
Não esqueçamos que o patriarca Abraão era o chefe de um clã de pastores nómadas, originário da região de Ur, que em resultado da pressão agrícola das novas cidades (como Ur, Uruque, Lagach e Eridu) no crescente fértil, emigrou em busca das pastagens de Canaã.
E não é só na Bíblia que este conflito aparece. No D. Quixote, vol.I, cap. XII, XIII e XIV, Cervantes descreve a vida num acampamento desses pastores nómadas e os amores contrariados entre Crisóstomo e a bela pastora Marcela, que reflectem, ainda no séc. XVI, a diferença irreconciliável destes dois modos de vida.
Substituindo Enkidu, Dumuzi e a deusa babilónicos e pondo no seu lugar Caim, Abel e o Deus de Israel, compreendemos melhor o mito bíblico:
No mito babilónico, Dumuzi foi condenado a passar seis meses por ano no Inferno, tal como no mito grego a deusa Prosérpina.
No mito bíblico, depois da «punição» de Deus, Caim não pode mais ser agricultor, pois «Serás amaldiçoado por essa terra que abriu a boca para receber de tuas mãos o sangue do teu irmão. Ainda que cultives o solo, ele não te dará mais o seu produto. Tu andarás errante e perdido pelo mundo» (Gen 4,11-12).
Caim vai ter que andar errante e perdido pelo mundo (Gn 4,13) para ver como era a vida de seu irmão.
Apesar dos cabritos e cabras comerem a produção dos agricultores no mito de Dumuzi e Enkidu, eles adubavam o solo. Uns necessitam dos outros; complementavam-se.
Com a morte de Abel o solo torna-se infértil. E como tal, Caim tem de fazer pastor.
Por isso é muito importante conhecer o contexto em que os livros bíblicos foram escritos, para se interpretarem correctamente.
Esta passagem do Génesis não tem nada a ver com a crueldade de Deus. É também muito mais que um texto sobre a inveja entre os homens, pois apela à tolerância e cooperação entre os homens.
O que ele ensina é que a inveja é, sem dúvida, um dos sentimentos mais destrutivos. Quando nos deixamos dominar por este sentimento, perdemos a liberdade do ser e sujeitamo-nos à servidão do nada. Descemos às profundezas do inferno como Dumuzi. Andamos errantes e perdidos pelo mundo como Caim, numa vida sem o amor que dá o verdadeiro sentido à existência humana.
«Arroz com Todos», opinião de João Valente

joaovalenteadvogado@gmail.com

Hoje, 11 de Novembro, é o dia de São Martinho. Há um conhecido rifão popular que diz: no dia de São Martinho vai à adega e prova o vinho. Associou-se também este dia aos magustos, por ser tempo de apanhar as castanhas.

São Martinho foi bispo da cidade de Tours, em França e foi um importante evangelizador do seu tempo. Nasceu em Sabária da Panónia, na Hungria, no ano de 315. Com apenas 12 anos foi alistado pelo pai no exército romano. Enquanto jovem oficial teve uma atitude que o deixou conhecido: deu metade da sua capa a um pedinte que encontrou na borda da estrada, assim o abrigando do frio.
Abandonou o exército romano, baptizou-se e viveu como eremita numa ilha ao largo da costa de França, aí fundando um mosteiro para uma comunidade religiosa que vivia em isolamento. Ordenado padre, foi depois nomeado bispo de Tours. Dedicou-se à evangelização, percorrendo a pé e a cavalo toda a sua diocese.
Na memória popular ficou conhecido o adágio: «No dia de São Martinho, vai à adega e prova o vinho». Também é conhecido o provérbio «no dia de São Martinho prova o teu pipinho», que afinal é uma simples variante do primeiro. A sua ligação ao vinho decorre apenas da altura do ano em que o famoso bispo morreu, na data que ficou consagrada em sua memória. Depois da vindima, feita em Setembro ou no início de Outubro, o vinho ferve no lagar e depois nos pipos e nas cubas, sendo assim o dia de São Martinho, o apropriado para se fazerem as primeiras provas. Ao vinho novo juntam-se as castanhas assadas e assim se celebram os magustos, reunindo familiares e amigos. Este é portanto um tempo de convívio e de amizade.
Hoje já poucos particulares têm lagares para a produção própria de vinho. Vão também rareando as adegas para aí se abrirem os espiches e se provar o vinho que ainda fermenta nos pipos. Os tempos são outros, mas o espírito e a tradição mantêm-se, realizando-se magustos e outros encontros de convívio e a jeropiga, são as bebidas eleitas.
plb

JOAQUIM SAPINHO

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