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Há já alguns anos que a nossa jovem amiga fojeira Petra Fernandes se encontra em S. Tomé e Príncipe como professora cooperante. O seu entusiasmo por aquelas terras e aquelas gentes era bem visível nas conversas que teve comigo quando vinha passar as férias a Portugal. Contagiou-me e resolvi fazer-lhe uma visita. Fui acompanhada da mãe da Petra (como seria de esperar) e da professora Natália.

S. ToméE lá fomos nós à descoberta de um país que, segundo os que o tinham visitado, era um paraíso.
Aterrámos em S. Tomé numa manhã chuvosa de calor asfixiante. E foi na barafunda de um aeroporto, de aspecto escalavrado e apinhado de vendedores ambulantes, que ouvi o seu nome: Prôfêssora Petra!
Lá estava ela no meio de uns jovens que vendiam ou tentavam vender colares aos turistas
– Vejam lá se não tentam enganar as pessoas.
– Não, Prôfêssora, à sua mãe e às suas amigas não enganamos.
Um respeito e um carinho espantoso por aquela mulher de aspecto frágil, quase de menina, que me comoveu. Esse respeito e carinho constatámo-lo por diversas vezes, tanto por parte dos colegas como dos nativos. Mãe di Petra, mãe di Petra, abençoada sejas! Não levi Petra di nós, ela é nossa, gritavam as vendedeiras do mercado quando passávamos. É que o empenho desta nossa conterrânea em S. Tomé vai muito mais além do que a simples docência para que foi contratada. A acção social desenvolvida pela Petra é bem visível a quem vai lá e causa-nos um profundo orgulho. Conhece os nativos, ajuda-os no que pode, organiza eventos, visita os idosos, vai às roças e teve aulas de Forro, o dialecto dominante, para melhor comunicar com eles.
Obrigada, Petra. Algumas centenas como tu fariam a diferença naquele país.
Falando agora das impressões da nossa viagem, S. Tomé é, de facto, um paraíso quanto às belezas naturais. Tivemos oportunidade de percorrer a ilha de norte a sul, de leste a oeste, no jeep que a Petra pôs à nossa disposição com o nosso motorista, o Leopoldo (ou o Poldo como é conhecido). Um encanto e uma simpatia aquele rapaz tão educado e tão fiel…O Ilhéu das Rolas, as praias, a cascata de S. Nicolau, o Cão Grande e o Cão Pequeno, dois penedos de forma cónica a elevarem-se no céu, a grandiosidade da floresta que nos faz sentir tão pequeninos, os verdes, tantas tonalidades de verde, as roças, principalmente a de Agostinho Neto com o seu grandioso hospital, carris do caminho de ferro e largas avenidas, agora abandonadas pelos antigos senhores, em estado de decadência de fazer dó e onde moram os nativos. Doci, doci, gritavam os miúdos à nossa passagem. E era vê-los a surgir do nada, às dezenas, para receberem um rebuçado ou uma caneta (enquanto duraram…)
Os dias foram aproveitados ao máximo e as noites também. Das diversas actividades desenvolvidas destacamos a festa dos Foios no dia da chegada, um sarau de dança nativa e uma sessão de poesia em que estiveram presentes dois grandes vultos das letras daquele país, Alda do Espírito Santo e Conceição Lima, além de inúmeros convidados. Foi um espectáculo magnífico que me encheu a alma de magia e o coração de contentamento e orgulho, creio que justificado pois coube-me a responsabilidade e o privilégio de ser a principal interveniente na sessão subordinada ao título «À Conversa Com…». E os alunos da Petra sabiam mesmo conversar sobre poesia…
Foram, portanto, sete dias de cansaço e de enriquecimento.
Mas há tanto a fazer para o desenvolvimento de S. Tomé! Faltam estradas, habitações condignas, água potável, saneamento básico, electricidade e…tantas outras coisas.
Para o ano eu volto. Se Deus quiser.
Amélia Rei

Daqui enviamos uma saudação especial à Petra, essa corajosa e empenhada raiana que, longe de casa e do aconchego familiar, ajuda o povo santomense a enveredar pelas vias do desenvolvimento. Uma missão que deixa de resto muito orgulhosos os seus pais, o Quim e a Ramitos, que sempre que vou aos Fóios, ao Eldorado, me falam comovidos na filha ausente.
plb

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A reforma da estrutura fundiária, nas zonas de minifúndio, terá obrigatoriamente que ser feita para o bom aproveitamento da agricultura e da floresta. Essa reforma terá forçosamente de incluir mudanças que tornem mais fácil o emparcelamento da propriedade rústica de pequena dimensão. O alcance de eventuais medidas de apoio ao emparcelamento seria bem maior do que a simples distribuição dos enganadores subsídios.

Penamacor

António Cabanas - «Terras do Lince»É comum dizer-se que um dos problemas da nossa agricultura é o minifúndio. Não será certamente o único, haverá, evidentemente, outros constrangimentos. Talvez o minifúndio não seja sequer um problema em si mesmo, porque, como se sabe, há culturas e regiões, nas quais se aproveita bem o minifúndio, tornando-o rentável, como acontece, por exemplo, com o vinho verde. O problema será antes a desadequada dimensão da estrutura fundiária para a agricultura que se pretende.
Na Beira Interior, grande ou pequena a propriedade agrícola produz muito pouco. Mais preocupante até, é verem-se áreas e mais áreas, pequenas e grandes, em alguns casos onde se investiu em regadio e acessos, ao abandono, ocupadas de matos, sem qualquer utilidade que não seja a caça, e nem mesmo essa, porque, frequentemente mal gerida, escasseiam espécimes e os complementos turísticos de apoio à actividade cinegética. Nem pretendo sequer falar dos fogos e das parcelas que ardem sem que ninguém as reclame, que isso seria matéria para outro artigo.
As zonas mais férteis e próximas dos povoados são naturalmente as mais pulverizadas, divididas até ao milímetro por gerações sucessivas de camponeses pobres e de famílias numerosas, num tempo em que qualquer palmo de terra era defendido com unhas e dentes. Assim se compreende que a principal motivação dos nossos primeiros emigrantes fosse ganhar dinheiro para compra de umas courelas.
Pagas a bom preço, essas mesmas courelas, depressa e por ironia do destino, se tornariam numa espécie de castigo para quem tem agora de as tratar, só para as não ver abandonadas. Muitos vão gastando nelas as suas reformas! Passadas duas ou três décadas, deparamo-nos com hortas e chãos de boa terra a encherem-se de giestas, soutos e olivais decrépitos que de vez em quando carregam mas que ninguém colhe, porque a população é escassa e idosa e já não tem forças nem saúde para as fainas agrícolas e os mais novos, como se sabe, preferem outras profissões, preferência, aliás, incentivada pelos progenitores.
Apesar de tudo, as áreas maiores são melhor aproveitadas, designadamente para o pastoreio extensivo, pelo menos enquanto as ajudas à pecuária se mantiverem.
As mais pequenas, como é bom de ver, necessitam urgentemente de ser emparceladas para que possam ser rentáveis. Não tendo o estado a iniciativa do seu emparcelamento, resta a via aquisitiva. No entanto, aqui levanta-se um problema complicado: a burocracia e custos da aquisição. Distribuídas por numerosos herdeiros, as parcelas, que por serem pequenas valem muito pouco, estão quase sempre por registar, para já não falar da inadmissível falta de cadastro em algumas regiões. Além disso são geralmente propriedade de pessoas que vivem em Paris, Lisboa e outras cidades, onde cada metro de terra parece valer ouro. Quando alguém lhes oferece uns trocos por uma pequena horta, logo torcem o nariz. Ao saber que também terão que fazer umas escrituras e uns registos e que nisso têm que se haver com irmãos, cunhados ou sobrinhos, então nem querem voltar a falar do assunto. Por vezes nem chegam a saber que, além disso, ainda poderiam arcar com exorbitantes mais valias.
Há dois anos, por 750 euros, adquiri a um emigrante, uma pequena parcela de pouco mais de 800 m² para, através dela, melhorar o acesso a outros terrenos. Passados uns meses, encontrei o vendedor que se queixou de, além dos gastos habituais que teve com o pré-registo, ter sido taxado em 20% de mais-valias sobre o lucro, apesar de tratar-se de uma herança. Ora, o lucro tinha sido de 740 euros por o valor patrimonial inicial ser de 10 euros! Dizendo que não voltaria a vender mais nada, lamentava-se do nosso país, parodiando: – Mais-valia estar quieto!
Apesar de tudo lá consegui acrescentar mais uns metros a uma pequena quinta, composta de dez antigos prédios, perfazendo agora um pouco mais de seis hectares, onde pastam churras do campo. Dois desses prédios são lotes de emparcelamento, feito pelo estado e que resultaram da reunião de outros 11, pelo que a minha quintinha de seis hectares era anteriormente um conjunto de 19 artigos! Os restantes fui adquirindo a outros tantos emigrantes ao longo de cerca de uma dúzia de anos tendo ainda alguns por legalizar pelos motivos que se imaginam.
Se não se fizer uma verdadeira reforma da aquisição da terra, a estrutura fundiária levará ainda algumas décadas – a juntar às décadas já perdidas – para se adequar às necessidades da agricultura moderna. Tempo demais para uma região que precisa urgentemente de modernizar-se e sem essa modernização quase mais-vale estar quieto.
Como não é possível voltar-se à enxada e ao arado puxado por vacas, penso que assim não será viável aproveitar o recurso mais abundante da região: a terra.
O ano passado coloquei estas questões a um deputado da Comissão de Agricultura e ao secretário de estado da mesma tutela. Pareceram sensibilizados mas a legislatura terminou pouco depois e a coragem para as grandes reformas já tinha murchado.
Nunca entendi a razão de ser mais difícil comprar um prédio rústico de 500 euros do que uma viatura de 10, 50 ou até 100 mil euros. Nunca percebi que razões haverá por detrás ou a que corporações interessará este sistema quase medieval de aquisição.
Entretanto continuam a verter-se verbas significativas numa agricultura e numa floresta que se sabe à partida que não terão futuro sem as tais reformas e pouco ou nada se investe na estruturação fundiária da propriedade. O alcance de eventuais medidas de apoio ao emparcelamento feito pelo estado ou feito de forma privada, seria bem maior do que a simples distribuição de enganadores subsídios.
«Terras do Lince», opinião de António Cabanas

kabanasa@sapo.pt

Manuel Leal Freire é o melhor conhecedor das histórias de sabor raiano. Conhece as tradições, aprecia os gostos gastronómicos e preza a virtude pelo trabalho que caracteriza o povo da raia sabugalense.

Ribacôa em Contra LuzEle mesmo homem do povo, adora movimentar-se no ambiente aldeão, onde encontra o campo predilecto para as suas investidas literárias. Conhecido advogado e escritor, nascido na Bismula, concelho do Sabugal, é um dos grandes mestres do saber popular. Seja na narrativa ou na poesia, há na sua escrita um intenso sabor rural, vindo do âmago da vida do povo, que canta com funda dedicação.
Enquanto jovem examinou as tradições de antanho, conviveu com o povo simples, conheceu as agruras da sua vida, participou em festas e arraias, acompanhou as romarias e embrenhou-se nas fartas pândegas, onde se convivia e comia à tripa forra. Sabe como ninguém o que era a animação dos convivas que se juntavam à roda de um petisco e duma pipa de vinho. Da sua narrativa, de estilo solto, navegando sempre nas vagas da ironia e no humor, saíram inúmeras descrições de patuscadas populares, onde a alegria e a emoção se tornam rainhas.
A prosa de Leal Freire tem o condão de cativar o leitor, nutrindo nele simpatia pelas personagens que descreve e as acções em que estão envolvidas. Cada quadro etnográfico tem os seus paladares, numa sistemática exaltação à gastronomia popular.
Vejamos um exemplo retirado do seu livro «Ribacôa em Contra Luz», que é uma colecção de memórias dos tempos de antigamente, quando o contrabando e a lavoura eram as formas de viver do povo da raia.
A dado ponto descreve uma pândega em Poço Velho, aldeia da primeira linha de fronteira, em tempos idos apetrechada por duas guarnições da Guarda Fiscal, pois era ali forte o apelo ao contrabando. Um jovem pastor entra na taberna, onde se encontra o amo a beberricar numa roda de amigos. «Patrão, sem querer parti a pata do carneiro grande», declarou em voz alta. As palavras do zagal encolerizaram o dono do gado, que irrompeu numa onda de impropérios. Porém a clientela, incluídos os guardas-fiscais que ali tomavam um trago, conseguem conduzir a situação para o melhor campo, contando inclusive com o apoio da tasqueira: o pastor que fosse ao bardo, acabasse com o carneiro e o trouxesse para ali, onde depressa se amanharia para uma boa patuscada.
«E logo ali se combina almoço, jantar e ceia, que, se o carneiro não chegar, há um oferece o queijo, outro uma chouriça (ou um cambulhão delas), outro um naco de lombo, outro dois coelhos bravos ou até dois galos (porque, constava-se, vem aí a morrinha, e vale mais comê-los sãos)…
O entusiasmo substitui a ira e o temor. Pândega graúda requer a presença dos amigos todos. Vai estafeta ao posto de lá prezar a guarnição e levar um toca dentes ao plantão que, coitado, porque de sentinela, não pode largar o posto. Depois, para guardas e famílias, para alguns amos do negócio e consortes, vai ser uma jornada de arrebenta estômagos e fígados.
Deixá-lo, comer e beber até rebentar; depois, jejuar.»
«Sabores Literários», crónica de Paulo Leitão Batista

leitaobatista@gmail.com

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