You are currently browsing the daily archive for Sexta-feira, 16 Outubro, 2009.

De vez em quando há alguém que se dirige a mim perguntando o que tenho a dizer sobre as eleições. Como sabem do meu espírito crítico, alguns vêm com aquele arzinho sorridente e irónico de «toma que já te calas». E descobrem que não me calo, pois o que me move não é os partidos ou as cores mas a minha terra, o Sabugal.

Kim Tomé (Tutatux)Bem, venho então aqui publicamente dizer o que penso.
E começo por uma frase que foi colocada num comentário por um «Zé»: «Cabe-me fazer as malas e partir, já que a minha terra não me dá o que preciso…»
Esta é a frase que define bem o sentimento dos habitantes do concelho do Sabugal.
Quem nos governou e os que os têm acompanhado fizeram desta terra uma terra sem futuro e sem esperança onde é impossível ser feliz.
ISTO É UM FACTO!
Facto reconhecido por organizações independentes e que alguns, sabe-se la porquê, tentaram a todo o custo ocultar.
A desertificação não é uma tragédia, é uma consequência de medidas desajustadas e erradas tomadas ao longo de décadas.
Ao andar pelas ruas do Sabugal sinto-me numa cidade fantasma, o mesmo se passa nas freguesias.
E não vejo perspectivas de mudar, antes pelo contrário, oiço os poucos que restam a dizer o mesmo que o «Zé» escreve no seu comentário.
Para os que querem saber o que penso das eleições, penso que não devo dar os parabéns ao Eng.º Robalo porque o papel que ele vai ter que fazer jamais o quereria para mim, jamais vai conseguir inverter este sentimento instalado nas pessoas. Como tal, dar os parabéns a alguém por tão inglória tarefa não me parece bem.
Até porque, o seu trabalho está dependente de pessoas que não garantem o apoio necessário à tomada de decisões acertadas.
Algumas vezes tenho referido a história do «Rei vai nu», para metaforicamente fazer referencia às pessoas que rodeiam os que detém o poder e que lhes toldam e distorcem a capacidade de apreciação e decisão. Esse é um problema que não vai ser resolvido, dai que dar os parabéns a alguém que à partida tem fortes probabilidades de ser manipulado por esses poderes ocultos, seria uma atitude de profundo mau gosto e falta de consideração pelo Senhor Eng.º Robalo.
Por outro lado tenho a dizer que como até aqui tenho feito, continuarei a colaborar com criticas, sugestões, ideias e realizações com as quais esteja de acordo e que tenham em vista o desenvolvimento da minha terra com a certeza de que, quando vir que o rei vai nu eu não vou dizer que enverga as mais lindas vestes.
Mas sinceramente não acredito que seja possível dar a volta à situação!
As pessoas que, desvalorizaram o turismo como indutor de progresso, ou a Rota das Judiarias do Sabugal como conteúdo para um turismo cultural, ou que têm como comportamento difamar os outros, estão lá! e não acredito que essas pessoas tenham a honestidade de mudar de posição pelo que me foi dado ver até agora.
Por tanto, a tarefa do Senhor Eng.º Robalo vai ser dura, ingrata e frustrante, isto se tiver como objectivo salvar o Sabugal do desaparecimento nos próximos 4 anos.
Assim não dou os parabéns ao Senhor Eng.º Robalo não porque não tenha consideração pela sua pessoa, que tenho, mas porque detestaria que me dessem os parabéns por assinar a certidão de óbito da minha terra, que é o que lhe vai acontecer.
«O Bardo», opinião de Kim Tomé

kimtome@gmail.com

Arrancou ontem uma das principais mostras de documentários do país, o DocLisboa. Este ano os destaques são o cinema documental feito nos Balcãs, uma retrospectiva do lituano Jonas Mekas e secções dedicadas ao Futebol e a histórias de amor.

Pedro Miguel Fernandes - Série BEntre 15 e 25 de Outubro Lisboa torna-se assim a capital dos documentários, pelo sexto ano consecutivo. Ao longo destes dias vai ser possível assistir ao que de melhor se tem feito nesta área tão específica da Sétima Arte, que só muito raramente chega às salas de cinema e ao público em geral, dado que as próprias televisões não lhe dão muito espaço.Com uma programação de cerca de 200 filmes, de curta e longa duração, espalhados por várias salas lisboetas, desde o Cinema Londres ao mítico São Jorge, passando pela Culturgest, palco habitual do festival, os amantes deste segmento vão este ano poder assistir a diversas temáticas distintas.
Geograficamente a grande região da edição 2009 do DocLisboa aponta as câmaras para os Balcãs, uma das áreas europeias mais convulsas da história recente. Nesta secção dedicada ao cinema balcânico vai ser possível assistir às principais obras realizadas e produzidas no território da antiga Jugoslávia a seguir a 1991, quando a antiga república comunista de Tito se desagregou, num conflito de memória recente.
DocLisboa 2009Talvez à procura de um público mais abrangente a organização da mostra resolveu este ano dedicar um espaço ao futebol. O desporto rei vai estar representado em vários filmes, alguns dos quais realizados em Portugal. Desde um documentário sobre o brasileiro Garrincha a um olhar bastante apurado sobre o trabalho dos árbitros, passando por um filme sobre a Académica no período da ditadura de Salazar, há espaço para dribles de todos os feitios.
Por fim, outro dos grandes destaques da sétima edição do DocLisboa é o ciclo dedicado ao cinema do lituano Jonas Mekas, um realizador de 87 anos que também vai estar presente em Lisboa, para debater a sua obra com os espectadores e para dar uma masterclass a partir de excertos dos seus filmes.
«Série B», opinião de Pedro Miguel Fernandes

pedrompfernandes@sapo.pt

Fomos ao encontro do historiador Jorge Emanuel Duarte de Carvalho Martins a poucos dias da apresentação, no Sabugal, do seu último livro «Breve História dos Judeus em Portugal». «As expectativas para esta sessão no Sabugal – onde nunca estive – são grandes. Maiores do que uma apresentação na FNAC. A Casa do Castelo, de Natália Bispo, que ainda não tenho o prazer de conhecer pessoalmente, está a fazer um grande serviço à cultura do vosso concelho», acentua este ilustre historiador que reconhece apenas ter estado uma vez em Sortelha e nunca ter visitado o Sabugal. A sessão de apresentação da obra está marcada para sábado, 17 de Outubro, na Casa do Castelo no Largo do Castelo do Sabugal.

(Clique nas imagens para ampliar.)

Jorge Martins, nasceu em Lisboa em 1953, é licenciado em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, mestre (tese sobre António Patrício, escritor e diplomata) e doutor (tese em três volumes «Portugal e os Judeus») em História Contemporânea. É professor de história dos ensinos básico e secundário desde 1978 e pertence aos quadro da Escola Secundária Braamcamp Freire, na Pontinha. É autor de manuais escolares e de obras de ficção e ensaio sobre história contemporânea, local e sobre estudos judaicos tendo publicado dezenas de artigos em jornais, revistas e actas de conferências. É, actualmente, investigador do Centro de Estudos de História Contemporânea Portuguesa do ISCTE.
A propósito da sessão de apresentação no Sabugal do livro « Breve História dos Judeus em Portugal» (Editora Nova Vega, 2009), o Capeia Arraiana aproveitou, uma destas noites, para ir ao encontro do historiador.
O seu discurso, cronologicamente ordenado, é veloz e obriga as palavras a acelerarem o passo para acompanhar as ideias do pensamento enquanto nos fala da presença judaica em Portugal.
– Como surgiu o doutoramento sobre os judeus em Portugal?
– O meu orientador foi João Medina. E, entre os vários temas propostos, surgiu o judaísmo. A minha tese de doutoramento intitulada «O Judaísmo e o Antisemitismo em Portugal nos séculos XIX e XX» foi compilada em três volumes num total de 900 páginas e transformada em «Os Judeus em Portugal». As comunidades judaicas desapareceram de Portugal na sequência do Édito de Expulsão de 1496 mas há registos da sua participação nos Descobrimentos. Baptizados à força viveram a dupla identidade cristã e criptojudaica tendo resistido à perseguição da Inquisição e às tentativas de expulsão. Ressurgiram no início do séc. XIX nas Beiras e Trás-os-Montes (os marranos), em Lisboa, Faro, Madeira e Açores. Muito judeus europeus, protegidos por diplomatas filo-semitas, salvaram-se do Holocausto utilizando Portugal como porta de saída da Europa durante a perseguição nazi. Actualmente há quatro núcleos – Lisboa, Belmonte, Porto e Algarve – com cerca de 1000 residentes. Durante a pesquisa para uma tese sentimos muita insegurança mas, no final, acreditamos que sabemos um pouco mais e é isso que nos dá o equilíbrio. Há muitos assuntos para investigar e ficamos com a certeza que há ainda mais por estudar.
– E, entretanto, o Sabugal atravessa-se no seu caminho…
– O Sabugal aparece como mais uma experiência giríssima só possível na Internet. Troco informações com historiadores judeus em todo o Mundo e, em especial, em Israel e no Brasil. Tenho muitos pedidos brasileiros para troca de dados sobre a história dos judeus em Portugal. Entretanto no lançamento do livro uma aluna minha diz-me – tenho aqui um blogue que fala do seu livro – e deu-me um texto assinado por Joaquim Tomé [opinião de Kim Tomé no Capeia Arraiana] com comentários e citações das minhas frases. E foi assim que tudo começou…
– Sendo assim só conhece o Sabugal virtualmente?
– Em Julho passado estive em Belmonte para ver o Museu Judaico e visitei Sortelha mas não fui ao Sabugal. Entretanto da troca de informações que fui mantendo não consigo perceber como é que havendo a possibilidade de estarmos perante uma estrutura arquitectónica judaica na Casa do Castelo não se faça um trabalho sério para determinar da sua legitimidade. É vital que os portugueses preservem a sua identidade. A força da identidade mede-se pelo cuidado e pela intensidade com que se defendem e promovem os valores de cada localidade. Eu, infelizmente, sou de Lisboa. E Lisboa é uma terra mesclada sem identidade. É a terra do fado e das sardinhas que não são suficientes para identificar os lisboetas. A Internet deu-nos a oportunidade de nos aproximarmos. Há regiões mais interiores que podem valer-se das novas tecnologias para promover os seus produtos.
– Quais são as suas expectativas para sábado?
– Estou impaciente por ir ao Sabugal. Mais do que na apresentação da minha tese de doutoramento que ultrapassou tudo o que se estava à espera. Sinto que vai ser uma sessão muito especial para mim. Até mais do que se fosse realizada numa loja FNAC porque não é uma questão do número de pessoas que possam estar presentes. Ao longo das conversas telefónicas que mantive com Natália Bispo percebi que a Casa do Castelo está a fazer um grande serviço à cultura do vosso concelho. Há potencialidades judaicas (arcas do sagrado) que têm de ser estudadas. Há, museologicamente falando, um «Espaço de Memória» sobre o judaísmo no concelho do Sabugal até porque Maria José Ferro Tavares refere que está registada em 1316 uma dívida dos judeus do Sabugal ao rei D. Dinis. Aproveito esta conversa com o Capeia Arraiana para adiantar uma ideia que vou defender no sábado. Há na Torre do Tombo disponíveis para consulta e investigação 110 processos da Inquisição sobre a comunidade judaica no Sabugal. Vou propor a criação de uma bolsa de estudo dirigida a estudantes universitários do vosso concelho para analisarem os processos. Posso, inclusivamente, indicar nomes de orientadores para o estudo. Até sábado!

Alguns comentários à obra
«A publicação de Portugal e os Judeus, de Jorge Martins, em três volumes, editados ao longo de 2006, constitui um verdadeiro acontecimento editorial, já que desde 1895, ano da publicação de Os Judeus em Portugal, de Mendes dos Remédios, não se editava no nosso país uma história geral da comunidade judaica (…) Obra de obrigatória consulta histórica», Miguel Real, Jornal de Letras, Artes e Ideias.

«(…) Portugal e os Judeus, uma obra vasta onde percorre os caminhos da gente de nação, desde as toleradas judiarias medievais, até à quase extinção dessas comunidades no mundo contemporâneo, depois dos três séculos de perseguição e de lutos forçados a que foram sujeitas pelo poder político-religioso dominante», Luís Farinha, revista História.

«Desde Mendes dos Remédios (Os Judeus em Portugal, 1895) que não tínhamos uma obra com esta ambição contar uma História esquecida ou voluntariamente enterrada no labirinto dos arquivos. Portugal e os Judeus cumpre o projecto que Mendes dos Remédios não chegou a concluir e vai bem mais além, detendo-se na historiografia e no ensino da História nestes nossos dias de confusão e desorientação», António Carlos Carvalho, prefácio ao 1.º volume.

«Não é a primeira publicação do autor – há muitos anos que Jorge Martins vem estudando, investigando, ensinando e escrevendo sobre a temática judaica. A sua tese reflecte, pois, essa investigação aturada: nela sentimos uma atenção sustentada, um conhecimento aprofundado por anos de estudo e acima de tudo, uma real empatia com o objecto de estudo, indispensável a qualquer investigação séria. Analisando o seu trabalho ficamos com a clara noção de que não se trata de uma súbita e passageira paixão, mas de uma relação fecunda e duradoura. (…) Não quero deixar de saudar o autor por este magnífico trabalho que permite trazer ao conhecimento do público interessado, um período muito rico, mas ainda pouco investigado e divulgado, da história de Portugal e dos Judeus», Esther Mucznik, prefácio ao 2.º volume.

«Passado um século e meio após a aparição da mais completa obra sobre a história dos judeus em Portugal, de autoria de Meyer Kayserling, nos presenteia Jorge Martins com uma nova história sobre judeus portugueses, que amplia largamente o livro pioneiro do rabino húngaro. (…) Jorge Martins vem agora nos três volumes de Portugal e os Judeus resgatar uma história dos Judeus e uma história de Portugal, e oferece aos estudiosos do assunto um material inestimável para novas reflexões», Anita Novinsky, prefácio ao 3.º volume.
jcl

JOAQUIM SAPINHO

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